História O poderoso império sayajin - Capítulo 43


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Categorias Dragon Ball
Personagens Bardock, Bra, Bulma, Chichi, Cooler, Fasha (Seripa), Freeza, Gine, Gohan, Goten, Grande Patriarca (Saichourou), Kuririn, Mestre Kame, Raditz, Rei Cold, Shenlong, Tights Brief, Trunks, Turles, Vegeta, Yamcha
Tags Bardock, Dragon Ball, Gine, Imperio Sayajin, Kakarotto, Rei Vegeta, Turles
Visualizações 160
Palavras 2.428
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Ficção, Hentai, Luta, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


boa leitura a todos

Capítulo 43 - Uma nova princesa


Fanfic / Fanfiction O poderoso império sayajin - Capítulo 43 - Uma nova princesa

Chichi nota naquela noite a ausência de Kakarotto. Estava tão acostumada com a presença dele que por um instante sentiu falta. Então achou que ele deveria estar a ter com alguma femea e não passaria a noite em casa. Resolveu esquecer aquilo. Já que considerava uma bobagem. Terminou de jantar e foi se distrair com as tecnologias de Bejita, já havia aprendido muitas coisas que considerou útil. Como vídeos de treinos e técnicas de aprimoramento de diversas raças tudo no banco de dados aberto do planeta. Assim ela foi aprendendo sobre outras raças. Tights por sua vez estava entretida aprendendo ao seu modo sobre a tecnologia de Bejita e a linguagem sayajin. Raditz havia dado a ela acesso a muitas coisas antes de sair. Tendo inclusive dado a ela um scouter próprio.

Lunch começou a treinar seguindo uma primeira rotina básica que Turles havia deixado para ela. Bem como deixou um scouter e avisou que qualquer coisa ligasse para sua mãe Gine. Principalmente se alguém tentasse a toca-la novamente.

Vegeta estava a se amaldiçoar por ter ido ver Bulma. Vê-la e toca-la só aumentou a sua necessidade de ficar perto dela. Os sonhos começaram a ficar cada vez mais intensos e seu libido mais alto. Então evitou ao máximo a humana pelo seu próprio bem ou perderia a razão.

Após 3 dias sem a presença de Kakarotto finalmente chichi começou a se preocupar pra valer. Até que questionou finalmente a ausência do sayajin com o chefe dos escravos para ouvir do mesmo que ele estava fora em missão e demoraria a voltar. Chichi se odiou, pois a ultima coisa que fez foi acusa-lo. A verdade é que estava sentindo falta da presença dele, mesmo que tentasse negar.

Após 10 dias Bulma e Ichy finalmente finalizam o projeto e Ichy novamente vem a presença de vegeta dessa vez sozinho no castelo perante o conselho para apresentar a carta de melhorias da nova frota de naves. O conselho ficou impressionado com as mudanças, pedindo assim perante o rei pelo desempenho dos Briefs lhes conceder algum benefício. E como o período de adaptação havia chegado ao fim, Ichy fez a solicitação de inclusão dos Briefs em sua equipe de pesquisa e desenvolvimento. Coisa que novamente sem ver vegeta autorizou junto a monte de protocolos padrão do império.

-que tipo de benefício eu concederia aos Briefs? – vegeta questiona

-Livre acesso ao planeta, mesmo como escravos – Leek sugere

-Acredito que seria benéfico também, já que esse tipo de concessão tem mostrado os cientistas tem uma falsa sensação de liberdade e torna-se mais produtivos, vendo inclusive de perto necessidades reais para o império. – Kuri fala

-Mas eles precisariam de um responsável ainda para as devidas autorizações de saída-Couget fala

-Eu me responsabilizo pelos Briefs – Ichy fala perante o conselho

-Quanta fofura Ichy. O chefe de engenharia se responsabilizando por vermes, você deve se divertir muito pelo visto? – Kinara fala

Ichy encara Kinara de forma quase assassina, mas nada fala pois estava sobre o conselho

Vegeta não pode deixar de sentir o quanto o cheiro de Bulma estava emprequinado no sayajin. E aquilo o estava irritando por demais. A possessividade pela maldita humana estava aflorando. “afasta-la é o ideal, quanto mais longe menos você necessita” vegeta obrigava a sim mesmo a creditar nisso.

