História O poderoso império sayajin - Capítulo 47


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Categorias Dragon Ball
Personagens Bardock, Bra, Bulma, Chichi, Cooler, Fasha (Seripa), Freeza, Gine, Gohan, Goten, Grande Patriarca (Saichourou), Kuririn, Mestre Kame, Raditz, Rei Cold, Shenlong, Tights Brief, Trunks, Turles, Vegeta, Yamcha
Tags Bardock, Dragon Ball, Gine, Imperio Sayajin, Kakarotto, Rei Vegeta, Turles
Visualizações 154
Palavras 3.752
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Ficção, Hentai, Luta, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


boa leitura a todos

Capítulo 47 - Os briefs, turles vai ser pai?


Fanfic / Fanfiction O poderoso império sayajin - Capítulo 47 - Os briefs, turles vai ser pai?

Bardock havia acabado de chegar ao castelo pela manhã quando ve Bulma no corredor que dá acesso a parte externa do castelo.

-ei Briefs não é?- Bardock fala firme em tom imperativo

-sim – Bulma fala o olhando “mas um o que foi agora?” pensa a azulada

-Quem é o seu responsável no planeta? – inquiri Bardock

-o Ichy, general – Bulma responde seca.

- ótimo falarei com ele. Gostaria de fazer um convite a você e toda a sua família para ir na minha casa para um almoço amanhã aceita?

-a que devo a honra? – Bulma pergunta surpresa pelo convite

-Digamos apenas que há algo que lhe interessa em particular nesse almoço – Bardock fala com ar de satisfação.

-bom nesse caso aceitarei honrada. Afinal não é todo dia que o general do império nos convida não é mesmo – Bulma fala com um sorriso cordial.

-ótimo, falarei com ele mandarei o endereço para vocês irem

Bardock se vira e se prepara para andar. Ele na verdade agora estava bem apreensivo pois sentiu nitidamente o cheiro de vegeta vindo da humana, e na cabeça dele os contatos com humanas não foram bem-sucedidos para a linhagem sayajin, mas por outro lado seria uma oportunidade de livrar seus filhos com uma nova lei para o império. A de livre união.

-Briefs desculpa, mas posso ver algo em você? – pergunta o moreno

-claro. O que seria?- Bulma fala curiosa

Então Bardock se aproxima dela e ela institivamente da um passo para trás

-não precisa ter medo. Não vou machucar nem toca-la de maneira impropria tem minha palavra – Bardock se mantem firme

Bulma então fica parada fixa, e Bardock se aproxima do pescoço dela digitando um código na coleira a desbloqueando e destravando a mesma. Ele remova a coleira e ve nitidamente o queria ver. tocando na marca. Bulma sente uma espécie de choque ao toque.

 -Você sabe o que é isso? - Bulma pergunta olhando Bardock

-sim eu sei, talvez o seu passaporte para liberdade. – Bardock fala sério recolocando a coleira.

Como assim liberdade? Porque o general lhe falaria algo assim? E porque pareceu ser verdadeira as palavras dele? Bulma agora tinha mais perguntas do que respostas.

Bardock bate a porta do escritório de vegeta

-entre- anuncia firme o rei – o que quer? – vegeta fala

-posso lhe falar a sós um momento meu rei? – Bardock fala

Vegeta acha normal, pois já tiveram varias conversas e ele confiava em Bardock, claro até certo ponto pois vegeta não confiava plenamente em ninguém além dele mesmo

-Couget pode se retirar – vegeta fala

Bardock entra fechando a porta

-Com todo respeito majestade, mas quero tocar em um assunto particular com você? Bardock fala

-Sim Bardock, o que deseja? Vegeta pergunta curioso agora com o que o sayajin queria

-Você se vinculou a humana dos Briefs? Bardock vai direto ao ponto

Vegeta fica momentaneamente sem reação e em choque

-bom vou entender isso como um sim – Bardock da um longo suspiro passando a mão sobre o rosto

-Do que está falando, como eu o rei me vincularia a uma femea de outra raça ainda mais escrava. Não fale idiotices – brada vegeta

-Bom, meu rei. Para mim está mais que claro pela sua marca que está nela vegeta – Bardock fala sério

Vegeta estava em pânico real agora.

