História O poderoso império sayajin - Capítulo 44


Escrita por:

Postado
Categorias Dragon Ball
Personagens Bardock, Bra, Bulma, Chichi, Cooler, Fasha (Seripa), Freeza, Gine, Gohan, Goten, Grande Patriarca (Saichourou), Kuririn, Mestre Kame, Raditz, Rei Cold, Shenlong, Tights Brief, Trunks, Turles, Vegeta, Yamcha
Tags Bardock, Gine, Imperio Sayajin, Kakarotto, Rei Vegeta, Turles
Visualizações 86
Palavras 2.346
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Ficção, Hentai, Luta, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


boa leitura a todos

Capítulo 44 - Concessões libidinosas


Fanfic / Fanfiction O poderoso império sayajin - Capítulo 44 - Concessões libidinosas

Vegeta estava a inspecionar a nova leva de naves que estava a ser feita no planeta. De fato, ficou impressionado com o projeto. realmente a humana era um gênio quando se tratava de tecnologia. Vegeta a viu naquele dia trabalhando no aprimoramento das naves. Lá estava a maldita humana com um traje sayajin cientifico com armadura base liderando alguns alienígenas na montagem do projeto. Era uma líder nata. Ele a observa trabalhar por algum tempo enquanto ficou ouvindo seu assistente lhe falando dos aprimoramentos, prazos e melhorias ...e mais chatices... o fato é que vegeta estava alheio aquilo. Ele estava concentrado em Bulma. A vendo ali, percebeu como ela era uma verdadeira rainha em um império cientifico. Era segura, firme, determinada e impetuosa sem dúvidas. Ainda mais por se tratar de uma femea ela não baixava a cabeça nem mesmo para os sayajins. Mesmo que morresse de medo, mas ela não demostrava. Ele buscava na aspiração do ar sentir o cheiro de Bulma. Mas estava longe. Queria se aproximar. Seu coração começou a acelerar. Desejava tê-la. Aquilo o estava consumindo. Tinha que achar uma forma de tê-la. “maldita hora que autorizei a saída dela do castelo” pensou consigo mesmo. Todas as noites ele se deitava com uma femea sayajin a fim de aplacar seu calor. Mas nada aplacava. Os sonhos com Bulma estavam se tornando tormentosos. Ele é o rei, acharia um jeito de tê-la. Tinha que aliviar esse fogo interior e somente o corpo dela serviria. Teria que achar a forma certa de fazê-lo para que ninguém soubesse. Mas qual seria esse modo?

 

Lunch estava a treinar quando começou a sentir um forte cansaço se abater sobre seu corpo novamente. Parecia que suas energias estavam sendo drenadas. Por mais que levantasse animada depois de pouco tempo de treino se sentia esgotada, passando a comer um pouco mais e dormir por períodos um pouco mais longo que o normal. Sentia falta de Turles. Do cheiro dele, do corpo dele. Não entendia como podia ter se apegado dessa forma aquele sayajin, ela o desejava intensamente. Ansiava pelo toque dele, pelo beijo dele. Se sentia dele. Completa e rendida. Por mais que doesse admitir estava de quatro por seu mestre. Ele a possuía de tal forma que ela não imaginava mais a vida longe dele. Foi nesse instante que Lunch percebeu o quanto estava apaixonada pelo sayajin. Então se deitou na cama se agarrando ao travesseiro dele e chorando mais uma vez naquele dia. Já que parecia não ter mais controle sobre isso também.

Finalmente chichi tinha conseguido treinar a 20x a gravidade. Seu corpo estava criando resistência mais fácil e Gine vinha treinar com ela sempre que podia o que ajudou muito no desenvolvimento a terráquea. Chichi sempre perguntava para Gine coisas da família dela e tradições sayajins. Ela realmente estava se acostumando a Gine e ao temperamento dela. Estava criando certa afeição pela sayajin. Uma vez ou outra sayajin na capital para andar e comprar coisas. Gine adorava fazer isso. E chichi notou o quanto ela gostava de coisas alienígenas. Ficou surpresa pela capital agora ter coisas terráqueas e alguns tipos de alimento. Aproveitou e comprou alguns que gostava de comer e alguns ingredientes terráqueos. Gine se surpreendeu ao fato de chichi saber cozinhar. Então depois daquela manha chichi convidou Gine para experimentar sua comida. E Gine simplesmente amou o sabor das coisas terráqueas. Decidiu pedir a chichi que a ensinasse a tal receita e os ingredientes. Queria fazer para Bardock experimentar quando voltasse. Chichi perguntou se sempre se ausentavam por tanto tempo. Então Gine falou que antigamente as missões eram até mais longa, pois as naves não eram tão rápidas quanto as de hoje. Falando inclusive da sua gravidez de Kakarotto e Turles que Bardock havia partido a deixando gravida e quando voltou eles já haviam nascido pegando o sayajin de surpresa.

