História O Político - Capítulo 69


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Categorias 50 Tons de Cinza
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Palavras 3.490
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 69 - Capítulo 69


Fanfic / Fanfiction O Político - Capítulo 69 - Capítulo 69

Gerardo👱‍♂️

- Com muita seriedade, protecionismo e dedicação, nosso presidente, Gerardo Martínez, acabou de anunciar o fim da batalha contra o Estado Islâmico, que culminou com a morte dos principais líderes e prisão de vários membros do grupo. Essa que não poderá ser considerada uma guerra sangrenta, graças à diplomacia com que nossos líderes agiram com os países envolvidos. Tivemos sim, perdas lastimáveis dos dois lados, porém nada que entrará para a história dos EUA como um "banho de sangue". A intenção do nosso país desde o começo foi apenas defender o mundo contra ameaças nucleares e de terroristas, pelas quais estávamos sendo reféns há alguns anos. Lá, no campo de batalha, nossos soldados e especialistas do Pentágono, encontraram várias fábricas, que foram desativadas, junto com laboratórios que produziam material potencialmente perigoso. Mas uma vez nós da ABC, em conjunto com a população norte-americana agradecemos nosso Presidente por governar nosso país com pulso firme, e nas palavras dele sempre, com a alma terna, que abraça seu povo, tentando resolver os problemas de um por um. Com isso se tornando ocomandante mais querido de todos os tempos termino nossa edição da manhã com trechos do seu Pronunciamento.

- Querida população americana, venho até vocês hoje em rede nacional para decretar o fim da nossa batalha com o Estado Islâmico. Foram os seis meses mais difíceis do meu governo até então, pois em hipótese nenhuma gostaria de ter envolvido nossos nobres soldados em uma guerra. Chegamos lá com um intuito investigativo, mas não fomos recebidos como tal. Porém os governos envolvidos se retrataram, dando livre acesso e carta branca para que nossos soldados continuem lá, agora para ajudar a população afetada em uma campanha de reconstrução. Por isso, tanto eu como os responsáveis pelo Pentágono, comandaremos essa operação com o apoio dos líderes daqueles países. Nós continuaremos lutando pela paz e a harmonia da nossa nação, mas principalmente do mundo em que vivemos, pois sempre seremos todos iguais. Seres humanos convivendo sem distinção. Obrigado a todos pela atenção e um bom dia.

- Acabou! - Respirei fundo, ainda de braços cruzados, apoiando o corpo sobre a mesa do meu gabinete, enquanto Regina caminhava em minha direção, vindo do outro lado, perto da TV de plasma ligada, onde estavam Ethan, Lizzy, meu pai e Sal

- Ficou perfeito, amor. - Ela aproximou-se, beijando-me suavemente.

- Você tem grande parcela nesse pronunciamento, Primeira Dama. - descruzei meus braços, enlaçando sua cintura.

- Obrigada por me deixar participar. - Seus olhos encontraram o meu e ali pude entender mais uma vez que precisaria sempre dela ao meu lado, mesmo negando isso algumas vezes a mim e principalmente a ela.

- Não há nada que agradecer, somos uma equipe, lembra? - Sorrimos ainda com nossos olhos conectados.

- Sim. - Acomodou-se no meu abraço, enquanto seu pai começava a falar.

- O próximo passos será mantermos nossos soldados em alerta enquanto estivermos naquele território.

- Você tem razão, Chefe não podemos confiar em meia dúzia de palavras bonitas do governo daquele país.

- Eles seriam capazes de uma artimanha? - Regina se agitou, olhando do seu pai para o meu, que ainda mantinham seu diálogo.

- Não podemos baixar à guarda, Regina, estamos falando de uma guerra.

- Vocês têm razão. - Ela concordou, mas senti seu corpo inteiro estremecer.

- Ficaremos de sobreaviso também para o caso deles fazerem alguma manifestação.

