História O prazer do amor (chaverroni) - Capítulo 6


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Categorias Christian Chávez, Maite Perroni
Visualizações 3
Palavras 1.040
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Festa, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa noite gente ❤

Capítulo 6 - Cap 5


-realmente eu tenho que sair então por favor 

-voce não vai sair eu já disse precisamos conversar meu tom era de raiva e ela percebeu isso pois ficou um tanto nervosa 

-fala e me deixa ir 

-então você acha que é assim não é? Você fica comigo despois me descarta como se eu fosse um lixo você pensa que é grande coisa ne garota 

Christian você é casado eu não posso co tinha 

Sério que ela estava falando isso quando já tínhamos aproveitado tanto? 

-nos começo você não se importou não é? Só queria me usar você não presta Maite sempre vi que você não era de ter uma relação amorosa mais isso? Gritei e mandando de um lado parar o outro eu estava morrendo de saudades da maite e ficar assim perto dela era de perder o controle Droga 

-Admito que errei Christian mais.... (interrompida)

-Cala a boca você não sabe amar você não sabe oque é amor é sozinha não sabe a verdadeira felicidade de estar junto a uma pessoa que ama....

Acho que peguei pesado vi seus olhos encherem de água fiquei me sentindo um lixo mais tinha que continuar Maite tinha que ouvir umas verdade ela tinha que saber valorizar as pessoas e eu tinha sim me apaixonado por ela em todo esse tempo que ficamos juntos ela me mostrou ser uma grande mulher carinhosa companheira compressiva conselheira uma ótima companhia e Boa de cama... adorava passar tem por com ela mais me sentia ainda mal pelo fato de estar com Elisa estou na casa de maite justamente porque tive outra daquelas brigas feias precisa tanto da May que não resistir eu amava ela acho que esse foi o meu erro

-e você que não consegue nem manter um casamento feliz que espécie de homem você é? Ainda quer vim dar lição de moral? Desculpas mais eu vou ter que rir de você ela deu uma gargalha fingiada e forçada -ah Christian pelo amor de Deus o sujo falando do mal lavado

-voce não vale nada você não me merece nem um pouco aliais nem a mim nem a ninguém você é sozinha e isso ja basta

Sim eu estava pegando pesado ela estava chorando mais logo limpou suas lágrimas e começou a berrar

-quem você pensa que é pra vim na minha casa me dizer todas essas coisas?

- EU SOU O HOMEM QUE TE AMA PORRA 

Berro mais alto que ela e segurei em seus braços forte

-SO QUE VOCÊ NÃO ENTENDE OQUE É AMOR NE MAITE 

Maite ficou quieta eu diria até um pouco pálida mais não consiguia mais segurar isso eu a amava e não vou esconder isso soltei sem pensar mais não me arrependi ela ficou tão sem reação que pensei que fosse rejeição por minha declaração morrendo de vergonha com mais raiva ainda eu ia embora 

A soltei e quando achei que ela iria cair, ela me puxou e pulou no meu pescoço colando nossos lábios em um beijo furioso. Agarrou-se aos meus cabelos, puxando com força e enlaçou suas pernas em minha cintura. Descolou nossos lábios e puxou meu cabelo com mais força,  a levantei encostando-a na parede e ela desceu seus lábios pelo meu pescoço, puxando meus cabelos pela nuca. Fazendo com que eu erguesse o rosto para cima, eu sentia suas unhas no meu couro cabeludo e sua boca no meu pescoço, eu me sentia sugado. Minha calça começava a seu apertar com ela ali, enlaçada em minha cintura, se esfregando em mim. Eu sabia o que ela queria. A imprenssei mais e ela me bateu, o ódio agora se transformava em prazer. Ela me dava mais tapas enquanto eu pressionava mais e mais meu corpo contra o dela. Ela olhava nos meus olhos, a encarei também tirando uma das minhas mãos da sua bunda, descendo até chegar a sua calcinha, puxando-a com força. O som do tecido rasgando preencheu a sala.


Ela apertou meus ombros, jogando e batendo sua cabeça contra a parede, éramos dois animais descarregando a adrenalina. Com a mão que estava livre após ter arrancado sua calcinha, abri o botão e o zíper da minha calça, e retirei meu membro rapidamente. Sem me certificar se ela estava tão excitada como eu, a penetrei. Fazendo-a jogar a cabeça contra a parede novamente e urrar, perfeitamente molhada, quente. O prazer de estar dentro dela me tomou, mas havia ainda a adrenalina em minhas veias. Eu estocava com força, forçando suas costas contra a parede, assistindo seu prazer. Ela desceu a cabeça novamente, gemendo, agarrando meu rosto dos dois lados e me beijando.

Apoiando-a totalmente na parede, comecei a estimular seu clitóris, gemendo ao sentir sua vagina se contraindo no meu membro. Eu gemia alto, pouco me importava, se os vizinhos estavam prestando atenção com os berros dela, quanto mais agora com gemidos e urros. Mai deslizou a boca pelo meu pescoço, cravando os dentes no meu ombro quando eu apertei seu clitóris entre meus dedos. Eu ainda estava com um ódio grande dela Mai me tirara do sério. 

A desci do meu colo e a empurrei contra a mesa. Ela derrubou as coisas. ,no chão, e eu subi seu vestido. Ela ergueu seu corpo e eu a curvei, fazendo com que ela ficasse totalmente curvada contra minha mesa, a segurava pelos cabelos e investia por trás.

– Mais forte! – Ela gritava com força e tentava rebolar, mas minhas mãos, ambas agora em seu quadril não a deixavam se mexer. Ora eu tirava minhas mãos que a prendiam para bater em sua bunda.

– Você quer mais forte vagabunda? – eu continuava a investir e gemia entre os dentes. Enquanto dava palmadas em sua bunda já vermelha.

Os gemidos altos anunciavam o que viria a seguir. Eu me debrucei sobre ela, mordendo suas costas com os gemidos abafados contra sua pele, sem nunca deixar de estocar, me derramando dentro dela, sentindo os espasmos de sua vagina em meu membro.


– Me Desculpe por ter feito isso. 

– Eu não sou masoquista, mas eu adorei. Eu te desculpo, afinal o que fazemos foi maravilhoso Eu olhei em seu rosto e ela estava com um sorriso muito safado. 

– que bom 

Já estávamos deitados na  cama. Ficamos em silêncio, e eu sabia que teríamos que conversar em algum momento sobre tudo. Mas eu não queria.


Notas Finais


Gostaram? Dizem que sim tá 😂❤


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