História O poderoso império sayajin - Capítulo 45


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Categorias Dragon Ball
Personagens Bardock, Bra, Bulma, Chichi, Cooler, Fasha (Seripa), Freeza, Gine, Gohan, Goten, Grande Patriarca (Saichourou), Kuririn, Mestre Kame, Raditz, Rei Cold, Shenlong, Tights Brief, Trunks, Turles, Vegeta, Yamcha
Tags Bardock, Dragon Ball, Gine, Imperio Sayajin, Kakarotto, Rei Vegeta, Turles
Visualizações 176
Palavras 2.645
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Ficção, Hentai, Luta, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


boa leitura a todos

Capítulo 45 - Sobre controle ?


Fanfic / Fanfiction O poderoso império sayajin - Capítulo 45 - Sobre controle ?

Bulma retorna ao complexo dando de cara com Ichy que estava ansioso pelo encontro com o rei.

-E então o que ele queria? -Ichy pergunta ansioso

-Nada demais, só alguns projetos. Vou analisar antes de dar a resposta ao rei – mente Bulma meio melancólica

Ichy percebe

-Bulma, eu sei que não foi só isso. Eu te conheço. Seja o que for que ele te falou te abalou. Essa não é você. Vamos me conte – Ichy falou olhando Bulma nos olhos

-Ele me exigiu na cama dele Ichy, simples assim. E o pior é que me ameaçou – Bulma fala começando a deixar as lagrimas cair dos orbes azuis.

Ichy abraça a Bulma afagando os cabelos dela. Assim como ela, ele não sabia o que fazer. Ele se sentiu completamente inútil, nem mesmo protegê-la poderia naquele momento.

-Bulma eu sinto muito por isso...pior eu me sinto um bastardo inútil. Eu não tenho poder algum sobre você e isso me dói – Ichy fala serio olhando nos olhos de Bulma que vê toda sinceridade do sayajin

-Eu sei Ichy, sei que se pudesse você me protegeria...

-Vamos combinar assim, suporte o máximo que puder, eu sei que é pedir demais. Mas vamos procurar algum projeto inédito que garanta sua liberdade e de sua família. É o único plano que temos. E é a única lei assinada pelo próprio rei que ele não pode ir contra já que foi consentida por todo o conselho, tanto que somente 2 classes de escravo tem esse direito.

-Será que conseguimos? – Bulma pergunta enquanto Ichy seca suas lagrimas

-Quem é você?

Bulma dá um sorriso de lado, sabendo exatamente o eu o sayajin queria dizer com aquilo

 

Kakarotto acorda com katara em deitada em seu peito, e passou a aninhar o cabelo da garota, por alguns instantes pensou em chichi, como queria que ela estivesse ali naquele momento. Estava sentindo falta do jeito irritante e dominador dela. Sempre queria sair por cima, sempre queria ser a dona da verdade e da razão. Como aquela humana o deixava louco. De raiva e de tesão. Sentia-se mais desejoso do corpo dela do que nunca. Parecia um fogo que brotava em seu corpo de forma incontrolável. Estava louco de desejo àquela altura. Katara acorda e ve kakarotto acordado com o olhar fixo ao teto, estava distraído com algo. Ela então deslizou a mão de forma sinuosa sobre o peito forte do sayajin arrancando um suspiro do mesmo. Kakarotto segurou a mão de katara e a olhou nos olhos

-não acho isso uma boa ideia – falou com a respiração levemente pesada

Katara tocou os lábios dela no dele. Kakarotto fechou momentânea mente os olhos. Katara então continuou aprofundando o beijo deixando a mão correr na nuca do sayajin a apertando. Kakarotto sobe uma das mãos pelas coxas de katara a apertando com desejo. Katara introduz a língua no beijo o tornando molhado e intenso. Kakarotto a puxa sobre o corpo dele levando uma mão a nuca da garota em meio aos cabelos vermelhos intensos. Sentia o corpo dela quente, sentia o cheiro do desejo dela subir intensamente. A outra mão do sayajin desceu até a bunda da garota apertando com força. Katara soltava pequenos gemidos de prazer em meios aos lábios do sayajin. Ela sentia a ereção do sayajin na sua intimidade. Aquilo só aumentava ainda mais o seu desejo pelo sayajin. Ela começa a movimentar os quadris fazendo um vaie vem sobre o membro do sayajin liberando gemidos roucos dele que a apertava mais contra o corpo dele. Kakarotto estava a certo tempo sem ter uma femea. Não parecia o certo naquele momento. Mais seu próprio desejo estava mais forte que ele. Era puro instinto pelo contado do corpo.

