História O Preço Da Fama - Capítulo 4


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Categorias Britt Robertson, Daniel Sharman, Dylan O'Brien, Kaya Scodelario, Nick Robinson, Tyler Posey, Zendaya
Personagens Daniel Sharman, Dylan O'Brien, Tyler Posey, Zendaya
Tags Amandla Stenberg, Denzel Washington
Visualizações 12
Palavras 2.483
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá 🖐
Mil e um perdões pela demora 😥 please 🙏 👇👀.

Capítulo 4 - Se Cuida...


Fanfic / Fanfiction O Preço Da Fama - Capítulo 4 - Se Cuida...


Dylan O'brien On:


Senti tudo em minha volta girar quando abri somente um olho, não reconheci o lugar, não tinha aparência de nem um quarto de hotel onde eu últimamente tenho vivido.

Mas reconheci o pequeno corpo repousando a cabeça sobre o meu braço na maca, sim eu estava em uma maca e sim eu estava em um hospital, mas fazendo exactamente o que?

-Bela adormecida. -A chamei o mais alto que consegui e ela não se moveu.

Olhei em meu braço e vi fios ligados em meu corpo, quem diria eu não estou aqui visitando ninguém, eu sou o doente da história.

-Amandla. -A chamei mas uma vezes, eu precisava de respostas, o que eu estou fazendo aqui? Quando eu já deveria estar no Canadá.

-Amor... -Toquei em seus cabelos volumosos e ela finalmente se mexeu.

-Oi. -Disse com um sorriso pequeno. -Como você está se sentindo?

-Eu estou ótimo, mas parece que você não. -Ri da careta que ela fez, provavelmente com dor nas costas.

-Não é nada não. -Disse acariciando minha mão.

-O que aconteceu? -Perguntei. -Porque eu estou aqui?

-Porque você está doente. -Falou.

-Doente eu? -Duvidei. -Eu tenho uma saúde de ferro, você sabe que eu não fico doente.

Me olhou feio. -Você desmaiou no aeroporto Dylan, é o suficiente para você?

-Va lá um desmaio? Quem nunca desmaiou na vida? -Questionei. -Você mesmo vivia desmaiando.

-Você está com anemia. -Quase gritou. -Sabe o que é isso?

Má alimentação, poucas horas de sono, fadiga, trabalho excessivo...

-Nada que vai me matar, não se preocupe. -Falei tentando me levantar.

-É exactamente esse o problema, eu me preocupo com você, mas do que você mesmo.

-Amandla eu tinha que estar no Canadá ontem, você sabe. -A recordei.

-Eu já cancelei isso, você só vai quando estiver recuperado. -Me olhou.

-Você o que? -Duvidei. -Como assim você cancelou? Você está maluca?

-Não, você é em está com um parafuso a menos, queria ir para o Canadá certo? Ia gravar deitado em uma maca né? -Riu.

-Você não tinha que ter cancelado. -Me stressei.

-O seu produtor sabe que você não está bem. -Gritou. -Quem sabe assim ele se toca e te dá uma folga.

-É quem disse que eu quero folga, eu estou em ótimo estado quem precisa de folga é doente! -Usei o mesmo tom.

-Mas você está doente Dylan. -Insistiu.

-Quer saber de uma coisa Amandla? -Me irritei. -Sai daqui. -Falei sem pensar.

-Você está se comportando como uma criança. -Se levantou. -Pode ter certeza que se você não estivesse nesta maca eu batia em você.

-Sai. -Repeti.

E antes mesmo que ela saísse Tyler entrou nos assustando.

-Gente que isso? -Sussurrou. -Vocês esqueceram que estão em um hospital? -Questionou.

-Ainda bem que você chegou Tyler, eu já estava mesmo indo embora. -Disse com voz embargada.

-Amandla... -A chamei mas ela nem se quer me olhou e saiu.

-Qual foi? -Questionou e eu suspirei derrotado. -Fez merda. -Deduziu.

-Cara ela mandou cancelar os meus trabalhos, porque diz que eu estou doente. -Falei.

-Porque você está doente Dylan. -Disse também.

-A jura? -Ironizei.

-Você acha que eu viria de Paris para Nova York a toa? -Perguntou. -Se não fosse realmente algo sério?

-Vocês exageram demais. -Reclamei. -Liga para o Daniel e diz para ele remarcar tudo que eu volto para o Canadá amanhã.

-Você não teve alta, vai para o Canadá como? -Me questionei.

-De avião. -Zoei. -Eu não preciso de alta, estou me sentindo bem, isso basta não? 

-Se você levantar dessa cama eu ligo para a sua mãe. -Ameaçou e eu ri. -Eles estiveram aqui mas cedo, e eu e a Amandla nos responsabilizamos em passar a noite aqui.

-Me monitorando?

-O que eu vou dizer amanhã quando ela não te encontrar aqui? -Me olhou. -Não me mete em increnca por favor.

-Isso é um cativeiro para mim. -Gritei.

-Deita e dorme que dói menos, não está fazendo nada acordado. -Ordenou. -Porque  eu não quero falar  com você e pelo eu vi nem  a Amandla, não espere que ela volte aqui tão cedo.