- Ok, Sal! Estamos indo para a Riviera, mas estarei interligado com vocês vinte quatro horas. - Regina exalou ruidosamente, mesmo sabendo que essa era minha função.

- Vão tranquilos, uma semana não fará diferença nas negociações caso alguma reivindicação ou problema exija sua presença, podemos usar a teleconferência. - Sal respondeu compenetrado.

- Já que estamos resolvidos por aqui, vou terminar de arrumar nossas coisas, vamos embarcar ainda hoje.

- Terei apenas mais uma reunião antes da nossa saída, princesa.

- Ok! Esperarei você em nossa suíte. - Respondeu, despedindo-se de todos na sala.

- Rayssa e Pâmela irão quando?

- No meio da semana, Sal queremos alguns dias apenas nós três. Quer dizer... Nós quatro. Levaremos apenas uma babá, Jonathan e Vânia, tendo ajuda dos funcionários de lá Regina decidiu assim e concordei precisamos de alguns dias de paz e sossego.

- Aproveite, pois logo começa tudo de novo. - Ethan tinha um sorriso brincalhão, o que fez com que o fuzilasse com os olhos. - O quê? Estou falando alguma barbaridade? É o seu trabalho, senhor Presidente. - Deu de ombros e com Ethan não teria como discutir, ele teria essa liberdade comigo para o resto da vida.

- Vamos terminar logo com esses assuntos pendentes que não quero viajar muito tarde.

- Quero ser informado de tudo, três ligações diárias e um relatório detalhado no final do dia, Cartney, qualquer coisa, contate-me na mesma hora. - Estávamos caminhando de volta a ala residencial da Casa Branca enquanto acertava os últimos detalhes com meu assessor.

- Vai tranquilo, Gerardo, acho que por hora eles não nos darão problemas a oposição está sob controle, nossa vitória vai nos dar pelo menos quinze dias de descanso. - Lizzy veio correndo com alguns papéis na mão.

- Gerardo! Você esqueceu de assinar esses aqui. - Peguei-os de suas mãos, não perdendo tempo.

- Apenas esses? - Ela confirmou e seguiu conosco.

- Cá entre nós, irmão, dessa vez você não percebeu nada de diferente? - Sabia do que Ethan estava falando, mas antes de xingar, vi que Sophie vinha correndo em nossa direção, pulando em seu colo. - Porquê da outra vez olha no que deu. - Abraçou minha filha, beijando seu rostinho miúdo. Ele foi repreendido pela noiva. 

- Ethan! Isso é coisa de se falar.

- Tio Than Than. - Ela gritava escandalosa como a mãe.

- Minha filha te salvou de uma resposta à altura, Cartney. - Fuzilei-o pela segunda vez no dia. - Mas só para você engolir essa curiosidade não, eu não percebi, pois dessa vez descobrimos ainda no primeiro mês.

- Papai, eu já estou pronta, você está pronto também? Estamos saindo? - Sophie pulou para meu colo e pude sentir seu cheirinho de banho recém tomado.

- Já estou indo me arrumar, princesinha vocês, cuidem de tudo. - Disse, apontando meus assessores. - Jordan estará à frente de tudo esses dias, mas quero que todos os assuntos passem por nós antes.

- Vamos procurar a mamãe?- Perguntei à Sophie, depois de despedir-me dos dois.

- Vamos. - Ela se desceu do meu colo, correndo na minha frente e quando chegamos à suíte presidencial observei a cena mais linda que era repetida dezenas de vezes ao dia desde que nossa filha descobriu que na barriga da mamãe estava seu irmãozinho. Ela abraçava e beijava o ventre de Regina sem parar. Aquela manhã em que contamos para ela foi inesquecível...


Flashback on

- Bom dia, meu amor. - Regina beijou a cabecinha da nossa filha acordando-a na manhã seguinte ao meu aniversário.

- Mamãe, papai. - Ela sorriu preguiçosa, jogando-se em nossos braços.