-Concedo. Você assumirá a responsabilidade por tais escravos perante o império. lembrando que é uma concessão, um privilégio a tais escravos, caso a produção decaia será revogado meu ato sem qualquer aviso – vegeta pondera ríspido.

-De acordo meu rei – Ichy fala, mas no fundo temia que vegeta não permitisse a saída de Bulma do castelo e ainda mais com ele.

Desde que descobriu do vinculo sua atenção perante os passos de vegeta aumentaram exponencialmente. Bem como evitou ao máximo se relacionar com Bulma a vista no laboratório, se reservando apenas ao dormitório dela. Ele explicou em parte o vinculo a Bulma, pois aquele tipo especifico de vinculo ele não conhecia muito afundo. Tendo apenas lido sobre o mesmo.

No dia seguinte já instalada com sua família no novo complexo cientifico do planeta. O que foi levada primeiro Bulma finalmente recebe uma boa notícia vinda de Ichy.

-Oi minha fraquinha – Ichy ri de lado – tenho boas notícias para você

-Até que enfim, estou cansada de ser só amassada e apertada por um sayajin forte e possessivo – Bulma zomba dando uma piscadinha deixando Ichy corado.

-Bom a partir de hoje você e sua família terão livre acesso ao planeta, claro sobre minha autorização perante as saídas, mas já é algo. Outra coisa, vocês estão na minha equipe principal. E começaremos hoje o aperfeiçoamento das novas unidades de nave do império.

Antes mesmo que pudesse terminar tudo Bulma pula em seu pescoço o beijando de forma espontânea fazendo o sayajin se render facilmente.

-Ichy isso é o máximo. Só de não ficar nessa droga o tempo todo já é o máximo mesmo. Obrigada. Tenho certeza que meus pais vão adorar.

-sabia que ia gostar bul – Ichy fala segurando no rosto de Bulma a olhando nos olhos. estava tão envolvido aquela humana que parecia surreal. Mas ainda estava preocupado com o vínculo. Algo dentro dele soava como um alarme de perigo.

 

Os dias se passam e finalmente a esquadra de Bardock chaga a tekar. Mais uma vez na nave os radares não detectam níveis de poder, e muito menos conseguem rastrear a nave anterior da esquadra sayajin.

-Então qual será o plano? – Kakarotto pergunta

-não sabemos o que esperar, então acho que a melhor forma é usar a forma oozaru – Bardock fala.

-Concordo se foram capazes de finalizar a antiga esquadra facilmente são perigosos. – Raditz fala

Então seguiram esse plano. A nave seria deixada a atmosfera em modo de camuflagem aos radares. Para garantir que não fosse destruída o que consumira uma parte dos recursos de energia e os obrigaria a parar em um dos planetas bases do imperio.

Turles estava evitando sair do seu quarto até iniciarem a missão para não ter que lidar com chayote. Que veio a missão devido ao seu nível de poder sendo o quinto membro da esquadra.

Então ao comando eles atacariam juntos em um só local para aumentar as chances de subjugá-los.

Os sayajins mergulham literalmente pela atmosfera do planeta então antes de atingir o solo turles e Bardock juntam o a energia partilhada gerando uma enorme lua artificial. As transfigurando em oozarus ao atingirem o solo finalmente

O planeta era de atmosfera azul tal como a terra, com vastos campos verdes, aguas rios mares. A raça de tekar eram os uingudos tão humanoide quantos os humanos ou os sayajins porem eram tão fortes quanto sayajins elite graças a algo natural da raça.