-Não precisa se preocupar não tenho interesse em ferir a imagem do império e nem do rei. – Bardock fala

- O que você quer então? – vegeta fala com irritação e raiva

- Uma lei. Eu preciso de uma maldita lei – só isso

-Que tipo de lei? Vegeta pede curioso

-De livre união – Bardock fala sério encarando vegeta

-porque raios você precisaria de uma lei tola dessa? Afinal você já é vinculado a uma femea sayajin, não é? – vegeta pergunta

-Eu tenho os meus motivos - Bardock fala sério

-Mas isso é descabido. Nenhum sayajin assumiria um vinculo com outra raça – vegeta fala irritado pensando em si mesmo.

-Bom de fato a principio pode parecer ilógico, mas acredite que em algum momento isso pode vir a acontecer...olhe para você mesmo. Bem ou mal está vinculado a uma humana e eu sei bem o tipo de vinculo que você tem e sei que não terá cria. sua linhagem acabou com o vínculo. – Bardock esbraveja

Vegeta se cala o encarando estava fervendo de raiva por dentro, mas tudo que Bardock falou de fato era verdade. Mas o fato é que os sayajins não aceitariam bem uma mistura na pura raça, e não veriam bem qualquer um que o fizesse. Assumir um vinculo fora da raça era perigoso. Então pensou no risco que colocaria bulma diante de tal ato. Ele sentia que não suportaria a ideia de perde-la. Aquela altura estava tão acostumado a presença da fraca e frágil humana que aquilo era impensável para ele. Pouco a pouco ele sabia que a humana estava ganhando um espaço junto a ele.

-o fato é que essa lei precisa ser estudada e bem colocada, o risco que ela implica é grande. Então você e eu pensaremos na elaboração da mesma de forma calculada e que proteja as raças que contraírem união aos sayajins – vegeta pondera contragosto

-de acordo – Bardock fala aliviado

-mas devo lembra-lo que por se tratar de uma lei tão ampla devera passar pelo conselho, precisamos de pelo menos a metade deste a favor

-isso não é o problema acredite. – Bardock fala antes de sair da sala

Vegeta fica pensativo sentado em sua cadeira.

 

 

Turles e Lunch estava a treinar a pouco tempo quando Lunch fica tonta e se senta ao chão. Ela estava pálida e muito ofegante. Parecia que sua energia estava sendo completamente drenada. E Turles pode perceber o fluxo inquietante de ki dela que fluía de forma estranha. Ele se aproxima de Lunch.

Eu preciso comer alguma coisa – Lunch fala ofegante – acho que minha glicose abaixou

Turles olhava estranho. O que estava acontecendo com a humana. Será que de fato estava doente? Aquilo não era algo que acometia os sayajins. Então ajudou Lunch a se levantar e entraram. Ele pediu que servissem algo para Lunch comer e quando ela começou a comer ele ficou surpreso pela quantidade já que a humana quase não comia nada coisa que ele sempre reparou, mas aquele apetite lembra quase o de um sayajin olhando pelo tanto que comia. Após toda aquela comida Lunch estava mais uma vez sonolenta. Turles a beija e ela sobe para o quarto para dormir deixando um Turles pensativo para trás. “ela definitivamente não está bem, eu preciso de um medico que atente a raça dela” pensou o jovem

Turles então volta a treinar pensando se deveria buscar por um medico que intendesse a raça terráquea.

 

Pela tarde Bardock vai ao complexo cientifico e chama Ichy

-Pois não general – Ichy fala

-Eu gostaria da autorização para os Briefs almoçarem amanhã em minha casa -Bardock fala e Ichy estranha o pedido, mas vindo do general do império não poderia negar. Mas a pergunta que ficava é: o que o o general queria com escravos científicos?