- Bom dia, princesinha vamos tomar café. - Apontei para o piquenique montado no chão do seu quarto, como ela amava. Ela confirmou e enquanto Regina a levava para o banheiro, estirei-me no chão, como fazia desde que ela era bebê.

- Papai, a gente vai brincar? - Voltou correndo vestindo ainda seu pijama cor de rosa.

- Vamos, amor. - Beijei o topo da sua cabeça depois que ela sentou no meu colo.

- Amorzinho, o papai e a mamãe têm uma coisa para te contar. - Regina se acomodou ao nosso lado, tendo os olhos da nossa filha fixos nela.

- É um presente? - Sorrimos cúmplices sim, era um lindo presente.

- Sim, querida venha aqui perto da mamãe. - Minha esposa esticou os braços encontrando os dela e pegou-a no colo. Aproveitei e dei a volta, colocando-as nos meus braços, acomodando as costas de Regina no meu peito.

- Aqui dentro da barriga da mamãe tem um lindo presente para nós três. - Sophie nos olhou sem entender.

- Mas, mamãe, como? - Levantou as duas mãozinhas.

- O papai plantou uma sementinha aqui dentro, como quando você nasceu e daqui a alguns meses você terá um irmãozinho.

- Um irmãozinho só meu, para brincar comigo? - Os olhos de Regina marejaram assim que encontraram os meus também emocionados.

- Um irmão para brincar com você, ser seu amigo, companheiro. - Disse observando o cuidado dela com a barriga lisa de Regina.

- Mas como ele cabe aí, papai? - Que que as perguntas continuassem nesse nível, meu Deus! Sorri, acariciando seu semblante confuso.

- Ele ainda é muito pequeno, meu amor, logo a barriga da mamãe começará a crescer e quando estiver desse tamanho. - Estiquei meus braços entre elas fazendo-a rir. - Ele virá para brincar com você.

- Mas antes você terá que ajudar a mamãe a cuidar dele, porque quando eles nascem são muito delicados.

- Como minhas bonecas?

- Isso, meu amor.

- Depois ele brincará comigo?

- Com toda certeza. - Foi minha vez de responder.

- Mas ele é menino. - Fez um beicinho.

- Isso não impedirá de serem amigos, porém ainda não sabemos se ele é um menino ou uma menina. - Tentei explicar.

- Tá. - Ela respirou fundo como se estivesse absorvendo tamanha informação.

- Está feliz?

- Estou. - Abriu o sorriso que iluminava nossas vidas, mas do que a luz do dia. - Eu nunca mais ficarei sozinha. - Dizendo isso, Sophie abraçou a barriga da mãe, beijando-a sem parar, fazendo com que Regina se contorcesse em meio às lágrimas que teimavam em cair de alegria e emoção por estarmos construindo uma família abençoada por Deus.

Flashback off 


- Pronta para aterrissar em nosso refúgio feliz ? - apertei a mão de Regina ao meu lado, poucos minutos antes de chegarmos à Riviera, que sorriu preguiçosamente. Foi uma viagem tranquila, sem grandes percalços, com minha esposa enjoando apenas no começo, mas dormindo durante quase toda a viagem, com Sophie, no quarto do jato. Já Jonathan e Vânia viajaram ao nosso lado, calados e compenetrados, como sempre. Mas sentia, assim como Regina que esses dois estavam juntos, mesmo não demonstrando nenhum sinal aparente, porém seus olhares não negavam a atração que tinham um pelo outro. 

Para nossa viagem além de poucos funcionários, preferi também usar nosso avião particular, pois todas as vezes que o Air Force One saia de Washington era uma operação de guerra, tendo que disponibilizar centenas de pessoas tendo que usar dois aviões idênticos para despistar qualquer atitude suspeita contra nós. Por isso, quando nossas viagens eram particulares, como nossas idas para Riviera, Nova York ou Sumas, utilizávamos o jato particular.