-isso explica o alto índice de titânio – Kakarotto fala olhando os guerreiros que agora estavam frente aos oozarus

-e também a falta de leitura de energia... quem diria – Turles zomba

-Então os pequenos macacos também se transfiguram? Pena que os outros não tiveram tempo para isso. Então para ser justos acho que devemos assumir nossa forma natural também- katara fala

-Como desejar princesa – Bardock fala

 

Os uingudos pertencia a raça antiga similar a dragões de fogo. Logo sua forma era alada, tal como tinham garras e presas mortais assim como tinham ataques extremamente velozes e fatais.

A batalha começa e os sayajins perceberam logo de inicio que não seria nada fácil. Enfrenta-los na forma de oozaru era um recurso mais não o recurso, que seria utilizado em ultima situação. A batalha se segue feroz uma vez que as garras deles causavam bastante dano nos sayajins. A medida que a batalha se corre no planeta eles já estavam bastante feridos e logo a lua iria se desfazer. Tinham que matar a líder do bando para desarticular o restante, mas como matar katara? Ela também estava bastante ferida, mas a energia deles não era o ki normal era outro tipo e nem mesmo Kakarotto conseguia detectar o poder de luta dela o que era um grande problema.

A noite estava cheia e finalmente a lua se desfez o que se tornou um grande problema aos sayajins. Chayote estava com um dos braços muito ferido foram os graves ferimentos.

-Turles você leva chayote de volta a nave, ela precisa da medical machine agora – Bardock ordena

Turles não perdeu tempo a segurando no colo e ascendendo aos céus enquanto Kakarotto e Raditz impediam outros de segui-los.

Turles adentra na nave colocando chayote na câmara de regeneração o mais rápido que pode, retornando assim a base daquele planeta.

Turles assim como os demais tinham vários ferimentos pelo corpo. Aquele parecia uma batalha perdida. Teria que usar agora mais do tudo todo o seu poder de luta

Então uma vez no solo turles se juntou ao pai e os irmãos eles estavam em óbvia desvantagem, para a sorte deles alguns estavam perdendo a energia pela intensa luta assim como eles, o que os tornou mais fácil de abater.

Katara ataca com tudo Raditz a fim de vingar um dos companheiros recém abatidos pelo sayajin. Turles ve o irmão praticamente ser superado por katara que agora se preparava para matar Raditz, Kakarotto estava a travar uma batalha com 2 deles e já havia assumido a forma de SSJ. Bardock estava mais afastado também a lutar na forma SSJ recém adquirida. Então Turles atacou com tudo que tinha katara antes que matasse o seu irmão no meio da sua batalha com katara, Turles finalmente consegue assumir a forma que tanto almejava, mais aquela luta estava longe de acabar. Aquela raça era de fato muito forte. O problema é que em meio as lutas o rei daquele planeta ao ver que o exercito só não daria conta acionou seu general e ele mesmo foram ao campo de batalha contra os sayajins.

 Após a chegada do rei e do general deles as coisas ficaram mais feias ainda. Raditz precisava da medical e nenhum deles poderia sair dali naquele momento. Então Kakarotto deu um pouco de seu ki ao irmão o pedindo para ir para a medical machine a fim de se recompor para enquanto os outros ganhavam tempo. Raditz o fez.

 

Já próximo do dia amanhecer com Bardock quase morte e Turles junto só restava Kakarotto contra o rei e o general. Apesar de estarem bem feridos ainda eram mortais e Kakarotto já havia chegado ao seu limite. Ele estava a tanto tempo treinando que talvez aquele era a hora de romper seus limites finalmente.

