História O Político - Capítulo 68


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 68 - Capítulo 68


Fanfic / Fanfiction O Político - Capítulo 68 - Capítulo 68

 Regina👩

Descemos radiantes para a Sala Vermelha e enquanto tentava encontrar meu batom dentro da bolsa, Gerardo chamou um dos garçons.

— Ainda não, princesa vamos brindar primeiro. Por favor, traga uma taça de champanhe e uma de... — Seus olhos encontraram os meus, brilhando.— Tônica, por favor. 

— Em um minuto, Senhor Presidente.

— Meus queridos. — Mamãe veio nos encontrar, abraçando carinhosamente o genro, que não secabia dentro de si onde estava aquele contido político mesmo? — Parabéns, Gerardo muitas felicidades, meu filho.

— Obrigado, Rayssa temos todos os motivos para comemorar hoje. — meu pai, George, com seu copo de uísque inseparável nas mãos, Pâmela, Ethan e Lizzy, o olharam intrigados, vindo cumprimentá-lo.

— Onde está Sophie, mamãe? — minha mãe havia ficado com a neta para que eu pudesse me arrumar, pois naquele dia minha filha estava impossível, querendo participar de tudo, porém esse jantar não seria propíciopara ela por conta do horário e da multidão que nos esperava.

— Ela está ótima, filha, não se preocupe. Nós brincamos um pouco, Alex passou lá, arrumou seu cabelo, jantamos juntas, mas logo pegou no sono foi um dia cheio para ela também. — Sorri imaginando a cena.

— Com certeza, até um bolo ela fez. — Brinquei usando as próprias palavras da minha filha. Gerardo pegou sua taça de champanhe, estendendo a minha tônica também e dispensou o garçom. —Pode ir, se precisar eu chamo feche a porta, por favor.— Ethan que expressou em palavras o que todos estavam tentando adivinhar.

— Vai revelar algum segredo de estado, irmão? — Gerardo o fuzilou, mas sorriu o abraçando. — Por que tanto mistério?

— Eu queria aproveitar que estamos todos juntos e sozinhos nesse momento e fazer um anúncio para a família não quero que vaze ainda, por isso pedi para ele sair e fechar a porta você será tio novamente, seu linguarudo de uma figa não vamos comunicar nada ainda. — A sala vibrou comabraços, beijos e cumprimentos, tanto para mim quanto para ele, que tinha um sorriso pregado no rosto, parecia até mais feliz do que quando descobrimos a gravidez de Sophie.

— Parabéns, meus amores que felicidade, mas um netinho, George. — Pâmela estava emocionada, assim como mamãe, que também me abraçou novamente.

— Essa é a melhor notícia que poderíamos ter depois de meses tão tensos. Parabéns, Gerardo. Filha.— meu pai beijou o topo da minha cabeça e como George, mesmo transparecendo serem de ferro, quando se tratava dos netos, se derretia por inteiro.

— Parabéns, Regina. Filho. — George nos abraçou.

— Obrigado, pai estamos muito felizes. — Entreolhamo-nos felizes.

— Nós também, filho mas estão certos em não anunciar nada ainda.

— É muito recente ainda, George, nem a nossa médica sabe ainda. — toquei carinhosamente o rosto do meu marido, que não parava de sorrir e beijou minha aliança.

— Está tudo muito bom, parabéns aos novos papais. — Lizzy sorriu, abraçando-nos também. —Mas temos um jantar para ir.

— Ok, Chefe do Gabinete! — Gerardo com humor leve, bateu continência para ela, que revirou os olhos e mostrou a língua, fazendo com que todos nós sorríssemos das palhaçadas da dupla.

— Então a senhora irá ao meu casamento em ótima companhia. — Minha amiga puxou meu braço discretamente, tocando meu ventre.

— Oh, meu Deus! Não tinha pensando nisso teremos que contar antes disso, estarei de mais ou menos quatro meses também...

— Como no seu casamento. — Abraçou-me de lado, enquanto eu colocava minha taça em cima da mesa de centro.

— Como estão os preparativos?

— Precisamos organizar algumas coisas. Ethan não ajuda em nada tudo para ele é festa. — Revirou os olhos novamente.

