História O poderoso império sayajin - Capítulo 48


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Categorias Dragon Ball
Personagens Bardock, Bra, Bulma, Chichi, Cooler, Fasha (Seripa), Freeza, Gine, Gohan, Goten, Grande Patriarca (Saichourou), Kuririn, Mestre Kame, Raditz, Rei Cold, Shenlong, Tights Brief, Trunks, Turles, Vegeta, Yamcha
Tags Bardock, Gine, Imperio Sayajin, Kakarotto, Rei Vegeta, Turles
Visualizações 95
Palavras 2.872
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Ficção, Hentai, Luta, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


antes quero deixar claro que a visão que exponho aqui é inteiramente loucura da minha cabeça kkk e eu vou fazer a gestação de um hibrido ser bem conturbada mesmo, porque não entra na minha cabeça algo que demanda energia nascer de boa, se um baby normal já dá tanto trabalho imagina um sayajin kkkk

Capítulo 48 - Impeto de fogo


Fanfic / Fanfiction O poderoso império sayajin - Capítulo 48 - Impeto de fogo

-Como assim gravida? - Bardock pergunta em meio ao choque da noticia

Kakarotto e Raditz se entre olhavam em um misto de pânico e incredulidade

-Assim gravida...gravida...gravida...meu deus ela está gravida. Eu não sabia que sayajins podiam ter crias mestiças – Turles fala com as mãos agarrados aos cabelos desesperadamente

-Bom, nunca vi nenhum relato. Mas a pergunta é o que vamos fazer com uma cria mestiça? – Bardock fala em desespero

-como o que vamos fazer? – Turles pergunta estarrecido

-Turles se já não fosse problema o bastante vocês estarem vinculados a humanos agora descobrimos que eles podem ter crias, você acha o que? Que vai mandar um filhote hibrido para um campo sayajin e todos vão receber de braços abertos? Não meu filho. Ele será morto por um sayajin puro. E o pior é que nem sabemos se a cria vai vingar de verdade. Os humanos são fracos. Imagina que tipo de sayajin vai sair?

 

Turles começa a pensar como se calculasse. De fato, pensando agora que Bardock falou tornava uma coisa seria em sua mente. A humana está definhando com a cria no ventre. Ele toma boa parte do ki dela, o que estava fazendo o ki dela está tão desordenado. Ela precisaria de energia complementar e não das malditas vitaminas. O sangue sayajin era muito forte e realmente havia uma grande possibilidade de o filhote não sobreviver bem como Lunch. Porque se de agora que ainda está pequeno ele já consome uma boa parte da energia dela então se crescer mais, sugara tudo.

Mas o que Turles e o restante dos sayajins não sabiam era que essa tomada de energia acontecia somente no período de formação da criança. Que assim que completa o primeiro período passa a gerar seu próprio ki que vai aumentando exponencialmente até o fim da curta gestação. Que é menor que a comum por se tratar de um hibrido.

O que colocava Lunch nesse momento na metade de sua gestação

Bardock liga no scouter de Gine pedindo que ela venha para fora. o que ela estranhou principalmente pelo tom de voz de Bardock. Ela avisa aos terráqueos que já retornaria deixando-os ali conversando.

Ela chega ao tatame e encontra os quatro sentados a olhando com certa urgência e preocupação.

- o que houve? – Gine pergunta preocupada

-Quando você estava gravida você sentiu perda de energia? - Turles perguntou 

Gine estranhou a pergunta. Não era condizente com as caras e muito menos com a urgência do chamado

-Bom, no início sim, mas foi normalizando aos poucos. porquê da pergunta? - Gine fica curiosa

-Parabéns vai ser avó – kakarotto fala dando uma gargalhada nervosa fazendo os sayajins olharem para ele com certa incredulidade.

Gine entra em choque, para depois fala

-A chichi está...- Gine começa quando kakarotto dá um grito

-Não! Claro que não. Quem está é a companheira do Turles – brada kakarotto nervoso só de imaginar a humana esperando uma cria sua.

 na verdade, nem havia passado em sua cabeça isso, quase não se acasalava com chichi, então não teria esse risco, mas agora que sabia que isso poderia acontecer resolveu providenciar o contraceptivo que as femeas sayajins usavam inclusive Suki usava para evitarem ter filhotes já que nenhum dos dois queriam naquele época.

