História O poderoso império sayajin - Capítulo 46


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Categorias Dragon Ball
Personagens Bardock, Bra, Bulma, Chichi, Cooler, Fasha (Seripa), Freeza, Gine, Gohan, Goten, Grande Patriarca (Saichourou), Kuririn, Mestre Kame, Raditz, Rei Cold, Shenlong, Tights Brief, Trunks, Turles, Vegeta, Yamcha
Tags Bardock, Dragon Ball, Gine, Imperio Sayajin, Kakarotto, Rei Vegeta, Turles
Visualizações 195
Palavras 3.650
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Ficção, Hentai, Luta, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


boa leitura a todos

Capítulo 46 - Na sua pele


Fanfic / Fanfiction O poderoso império sayajin - Capítulo 46 - Na sua pele

Naquela tarde Bulma esteve novamente ao palácio. Ela estava no quarto de vegeta quando o mesmo entrou trazendo consigo uma nova coleira. Essa mais grossa que a anterior. Ele remove a anterior colocando a nova.

-Porque está trocando as coleiras, meu rei? – Bulma pergunta curiosa

-Para que essa marca no seu pescoço não fique a mostra – vegeta e curto e direto a ela

Bulma fez de desentendida. Não queria complicar a vida de Ichy ao dizer que ele já havia falado a ela sobre o vínculo.

-Mas porque ela não some? Afinal é uma marca como qualquer outro ferimento que me fez não é mesmo? – afirma arqueando o cenho encarando vegeta. - E porque se dá ao trabalho de cobrir um ferimento infringido a uma meras escrava meu rei? – Bulma fala com certa malicia e perspicácia

-hunf, não te interessa os meus motivos. Já lhe disse que sou seu dono e faço o que bem quiser com você escrava. -Vegeta é ríspido, ele se vira para sair do quarto -estou terminado meus afazeres. Quando voltar quero você nua em minha cama.

Vegeta sai do quarto deixando uma Bulma pensativa.

Passado uns poucos dias vegeta estava irritado, pois em vez de aplacar sua vontade com Bulma estava acontecendo justamente ao contrário, parecia que quanto mais ficava perto dela mais queria estar com ela. O pior é que se pegou em alguns momentos querendo saber mais dos gostos da humana ou sendo um tolo sentimentalista. “Maldita está me dominando” vegeta pensava. Bulma por sua vez estava cada vez mais confusa sobre o que pensar de vegeta. Ele era um maldito lunático. Estava bem e de uma hora para outra surtava se tornando agressivo e arrogante, horas a tocava como uma boneca de porcelana e em outras a tocava como uma mulher qualquer se distanciando. Em certos momentos se preocupava em agrada-la e em outros se tornava um egoísta. Ele era bipolar só pode. Achava uma loucura da cabeça dela em certos momentos achar que ele estava fazendo amor e não sexo, mas vegeta se transformava e ela tinha ódio dele, mas por muitas vezes após o sexo principalmente pareceu entender a alma dele somente através daquela imensidão negra dos seus orbes. Devido a exigência de vegeta, a pedido do mesmo ela estava quase todos os dias na cama dele. O que dificultava muito ela estar junto de Ichy. O que fazia os dois aproveitaram muito pouco tempo um com o outro já que se encontravam principalmente após o expediente na oficina e no laboratório.

Naquela noite em especial vegeta mandou deixar algo no quarto dele pouco antes dele vir. Bulma não pode acreditar nos seus olhos.

-Não acredito vegeta! – Bulma fala levando as mãos a boca – maldito sayajin arrogante.

Ela pegou o cartão e nele estava escrito:

“se deleite, porque a noite você é minha”

Como ela o amou e o odiou naquele momento.

Vegeta havia lhe mandado as três coisas que outro dia ela lhe disse que que amava. Morangos, chocolate e champanhe.

Bulma adorou poder comer aquelas coisas juntas. A garrafa está condicionada no gelo e havia a taça própria

-Como é um maldito detalhista – Bulma murmura

Sentia de certo modo um carinho muito grande em seu peito naquele instante.

Então abriu a garrafa e se serviu de uma taça do champanhe se deleitando com o sabor do mesmo. Já fazia muito tempo que não o bebia.

Não perdeu tempo e encheu a banheira levando consigo as coisas que vegeta havia mandado. Aproveitou cada segundo daquele momento. Quando vegeta chegou era mais tarde que o costume e Bulma é claro já havia tomado quase toda a garrafa de champanhe sozinha o que fez a noite do sayajin se tornar picante e cheia de coisas novas com uma Bulma bêbada e sem pudor. Decidiu que mandaria vir mais daquela bebida terráquea para o planeta.