— Homens, minha querida. — Olhei para os dois, que pareciam duas crianças sorrindo e brindando sem parar. — Faço questão de ajudar, que tal marcarmos amanhã para definirmos o que falta?

— Ok! Gerardo hoje está com a corda toda, hein? — Cutucou minha costela. — Desculpe a titia, bebê.

— Não é nada do que sua mente poluída está pensando, só estamos felizes. — Dei de ombros.

— Mas para chegarem a esse patamar o treino foi maravilhoso já contou para Sha? Ela vai surtar. — Balancei a cabeça lembrando as palavras de Gerardo na clareira no começo do ano...Treinamento e Prática.

— Ainda não, fiz o teste agora à tarde e ela já está no jantar.

— Vamos, princesa pois a Senhorita Campbell nos apressa e depois fica de fuxico. — Gerardo enlaçou minha cintura.

— Não me provoque, Gerardo.

— Não me chame assim para você sou Presidente Martínez. — Mais uma vez rimos das provocações entre ele, Ethan e Lizzy e agradeceria aos nossos amigos sempre, por fazer a vida do meu marido mais leve. Esquecendo um pouco toda aquela atmosfera do poder, mesmo com apenas trinta e três anos. Já na garagem, cumprimentamos Jonathan que nos esperava com a porta de trás do Cadilac One aberta.

— Boa noite, Jonathan.

— Boa noite, Primeira Dama. Senhor Presidente. — Gerardo sorriu, batendo nas costas de seu fiel escudeiro, arrancando um sorriso do rosto dele.

— Sua alegria é contagiante, Senhor Presidente.—Acomodamo-nos no banco traseiro e Gerardo ajudou-me a prender o cinto.

— Minha vontade, como já te disse, Primeira Dama, é gritar aos quatro cantos o tamanho da minha alegria.

— Eu sei, mas tudo na sua hora certa. — Entrelaçamos nossos dedos enquanto encostava minha cabeça no banco, inclinando-a em sua direção, prestando atenção em cada detalhe do meu marido. Como Gerardo era lindo seu cabelo desgrenhado, seu rosto perfeito, seu corpo tentador e definido; suspirei, fazendo-o sorrir imitando meu gesto.

— Apreciando a paisagem?

— Você é tão lindo. — Toquei seu rosto, ganhando um beijo nas costas da mão. — Quero ficar assim os nove meses, te olhando, como na gravidez de Sophie. Da outra vez deu certo ela é inteira você.

— Com a sua teimosia. — Fiz um esgar de desaprovação.

— Minha, sei... — Não tínhamos clima para discussões estávamos apenas felizes isso nos bastava.

— Senhor Presidente chegamos. — Fomos tirados de nossos devaneios com Jonathan anunciando que estávamos em frente ao Walter E. Washington Convention Center, um dos centros de convenções mais famosos de Washington. Respirei fundo, arrumando-me no banco e passando meu batom, esperando apenas o aval dos seguranças e da nossa assessoria para darmos início ao nosso compromisso da noite.

— Você está bem, não está indisposta?

— Eu estou ótima, amor, não se preocupe. — Pela primeira vez olhei para fora do carro reparando na multidão que nos aguardava. — Se preocupe com eles, que estão aqui para parabenizá-lo. — Dei um tapinha reconfortante em sua coxa.

— Minha preocupação maior sempre será com vocês. — Tocou meu ventre, ao mesmo tempo em que Sha abria a porta do carro.

— Boa noite, meus queridos tudo pronto.

— A segurança?

— Estamos cercados por dez quarteirões, cobertura aérea, os franco estão nos prédios ao redor. Cães farejadores fizeram três varreduras antes dos convidados chegarem, os detectores de metal estão funcionando e temos um scanner de corpo inteiro funcionando na entrada principal, Senhor Presidente. — Antigamente acha tudo isso exagerado, agora eu entendia que precisávamos sim de segurança, principalmente para meu lindo marido, que respirou fundo, descendo do carro e estendendo-me a mão gentilmente, enquanto já acenava, fazendo com que os gritos ensurdecedores recomeçassem.