-Turles! Eu não acredito – Gine fala com uma face derretida em ternura

-Não fique alegre antes da hora – Bardock começa – Turles fale para sua mãe

-o que foi – Gine pergunta nervosa

-Ele não vai conseguir manter essa cria, estava ficando sem energia – Turles fala sério

Gine fica estática com a noticia

-Mas será que se receber energia não funcione? - Gine sugere

-Bom estávamos a pensar nisso, mas não sabemos se realmente vai funcionar. Não sabemos o que a gestação de um hibrido pode acarretar nas humanas – Bardock fala

-eu não quero estar na sua pele – Raditz fala balançando a cabeça.

-Bom, ela já sabe? bom claro que não, se não ela teria falado algo. Mas como você soube? -Gine começa nervosa e eufórica

Então Turles se põe a explicar a Gine.

 

-Temos que dar a noticia pra ela- Gine fala

-e dizer o que? Olha você está carregando uma cria sayajin que pode te matar isso se ele mesmo sobreviver – Turles fala irritado e nervoso

-também não é assim...- Gine fica pensativa – podemos esperar para ver se a energia funciona

-tá tudo bem, se isso não funcionar o que eu vou fazer? Escolher entre ela e uma cria fraca? - Turles fala sério

Todos ficam calados. Pois de fato essa seria a solução real dos fatos.

Turles se incomoda com o silencio e se levanta.

-Eu já vou para casa – ele fala

-Mas já querido, estão todos se divertindo – Gine fala meio triste por ver a face de angustia de Turles

-Lunch já deve estar ficando cansada -Turles fala entrando na casa

Eles se entrem olham e se levantam entrando também na casa após Turles.

E de fato Turles estava certo Lunch já demonstrava sinais de desordem no ki novamente começando a ficar apática. Bulma repara no quanto a amiga estava parecendo cansada, mas não fala nada.

-Vamos para casa, eu tenho que resolver algumas coisas – Turles sussurra ao ouvido Lunch

-Vamos sim. Parece que leu meus pensamentos -ela responde se levantando

-Já vai Lunch? - pergunta chichi

-Já, depois nos falamos acho que agora será mais fácil – Lunch fala com um sorriso morno

Então eles se despedem e voltam para casa. Lunch vai direto para a cama dormindo quase que instantaneamente. Turles a olha deitada e se aproxima dela na cama tocando no ventre. Ele tenta se concentrar no ki do filhote, mas não consegue. A energia estava alinhada a de Lunch como se fosse uma só. então começa a doar pequenas carga de seu ki a Lunch, mas a desordem não parecia melhorar.

Ele resolveu fazer isso ao longo do dia para ver se melhoria o estado dela. Ele então vai para sala de treino descontar sua raiva e frustação naquele momento.

 

Depois de longas horas reunidos os Briefs tinham que ir embora, na verdade Bulma pois vegeta a aguardava no castelo, mas ela mente dizendo apenas que estava cansada. Raditz deu permissão e livre acesso dos Briefs a casa dele com tights.

Kakarotto também vai com chichi para casa ficando novamente só o casal na sua casa.

Quando kakarotto e chichi chegam em casa já era perto do anoitecer

-Você vai cozinhar pra mim chi? - kakarotto pergunta rindo

-Mas de forma alguma kakarotto. – Fala irritada a morena

-vai chi...eu quero tanto comer mais dela – kakarotto pede manhoso agarrando chichi pela cintura de costas a fazendo da um gritinho

-Mas não mesmo, eu estou cansada passei a manhã toda cozinhando. Nem pensar – chichi fala firme sentindo o sayajin beijando seu pescoço

-Vai chi...só um pouquinho – kakarotto insiste

-Tá! Se isso vai fazer você sair do meu pé – brada a morena saindo para cozinha irritada e deixando uma kakarotto com um sorriso vitorioso

Katara entra na casa toda suada, estava a usar a câmara de gravidade. Ela olha para kakarotto na sala e fecha o cenho om zanga indo para o seu quarto. Kakarotto da de ombros para a princesa.

Indo para seu quarto se deitar um pouco. Estava pensando na situação do irmão. Tinha que providencia o remédio a chichi o mais rápido. Então se levantou da cama e foi ao centro compra-lo.

Chichi estava quase acabando o jantar quando katara entra na cozinha

-humm, hoje terei o prazer de comer algo feito por uma princesa terráquea – desdenha katara

-Sim, e eu terei o desprazer de servir uma sem noção, cada um com seu fardo não é katara? – chichi debocha

Katara levanta a mão para dá um tapa em chichi que segura o punho dela com força bruta

-não me subestime só porque sou humana katara – chichi fala fria e maliciosa encarando katara

A garota puxa o pulso novamente e sai bufando.

Chichi serve a mesa e kakarotto estava a entrar em casa trazendo algo consigo e subindo as escadas.