Kakarotto reuni todo o seu poder se concentrando ao máximo forçando assim seu corpo a romper o limite do poder atual que tinha. Então os cabelos tornaram-se maiores o ki dourado aumentou e pequenos raios corriam pelo ki entorno de seu corpo a explosão de energia era fantástica. Kakarotto nunca havia sentindo aquele poder, era imenso para ele. Estava com as energias revigoradas. Então ataca com tudo o rei e o general daquele planeta para depois de um tempo finalmente os matar. O planeta agora seria fácil dominar, pois o seu principal exército e o rei já haviam caído bem sobrou apenas a princesa inconsciente e ela de fato seria uma boa aquisição para escrava de luta. Decidiu por hora mantê-la viva colocando algemas de poder.

Então uma vez tudo tranquilo pousou a nave levando Bardock e Turles a câmara de regeneração deixando katara presa na cela.

Enquanto os outros se recuperavam Raditz e chayote saíram da câmara, então Kakarotto colocou katara em uma das vagas a deixando se recuperar. Então ele já estava na forma base se juntando a chayote e Raditz que não viram a nova transformação. Começou a extinção da raça. Quase um dia depois do início Bardock e turles saem da medical machine vendo katara na mesma. Então se juntam a Kakarotto chayote e Raditz na eliminação do planeta. Algumas horas mais tarde Kakarotto entra em contado com vegeta, bem como Bardock manda vir a esquadra com escravos para iniciar a mineração no planeta. Kakarotto então se comunica com vegeta:

-vegeta, quero uma autorização especial

-pra que verme? – vegeta fala

-pra manter o ultimo da raça – Kakarotto fala serio

-qual seu interesse no escravo em questão – vegeta pergunta

-pra arena. É um dos que restou do combate – Kakarotto informa

-tem risco para o planeta? - vegeta pergunta

Então Kakarotto olha para katara na câmara de regeneração e responde

-não mais hehehe –

-tudo bem tem autorização. To liberando no sistema o registro.

-valeu vegeta

-hunf- vegeta fala – quando voltar quero um dia inteiro de treino. Esses malditos vermes incompetentes aqui não me servem

-o que você quiser vegeta. – Kakarotto fala animado.

Kakarotto volta ao extermínio. E depois de 4 dias o planeta estava pronto para minerar. Katara estava em sua cela com algemas de contenção de poder.

-olá princesa- Kakarotto fala ao se aproximar da cela de katara.

-olá sayajin. – katara o encara firme como uma orgulhosa princesa de uma raça extinta

-Kakarotto. Pode me chamar assim, ou de mestre de hoje em diante se preferir – Kakarotto zomba ganhando uma cara feia em resposta

-olha que fazendo assim parece até uma garotinha mimada e não a guerreira impetuosa que vi no campo de batalha – Kakarotto fala

-olha só que fala. Provocando um adversário caído não me parece muito maduro – katara fala arrogante

- touché princesa. Culpado das acusações, mas tem que admitir que faria o mesmo, porque pelo que vi sua raça não é muito diferente da minha não é?

-de fato não posso negar. Então me fale mestre, que tipo de escrava eu sou? – katara soa firme arqueando o cenho

Kakarotto da uma gargalhada

-gosto de como é espirituosa, será escrava de combate nas arenas do reino.

-humm, então me deixará lutar? Foi para isso que me manteve viva? – questiona curiosa katara

-sim e não. Digamos mais que gostei da sua raça e você me é um lembrete da evolução do meu poder – kakarotto fala piscando o olho

-um troféu? – katara fala com um curto sorriso de lado

-pode dizer que sim. Agora me diga. Qual o seu nome princesa?

-katara!

-Muito bem katara. Eu preciso por uma coleira em você agora – kakaroto fala abrindo a cela e pegando katara pelo braço e colocando a coleira então nela e soltando-a novamente em sua cela. - diga katara, está com fome?

A garota consente

-vou trazer algo para você comer – Kakarotto fala

-mestre, quando entraremos em curso? – katara pergunta com um ar melancólico

-em 10 dias é o prazo da equipe de mineração chegar, já que não podemos deixar o planeta só. -Kakarotto fala firme – lamento por sua raça.

Ele se retira para preparar algo para a uingudojin



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