Katara se separa do beijo do sayajin e tira seu top deixando os seios a mostra. Kakarotto da um longo suspiro pesado e a puxa para ele se sentando a cama deixando a boca invadir os seios da garota a sugando com desejo. Katara gemia intensamente. Ele a levanta tirando seu short a deixando exposta a ele. Ela senta novamente sobre o colo do sayajin voltando a beija-lo. Kakarotto leva mão a intimidade da garota vendo o quanto a mesma estava molhada. Ela desce o short de Kakarotto posicionando o membro dele em sua entrada se sentando sobre o mesmo lentamente deixando ganhar espaço pouco a pouco, era muito grande para ela que gemia a cada descida sobre o grosso mastro de kakarotto. Ele leva as mãos envolta da cintura da garota como em um abraço ela o olhava nos olhos enquanto sentia ele entrar gemendo. Kakarotto não aguentando mais o apelo sexual do ato arqueou a cabeça para trás deixando ser tomando pelo prazer da penetração. Ela era tão apertada e quanto mais ganhava espaço dentro dela, mas a intimidade dela o apertava ele gemia roucamente. Finalmente o membro havia entrado totalmente e katara começava lentamente um sobe e desce se acostumando a grossura do membro em sua intimidade. Ela gemia cada vez mais a sua respiração estava muito pesada que as vezes lhe faltava o ar pela intensidade e o desejo. Kakarotto movido pelo ímpeto animal começa a auxilia-la na cavalgada a penetrando mais forte e fundo arrancando gemidos cada vez mais intensos de katara que nunca havia tido com um macho tão intenso antes. a boca sai dos lábios da garota focando em seus mamilos. A cada mordida e a cada chupão kakarotto sente ela ficando mais molhada em baixo. O membro deslizava cada vez com mais facilidade pelo canal apertado. Ele sente o corpo dela tremer e esquentar violentamente anunciando o gozo. Ele morde deliciosamente o queixo de katara que arqueava a cabeça para trás sentindo todo o êxtase que estava tendo naquele momento se derramando mais ainda sobre o membro do sayajin. Kakarotto ainda se movimenta dentro dela e começa a sentir o membro crescer e ficar mais sensível anunciando seu gozo. Ele derrama toda a sua essência dentro dela. Ambos arfavam muito com os corpos tremendo ainda pelo intenso ato.

Katara fica sonolenta e Kakarotto a deita na cama correndo os dedos pelos seios da garota atingindo suas coxas e voltando a subir até da um beijo na testa dela que fecha os olhos apagando pelo cansaço. Kakarotto se recompõe e vai até o refeitório comer algo pois a fome bateu. Chegando ao refeitório Bardock e Turles estavam ali conversando e comendo.

Kakarotto pegou algo para comer e sentou-se a mesa com eles se juntando a conversa. Bardock porem não pode deixar de notar o forte cheiro de katara no corpo do filho estreitando os olhos para o mesmo. Mas não falou nada. Estavam a poucos dias de Bejita e queria ver como o kakarotto ia se portar perante o fardo que ele estava levando para casa sem saber. Estava na hora de kakarotto entender o quanto o vínculo pesa e Bardock achou que seria uma boa lição para ele.

Era final de tarde quando Bulma voltou ao castelo. O assistente de vegeta a recebe. Agora ciente do que se tratava, pois vegeta o chamou naquela tarde e avisou sobre a vinda da humana e onde era para leva-la, ainda o ameaçou de forma assustadora quase o fazendo se mijar de medo caso falasse algo. Como se ele já não tivesse medo o bastante de vegeta. Ele não fala nada com Bulma apenas a guia de forma discreta pelo castelo até os aposentos do rei.

Bulma entra no gigantesco quarto cheio de luxos e requintes. Vários moveis em adornos de ouro e joias. A imensa cama e tudo mais. Parecia uma casa e não um quarto.