Logo estão todos a mesa comendo. E kakarotto se esbaldando com a comida de chichi naquele momento. E katara pouco comia, mesmo que tenha gostado, não daria o braço a torcer a patética humana. após o longo jantar chichi estava na sala com seu scouter fazendo algo divertido para ela naquele momento e kakarotto estava no tatame lá fora treinando com katara. A mesma não perdia tempo para ficar tocando no guerreiro ou provocando o libido do mesmo. O jeito que katara o tentava era muito provocante, ela literalmente se insinuava. E kakarotto estava subindo pelas paredes naquele momento. Mas só tinha uma maldita femea que vinha na cabeça dele. A terráquea.

Ele então encerra o treino com katara e entra vendo chichi meio sonolenta no sofá. Katara vai para o banho.

-Dorme comigo hoje? - pede o sayajin

-Pra que? Para você me atacar de novo? – chichi fala nervosa, mas no seu íntimo adoraria que isso acontecesse.

-Prometo que não vou a menos que me peça – fala com um sorriso malicioso

-tá vendo, é por isso que eu não confio – chichi fala irritada ficando de pé

Kakarotto a pega no colo e joga no ombro, com a garota gritando, ele sobe as escadas rindo. Ela batia em suas costas como se provocasse alguma coisa. Chegando no quarto ele entra e tranca a porta tirando a trava e guardando consigo. Ele a joga sobre a cama.

-Pronto agora é minha prisioneira. - Kakarotto fala com um sorriso sacana – eu vou tomar um banho e adoraria sua companhia.

-quem disse que eu quero – chichi debocha

-bom a porta vai ficar aberta se mudar de ideia – kakarotto ri se despindo e entrando para o banho.

-ai meu kami...é cada coisa...ai paizinho é tão errado, mas eu gosto tanto desse idiota sayajin – chichi murmura consigo, então dá um longo suspiro e se despe indo ao banheiro.

 

Alguns dias se passam e Turles estava cada vez mais desgostoso. Lunch estava cada vez mais fraca. Fora os outros sintomas da gestação que vinha mais forte que antes. Ele já não deixa Lunch tanto sozinha. Ele achava que se não fizesse algo iria perde-la e não conseguia imaginar perder a fraca e louca humana dele. Então resolveu que iria interromper aquele processo. Ele marcou com o médico alienígena para ir no dia seguinte ao hospital para fazer o processo

Chichi e kakarotto estavam ficando mais juntos do que antes, e chichi tem feito muitas concessões mesmo contra sua mente se deixando envolver por completo com o sayajin, estava se sentindo cada vez mais apegada a ele. Já katara não estava gostando daquilo e decidiu por bem que colocaria um fim naquilo nem que pra isso precisasse dá um fim na humana.

Turles dormiu abraçado a Lunch, sentindo o ki dela baixando mais um pouco. Ele estava evitando com que a humana gastasse o ki que ainda tinha, até colocar fim nisso na manhã seguinte.

Então ao amanhecer ele acordou e ela já estava de pé, estava quase que radiante. Ele percebeu que o fluxo de ki dela voltou a ficar constante. Ele não intendeu aquilo. Ficou mais confuso ainda. Então se levantou e se aproximou de Lunch a tocando no ventre. Lunch estranhou aquele gesto ficando confusa e perguntando a Turles o que ele estava fazendo.

Porem Turles estava se concentrando em outra coisa. Após um tempinho ele conseguiu sentir o ínfimo ki da cria que agora já possuía o seu próprio tendo se libertado do da genitora.

Ele da um curto sorriso de lado.

-e então vai me dizer o que está fazendo idiota? – Lunch pergunta rindo

-Sentindo nossa cria dentro de você – Turles fala debochado e orgulhoso

Lunch sente as pernas faltarem sendo segurada pelo sayajin

-o que você quer dizer com cria? - Lunch pergunta horrorizada

-quer dizer isso mesmo que você intendeu sua garota louca, você vai ter um filhote meu – Turles fala beijando e mordendo a colocando na cama.

-mas eu não posso estar gravida, eu estava tomando aquele trosso horrível que a ivy me dava – Lunch fala atônita ainda com a noticia passando as mãos pelos cabelos

-Bom isso é uma questão bem interessante, mas não vem ao caso agora minha louca. O que vem ao caso agora é que quero devora-la.

Turles volta a beijar Lunch subindo em cima dela já que estava desejoso dela a alguns dias.

 

Chichi estava começando a se alongar na câmara de gravidade quando katara entrou

-eu vou usar a ele pela manhã, cai fora - chichi fala ríspida

-eu não poderia treinar junto de você? – katara pede

-só não me atrapalha, eu não treino no mesmo nível que você então não reclame. – Chichi

-tudo bem eu me acostumo – katara fala faceira.