-Claro, concederei de imediato – Ichy fala

-ótimo estou enviando os dados para que eles compareçam – Bardock fala enviando os dados pelo scouter de imediato a Ichy.

Então se retira ligando para Gine e avisando para a mesma chamar os filhos para o almoço amanhã.

Gine por sua vez só não conseguiu contato com kakarotto naquela tarde, mas resolveu que pela manhã cedo iria lá porque precisaria de chichi para ajudá-la.

Gine fica de cara com a noticia traga por Bardock sobre o rei. E de certo modo mais tranquila quanto a possibilidade de conseguirem a lei.

Na manhã seguinte chichi acorda sentindo cheiro de kakarotto. Dormia aninhada ao seu peito e os lençóis sobre o corpo do casal. Ela estava imensamente cansada e dolorida pela intensa atividade provocada pelo sayajin, mas não pode deixar de da um sorriso por estar com ele. Até que voltou a sim novamente percebendo que novamente se deixou levar pelo sayajin. Ela tentava lutar tanto contra aquilo. Na cabeça dela parecia errado está com ele, mas no coração ela queria se render a esse sentimento. Então se levanta vestindo o traje rápido e descendo ao seu quarto para tomar um banho e se trocar. Quando passa por katara já próximo ao corredor de acesso aos quartos dos escravos e lhe cruza um olhar de satisfação que deixa katara ardendo em fúria. Katara podia sentir todo o cheiro de kakarotto impregnando em chichi.

Katara então vai ao quarto de kakarotto. Ela entra no quarto e vê que o jovem ainda dormia profundamente.

-Pelo visto foi bem intensa a noite – katara fala com desprezo

Ela sentia o cheiro da humana por todo o ambiente misturado ao de kakarotto. Então se aproximou do jovem na cama e deslizou sua mão pelos cabelos negros o acordando

-Katara? – kakarotto pergunta abrindo os olhos recém acordados – o que faz aqui? – pergunta surpreso olhando para o lado da cama e vendo que chichi não estava lá.

-Vim te acordar bobinho, já que me abandonou o dia inteiro ontem, me deve companhia hoje. Não ia treinar comigo? Ou se esqueceu da sua promessa? – fala maliciosa

-Ah sim, tudo bem vou tomar um banho e já desço- kakarotto fala se levantando da cama e mais uma vez katara pode ver o corpo nu que tanto lhe agradava os olhos.

-Posso te esperar aqui? - katara pergunta inocente

-Pode, não vou demorar muito – kakarotto fala rindo e entrando no banheiro.

Então katara se aproxima da porta do banheiro se encostando na mesma e começa a conversar com kakarotto.

 

Chichi termina de se vestir e vai direto para a mesa do café. Ela nota a ausência de katara na mesma e fica irritada. Sua possessividade estava maior. Ela se levanta relutante consigo mesma e começa a caminhar em direção a escada quando alguém toca a porta, ela desvia seus pensamentos e ação e vai atender a porta se surpreendendo com Gine.

A mae de kakarotto entra e senta no sofá com chichi e começam a conversar sobre o almoço e que teria uma surpresa para tights não revelando claro qual era. Então pede a chichi que a ajude e chichi não podia negar. Gostava de Gine e iria adorar auxilia-la, mas não conseguia deixar de pensar em que katara estava a fazer nesse momento.

Em meio a sua conversa com Gine kakarotto desce a escada junto de katara e Gine vê a garota com seu filho e não gosta, podia sentir o cheiro de desejo que exalava dela ao estar perto de kakarotto e agradeceu aos céus os humanos não teriam o olfato apurado.

