História O poderoso império sayajin - Capítulo 49


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Categorias Dragon Ball
Personagens Bardock, Bra, Bulma, Chichi, Cooler, Fasha (Seripa), Freeza, Gine, Gohan, Goten, Grande Patriarca (Saichourou), Kuririn, Mestre Kame, Raditz, Rei Cold, Shenlong, Tights Brief, Trunks, Turles, Vegeta, Yamcha
Tags Bardock, Gine, Imperio Sayajin, Kakarotto, Rei Vegeta, Turles
Visualizações 90
Palavras 3.210
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Ficção, Hentai, Luta, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


boa leitura a todos

Capítulo 49 - Deliberações


Fanfic / Fanfiction O poderoso império sayajin - Capítulo 49 - Deliberações

Ele lava todo o sangue de katara que agora estava em seu corpo pensando em quanto foi longe com tudo aquilo, foi precipitado e egoísta com ambas as garotas. De fato, ter deixado katara morrer com outros era o mais sábio. Ele tem que entender que com femeas tudo é mais perigoso

Ele desce depois de se vestir e junto com um dos escravos limpa tudo já que precisava fazer algo com o corpo de katara. Depois de algumas horas finalmente chichi estava a sair da medical machine. Ela ainda estava com a cena na sua cabeça de kakarotto e katara, ele não hesitou em mata-la para defender chichi e aquilo terminou por amolecer o coração da garota terráquea que em seu íntimo o aceito como seu companheiro.

Eles começam finalmente a se entenderam e kakarotto agora entrou na rotina, treinando com vegeta 3 vezes na semana o trabalho exaustivo no conselho e o tempo que tirava para chichi em meio a tudo isso.

Lunch conta para as amigas humanas a novidade de sua gestação as revelando que o contraceptivo sayajin não funcionária com elas. Tights decidiu que junto a Bulma desenvolveriam a versão terráquea com o material disposto em Bejita. Bulma fica preocupada pelo fato de estar dormindo muitas vezes com vegeta então se põe a fazer o exame o mais rápido possível para depois ficar aliviada. Tinha que correr com o medicamento definitivamente. Fora que fazer algo que não fosse aquela coisa horrível era ótimo.

Gine fica feliz ao saber que agora Lunch estava bem com a gestação do mestiço ao visita-la, e pode perceber que a barriga começou a despontar de forma a ficar um pouco saliente. Ela agora conseguia sentir o ki do bebe que estava um pouco mais forte

 

Após mês a barriga de Lunch já estava bem mais saliente e ela agora deixava Turles desconcertado, parecia que não achava posição confortável para acasalar. Ele não conseguia fazer certas coisas que fazia antes da barriga estar ali. Mas ficou surpreso em perceber o quanto o ki da cria aumentou, nesse instante era equivalente a um sayajin terceira classe o que não era muito orgulho, mas já não era uma perda total de espaço, o filhote serviria para alguma coisa.

Bardock ficou surpreso com o aumento do poder da cria de Turles e concordou com ele, pelo menos poderia servir em algo o sayajin hibrido, desde que conseguisse reconhecer a lei da livre união. Do contrário as crias hibridas não seriam reconhecidas com direitos livres, seriam considerados escravos como as mães e ou pais. Porque aquela altura no império vários sayajins haviam se vinculado a humanos, tanto femeas quanto machos. O fator sentimentos vindo dos humanos desconcertou uma leva de sayajins, principalmente femeas. E aquela altura teria uma primeira de leva de mestiços a caminho do império. Nashi um dos 10 comandantes federativos era um deles, cujo a humana suno ele havia se vinculado e agora carregava uma cria deles. E estava nesse momento tão desesperando quanto Bardock e os filhos.

Bulma estava tão emocionalmente envolvida com vegeta que simplesmente não conseguiu mais se relacionar com Ichy da forma de antes o que fez o sayajin notar o distanciamento da humana que ele era apaixonado. Ele estava a compreender que talvez aquilo fosse por conta do vínculo. Vegeta por sua vez exiba duas faces perante o Império. A face do rei impetuoso dos sayajins e a face de vegeta um sayajin completamente rendido a uma humana que parecia entender sua alma com apenas um olhar.