— Pronta? — Enlaçou minha cintura.

— Com você ao meu lado? Sempre. Feliz aniversário, meu amor. — sorrimos e fomos clicados por todos os ângulos, antes de caminharmos em direção ao povo que estendiam presentes, câmeras, cartas, canetas, fotos e revistas para que autografássemos. Fiquei um pouco para trás, pois aquele era o dia dele brilhar e comemorar seu aniversário junto com o povo que o elegeu. Sem tirar os olhos das meninas eufóricas, gritando como se ele fosse um astro pop do cinema os hormônios da gravidez dando o ar de sua graça, minha vontade era baterem cada uma delas.

— Primeira Dama. — Fui trazida de volta ao presente, tendo que deixar meus instintos assassino dormirem novamente, por um dos jornalistas presentes e sorri, virando para ele, não deixando Gerardo me perderde vista, pois isso o deixaria maluco, mesmo estando cercada por inúmeros seguranças e Sha.

— Boa noite!

— Boa noite, Primeira Dama apenas uma curiosidade. — Tentei adivinhar o que era daquela vez, já que nossa vida era uma intensa novela para todo o mundo.

— O vermelho, — apontou para meu vestido. — Sempre escolhido na maioria dos eventos, transformando-a na mais linda dama de vermelho dos EUA, é algo proposital? Já ouvimos a senhora falar disso, se eu não me engano, no programa da Oprah, mas gostaria que contasse para nós também. — Eu ganhei esse título, que me fez sorrir na época, lembrando as palavras de Gerardo quando me pediu em namoro.

— Sim, o vermelho foi um pedido do meu marido, quando começamos a namorar, na verdade quando nos conhecemos, eu usava um lindo vestido vermelho e acho que encantei meu Presidente. Quando ele me pediu em namoro, ele exigiu que eu estivesse de vermelho em todos nossos eventos, para sua alegria e desespero dos meus estilistas. — Todos acharam graça o que fez com que encolhesse os ombros, piscando inocente. Olhei diretamente para Gerardo, que mesmo dando atenção para todos ao seu redor tinha o radar ligado em mim.

— Obrigado, Senhora Martínez, sempre tão receptiva. Mas que merecido o título também de Primeira Dama mais querida de todos os tempos.

— Eu que agradeço a receptividade de vocês sempre. — Afastei-me encarando meu marido, que naquela hora tirava uma selfie com uma garota de celular rosa bufei sendo encarada por Sha.

— O que foi isso? Há muito tempo não vejo você se preocupar com esse tipo de assédio. —Enlaçou nossos braços, enquanto andávamos em direção a porta do centro de convenção.

— Apenas não gosto dessas meninas que não sabem se colocar em seus lugares eu já fui uma delas que suspirava por ele. — Disse resignada.

— Mas nunca pediu uma selfie com seu celular rosa. O que está acontecendo? Essa irritabilidade repentina... — Sorri, olhando para minha amiga.

— Você será tia novamente. — Falei em um único fôlego, observando as reações da minha amiga e assessora.

— Oh, meu Deus! Isso é maravilhoso! Como descobriu? Por que não me contou? Ele já sabe? — Sha disparou perguntas como uma metralhadora, tentando conter seus pulinhos, pois estava trabalhando, toda elegante em um vestido preto.

— Sim, ele foi a primeira pessoa a saber já que se trata do pai da criança. — Toquei meu ventre sem nem notar. — Descobri hoje à tarde, por um teste de farmácia, mas estava desconfiada e atrasada há alguns dias como iria te encontrar hoje...

— Ela já sabe. — Lizzy confirmou balançando a cabeça ao chegar ao nosso lado, se apossando do meu outro braço.

— Por que ela sabia e eu não? — As duas se fuzilaram e eu gargalhei.

— Porque contamos para nossa família antes de sairmos de casa você já estava aqui, por isso está sabendo só agora, mas pela mãe feliz e não pelo pai babão.

— Aí que felicidade. — As duas me abraçaram e Lizzy provocou novamente.

— Ela será a grávida mais linda no meu casamento.