Então chichi passa por ela para acessar o painel de controle e katara sente a nova energia vital que fluía fracamente do ventre de chichi “maldita” pensa a garota

Diferente dos sayajins que só percebiam quantidades consideráveis de energia vital, os dragões sentiam a vida em estágios inicias e vidas até bem pequenas.

- qual o nível que você treina mesmo? Katara pergunta

-70x agora – chichi fala seca

-Porque não coloca 100x é o mesmo que eu estou eu te ajudo – katara fala

Chichi fica apreensiva. Não gostava de pessoas cheias de boas intensões.

-não acho que esteja pronta para isso agora katara, mas obrigada – chichi fala

-ah vamos lá, ou esta com medo de não dá conta? – katara provoca

-tá katara se é o que quer tudo bem – chichi fala programando a máquina.

Após alguns minutos a câmara começa a soar e libera a gravidade programada

Chichi caiu de joelhos no chão pela força, mas resolveu forçar o corpo, só de não teria ido por completo ao chão já era um começo. Já katara podia se movimentar tranquilamente.

-Vamos chichi levante-se – katara provoca

Chichi faz muito esforço então se coloca de pé suando muito e sentindo muita dor em seu corpo. Ela amplia seu ki para poder aumentar a resistência a gravidade conseguindo se movimentar melhor na gravidade, mas ainda se sentia pesada

-Pronta para lutar? – katara pergunta com um sorriso malicioso

Então sem aguardar a resposta de chichi começa a atacar, a chichi só restava tentar se defender dos ataques. Mas por alguma razão em particular katara se focava no abdômen de chichi. Depois de um tempo o corpo de chichi começou a se adaptar melhor a gravidade o que fez ela se mover mais rápido podendo agora atacar katara. Mais katara da um forte golpe em chichi a fazendo cair no chão. Chichi sente o sangue na boca. Então que chichi se levante katara volta a ataca-la, o intuito daquela luta não era amistoso.

Kakarotto estava chegando agora na sua casa quando viu que o ki das duas estava na câmara gravitacional e o de chichi baixando, ele não gosta disso. Então se dirige a mesma abrindo a porta e vendo katara preste a atacar chichi com o mesmo golpe que iria usar contra Raditz no planeta dela. Kakarotto não conseguiu pensar em nada que não fosse proteger a humana que ele amava tanto, era um ímpeto interno. Então se transformou rapidamente SSJ e atacou katara com tudo. Ele estava completamente fora se si a garota foi pega de surpresa então liberou sua forma original lutando com kakarotto, sem nenhuma piedade rasgou as asas da garota dragão a forçando a ficar no chão. Ferida como antes katara só tinha o ímpeto de destruiu atacando o sayajin com tudo. Não conseguia intender porque ele preferir uma fraca terráquea a ela. Katara é tomada em chamas original do seu clã e suas garras se tornaram mortíferas. Chichi só tentou se afastar daquela luta, mas estava muito machucada por katara se encostando na parede em um canto e ficando ali.

A luta entre eles se torna violenta e perigosa já que katara começava a liberar seu poder e kakarotto sabia que se isso acontece destruiria tudo naquele espaço. Então decidiu acabar rápido com aquilo, é só tinha um jeito de fazê-lo. Kakarotto atacou katara de frente e quando ela armou defesa para o golpe ele acelerou seu movimento para trás dela atravessando seu peito e dilacerando o coração de trás para frente. Katara perdeu a forma voltando a base ela sentia o sangue na boca. Kakarotto puxou o braço novamente deixando agarota cair de joelhos no chão tentando resistir a uma morte inevitável enquanto o sague esvaia, kakarotto parte o ímpeto feral e volta a forma base.

-Desculpa katara, mas nunca deixaria você machucar a minha chi – kakarotto fala frio a garota agora a olhando nos olhos e vendo eles se tornarem opacos. Deixando o corpo cair sem vida.

Kakarotto pega chichi no colo e a leva até a medical machine. Ela tinha muitos ferimentos e o ki anormalmente baixo. O que na verdade foi provocado pela necessidade de defesa da vida que se formava naquele instante que desviou o máximo de energia possível para se manter intacta.

Ele entra no chuveiro e fica pensando no que acabou de acontecer, e se lembrando de seu pai falando que katara era para estar morta junto com o clã dela que aquilo tinha tudo para dar errado. Ele decidiu que ouviria mais seu pai.

 

 

 

 

 

 



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