Naquela manhã Bardock se reuniu mais uma vez com vegeta a fim de trabalharem na lei de livre união. Bardock queria incluir o artigo que protegia as crias nascidas da união. Vegeta achou muito estranho aquilo visto que sayajins nunca foram compatíveis com nenhuma outra raça até o momento. O que ele na verdade não sabia é que as escravas que estavam a engravidar de sayajins que eram defensores da pureza sayajin matavam suas crias ainda no ventre para expurgar mantendo o sangue puro, bem como várias femeas fizeram o mesmo.

Kakarotto estava no conselho a fazer deliberações junto aos outros e chichi estava em casa.

Ela acordou naquela manhã sentindo um estranho cansaço. Parecia que não tinha dormido nada durante a noite, mas sua fome com certeza havia aumentado. E achou que foi devido a intensa rotina de treino que estava a praticar pois queria lutar no próximo circuito em 15 dias. Agora já conseguia estar na gravidade de 120x. ela termina de comer algo e entra na câmara de gravidade ativando a mesma. Mas sente seu corpo tão pesado e cansado que não consegue estender muito o treino entrando e tomando um banho relaxante e quando se apercebeu dormiu no sofá da sala sendo acordada por uma das escravas para almoçar. Percebeu que havia dormido demais. Estranhou pois nunca foi assim, mas novamente achou que era o cansaço do corpo se abatendo. 

 

Novamente de volta a Bardock e o rei

-Não acho que os sayajins aceitariam crias hibridas assim. Eles são fortes defensores da raça pura- vegeta fala

-Majestade, mas tem que intender que se por alguma razão tais crias vierem a existir deveram herdar o mesmo direito de um sayajin, pois carregarão o mesmo sangue

-Bardock, o sangue é diluído, um mestiço será uma cria fraca, uma vergonha para o Império e para nossa raça isso. não é algo palpável no momento. Olhe para mim por exemplo se eu tivesse uma cria mestiça com a humana qual seria o poder do filhote? Uma droga! a raça é fraca e inútil. – Vegeta fala

-e se não fosse assim? Se a raça oferecer filhotes forte? – Bardock pergunta

-Ainda bateríamos no empecilho dos sayajins apoiadores da raça pura e acredite são muitos. Você mesmo vê os tipos de pedido de novas leis que recebemos todos os dias, alguns confessos que até gosto, mas são cruéis a raças aquém da nossa. Precisamos de mais prazo para isso

-Quanto prazo estamos falando até chegar ao conselho

-ainda não sei ao certo, mas temos que ajustar uma sessão de concessões prevista e saber como implantar tais leis de forma a proteger punindo mais rigorosamente o sayajin que for contra ou que tentar qualquer ato contra.

-Concordo – Bardock fala contrariado pois o tempo estava contra eles.

 

Passado mais um mês, Lunch exibia uma barriga já bem mais avantajada o fez Gine se surpreender com o rápido desenvolvimento dos híbridos. O poder de da cria agora era equivalente a um segunda classe. Lunch e Gine haviam combinado de ir ao centro comprar coisas para o filhote. Turles ficou relutante com Lunch sopre o uso das capsulas de crescimento. A terráquea negou-se veementemente a usa-las.

-Mas é lei sua louca! - Turles bradava naquela manhã

-eu não ligo para essa maldita lei. Eu sou uma maldita escrava não estou inclusa nela – gritava do outro lado uma Lunch estourada e nervosa

-rwnnr! Maldita teimosa eu não vou cuidar de um filhote, então ele vai pra capsula, essa droga foi criada para isso – Turles gritava irritado

-e quem disse que é você que vai cuidar de alguma coisa? – Lunch aumentava o tom irritada

-ótimo! Não quero ouvir o choro desse filhote ou vou mata-lo e a culpa será sua – Turles fala irritado e contrariado

