História O Prazer por trás dos Contos - Capítulo 20


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Categorias 50 Tons de Cinza, A Bela e a Fera, A Rainha da Neve, Branca de Neve, Cinderela, Delírio
Personagens Personagens Originais
Visualizações 102
Palavras 568
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 20 - Capitulo 4


Ai está você, meu querido! O príncipe foi totalmente desarmado por essa saudação. -Eu queria tanto que você estivesse aqui, e agora você está! -continuou ela, passando uma das mãos ao redor do pescoço dele, e com a outra pegando-lhe a mão para uma dança, na qual ele se viu mesmo antes de concordar. Ela observou seu rosto com um sorrisinho estranho nos lábios. Parecia estar em busca de algo. Com esforço ele se livrou do encanto e finalmente perguntou:

-Por onde esteve? -Aquilo pareceu meio insípido, já que ela obviamente estivera ali,

naquela ta berna estranha. Então, ele acrescentou: -Por que não me disse para onde ia?

-Até alguns instantes eu me esquecera totalmente de você -foi a resposta franca, tão isenta de culpa que tornou impossível sentir ofensa. O príncipe voltou a ficar estarrecido, alternando estados de confusão, choque,

irritabilidade e raiva.

Vou levá-la para casa -anunciou ele, conduzindo Cinderela para fora da taberna e erguendo-a sobre seu cavalo. Ela foi disposta o bastante, mas sem dar uma palavra. Enquanto cavalgavam em direção ao castelo, ela se aninhou junto a ele, repetidamente, e apertou os

braços afetuosamente abraçando-lhe o peito. Ela se sentia excitada e viva por estar cavalando com o marido, à noite, e o fato de roçar contra o príncipe tendo as pernas abertas sobre o cavalo a atiçava ainda mais. Ela sentia como se cada minuto seu fosse para ser aproveitado, vivido e desfrutado. Não podia deixar que nem um momento sequer se passasse sem que ela desfrutasse de algum prazer.

O príncipe estava tentando se manter indiferente, mas era quase impossível para ele permanecer assim, enquanto Cinderela se esfregava de encontro a ele de modo tão provocativo. Ele sentiu como se ela estivesse zombando dele, mesmo assim parou o cavalo subitamente e a puxou para o chão. De volta ao território familiar, ele rasgou a saia da esposa, ciente do que queria e que ela estaria disposta a ceder. Cinderela saltou, afastando-se do príncipe, e correu, meio desnuda, rumo à escuridão. O príncipe não podia vê-la claramente, mas podia ouvi-la alvoroçada, gargalhando como criança.

Cinderela rodopiava pelos campos. Não sabia dizer o motivo, mas ainda se sentia relutante em ser possuída.

Depois de um momento de choque, o príncipe seguiu Cinderela, chamando seu nome em voz alta. Isso a divertia ainda mais, e ela gargalhou mais forte, rodopiando na escuridão. O ar

estava fresco em seu corpo, que começou a formigar. A essa altura, o príncipe havia atingido os limites de sua resistência e a chamou novamente, no mesmo tom que um pai aborrecido faz com uma criança levada. Mas Cinderela não dava a menor atenção, prosseguindo com seu modo esvoaçante como borboleta, ao redor do príncipe e de seu cavalo. O príncipe percebeu que a única forma de pôr um fim naquele comportamento bizarro de

Cinderela era buscá-la, o que prontamente se propôs a fazer. Ele lentamente adentrou a

escuridão agachado, para ouvir suas risadas e respiração, e seus passos leves, enquanto corria. Seu corpo enrijeceu de expectativa. Seu coração batia forte no peito. Subitamente, ele

também se sentia muito vivo.

Assim que percebeu que o príncipe a perseguia, Cinderela parou de gargalhar. O ar parou na garganta. Onde estaria ele, exatamente? Estava muito escuro e não havia muitas sombras para discernir as coisas. Um medo infantil a tomava, mas um estranho tilintar de expectativa foi se acumulando e se sobrepondo ao medo.



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