Chichi achou fofa a história da sayajin, mas achou horrível o fato dela ficar sozinha esse tempo todo durante uma gravidez. Gine a explicou que é normal. Eles têm uma rotina de invasão. As vezes são longas, e as vezes eles ficam mais tempo de Bejita. Isso varia da ordem de invasões. Gine pode notar em chichi um certo interesse nas histórias de Kakarotto como se tentasse compreende-lo de alguma forma, e achou isso bom. Chichi havia a falado varias coisas sobre ela. Inclusive que era uma princesa terráquea o que surpreendeu Gine.

Gine visitava tights para saber como ela estava. Elas também conversavam muito tights era a mis aberta de todas sem dúvidas. E as conversas entre elas eram divertidas tights era muito inteligente e perspicaz aprendendo rápido sobre a cultura e tecnologia sayajin o que a colocava em um alto patamar para Gine que adorava as histórias dela, e inclusive leu algumas das coisas que ela escrevia ficando apaixonada pelo jeito da humana.

A única que Gine não conseguia falar era com Lunch, pois toda vez que chegava a casa de Turles a garota terráquea estava a dormir. Gine imaginou que ela estava a treinar demais, levando em consideração que Turles avisou que deixou uma rotina de treino para ela.

 

Após 5 dias em curso para Bejita finalmente a nave atracou no hangar do planeta base Cirus-1106.

-Quer dar uma voltinha enquanto a nave ajustada e reabastecida? – Kakarotto pergunta a Katara.

-Não tem medo que eu possa fugir- perguntou a garota com um sorriso debochado

-Acho que consigo te segurar bem firme princesa – Kakarotto fala com um sorriso de lado

-Aposto que sim – katara sorri abertamente fazendo kakarotto revirar os olhos rindo em seguida.

Eles descem ao planeta base. Kakarotto andava ao lado de katara, diferente do que as raças que subjugavam como a dela o faziam. Ela achou aquilo peculiar no sayajin. Mostrava respeito pelo inimigo e ela intendeu isso bem. E se lembrou de seus próprios escravos, ela nunca os trataria daquele modo, muito pelo contrário. Era do tipo que tratava como eles eram apenas meros animais substituíveis. Mas ao ver o jeito do sayajin perante ela passou de certo modo admirar, pois viu parte do poder dele e sabia que mesmo sendo poderoso ele parecia de certo modo humilde. Não carregando a arrogância dos outros. Ela aproveitou para conhece-lo melhor. Queria intender como um ser tão peculiar surgiu no meio de uma das raças mais sanguinárias do universo.

No meio das conversas eles se entrosaram bem. Katara não era do tipo sentimentalista tola. Sentia a perda de seu planeta e tudo. Mas era uma princesa em um reino de invasões, era treinada desde nova para combater e aprimorar seus poderes. Sabia e foi ensinada que havia o risco de sofrerem o mesmo tipo de invasões que provocavam. E diante do espação na época de Freeza o império como o todo tornou-se mais cauteloso. Por ironia acabaram rendidos pelos antigos aliados de Freeza

-E você, me fala de você do que gostava de fazer – Kakarotto pergunta com um sorriso de lado a garota de longos cabelos vermelho e olhos igualmente flamejantes

-Bom o que eu posso dizer. Eu adorava os rios do planeta, as cascatas, as caçadas, os treinos em meio ao campo – fala nostálgica exibindo um certo brilho nos olhos que não passou desapercebido por kakarotto. Ele gostou daquele brilho. Intensificou o vermelho de suas íris.

-acho que não vai se decepcionar com Bejita nesse aspecto – kakarotto fala a olhando profundamente

Katara se perdeu por alguns segundos na imensidão negra daqueles orbes. Era um contrate impactante um guerreiro forte e uma face quase angelical e olhos doces e profundos.

Ambos sentados naquele espaço verde no próximo ao hangar, então katara quebra o silencio entre os dois.

-Será que tem alguma comida diferente aqui? Gostaria de conhecer se puder kakarotto. – pediu com certa sutileza digna de uma princesa requintada e educada.

Então se levantam e vão ao centro do planeta.

-porque mesmo que ele a manteve viva? - Raditz pergunta irritado

-Porque seu irmão ainda pensa como um filhote idiota e inconsequente – Bardock respondeu vendo kakarotto se afastar com katara aos risos.

-Então vocês dois já fizeram as pazes? – Raditz pergunta a Turles

-Não diria pazes, diria trégua temporária – Turles fala gesticulando e rindo, recebendo um soco no ombro de chayote.

-Você não muda mesmo – falou irritada a sayajin – o pior é que gosto desse idiota – fala em meio a um riso raivoso

-Tão fofo. - Zombou Raditz

-ainda não acredito que está vinculado a uma femea que não é de nossa raça – chayote fala com um sorriso de lado

-Nem eu acreditei, mas...- um longo suspiro do sayajin – por mais que eu odeie eu não consigo ficar longe daquela humana louca - termina Turles bebendo.

-Quem diria. Parece uma cruel lei do retorno – chayote zomba de Turles Que fica a pensar nas palavras de chayote. De fato, o que definia bem isso era karma. Mais como ele estava amando aquele doce carma de cabelos loiros e olhos verdes.

Após um dia inteiro no planeta finalmente eles poderiam continuar diretamente a Bejita.