-Não ousaria tocar nele! – Lunch fecha o cenho irritada

-Ah eu ousaria sim – Turles fala com um sorriso sádico

-ótimo! Vou ficar na casa da sua mãe então! – brada Lunch com um sorriso sínico

-e eu fico como? – Turles pergunta desgosto

-na mão querido! – Lunch da uma gargalhada e pisca para Turles

-Rwnnr. Sua maldita humana louca...tsc fica com a droga do filhote aqui em casa – Turles fala contrariado

Lunch dá um sorriso vitorioso

-ótimo vou com sua mãe comprar as coisas para o bebe – Lunch fala animada

Já Turles precisava urgentemente destruir algo. Então ele vai ao outro lado do planeta.

 

Naquela manhã kakarotto se levantou e foi ao banho e deixou chichi dormindo. Ela andava mais cansada que o costume não conseguindo avançar nos treinos fora o apetite que aumentou muito e as coisas que agora ela comida, coisas que antes não comeria de forma alguma. Fora notou que ela estava um pouco mais apática. Ela disse que era um resfriado que era comum na terra que deixava os humanos mais frágeis e suscetíveis a passarem mal e ficarem fadigados.

Mas naquela manhã em especial ela se levantou e estava a vestir o traje sayajin quando kakarotto saiu do banho e começou a sentir de forma intensa a movimentação do ki de chichi. Ele estava completamente desordenado então a ficha caiu como uma pedra na sua cabeça.

-Não! - murmura consigo – chichi você está tomando o remédio das terráqueas? - kakarotto pergunta curioso

-Claro que estou! Porque da pergunta? – chichi pedi curiosa

Será que o ki estava assim por conta do tal resfriado? Ela estava tomando remédios... não... será? Seria um tanto inusitado...não definitivamente é o tal resfriado.

Kakarotto balança a cabeça e foge os pensamentos voltando a se tranquilizar

-Nada, só para ter certeza.

Naquela noite chichi ficaria sozinha novamente

A esquadra de kakarotto e de Raditz saem para uma missão ficariam fora um mês inteiro

 

Vegeta naquela noite estava na cama com Bulma deitada sobre seu peito enquanto aninhava os longos fios azuis. Ele dá um longo suspiro.

-o que você acharia de morar em definitivo aqui no palácio? - vegeta pergunta

Bulma espantada com a pergunta levantando a cabeça

-Mas como assim morar em definitivo, não é você mesmo que fica a esconder que se deita com uma escrava? – Bulma questiona

-eu sei...mas não queria mais deixa-la tão longe. E tão próximo daquele sayajin...- vegeta demonstra seu ciúme

-Ichy? Não se preocupe com ele. Ele sabe que estou com outra pessoa e entende

-rwnnr, eu sei que ele gosta de você. Não ficaria tranquilo de deixar minha femea tão próxima assim dele. – vegeta fala possessivo enrolando a cauda na cintura de Bulma a puxando ainda mais pra ele.

Bulma gosta do ciúme dele.

-Não posso vegeta, tem a minha família.

-E se eu providenciar uma casa para eles? – vegeta fala sério

-Podemos ver isso – Bulma fala dando uma piscadinha e deitando novamente sobre o peito

Vegeta fica confuso sobre o que ela queria dizer com ver isso, era confuso. Os humanos eram confusos. Complicavam e usavam muitas metáforas era irritante.

Mas o principal vegeta resolveu levar a lei ao conselho daqui um mês incluindo a clausula dos filhotes híbridos.