Alguns dias se passam e finalmente a esquadra de Bardock e dos filhos chega a Bejita naquela tarde. Kakarotto segue com katara para a central de escravos a fim de oficializa o registro da mesma e marca-la, bem como implantar o microchip.

Bardock entrega os relatórios na missão na central e vai direto para o castelo. Gine havia comprado os ingredientes que chichi indicou bem como iria fazer a receita terráquea para o jantar daquela noite.

Turles chega em casa e topa uma Lunch dormindo no meio da tarde e estranha. Ele entra no quarto e topa com a sua louca humana agarrada ao travesseiro dele. Ele dá um curto sorriso de lado. Então tira a armadura e o traje indo calmamente de joelhos na cama até finalmente alcançar o corpo de Lunch o puxando para si... Lunch da um grito pelo susto e ele uma gargalhada. Mas Lunch não perdeu tempo pulando em cima de Turles o beijando intensamente. Turles se surpreendeu pela intensidade da garota humana. Eles não perderam tempo em matar a saudade um do outro naquele momento.

Raditz também não perdeu tempo em ver tights naquele momento. Estava com saudades dela por mais que não admitisse abertamente isso aos irmãos e ao pai.

Kakarotto por sua vez apresentou Bejita a katara, bom pelo menos o centro da capital.

-Realmente o avanço tecnológico é inegável – katara fala embasbacada pelo planeta vermelho

-Bom, prometo que amanhã pela manhã te levo para ver a outra parte, aonde tem os rios e cascatas e podemos providenciar a caçada- kakarotto fala com um curto sorriso

-Vou adorar – fala a princesa do clã dos dragões.

-Bom hora de irmos para casa. – Kakarotto fala.

Eles seguem voando dali para a casa de kakarotto. Chichi estava a treinar na câmara de gravidade, quando ele chegou. Kakarotto apresentou katara ao chefe dos escravos e ordenou que providenciasse o quarto para ela bem como as vestimentas sayajins. Kakarotto sobe para o quarto tirando a sua armadura e o traje entrando para o banho.

Algum tempo depois ele estava com o short de treino e munhequeiras entrando para a sala de treino. Não demora muito e katara o fareja indo até ele. Ela então se junta a ele no treino. Gostava do jeito de luta dele apesar de ter muita dificuldade em aprender técnicas e estilos. Katara era mais intuitiva e destrutiva e munida com a força exponencialmente grande da linhagem dos dragões. Cada vez que evoluía podia moldar em si uma nova magia de ataque. Algo que não remetia ao ki tradicional dos sayajins, mas isso era algo em parte comum visto que havia diferentes raças no universo, havendo inclusive raças capazes de dominar por completo as quatros grandes forças, água, terra, fogo e ar. Povos que usavam puramente a magia, assim como povos como yardrats que dominavam o locomoção do continuo espaço tempo e outras formas, sendo a mais conhecida como tele transporte. Técnica essa que kakarotto ainda estava a tentar dominar pois tivera um acordo de manter o planeta sobre proteção em troca da técnica, tudo isso graças ao seu pai que convenceu vegeta que o planeta não era interessante.

Eles estavam a lutar em uma alta intensidade de treino. Quando chichi sai da câmara de gravidade indo tomar um banho e se preparar para jantar.

Depois de um bom tempo ela estava na mesa a jantar quando desce kakarotto e katara rindo por algo que aconteceu no treino. Eles estavam bastante suados e kakarotto se juntou a mesa junto com katara que fez questão de sentar-se próximo a kakarotto.

-boa noite chichi, não te vi quando cheguei achei que estava treinando e não quis te chamar – Kakarotto fala sem emoção na voz. Mais seu coração acelerou ao vê-la, mas quis parecer indiferente.

-boa noite kakarotto, não se preocupe você me fez um favor em não me incomodar -chichi responde fria e levemente chateada. Ela naquele momento só se perguntava quem era aquela garota de cabelos vermelhos que estava ao lado dele.

Ficou irritada com a ausência dele todo esse tempo, mas não conseguiu trata-lo bem naquele momento estava sendo tomada por uma fúria quase que descontrolável e não intendia o porquê. Bem como sentia desesperadamente a ausência dele e quando finalmente o viu parecia que ia ficar sem chão, até olhar para garota com sorriso debochado.

-Essa é a chichi? É bem como você falou – katara fala comum sorriso debochado que fez o sangue de chichi ferver ainda mais

-Sim essa é chichi. E chichi essa é a katara, ela vai morar aqui. Ela também vai competir nas arenas. -Kakarotto respondeu firme.