— Pare! Eu amo as duas e não sou um cabo de aço para ser puxada desse jeito. — Repreendi-as, tentando manter a seriedade.

— Ok! Mas dessa vez eu serei a madrinha...

— Junto com meu Jar. — Sha disse sofrida.

— Desculpem essa troca de casais para padrinhos dos meus filhos. Mas tudo ficará em família agora.

— Tudo pronto para entrarmos?

— Nossa ele não morre mais. — Lizzy brincou e vimos Sha sorrir apaixonada enquanto erámos tiradas do nosso tricô de comadres com Jared vindo ao nosso encontro, com Gerardo logo atrás, cercado de seguranças.

— Você está bem? — Enlaçou minha cintura novamente, depois que as madrinhas dos meus filhos deram passagem.

— Eu estou ótima, apenas te esperando.

— Hoje foi mais demorado que imaginei.

— Eles te amam, até aquelas garotas de celulares rosa. — Comentei irritada.

— O que é isso, ciúmes, Senhora Martínez ? — Começamos a andar cercados por nossa equipe.

— O senhor ainda não me viu com ciúmes. — ele gargalhou, pegando-me desprevenida e beijando minha boca com intensidade.

— Acho que está de bom tamanho essa demonstração do meu amor por você. — Todos pararam nos encarando, enquanto acariciava sua nuca. — Nem sabia que havia celulares rosas ali...

— Com vocês os anfitriões dessa festa maravilhosa, o Presidente Martínez, que ao lado de sua bela Primeira Dama, Regina Martínez, generosamente dedicou o dia do seu aniversário para esse Jantar Beneficente angariando fundos para a ONG presidida por sua mãe e Pâmela Martínez.— Agradecemos o mestre de cerimônia ao mesmo tempo em que começamos a receber os cumprimentos de todos os convidados. Depois de alguns minutos conseguimos chegar até o palco, onde o microfone foi passado para meu marido, que tinha um lindo sorriso no rosto, causando estranheza para algumas pessoas que estavam acostumadas a vê-lo sempre sério.

— Boa noite, a todos os presentes! Nesse dia especial, a ideia da minha esposa e de sua assessora Sharon. — Olhei para Sha ao lado do palco, que tinha os olhos marejados. — De compartilhamos com vocês o dia do meu aniversário, veio a calhar, pois além de comemorarmos juntos, estaremos ajudando os mais necessitados. Hoje, desde o momento que abri meus olhos, eu não pedi nada além do que já tenho apenas agradeci imensamente tudo que Deus me dá diariamente, principalmente pela serenidade de guiar os passos desse país com a mesma destreza, amor e comprometimento que cuido do meu presente mais precioso, nossa filha. É por Sophie, que representa todas as crianças desse país. — Olhou discretamente para meu ventre, para que eu entendesse que ele estava falando tambémdo nosso bebê. — É que declaro oficialmente aberto nosso maravilhoso jantar, esperando poder sair daqui com mais esse dever cumprido o de poder fazer da vida do nosso próximo melhor. Sejam bem-vindos e divirtam-se.

Mas uma vez o salão irrompeu em aplausos enquanto nos acomodávamos em nossa mesa, ao lado dos nossos pais e amigos. Lembrei naquele momento de Dibe, que não havia comparecido ao jantar por causa de um problema no museu, mas que fazia parte daquele projeto tanto quanto nós pouco tempo depois da sobremesa, o mestre de cerimônia interrompeu a orquestra, que tocava Frank Sinatra, dando início ao Leilão. Claro que já conhecia a lista de itens, mas isso não quis dizer que fiquei menos animada. Teríamos artigos que iam de um final de semana em um castelo na França, passando por faqueiros exclusivos da família Martínez, baixelas Chinesas, que disponibilizei do tríplex, joias exclusivas, enviadas por Stefan Word, o mesmo que desenhou meus anéis de compromisso, noivado e as nossas alianças de casamento até a uma semana em Bali, com tudo incluso.

— Tudo muito chique, não é, filha? — Sorri do deslumbre da minha mãe.

— Concordo, mamãe no que está pensando? — Abanei o papel fino em minha mão.