Kakarotto parte em missão e chichi passa a ficar em casa naquele mês que seria terrível para ela, por conta dos aumentos dos enjoos, tonturas, fome e cansaço extremo devido a drenagem vital que o filhote que carregava passaria a fazer. Chichi estava completamente aleia ao que estava acontecendo em seu corpo naquele mês

Vegeta comprou uma das casas próxima ao castelo e alocou Bulma e a família para lá. claro que tudo com a cobertura de Bardock que era o único na cabeça de vegeta a saber do seu vinculo com a humana. Ele liberou uma autorização especial permitindo a troca da alocação deles. Mas sua preocupação real era que a a femea sayajin que deveria se vincular a ele estava cada vez mais a cobrar pelo vinculo já que vegeta não a tinha mais na cama. Na verdade, nem ela e nem outra das femeas o que as estavam deixando desgostosas querendo saber quem era a nova femea favorita do rei a ponto dele não se deitar com mais nenhuma outra. E motivada a isso é que a femea cobrava o vinculo pressionando vegeta cada vez mais. Tinha medo de perder sua posição de futura rainha do Império sayajin

Agora quem estava a ficar sem tempo e sem opção era vegeta. O que seus súditos pensariam em ter uma rainha alienígena? Ele estava muito nervoso e irritado pensando em todas as linhas de possibilidade.

 

Lunch havia preparado um quarto para receber uma criança como as terráqueas fazem o que estava deixando Turles irritado com tudo aquilo. Sayajins eram fáceis, tinham os filhotes colocam em capsulas de crescimento depois tiravam chutando a bunda dos filhotes para o campo de treino só os vendo no jantar e torcendo para que entrasse o mais rápido possível em uma esquadra ou cargo no Império. mas as terráqueas complicavam tudo mais uma vez com todo aquele sentimentalismo. Se realmente essa cria puxar os genes sayajins ela fará exatamente isso, mas o que preocupa Turles é como serão as crias mestiças por humanos. Ele achava que de um jeito ou outro herdariam o frágil e compadecido coração humano e isso era um sério problema. Era como ter um sayajin como sua mãe, forte porem inútil para batalhas.

E naqueles tempos ele estava a destruir mais coisas que de costume por conta da sua ira evitando descontar tudo em Lunch já que a humana tem um temperamento tão forte quanto o dele.

Após um mês fora em missão kakarotto volta naquela noite ao planeta. Quando chega chichi já estava dormindo. Ele tira a armadura e o traje se juntando a ela na cama. Dormindo com a companheira.

Logo pela manhã kakarotto acorda com chichi vomitando muito no banheiro, ela sai depois de um tempo e ele a olha com espanto. Ela estava extremamente apática e o ki completamente instável. Ele sentiu seu coração na boca naquele instante. “droga!”

-Chichi vou chamar um médico para vê-la – anuncia nervoso

Chichi apenas consente e volta para cama. Kakarotto toma café com ela no quarto naquela manhã. a escrava já estava habituada a levar o café para ela ali. Kakarotto perguntou para a escrava a quanto tempo chichi estava assim e a mesma informou junto aos outros sintomas intensos. Kakarotto andava de um lado para outro na sala nervoso. Sua cauda não parava na cintura, por mais que ele tentasse era impossível. Finalmente o medico chega e ele sobe com o mesmo que inclusive achava que chichi era uma sayajin pela aparência até Kakarotto confirmar a raça dela pela coleira. O medico já estava ficando acostumado a ser chamado por consta de escravas humanas ultimamente não estranhando mais nada. Ele faz todo o processo em chichi. Porem agora eles tinham mais informações o que fazia a analise ser mais rápida já que o processo terráqueo foi incluído no banco de dados.

O medico desce junto a kakarotto até a sala.

-E então? – kakarotto pergunta ansioso e temoroso pela resposta

-bom comandante não há duvidas que sua escrava está gravida – fala o alienígena sem rodeios de forma clara e calma.

Kakarotto cai sentando no sofá

Naquele momento na casa de Turles Lunch acorda sentindo uma leve dor como se fosse um desconforto, uma cólica intensa. Então resolve ir para banheira com água quente para aliviar a cólica pois a água era muito relaxante. Turles já havia saído para o castelo aquele dia iriam apresentar a lei de livre união ao sayajins.

Kakarotto deixa o medico sair e retorna ao quarto. Estava atrasado ao conselho e agora desesperado. Ele se veste rapidamente e vai para o conselho se despedindo de chichi. A garota fica confusa com o nervosismo de kakarotto.