Chichi olhava de kakarotto para katara com incredulidade.

-Tanto faz, pouco me importa que ela seja é só não me interromper – chichi fala se levantando da mesa visivelmente irritada

Ela sai para sala pegando a fina tela e se deitando sobre o sofá

-uau, que temperamento. Tem mesmo certeza que ela era uma princesa? – katara se surpreende com chichi. Sentia aas ondas de calor emitidas por ela

Kakarotto nada fala apenas fica calado e se põe a comer. Estava pensativo coma reação de chichi. De certo modo se sentiu incomodado pelo tom de voz dela. Mas não intendia o que se passava na cabeça dela e sinceramente desistiu te tentar intender. Como os humanos poderiam ser tão complexos e sentimentalistas, complicavam coisas as vezes tão simples, entendiam coisas onde não havia nada. Era a raça mais estranha que ele viu até hoje. Não era a toa que eram fracos. Perdiam muito tempo tentando racionalizar o que as vezes não tinha necessidade.

Katara volta a puxar assunto com kakarotto que depois de um tempo perdidos em pensamentos se pega a conversa.

Chichi escuta toda a conversa da sala. Ela odiava a voz de katara, ela odiava tudo naquela garota, mas odiava principalmente o fato dela estar tão intima com kakarotto. Ela não queria admitir mais seu coração era puro ciúme naquele momento e a intensidade de sua dor ficou tão grande que deixou algumas lagrimas cair. E kakarotto começou a sentir em seu intimo a mesma tristeza que chichi sentia naquele momento. Era como se estivesse com o coração dela dentro do peito naquela hora.  Ele se distrai da conversa com katara e olha confuso em direção a sala onde chichi estava. Fica perdido em pensamentos até sentir a mão de katara sobre a sua.

-ei, no que esta pensando? Está tão concentrado...- fala a garota com um sorriso no rosto

-humm?!, nada só distrai mesmo.  – Kakarotto fala – bom eu vou me deitar um pouco amanhã é cedo. – Ele termina

Não deixando de mais uma vez de chamar a atenção de chichi. O que teria amanhã?

Kakarotto então chega a sala e olha para chichi.

-Quer conversar comigo um pouco antes de dormir? - Kakarotto pergunta com um tom firme, mas gentil ao mesmo tempo

-porque eu iria querer falar com você? Já não estava entrosado com sua nova guerreira? - chichi pergunta com notório ciúme na voz. Kakarotto podia sentir o cheiro salgado das lagrimas da garota.

-Bom se é assim, boa noite chichi. Amanhã sairemos cedo se quiser nos acompanhar esteja à vontade – kakarotto responde frio dando de costas e subindo as escadas.

Katara percebeu naquele curto diálogo que teria uma forte concorrente ao coração do guerreiro, mas ela não era do tipo que gostava de perder. Na mente dela, ela era o ideal para kakarotto e não chichi, que era notoriamente fraca e sentimental.

 

Bardock acabara de experimentar o prato terráqueo e ficou surpreso com o sabor da comida.

-Então a comida terráquea agora está a ser comercializada em Bejita? – ele pergunta

-Bom, segundo chichi, apenas uma pequena fração do que a terra realmente pode produzir – Gine comenta alegre

-Interessante. Realmente é incrível o sabor de algumas iguarias. E o mais surpreendente é ela cozinhar. - Bardock fala

-e como foi a invasão? - Gine fala curiosa

-Sinceramente? Quase não voltamos. Achamos um clã de linhagem dos dragões. Nem o ki poderíamos sentir.

Gine leva as mãos a boca em espanto e desespero.

-foi por muito pouco mesmo, levou mais tempo que o planejado e ainda tivemos que parar em uma base pois a energia da nave precisava de reparo pois não pudemos a atracar no planeta. – Bardock termina

-mas estão todos bem não é? – Gine pergunta preocupada

-ah sim estão, mas o que mais me preocupa é o seu filhote mais novo, que trouxe a ultima da raça como escrava-Bardock fala passando asa mãos na têmpora massageando

-ele trouxe mais uma escrava

-não só mais uma escrava Gine, ele trouxe mais uma princesa de linhagem de guerra – Bardock fala serio

-ele não pensa antes de fazer as coisas não? Esse filhote... ah eu vou dá uns bons socos nele – Gine fala furiosa chicoteando a cauda no ar

-o que me trás a mais uma questão -Bardock começa

-o que mais agora? -Gine fala nervosa

-Tights. A família dela está a serviço do rei

-Como assim família dela?