— Que tal uma semana em Bali? — Apontou para papai, que como sempre, estava atento a tudo ao nosso redor.

— A cara dele. — Gargalhamos quando o maior lance foi dado para as baixelas chinesas e para meu espanto, conseguimos por elas mais de duzentos e cinquenta mil dólares.

— Agora um lindo final de semana concedido pelo Príncipe Harold no  Castelo Vincennes com lance inicial de cem mil dólares.

— Cento e cinquenta. — Assustei-me quando vi meu marido com a placa levantada.

— Um final de semana em um Castelo, Senhor Presidente?

— Nada mais propício para uma princesa agora não me desconcentre, não posso perder nenhum lance. — Sorri do divertimento de Gerardo, como se ele precisasse comprar esse final de semana para estarmos em algum castelo.

— Cento e setenta e cinco. — Ouvimos um lance do fundo da sala.

— Duzentos e cinquenta.— Uau! Meu marido estava mesmo disposto a pagar por esse Castelo.

— Duzentos e cinquenta... Quem dá mais? Dou-lhe uma... Dou-lhe duas... — Ninguém seria louco de discutir com o Presidente do país e anfitrião da festa. —Vendido para o Senhor Gerardo Martínez. —Ele sorriu como uma criança.

— Pronta para passar um lindo final de semana no Castelo de Vincennes, princesa? — Sussurrou causando-me arrepios.

— Mais que pronta animadíssima eu te amo, Senhor Presidente.

— Também te amo, Primeira Dama. — Beijamo-nos castamente.

Nos divertimos muito ainda, vendo minha mãe dar alguns lances para a semana em Bali, mas parece que meu pai não gostou muito, então ela deixou que um dos Senadores ganhasse essa batalha. Porém conhecendo minha mãe sabia que o Chefe Bárcenas teria que organizar uma décima lua de mel perfeita e rápida, para amenizar aquele bico, igual ao meu e ao de Sophie. No final da noite voltamos sozinhos para casa e ainda estávamos nos divertindo da minha brigando com meu pai.

— Sua mãe é uma figura, princesa. — Dispensamos os seguranças e fomos para a Sala Vermelha Gerardo me rodopiou em seus braços.

— Ela é devo confessar que seu bico é idêntico ao meu e o da sua filha. — Ele gargalhou, esticando o braço, em uma dança sem música.

— Quando eu digo... Inteira você. — Fiz o bico de propósito ganhando um selinho.

— Que tal uma dança, Senhora Martínez?

— Tudo que você quiser, meu amor, o dia é seu. — ele desfez nosso abraço, sorrindo sacana e foi até o aparelho de som, deixando Dire Straits com Your Latest Trickecoar no home theater. Sua volta até o centro da sala, onde eu o esperava foi teatral Gerardo dançava ao ritmo gostoso da música, esticando os braços para que eu o acompanhasse. Começamos a nos movimentar com ele grudando meu corpo ainda mais ao dele. — Agora que somos apenas nós dois o que preparou para nossa comemoração, princesa? — Sua voz sussurrada no meu ouvido estava carregada de malícia.

— Depois de dar a você o melhor presente de todos, já deve imaginar como estou pegando fogo devido ao meu estado hormonal, não é, amor? — Esfreguei-me descaradamente em sua coxa fazendo-o gemer.

— Isso quer dizer?

— Que você pode me comer aqui mesmo, amor, principalmente porque para facilitar sua vida, tirei a calcinha em uma das minhas idas ao banheiro. — Para confirmar, ele desceu sua mão por minha bunda, tendo a certeza do que estava falando.

— Nossa noite será curta para o que eu pretendo fazer com você, baby.

— Mal posso esperar, amor.—

Como prometido enquanto rodopiávamos por toda a Sala Vermelha, ele me comeu na sala das câmeras, onde sempre nos encontrávamos secretamente. Nos levando depois para nossa suíte, onde ele deu-me repetidos orgasmos com calma na cama, com fome no chuveiro e preguiçosamente na banheira. Estávamos felizes e nada poderia nos tirar dessa bolha feita de paz, amor e muita harmonia...


Notas Finais


Vcs gostaram do avatar dos personagens?


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