- O banheiro fica aqui e a banheira está a disposição é claro. O rei vira assim que terminar seus afazeres e espera que esteja pronta na sua cama – o assistente fala ríspido com Bulma a encarando com certo desdém 

Ele sai do quarto trancando a porta por fora como sempre. Bulma agora não tinha mais o que fazer. Ela tremia de raiva e nervoso diante a situação. Ela então resolve tentar relaxar pelo menos um pouco. Ela vai até o enorme banheiro vendo a enorme jacuzzi ali que caberia 10 pessoas tranquilamente. Ela então põe a banheira a encher e coloca alguns produtos que viu ali. Se ia sofrer pelo menos ia aproveitar a banheira. Pensou com raiva. Então se despiu e entrou na banheira ligando os jatos de massagem. Como relaxou naquele momento. Relaxou tanto diante da água quente e da massagem em seus músculos que dormiu.

Vegeta caminhava a passos largos pelos longos corredores do castelo estava ansioso, não...a palavra é: desesperado. Seu corpo estava mais desejoso do que nunca para tê-la. Ele entra finalmente em seu quarto trancando a porta atrás dele. A luz estava suave no ambiente. Vegeta tira sua capa e sua armadura. Pode ver a luz vinda do banheiro bem como o cheiro dela que vinha daquele lugar. Sua cauda naquele momento já não estava mais em sua cintura ela fazia movimentos languidos diante da ereção eminente em seu traje. Ele entra no banheiro e vê Bulma na banheira dormindo. Não queria esperar mais nem um minuto para tê-la. Ele retira seu traje com sua respiração já ofegante. O coração não se continha no peito. Ele entra na banheira a se aproxima de Bulma tocando em seu corpo a puxando lentamente para si, aspirando seu aroma. Quase como se apreciasse uma boa refeição. Bulma acorda em meio aos toques de vegeta se assustando.

-tsc. Não estrague tudo humana tola. Apenas relaxe. – Vegeta fala encaixando o corpo de Bulma contra o seu sentada frente a frente. Bulma se tremia. Principalmente ao sentir a ereção de vegeta roçar seu sexo.

 Os seios dela tocavam agora o peito de vegeta que beijava toda a extensão do pescoço de Bulma. Ele estava ansioso com aquilo. A desejava a dias. Não queria apressar as coisas, mas por outro lado a teria a noite toda a sua disposição. Ele deixa a língua correr toda extensão do pescoço de Bulma. O cheiro dela estava muito irresistível seja pela necessidade dele ou pelo que fosse ele a desejava ardentemente. Seus caninos ficam evidentes, como se seu animal quisesse se libertar. Ele mordisca todo o pescoço de Bulma até atingir sua marca nela. Bulma sente as descargas provocada pelo contato no pescoço sentindo o corpo relaxar. Mas sua mente gritava diante dos acontecimentos. As mãos de vegeta corriam toda a extensão do corpo dela a apertando e acariciando, ele a beija toda extensão do colo até atingir os volumosos seios o sugando como uma criança faminta. Bulma gemia. Mesmo que gritasse por dentro seu corpo estava entregue as sensações do toque. O corpo não obedecia ao comando de sua mente. Vegeta apertava as coxas de Bulma tremendo diante do prazer. Ele não aguentaria mais tinha que estar nela naquele instante. Então posicionou seu membro na entrada dela deixando entrar tudo de forma vigorosa o fazendo da um gemido rouco e gutural fechando os olhos se deleitando pelo prazer extremo de penetra-la. Bulma gemeu e ele se deleitou ao ouvir a voz da femea próximo ao seu ouvido. Ele segurou com firmeza a cintura fina de Bulma a fazendo se movimentar sobre ele. Quando mais entrava e sai daquele corpo mais gemia e mais se segurava para estender o prazer que estava sentindo. Bulma por sua vez estava a travar uma longa batalha em sua cabeça já que seu corpo insistia em sentir prazer mesmo contra sua vontade a fazendo chorar inconscientemente durante o ato. Vegeta pode sentir o cheiro salgados das lagrimas da humana então colocou sua mão sobre o rosto de bulha a olhando profundamente nos olhos úmidos tentando intender o que estava acontecendo. Não intendeu porque fez aquilo. Mas por algum motivo as lagrimas dela o incomodava de forma quase angustiante. Então ele a beija de forma carinhosa segurando seu rosto com certa firme, mas ao mesmo tempo gentil. Continuando a penetra-la Bulma parecia ter acalmado as lagrimas. Mas ainda sim estava perdida no mundo de sensações e pensamentos contraditórios. Vegeta aumenta a intensidade das investidas e percebe os gemidos de Bulma se tornarem mais intensos. O corpo dela estava sendo tomado por uma onda de êxtase anunciando o ápice. Vegeta acelera até finalmente se derramar dentro dela. Ambos arfavam e vegeta repousa a cabeça sobre o ombro de Bulma afundando o nariz sobre o seu pescoço sentindo o seu cheiro misturado agora ao dele. Após um curto período ele se levanta banheira com Bulma ainda em seu colo. E a leva até a cama. Queria estar nela a noite toda até se cansar saciando seu desejo. E assim o fez até o corpo de Bulma não aguentar mais pelo cansaço. Ele apoia a cabeça dela em seu peito e a deixa dormir. ele agora tinha um sorriso de satisfação e plenitude no rosto.