-bom dia filhote – gine fala com um sorriso ignorando a presença de katara

-bom dia mãe, o que está fazendo aqui tão cedo? – kakarotto pede curiosos

-vim pedir ajuda a chichi. Teremos um almoço lá em casa hoje com todos – Gine fala animada

-pra que precisa da chichi? Kakarotto fica curioso ainda mais

-ora, com a parte da comida, serviremos comida terráquea hoje – Gine fala imperativa

-Comida terráquea? Você cozinha chi? – kakarotto pergunta curioso e surpreso

Chichi consente com a cabeça e kakarotto abre um sorriso,

-Vou adorar provar sua comida – fala feliz, adorava comer e comidas diferentes eram sempre bem vindas. – ah antes que eu esqueça essa aqui é a katara – kakarotto apresenta a guerreira a sua mãe.

-ah sim essa é a princesa dos dragões – Gine fala com um tom perigoso e curto sorriso de lado encarando katara que percebe o tom de desafio de Gine

-sim isso mesmo, aposto que meu pai falou – kakarotto fala sorrindo

-sim, seu pai me falou absolutamente tudo kakarotto – Gine usa um tom repreensivo – o que me remete a algo que eu queria fazer assim que o visse.

Gine da um forte soco em kakarotto que sente a dor da força da mãe e ainda pego de surpresa foi pior.

- o que eu fiz – kakarotto pergunta em meio a dor do golpe

-Você sabe bem filhote. Trate de fazer o certo daqui pra frente. – Gine debocha satisfeita.

Katara olha para a mãe de kakarotto e fica surpresa pela força da sayajin

Chichi adora o que aconteceu deixando um sorriso escapar e Gine gostou de ver a humana reagir daquela forma. As duas pareciam um compro formado.

-bom estou levando a chichi e espero você no almoço, claro que o convite é somente a família não se estendendo a você katara, claro que como uma princesa você intende isso muito bem – Gine fala maliciosa.

-Desculpe, mas como não se estende a mim e se estende a ela -katara aponta a chichi irritada – ela tem a mesma posição que eu, não é?

-Infelizmente não querida. Chichi é dá família. Ela é companheira do meu filho, não é kakarotto?

-Sim katara. – Kakarotto fala normal – e como minha mãe deseja a presença dela eu não me importo

Kakarotto parecia alheio ao que acontecia. Parecia não ter certa noção sobre a briga de egos entre as femeas naquele momento.

Chichi amava Gine naquele momento em cada palavra.

-Vamos? Ainda temos que comprar muitas coisas e vai levar um tempinho – chichi fala firme e confiante – e kakarotto não se atrase – chichi finalize dando um olhar possessivo ao sayajin que intende o recado.

Ele então olha para katara que estava preste a cuspir fogo e não intendia o porquê. Achava que ela estava irritada somente por não poder o acompanhar ao almoço.

-vamos tomar café e treinar – anuncia o sayajin

Katara então o segue até a mesa. Ela não ia permitir isso

-Então você é companheiro da humana, que surpresa – katara tenta parecer controlada

-Sim de fato, mas foi algo que meio que aconteceu...eu nem sei explicar direito isso – kakarotto se perde em pensamentos tentando intender a sim mesmo e ver o quanto estava ficando ligado aquela humana. Por mais que ficasse com outras femeas seu coração só se acelerava por ela e quando por muitas poucas vezes eles acasalaram a sensação era completamente diferente de tudo, ele definitivamente sentia algo profundo por ela, só não conseguia definir bem o que era.

-Humm entendo – katara fala percebendo a confusão do sayajin e resolvendo usar essa brecha ao seu favor.

 

Turles estava a acordar quando ouviu mais uma vez Lunch vomitando no banheiro. Pouco depois Lunch estava embaixo do chuveiro.

Turles se levantou e foi até lá para ver uma Lunch sentada ao box deixando a água fria cair sobre o corpo. Ela definitivamente estava apática.

Ele pega o scouter e entra em contato a central de escravos

-Vocês já têm algum especialista na raça terráquea? – Turles pede ao alienígena

-Temos alguns alienígenas que estão se adequando ao conhecimento – o alien fala

-ótimo preciso de um na minha casa o mais rápido possível – Turles fala irritado

-Sim general. Só nos mandar os dados que já enviaremos o mais rápido – o alien fala

Turles então envia os dados.