— Pronta! — Regina beijou meu rosto.— Desafivelei nossos cintos, entrelaçando nossos dedos. — Então venha, vamos aterrissar da cabine, estou com saudades.

— Amor, mas... — Ela sorriu, conhecendo muito bem minha impulsividade.

— Quero pousar, sentir a sensação do poder nas mãos. — Depois de toda a tensão dos últimos seis meses, precisava extravasar e pilotar exigia uma concentração que era relaxante.

— Ser o Presidente dos EUA é pouco para você, não é? — Balançou a cabeça, arrumando o vestido rosa, colado no corpo sem deixar aparentar ainda a segunda gravidez, por estar apenas de dois meses e acompanhou-me até a cabine, rindo.

— Boa noite, Comandante Lennox você me autorizaria a pousar? — Perguntei como um menino prestes a pegar seu controle remoto.

— Claro, Senhor Presidente. — Ligando o piloto automático ele me cedeu seu lugar, sentando em uma das poltronas auxiliares da cabine logo atrás junto com Regina, já que por lei os dois não poderiam sair do comando ao mesmo tempo. Por isso o copiloto se manteve ao meu lado.

— As crianças e seus brinquedos. — Regina apertou seu cinto sorrindo da vista que tínhamos dali, que era única, principalmente na Riviera Francesa. Enquanto eu desativava o piloto automático, recebendo todo o controle do avião em minhas mãos através do manche.

— Aqui é G 650 Martínez by Fly, pedindo autorização para aterrissar em Vila Leopoldida. — Coloquei meu fone, vendo Regina repetir meu gesto e chamei a torre pelo rádio.

— Autorização concedida, G 650 Martínez by Fly tempo estável sem grandes complicações. — Olhei para frente e logo avistei a pista da nossa casa, puxando o manche para mim e tendo aquela sensação única, nos coloquei de volta ao chão, gritando como um garoto de dezoito anos. Pois era assim mesmo que me sentia quando se tratava dos meus brinquedos. Na verdade era como se um blues ecoasse em meus ouvidos, deixando-me completamente calmo e feliz.

— Foi uma bela aterrissagem, Martínez. — Regina apertou meu ombro.

— Obrigado, baby. Eu te amo.

— Eu também te amo, garoto. — Piscou travessa quando olhei para trás, acendendo-me por completo.

Um garoto de dezoito anos também tinha suas necessidades à flor da pele gargalhei soltando meu cinto e ajudando-a com o dela. Já em casa, depois de nos despedirmos dos pilotos, que dormiriam na casa de hóspedes, ficando conosco, caso precisássemos, ajudei Jonathan com a bagagem enquanto Regina levava Sophie, ainda dormindo, até seu quarto com a ajuda de Lupe.

— Vânia, você e Jonathan estão dispensados podem se acomodar na casa de hóspedes também. —Voltei para a sala encontrando os dois à espera das próximas ordens. — Aproveitem o paraíso, não vamos sair daqui, então, todos estaremos de folga.

— Ok, Chefe! Se precisar estaremos por perto.

— Pode deixar. Boa noite.

— Boa noite. — Os dois responderam uníssono e saíram cumprimentando Regina que entrava na sala, já descalça e com os cabelos amarrados em um coque solto, completamente sensual.

— Acho que sua filha não acorda mais hoje. — Aproximou-se, mordendo meu queixo. — Que tal um banho, meu piloto predileto? Enquanto isso prepararei alguma coisa para nós comermos.

— Pensei que viria comigo. — Fiz um beicinho, fazendo-a gargalhar, jogando a cabeça para trás dando acesso livre ao seu pescoço, que foi prontamente pego por minha boca.

— Agora não. — Enlaçou minha cintura com os braços. — Estamos com fome e eu mesma quero preparar algo para comermos. Que tal uma massa, Senhor Presidente?

— Aqui eu sou apenas seu princesa, o Presidente ficou daquela porta para fora.