- Raditz me disse o nome dela, ela é uma Briefs e ela falou para ele sobre a família cientifica terráquea. E adivinha só, cruzei com a irmã dela hoje no castelo. Parte que achei estranho porque cientistas não vem muito ao castelo. Então fiquei atento aquilo. Porque eu havia te falado que vegeta parecia ter se atraído pela femea terráquea. O fato é que parece que a família tem autorização para andar por Bejita e seria interessante uni-los não acha?

-Que ótima ideia Bardock! – Gine fala alegre agitando a cauda – podemos fazer um almoço amanhã o que acha?

-Amanhã não dá, porque ainda tenho que ver quem é o responsável pelas autorizações deles, mas acredito que no dia seguinte sim

-ótimo. Vou pedir a chichi para me ajudar. Vamos fazer mais comidas terráqueas. – Gine fala sentando no colo de Bardock

Então Bardock segura firme Gine a beijando intensamente.

Era muito cedo quando kakarotto se levantou. Ele colocou um traje padrão e armadura base descendo pelas escadas. Ele vai até o quarto de katara que já estava a terminar de se vestir. Chichi estava acordada, a verdade é que nem havia dormido direito aquela noite. E chegou a ir no quarto dele no meio da noite. Queria acorda-lo. Queria ficar perto dele, conversar com ele. Mas por algum motivo idiota voltou da porta.

Ela não deixaria katara fazer sabe-se o que lá sozinha com kakarotto, mas de forma alguma.

Chichi vestiu uma calça e um top fazendo um rabo de cavalo saindo do seu quarto e indo até a sala.

Quando kakarotto chega a sala com katara chichi estava lá a espera deles. Kakarotto deu um curto sorriso de lado. Ele havia tido um sonho intenso com chichi aquela noite após ter sentido o cheiro dela. Ele não sabia de onde o cheiro irradiava. Apenas o sentiu. 

-Onde vamos? - chichi pergunta seria olhando para kakarotto

-Você vai ver. Bom na verdade as duas – kakarotto fala rindo.

 Eles então saem dali e voam por cerca de 2 horas em uma certa posição até atingir um certo lago natural cristalino que havia naquela direção. Ele tinha uma grande cachoeira e era amplamente cercado pela vegetação o planeta.

Ambas as garotas ficam admiradas com o local que era de fato exuberante.

Então eles pousam próximo ao lago. Kakarotto tira parte do traje ficando apenas com a parte de baixo mergulhando na água.

-Isso deve estar um gelo esse horário – katara reclama. Ela tinha o corpo naturalmente mais quente.

Chichi por outro lado acostumada com isso tirou a parte de baixo do traje ficando apenas com a boxer e soltou os longos cabelos negros e mergulhou na água

Kakarotto ficou deslumbrado com a silhueta da garota nadando na água cristalina. Os longos fios negros dançando na água e ela nada até a altura da cachoeira entrando em baixo da mesma. Kakarotto não conseguiu tirar os olhos dela em nenhum minuto. Quem não gostou disso foi katara. Que mesmo relutante tirou o traje ficando apenas com o top e a boxer mergulhando. Como a água estava gelada na pele dela. O planeta dela diferente de Bejita era muito quente. Já Bejita era mais frio. Kakarotto nada até a cachoeira se juntando a chichi. Ela o observa cegar e seu coração se dispara. Parecia uma adolescente boba apaixonada “pare com isso chichi” dizia a sim mesma

Kakarotto se sentia mais atraído do que nunca pela terráquea. Ela estava perfeita aos seus olhos naquele momento sua libido estava gritando pelo corpo dela. Então se aproximou dela de forma lenta olhando o fundo dos orbes negros. Chichi não fez movimento algum parecia paralisada pelo momento. Kakarotto segurou lentamente a cintura de chichi e a beijou lento e com imenso desejo naquele momento. Chichi sentia falta do sayajin por mais que negasse. Mas kakarotto estava mais desejoso que de costume por ela naquele dia em especial. O cheiro dela estava perturbador de uma forma que lhe tirava a concentração era intenso e afrodisíaco ele para de beijar a garota e afunda o nariz no pescoço de chichi fazendo-a se arrepiar toda pelo toque do sayajin ele lambe a marca dele no pescoço dela a fazendo ser tomada por um intenso desejo por ele naquele momento. Ele puxa mais o corpo dela contra o dele fazendo com ela sinta a ereção evidente contra a sua barriga naquele momento.

As mãos começam a descer no corpo dela e ela segura na nuca dele aumentando a intensidade do beijo, até que foram distraídos por katara que chegou lá reclamando a atenção de Kakarotto.