O conselho começa. Todos os comandantes estavam presentes a lei seria apresentada como de praxe pelo assistente do rei uma vez que tal lei partiria do gabinete real.

-Lei imperial número 1.879-02b. proposta de livre união aos sayajins permitindo que os mesmos se vinculem a qualquer raça que assim desejarem, estendendo o mesmo direito universal sayajin aos respectivos parceiros bem como a futuras crias provenientes da união.

Nashi não acredita no que acaba de ouvir parecia bom de mais para ser verdade àquela altura. mas não tinha certeza se tal lei seria aprovada, sabia como eram seus conterrâneos jamais permitiriam a mistura das raças.

Os detalhes íntegros da lei em detalhe surgem na fina tela frente a cada um dos 12 membros do conselho. Eles começam a discutir o impacto da lei entre si. As horas passam. Kakarotto estava uma pilha de nervos naquele momento sua cabeça estava na cria que estava a caminho. Não sabia o que esperar, não havia nem cogitado a possibilidade de ter uma cria tão cedo.

O intervalo é dado e bardock faz o que jamais pensou em fazer em sua vida e tudo por culpa dos idiotas dos filhos.

-posso falar com você a sós?- Bardock pergunta a Leek

-claro general – leek fala tranquilo e curioso

Eles entram na sala de Bardock no castelo e leek senta-se na cadeira frente a bardock

-vou direto ao assunto, eu gostaria que votasse a favor na lei que esta em analisa

-porque eu votaria a favor nessa lei? É absurda – Leek fala

- eu sei que você me odeia e eu te odeio por igual, mas considere um favor que estará a fazer não somente a mim, mas também a Gine – Bardock fala abertamente engolindo o seu orgulho naquele momento

Leek o analisa por alguns segundos, sabia o quanto Bardock era orgulho e quanto eles se detestavam e o porque se detestavam, mas não podia negar que amou Gine e faria qualquer coisa por ela sabia o quanto ela era apegada a raças escravas e pressupôs que ela estava a tentar ajudar alguém.

-rwnnr, pela Gine e não por você. – Leek fala se levantando

Então eles saem da sala

Após o almoço a reunião e retomada.

 

Na casa de Turles, Lunch estava a sentir muita dor nesse exato momento deitada na cama. Era quase estridente a dor que sentia então ela percebe o liquido que agora escorria livremente entre suas pernas entrando em desespero total.

Ela tenta entrar em contato com Turles pelo scouter, mas ele não respondia a chamada, então ela liga para Gine pedindo que ela fosse até lá

Gine voa para lá e ao mesmo tempo aciona o médico alienígena. Quando ela chega o escravo a recebe na porta e Gine pode ouvir o grito de Lunch que fez com que ela se desesperasse ainda mais. Ela sobe as escadas e entra no quarto para se deparar com uma Lunch em pleno trabalho de parto. Gine não teve muito tempo para pensar estava quase a gritar em desespero junto com Lunch o maldito medico alienígena que não chegava

-Maldição! – grita Gine

Lunch estava a fazer muita força naquele momento. Gine só pode apoia-la e tentar ajudar como podia. Mais algumas foçar depois e o choro do pequeno sayajin mestiço ecoava pela casa, tinha muita força o choro, bem como nasceu muito parecido com Turles nos traços exceto pelo cabelo que era mais rebelde. Gine segurava o filhote se derramando em doçura e completamente apaixonada pelo pequeno de pesinho morno. Ela então o entrega a Lunch. Um tempo depois o medico finalmente chega somente para finalizar o parto cortando assim o cordão. Lunch precisaria da câmara de regeneração por algum tempo. O medico se retira. E Gine fica a segurar o filhote após Lunch amamentar o que para Gine foi novidade já que não o fez em nenhuma de suas crias. Lunch vai para a câmara de regeneração para se recuperar do parto. As escravas estão a trocar e limpar o quarto naquele momento e Gine a curtir o pequeno sayajin que acabou de roubar seu coração.

 

 

 

 

 

 

 

 



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