— Então eu posso fazer o que quiser com você? — Mordeu os lábios, olhando-me intensamente.

— O que quiser. Além disso, estamos sozinhos, já dispensei todos os funcionários.

— Ótimo! Então tome seu banho e encontre-me na cozinha. — Bateu na minha bunda.

— Seu desejo sempre será uma ordem.

— Eu sei disso. — Deu de ombros indo para a cozinha, deixando-me ali parado, embasbacado com sua beleza natural, principalmente grávida. Depois de uma ducha relaxante, passei pelo quarto da nossa filha, que dormia tranquilamente com Lupe, que preparava-se para deitar também.

— Precisa de alguma coisa, Senhor Presidente?

— Não, Lupe, apenas descanse, a viagem foi longa.

— Obrigada, o senhor também. — Sorriu singelamente para mim que estava parado, encostado no batente da porta, admirando meu bebê. Saí, fechando-a atrás de mim, seguindo o cheiro da comida e o barulho do som ligado, que naquele momento tocava Rolling Stones. Chegando à cozinha me deparei com uma cena que fez com que meu pau endurecesse na hora Regina rebolava ao som da música, enquanto mexia alguma coisa dentro da tigela, fazendo com que o vestido justo subisse a cada requebrada daquela bunda tentadora. Tentando dar algum espaço para que ela terminasse nosso jantar eu esfreguei o rosto com a mãos, reprimindo um gemido para não me denunciar, mas eu não estava mais aguentando, então aproximei-me, moldando meu corpo atrás do dela.

— Oi! Você voltou. — Falou, deitando a cabeça para o lado e exibindo seu pescoço mais uma vez para que eu o beijasse.

— Ótima escolha. — Prendi seu corpo entre o meu e o balcão da pia, sussurrando no seu ouvido.

— A massa ou a música? — Brincou sabendo do que eu estava falando, pois naquele momento esfregava suas costas em minha ereção.

— Sua rebolada, mostrando que essa bunda está louca para ser preenchida por meu pau.

— Amor — ela suspirou, completamente entregue nos meus braços.

— Que tal desligarmos essa massa e brincarmos um pouco, princesa? — Ergui um pouco seu vestido, encontrando sua bunda lisa e a apertei com força, deixando minha marca ali, mas quem se importava?

— Do que vamos brincar, amor? — Perguntou, levantando seus braços e os enlaçando por trás da minha cabeça.

— Esconde- esconde? — Minhas mãos desceram para o elástico da sua calcinha e o tecido fino e delicado deslizou por suas pernas.

— Adoro essa brincadeira. — Gemeu, quando sentiu meus dedos entrando em sua intimidade molhada, enquanto a outra mão já trabalhava em seu seio, ainda coberto pelo vestido. — Hum! Que delícia.

— Eu sei que você gosta, mas é melhor irmos para nosso quarto, não queremos ser pegos, não é? — Regina nem conseguia falar, apenas confirmou, desligando a massa e já escorrendo-a na pia, mas quando virou de frente para mim, gemeu pela falta de contato, pois com toda a movimentação aproveitei para saborear os dedos que estavam dentro dela a poucos segundos.

— Acho que estamos prontos. — Desceu seu olhar para meu pau, que estufava a calça de pijama, completamente ereto.

— Com certeza. — Impulsionei seu corpo ao meu, enlaçando suas pernas no meu quadril e comecei a me mover com ela no meu colo, sem saber muito bem para onde estávamos indo, pois naquele momento minha boca já estava tomada pela dela.

— Que tal o escritório? Está mais perto. — Encarou-me com os olhos cheios de tesão.

— Ótima pedida novamente. — Sorrimos, com nossas bocas grudadas.

Mudei a direção, indo para o escritório que ficava no primeiro andar e chegando lá, ouvi algumas coisas caírem no chão, percebendo que estávamos na enorme mesa do cômodo com Regina já sentada, puxando meu corpo para o dela apenas com as pernas. Minhas mãos apertavam sua pele fazendo com que ela gemesse, pedindo por mais, enquanto minha língua circulava seu mamilo já descoberto.