Ele entra mais uma vez ao banheiro e Lunch estava a ficar em pé novamente. Ele se atenda novamente a onda de ki inconstante nela. Ela o vê e dá um curto sorriso de lado quase fraco. Estava bem pálida.

-se veste e fica na cama vou pedir para trazem seu café, mandei vir alguém te ver também então se cubra por completo - Turles fala com um fino desconforto na voz

Lunch consente.

 

Bulma estava no laboratório desenvolvendo um novo projeto junto a seu pai e Ichy. Ela já havia os avisado sobre a visita na casa do general. Seu pai e sua mãe ficaram empolgados. Naquela manhã Bulma se pegou lembrando de vegeta que na noite anterior foi tão aberto e espontâneo com ela que a surpreendeu de verdade. Por mais que odiasse estava sentindo algo pelo maldito sayajin lunático. Ele havia a presenteado com um par de brincos de diamante que ela achou perfeitos e delicados. E ela se pagava varias vezes perdida nos olhos confusos e solitários dele. As vezes eles só precisavam ficar assim por um tempo. E ficava confusa pois as vezes desejava ardentemente estar com ele. E quando estava com Ichy já não sentia a mesma coisa de quando vegeta a tocava. Parecia superficial comparado aos toques do rei dos sayajins. Bulma estava confusa e frustrada.

 

Na casa de Turles o médico alienígena acabava de chegar. Sendo guiado pelo chefe dos escravos atual até o quarto de Turles. O alienígena estranhou um sayajin ter uma escrava no seu quarto e dedicando um atendimento de forma especial a mesma. Normalmente sayajins não se importavam tanto com seus escravos e quando esses adoeciam eram poucos que procuravam trata-os, normalmente os deixa morrer e substituía. Mais lá estava o sayajin sentando a cama com a terráquea deitada sobre seu peito e ela aninhando os cabelos da mesma. Esse surpreendeu mais ainda ao ver que se tratava do general do esquadrão imperial.

-O que está esperando verme? – brada Turles sem se importar.

-Perdoe-me general, eu apenas me surpreendi pela importância dada pelo senhor a esse ser inferior

-Não fala dela assim. Ela tem grande valor para mim e é minha posse mais preciosa nesse momento, então se algo acontecer a ela por você não ter evitado vou tortura-lo e mata-lo tão lentamente que vai desejar não ter cruzado o meu caminho essa manhã. – Turles fala frio e cruel deixando o alien em pânico.

O medico se aproxima de Lunch e retira alguns instrumentos chegando o estado da garota terráquea. Então pega uma tela que scaneia o corpo da garota recolhendo parâmetros como temperatura, pressão etc. então pega um pequeno tubo pressionando contra a pele de Lunch que sente uma pequena picada coletando assim uma pequena amostra sanguínea. O alienígena perguntou o que estava acometendo a terráquea e Turles falou o que ele viu. O alienígena teve uma suspeita inicial, mas precisava confirmar antes por se tratar de outra raça. Após tudo recolhido e anotado o alienígena finalmente guarda seu material

-bom eu terei que levar as amostras e os relatórios para analise de tudo, pois preciso cruzar com as informações no bando de dados e conversar com alguns especialistas humanos que agora são escravos na central medica. Em no máximo duas horas já disponho o resultado ao senhor. Vou deixar prescrito algumas vitaminas para aliviar pois notei certa baixa de algumas nela.

-tudo bem aguardo – Turles fala ordenando ao escravo para levar o alien até a porta

-agora preciso que se levante e ser arrume pois teremos um almoço na minha mãe que por algum motivo exige que todos estejamos

-Isso é bom, poderei ver chichi e tights – Lunch fala se animando

-bom então se apresse, pois temos que passar no centro pra providencia essas malditas vitaminas, só sendo fracos mesmos – Turles fala irritado

Como os humanos eram frágeis daquela maneira? Como era possível isso? Não era a toa que se reproduziam tanto, vendo como morriam fácil deveria ser necessário. Se pudesse comparar seriam como plantas daninhas se reproduziam rápido, mas com apenas uma mudança no solo morria tudo.