Engoli em seco, eu sabia que tinha feito besteira, e como sabia, a esta altura ela deve estar chorando por minha causa e pensando horrores de mim.


Amandla On:


Não me lembro quando foi que o meu proprio namorado se tornou esse babaca, francamente eu não o reconheço.

Do mesmo geito que ele conseguia ser romântico, carinhoso, gentil é do mesmo geito que ele conseguia ser rude, grosso e estúpido.

Me dói ver o que o trabalho tem feito com ele, me dói ver como o trabalho tem o dominado, ele não tem mas os pés assentes no chão.

Só o importa trabalho, reconhecimento e fama, até a própria saúde ele jogou para o escanteio.

Até a mim ele jogou para o escanteio, quando eu só tentei o ajudar, colocar um pouquinho de juízo em sua cabeça, chamá-lo a razão, mostrar-lhe que ele não está bem, mostrar-lhe que ele precisa se cuidar.

Mas mais uma vez ele feito o teimosão, me mandou embora, como se não precisasse de mim, eu se calhar não precisa mesmos, e eu aqui feito a sofredora apaixonada ainda estou me preocupando com aquele idiota.

Quando eu devo estar cuidando da minha vida, dos meus trabalhos e projectos, é isso mesmo que eu deveria fazermos, focar em mim.

"Oi Daniel, por favor remarca todos os trabalhos agendados, começando pelas gravações do filme, estou indo para londres amanhã mesmo"

Enviei a mensagem e me senti um tanto  quanto mal, não estou cometendo um pecado, estou apenas me colocando em primeiro lugar.

Senti meu celular vibrar por baixo do edredom, interrompendo minha conspiração, era Nick.

Sorri envoluntariamente parece que ele sabia exatamente quando eu precisava conversar com ele, ou mesmo só ouvir sua voz, ele sabia quando eu precisava dele.


Ligação On:


-Oi Nick. -Usei meu melhor tom.

--Senhorita Stenberg. -Disse me fazendo sorrir. --Como está?

-Eu estou bem e você cabeção? -Perguntei.

--Bem estou aqui me perguntando porque cargas de água você não está aqui desde ontem para começarmos o trabalho.

-Ouve um imprevisto. -Me justifiquei.

--Está empatando o nosso trabalho. -Resmungou.

-O Dylan não está bem. -Falei. -Ele está doente.

--Eu não soube disso. -Se surpreendeu.

-Não me admira nada. -Comentei.

--Eu não procuro saber, você sabe que...

-Ele não gosta de você, eu sei. -Disse.

--Nossa obrigado pela parte que me toca. -Se fez de ofendido. --Eu sou tão ruim assim?

-Não, é só o Dylan que é um idiota mesmo. -Falei com certa raiva.

--Uii, já vi que as coisas não estão muito bem. -Disse.

-É. -Me limitei a concordar.

--Eu estou aqui meu amor.

-Eu sei. -Assenti.

--Para o que você precisar. -Completou.

-Muito obrigada Nicki. -Agradeci.

--Eu já falei que eu não gosto quando você me chama assim, Nick soa gay imagina Nicki? -Rabugentou e eu ri.

-Tudo bem então Nícolas. -O chamei pelo seu nome de registro.

--Nícolas soa a velho Amandla. -Reclamou mas uma vez.

-Garoto chato é seu nome aceita. -Gargalhei.

--Eu também só te liguei porque o produtor está em cima de mim para saber do seu paradeiro para começarmos as gravações, não porque eu estava com saudades de você. -Mentiu na cara dura.

Gargalhei. -Eu sei que você está morrendo de saudades minhas. -Me gabei.

--Eu em credo. -Fingiu.

-Não se preocupa que estou indo para londres amanhã mesmo diz ao produtor que eu não fujo de trabalho não. -Falei.

--Está vindo amanhã? -Questionou. -Você não disse que o Dylan não está bem?

-E não está. -Concordei.

--E então?

-Ele não precisa de mim. -Falei já com a voz embargada.

--Não chora Amandla. -Pediu.

--Eu não estou chorando. -Menti.

--Está sim. -Desmentiu.

--Ele despensou a minha presença, os meus cuidados, a minha preocupação, é porque não precisa de mim. -Falei.

--Você quer me contar o que aconteceu? -Perguntou gentilmente.

-É... -E eu ezitei.

--Eu estou aqui amor.


Sim eu sei que ele está aqui, para mim, é que eu podia falar com ele, desabafar, rir e chorar.

Mas por muito tempo eu fui egoísta e só pensei em mim, não pensei em como os meus problemas e até a minha felicidade podiam o magoar, sim eu não pensei.

Mesmo depois de ele confessar que o que sentia por mim era algo muito além de amizade, eu continuei a não pensar nele e só em mim.


Flashback On:


-Sorvete com esse frio Nick. -O alertei enquanto contemplavamos a chuva de neve que caia em nova Iorque, típica da época natalícia.