Pela manhã a luz natural do sol entrava pela janela do quarto onde Bulma espreguiçou-se de forma quase manhosa. Até se lembrar onde estava e o que fez durante toda a noite. Os macios lençóis delineavam a silhueta de seu corpo que se enrolou no mesmo notando que o rei já não estava mais na cama. Então se sentou no chão junto a cama e se pois a chorar. Se sentia horrível, se sentia usada, se sentia de certo humilhada pela situação que vivia e principalmente se sentia um lixo por ter se permitido sentir qualquer prazer nas mãos daquele sayajin.

Pouco tempo depois entra uma escrava alienígena no quarto. Ela vê Bulma e a encara por alguns segundos, então empurra o carrinho até próximo a mesma que estava no chão.

-Toma bebe tudo – fala firme a alienígena entregando um copo pequeno com um liquido roxo

Bulma pegou o copo e cheirou fazendo ânsia diante o cheiro do liquido.

-O que é isso? – Bulma pergunta

-Isso? É um contraceptivo. Evita que você venha a ter cria. São os mesmos que as sayajins tomam. Como você é humana não acredito que possa a vir ter cria, mas o melhor é garantir não é mesmo queria. Você não iria querer trazer ao mundo um filhote condenado a ser escravo, além do mais são ordens do rei.

-Aquele idiota arrogante...

-Acho que a palavra que busca é mostro – a alienígena fala com um curso sorriso

-Tem razão. Essa é a palavra – Bulma retribui o sorriso de amparo da escrava do castelo

 Bulma então tampa o nariz e vira o copo sentindo o sabor amargo do mesmo descendo pela garganta.

-Bom tome o seu café e se apronte, logo o assistente do rei virá busca-la

A alienígena sai deixando um novo traje para Bulma se trocar. Ela então se veste e toma o café e não demora muito o assistente do rei estava ali para leva-la até o complexo cientifico. Ele não parava de olhar Bulma de canto de olho. O cheiro do rei estava impregnando nela. O que despertou certa curiosidade no mesmo, já que o rei nunca havia se deitado com uma escrava antes, então porque agora? Porque ela?

-Espero você as 16hrs hoje, o rei quer trocar a sua coleira, então não se atrase. – disse o sayajin de forma áspera – e a propósito tome um longo banho para tirar o cheiro do rei do seu corpo. Ele não iria querer que uma escrava carregasse seu cheiro – soa frio o sayajin virando de costa ao deixar Bulma frente a entrada dos dormitórios.

Bulma solta um longo suspiro e caminha até o seu quarto. Ela entra e vai direto para o chuveiro deixando a água cair enquanto se esfregava até ficar vermelha. A água carregava todo seu choro silencioso

Ela se troca e coloca o traje de engenharia indo para a zona de trabalho. Ichy a esperava ali. Ele não fala nada apenas a abraça e afaga os cabelos azuis. Eles então começam a trabalhar


Notas Finais


gostaria de agradecer a todos que comentam a fic e todos que acompanham. vocês são minha animação a escrever.


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