 Já era perto de meio dia quando kakarotto saia do banho e vestia seu traje com armadura simples para sair. Ele desce as escadas e vê katara deitada sobre o sofá emburrada. Ele a acha mimada e cheia de vontade naquele momento. Ele simplesmente sai e a deixa ali sem nada falar.

Raditz e tights já estavam lá, bem como Turles e Lunch. As femeas estavam a conversar animadamente na cozinha enquanto ajudavam no termino da comida. Elas estavam animadas com o fato de comer comida terráquea novamente depois de tanto tempo. E fora que gostavam da comida de chichi. Os sayajins sentiam o forte aroma que vinham da cozinha ficando ansiosos pela comida.

Não demora muito e os Briefs chegam a casa, sendo recebidos a porta por Bardock

-bem-vindos, entrem – convida Bardock

Eles entram na casa do sayajin ficando surpresos pelo tamanho e imponência da mesma. Mas o que surpreendeu Bulma mesmo foi ver parte da família reunida. Ela se lembrou de Turles na invasão da terra, tentando conter umas poucas e boas que queria falar.

Kakarotto chega logo depois dele, e Bulma então percebe o quanto eram parecidos, mas kakarotto era mais gentil e animado que Turles.

Então Gine e chichi começam a montar a mesa com as outras quando elas reconheceram a voz familiar que vinha da sala.

Tights não podia conter a emoção ao reencontrar sua família. Os Briefs reunidos novamente. Então a comida posta a mesa tras muitas conversas e recordações naquele momento. Os sayajins se deleitavam com a comida e kakarotto se apaixonou pela comida de chichi decidindo que queria comer mais vezes, nem que pra isso brigasse com ela todos os dias, o que o fez da um sorriso pela ideia de irrita-la, a tornava deliciosamente picante.

Eles não conseguiam acompanhar o ritmo das conversas entre os humanos, era muito choro e riso misturado. Tudo ali era confuso, até mesmo para Gine. Raditz desistiu de intender logo de cara. E tudo corria bem até o assunto dos sayajins entrar a mesa. Quando tights revelou Raditz como companheiro o que pegou os Briefs de surpresa e mais ainda Bulma por ver o quanto a irmã gostava do sayajin. Bulma também ficou surpresa com chichi e Lunch. Então ficou pensando em vegeta naquele momento. Será que um dia estaria fazendo isso com ele? então trouxe seu pensamento de volta a mesa se lembrando de ichy, tinha que se concentrar nele. Mais seu coração não deixava.

Depois do longo almoço vieram os doces terráqueos que os sayajins nunca haviam experimentado e acabaram por amar. Então os machos vão para o tatame treinar lutando entre si

Enquanto as terráqueas e Gine mais o senhor Briefs ficaram a conversar na sala.

Algum tempo se passou. E Turles estava a lutar com Raditz quando seu scouter apita recebendo o diagnóstico do médico alienígena Turles desvia a atenção para ler o diagnostico que pipocava no visor do scouter no mesmo momento que em choque baixou sua guarda recebendo um golpe forte de Raditz caindo deitado pelo forte chute. Mas ele continuou deitado. Estava em choque ainda tentando processar a noticia que acabou de receber, ele não sabia como reagir, sua mente saiu dali e vagueou por alguns instantes o que deixou os sayajins preocupados pois o golpe nem foi tão forte assim para causar um grande dano

Finalmente Turles ouve os chamados e se senta voltando a si.

-o que aconteceu? - Bardock brada ao filhote

-A humana esta gravida – fala em pânico quase sem voz.

Deixando os sayajins surpresos de forma estarrecida com a notícia.



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