-Quer me fazer companhia até eu dormir? – pergunta katara a kakarotto deitada sobre a cama da pequena cela

Ele a olha por alguns minutos como se ponderasse a possibilidade. Então abriu a cela

-Venha. Eu não vou ficar sentando em uma cadeira desconfortável até sabe-se lá quando você vai dormir – kakarotto fala zombeteiro

-Onde vamos? – pediu katara curiosa

-Já vai saber – Kakarotto a guia pela mão até seu quarto.

Chegando no quarto

-Se você quiser, tem um chuveiro, nada a altura da realeza é claro e trajes sayajin se quiser trocar. Pois acho desconfortáveis os trajes destinados aos escravos.

Kinara aceita. Então entra no chuveiro tomando um longo banho – muito melhor do que a da área da cela – fala rindo do chuveiro.

-Quem diria que iria preferi-la – Kakarotto zomba

Kakarotto tira seu traje ficando apenas com a bermuda no material traje se deitando confortavelmente na cama. Depois de um longo tempo finalmente katara sai do chuveiro. Ela pega o traje a sua escolha no armário e acha estranha aquela malha

-Estica, pode acreditar, é bem confortável – kakarotto fala a olhando

Então katara retira a toalha e põe-se a vestir as peças do traje. Kakarotto a olha em todo o processo. Ela era espontânea e sua raça não tinha inibições tal como os sayajins. Após vestir o short e o topo katara da um pulinho sobre a cama ficando ao lado de kakarotto eles ficam deitados frente a frente então começam a conversar. O primeiro a pegar no sono é kakarotto. Então katara deita sobre o peito do sayajin de forma confortável para depois de um certo tempo dormir também.

Após dois dias da mais pura obsessão o oozaru de vegeta já estava a gritar. Ele andava muito mais nervoso do que o costume, e agora não queria se deitar com nenhuma das femeas sayajins, simplesmente não tinha libido. Era a piada mais cruel para o rei dos sayajins. Ele só precisava lembrar só cheiro dela, já era o bastante para sua ereção vir latente. Ele agora estava tendo problemas até para se concentrar.

Então depois de tempos em desespero ele teve um lapso em sua cama naquela noite. Já sabia como resolver seu problema.

 

Na manhã seguinte vegeta mandou chamar Bulma ao seu escritório sobre o pretexto de um projeto que queria que a jovem trabalhasse, já que gostou do desempenho dela nos últimos dias, provando ser valiosa para o império. Ichy ficou pé atrás, mas eram ordens do rei. Então ordenou a Bulma que comparecesse ao castelo a presença do rei. Assim que chegou ao castelo foi recebida pelo assistente do rei, que já estava ciente da conversa que o rei teria com a mesma entrando com ela no escritório de vegeta

-o que está fazendo aqui verme? – vegeta irrita-se ao ver que seu assistente permanecia na sala

-p perdão m meu rei, achei que queria ...minha presença

-Suma antes que eu arranque um membro seu – vegeta rosna fazendo o sayajin sair dali o mais rápido que podia.

-Sente-se Bulma – vegeta fala com um olhar malicioso e voz igualmente macia

Bulma estava apavorada, mas não deixaria se acometer por aquilo. Então sentou na cadeira

-o que deseja meu rei? – Bulma perguntou firme encarando vegeta

-humm, agora sou seu rei? Vejo que finalmente o sayajin está lhe ensinado bons modos, uma pena porque eu adoraria fazê-lo. – vegeta fala com um sorriso sacana.

A verdade é que desde que ela entrou que ele sentiu seu cheiro, mesmo que misturado ao de outro macho ele estava a perder o juízo. Sua ereção estava tão latente que doía.

-Bem meu rei, tenho muito serviço e ainda falta mais da metade das naves para inspecionar antes de libera-las – Bulma soa irritada

-ótimo Bulma, vamos aos fatos. Você é minha propriedade, portanto estou exigindo o direito de tê-la a hora que eu quiser para o que eu achar necessário. -Vegeta soa calculista e malicioso

-Mas isso é ridículo. Não pode me obrigar assim. E principalmente não tem o direito de decidir isso, eu sou uma escrava cientifica. – Esbravejou Bulma irritada e temorosa

-Na verdade humana posso e vou lhe obrigar, mas como gosto de mostrar os fatos eu vou ser condescendente com você. Cumpra o que eu quero e seja discreta quanto a isso e tudo ficara bem...ou... lute contra isso e mandarei sua mãe ao mercado de escravos, afinal ela não é uma cientista não é mesmo? E dito isso não tenho interesse em mantê-la a menos é claro que você seja uma boa menina – vegeta fala com um sorriso vitorioso e malicioso ao mesmo tempo

Bulma fica estática e sem reação diante daquilo não poderia deixar de notar o olhar de vegeta carregado de luxuria

-e para mostrar o quanto sou ...humm...benevolente...hahaha...tem até o final do dia para se decidir se quer manter sua patética mãe junto a você. Pois a quero essa noite ainda em minha cama. Agora pode se retirar. – Ordena vegeta com um curto sorriso de lado

 Bulma se levanta e saído escritório retornando assim ao complexo cientifico. Vegeta por sua vez foi tomar um banho gelado



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...