Ele fica irritado pela intromissão da garota dando um rosnado. E chichi deu um sorriso de lado cheio de satisfação. Mas volta a se jogar na água nadando. Kakarotto estava louco. o corpo dele queria o dela e aquele cheiro dela piorava tudo. Ele agora estava um louco excitado e só queria ficar perto de chichi. Ela por sua vez estava amando toda a atenção que kakarotto dava somente a ela. Eles nadaram e conversaram. Apostaram e riram juntos naquela manhã. Para a fúria de katara. Kakarotto estava subindo pelas paredes aquela altura. Ele não largava mais chichi, abraçando de forma carinhosa, mordendo sua orelha, seu pescoço ou simplesmente a beijava. Chichi estava se ardendo de desejo naquele momento. Então eles voltam para casa. Katara vai direto para o seu quarto se banhar e trocar de traje. Mas kakarotto não deixou chichi fazer o mesmo. Naquele momento ele só queria uma única coisa. ela era sua caça e ele queria devora-la. Ele a segurou no ombro deixando a garota esbravejando e gritando. A respiração dele estava pesada, ele tinha urgência a para cada vez que aspirava sentia o forte cheiro vindo dela. Como era provocante e convidativo aquele cheiro.

Ele a joga na cama.

- O que pensa que está fazendo seu sayajin pervertido – chichi começa a gritar

Mas kakarotto não a ouvia naquele momento.

Ele sobe em cima dela e prende seus braços sobrea cabeça dela e começa a beija-la novamente de forma tão urgente e sexual que assustou até mesmo chichi. Ele retira o top da terráquea avançando como uma criança desejosa aos seios dela chichi mesmo com os braços já soltos manteve-se na mesma posição, pois estava rendida aos toques e ao corpo do sayajin. Chichi gemia pelo prazer oferecido ao seu corpo. E Kakarotto só sentia o cheiro que tomava conta do quarto cada vez mais, e quanto mais ela desejava o cheiro se intensificava. Ele queria entrar, não queria mais esperar. Tinha urgência, tinha necessidade. Ele remove o traje de baixo de chichi arrancando um gritinho da garota então fica nu voltando a ficar sobre o corpo da garota. Só que dessa vez entre as pernas dela se posicionando e a penetrando de forma forte. Chichi solta um longo gemido naquele instante. Katara que acabou de sair do banho e estava se vestindo escuta o gemido, se enfurecendo ainda mais.

Kakarotto continua a entrar e sair de dentro de chichi, em meio a gemidos guturais e rosnados. O instinto quase animal de atingir o gozo. Parecia que o corpo tinha necessidade intensa de acasalar...de procriar. Chichi segurava os lençóis da cama em ávidos gemidos de prazer em cada nova entrada do sayajin. Ele estava chupando e mordiscando o pescoço de chichi. Ele sente o gozo dela chegando. O e membro estava deslizando mais rápido com toda aquela umidade.

-ka..ka..-chichi começa a balbuciar gemendo ao atingir seu ápice

Kakarotto começa a investir mais forte sentindo seu membro ficar mais rijo até finalmente com um rosnado derramar toda sua essência dentro da garota.

Ambos arfavam muito então Kakarotto encostou sua testa a de chichi, ambos olhando um nos olhos do outro. Os narizes se encostam e um beijo suave é iniciado, aquele cheiro estava intenso. Kakarotto não iria parar. O seu animal não deixaria.

Após um tempo na cama kakarotto pediu que a escrava trouxesse o almoço no quarto. Não iria deixar chichi sair daquele quarto. Eles ficariam ali até o dia seguinte, em meio as poucas pausas consentidas pelo sayajin para que chichi descansasse.

Na manhã daquele mesmo dia Turles já havia descido para o café, mas Lunch não desceu. O sayajin subiu para ver o que tinha acontecido. Mas Lunch continuava a dormir. Turles então a acordou mesmo contragosto da garota, ele a fez descer para tomar café pois queria treinar um pouco com ela. Lunch mesmo mal-humorada e melancólica se pôs a tomar o café naquela manhã. comia tranquilamente até sentir seu estomago embrulhar, estava sentindo tudo voltar de uma vez. Só deu tempo de chegar até um dos banheiros vomitando tudo

Turles que viu toda a cena, ficou extremamente preocupado com que estava acontecendo. Mas após o incidente Lunch garantiu ser apenas um mal-estar que já estava bem. E logo ela estava a comer frutas tipicamente acidas e azedas, o que fez Turles estranhar ainda mais.

Logo a garota parecia plenamente recuperada, então foram treinar e Turles resolveu deixar de lado acreditando realmente ser apenas um mal estar momentâneo.



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