— Amor, por favor… não estou aguentando. — ela se esfregava na minha calça de pijama, dando ênfase no que pedia.

— Paciência é uma virtude, princesa. Deita. — Espalmei minha mão entre seus seios e a empurrei delicadamente pra trás. Obediente, Regina se reclinou na mesa dando livre acesso aos seus seios, que logo juntei com as mãos, deixando minha língua trabalhar lentamente entre eles, vendo minha mulher completamente excitada embaixo do meu corpo, mantendo seus olhos fechados.

— Estou pegando fogo, amor. Não faz assim. — Sorri, soprando levemente no vão dos seus seios. Ela delicadamente empurrou meu corpo com os pés, para a cadeira giratória atrás de mim, fazendo-me sentar. — Eu quero você. — Seus olhos queimavam nos meus e naquele momento a devassa que amava tanto tinha tomado conta do seu corpo. Regina levantou-se da mesa e sentou no meu quadril, sem ainda se encaixar em mim.

— Você quer brincar? Então nós vamos brincar, querido.— Passei meu braço por volta da sua cintura, mordendo seu ombro, pronto para seu ataque.

— Eu quero você dentro de mim agora. — Ela sussurrou no meu ouvido, passando a língua no contorno da minha orelha. Assisti, extasiado, quando ela se ergueu, tirando minha calça e descendo completamente encaixadaem mim.

— Ahhhh. — Gememos juntos e essa foi a deixa para ela começar a cavalgar. Suas unhas estavam cravadas no meu ombro enquanto se mexia sensualmente na minha frente, ainda com o vestido enrolado na cintura.

— Isso, minha devassa rebola nesse pau que é só seu. Olhe nosso encaixe perfeito. — Baixamos nossos olhares juntos, vendo como nosso encaixe era perfeito, feito sob medida. Eu estava vidrado, olhando a forma como seus seios subiam e desciam enquanto ela se movimentava, quase sendo esfregados no meu rosto e não perdendo tempo, os abocanhei, escutando-a gemer alto. Naquele momento encontrei a deixa para nos virar, deixando ela deitada sobre a mesa com a bunda virada para mim, me encaixando nela novamente sem perder o ritmo.

— Minha vontade nesse momento era de comer essa sua bunda gostosa, princesa.

— Por que não come? — Veio ao meu encontro, bruscamente.

— É isso que você quer?

— Sempre. — Desceu suas mãos, encontrando minhas bolas, me fazendo gemer, tirando meu pau da sua intimidade e enfiando de uma só vez em seu ânus, tendo seu próprio liquido como lubrificante.

— Isso, amor. Me coma. — Estoquei fundo, levando meu polegar ao seu clitóris enquanto sua mão ainda trabalhava em minhas bolas.

— Eu vou explodir. — Gritei fora de mim.

— Vem.

— Empina mais esse rabinho. — Ela obedeceu e aquele foi nosso fim. Regina me apertou pelos dois lados, enquanto eu me derramava inteiro dentro dela.

— Uau! — Joguei-me na cadeira giratória, apalpando sua bunda ainda empinada para mim.

— Amo você. — Virou o rosto em minha direção com um olhar satisfeito, como o meu.

— Não mais do que eu. — Delicadamente coloquei-a no meu colo. — Acho que precisamos de outro banho.

— Você me ensaboa? — Disse preguiçosa.

— Lavo seus cabelos. — Ela me deu um de seus sorrisos especiais e um beijo apaixonado.

Dormimos logo depois do banho, deixando de lado a massa quase pronta, esquecida, na cozinha, pois nos alimentamos do nosso amor naquele escritório, não precisando de mais nada para dormir felizes. Apenas um corpo enroscado no outro.


Notas Finais


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