-Eu sinto calor quando estou perto de você amor. -Disse se ageitando na espreguiçadeira em que encontrávamos.

E eu sorri. -Nick. -O chamei.

-Hum? -Respondeu de boca cheia.

-Porque você me chama de amor? -Questionei algo que tenho me perguntado a algum tempo.

-Porque eu gosto de você. -Disse e eu sorri.

-Eu também gosto de você Nick. -Falei.

-Não Amandla, eu gosto mesmo de você. -Me olhou.

-Eu também gosto de você bobão você é meu amigo. -Baguncei o seu cabelo.

-É exactamente essa a diferença. -Respirou fundo. -O que eu sinto por você vai muito além do que uma amizade Amandla.

-Eu... -Congelei. -Eu...

-Não precisa dizer nada. -Falou.

-Eu não sabia. -Me pronunciei.

-Agora já sabe. -Me encarou e eu gelei novamente.

-É...eu sei. -Tudo que eu sabia fazer era concordar.

-E então? -Bloquiei enquanto o via se aproximar lentamente da minha boca.

-Porque você tem essa mania de dizer então? -Tentei desconversar.

Mas ele foi mas rápido e juntou nossas bocas, e eu paralizei, eu não sabia se devia corresponder ou não, eu não sabia o que fazer.

O único impulso que eu tive foi interromper o beijo, o deixando com um ponto de interrogação no rosto.

-Nick... -Tentei achar as palavras certas.

-Desculpa Amandla, eu me precipitei, desculpa mesmo eu sei que eu não devia. -Se desculpou.

-Você é meu amigo. -O encarei. -Só meu amigo.

Aquele dia eu vi o quanto o magoei, mas eu não podia engana-lo, ele era meu melhor amigo, meu irmão.


Flashback Off:


Nicolas Robinson, meu melhor amigo, uma pessoa incrivel e de bom coração.

Que não merece tanto egoismo meu, ele é tão meu amigo que mesmo depois de eu ter o dado uma tampa, ele não deixou de ser.

Não se afastou de mim, não deixou de estar ao meu lado, de me aconselhar e proteger, somente se limitou a esquecer o episódio em que nos beijamos.

Me diz que ser humano faz isso? Eu o magoei mas uma vez quando comecei a namorar com o Dyl.

Que na altura era também meu amigo, só eu nunca percebi que o real motivo de eles nunca terem se dado bem era eu.

Eu via tristeza que a minha felicidade o trazia, porque ele queria .e ver feliz,mas não ao lado do Dylan é sim ao seu.

Mas isso nunca foi um impessileo para ele, pois mesmo magoado, triste, ele estava lá, para ouvir meus dramas, secar minhas lágrimas, rir de minhas histórias mesmo não achando graça...

E no fundo eu sei que ele sempre se Perguntou porque o Dylan é não ele, e nem isso eu sabia explicar.

Nick sempre foi como um irmão mas velho, eu me sentia bem e avontade com ele, avontade até de mais, para falar de tudo e sobre tudo.

Já o Dylan era totalmente o inverso, ele me proporcionava arrepios, borboletas no estômago e pernas tremulas.

Eu sou apaixonada por ele, bobamente, por mas que ele não mereça mas eu sou, e por este conjunto de factos tenho evitado falar sobre os meus dramas amorosos com o Nick, pois sei que o Magoo mais ainda.


--Eu ainda estou aqui amor. -Disse né despertando.

Suspirei. -Ele desmaiou no aeroporto... -Comecei. 


                            (.....)


--Você tem certeza que quer vir? -Questionou.

-Tenho, não estou aqui fazendo nada. -Falei.

--Se despede dele pelo menos. -Insistiu.

-Eu não sei... -Hesitei.

--Você vai deixar ele em uma cama de hospital sem ao menos se despedir, só vai piorar as coisas entre vocês Amandla.

-Eu não estou deixando ele em uma cama de hospital porque eu quero, eu estou só fazendo o que ele me pediu. -Rebati.

--Se despede dele Amandla, não custa nada, vai ao hospital e dá um tchau, quem sabe até vocês não fazem as pazes. -Me convenceu.

-Isso está fora de cogitação. -Falei. -Eu vou pensar se vou ou não.

--Tudo bem então estou te esperando ansioso.

-Vamos passar os próximos três meses juntos vai até enjoar de mim. -Brinquei.

--Você sabe que não, prometo fazer desses felizes, aventureiros e inesquecíveis. -Disse.

-De você não duvido, agente se encontra amanhã então...

--Vou te pegar no aeroporto. -Avisou.

-Não precisa a produção vai fazer isso. -Falei.

--Eu faço questão, e convenhamos que a minha companhia e muito melhor. -Se gabou.

-Me poupe Nicolas me poupe. -Eu ri.

--Ta bem, beijo. -Se despediu.

-Outro para você. -Retribui. -Nicolas? -O chamei 

--Sim senhorita? -Respondeu.

-Obrigada, por tudo. -Agradeci.

--Eu sempre estarei aqui amor.


Ligação Off:


                       (......)


O dia amanheceu rápido de mais ou eu é quem dormi tarde?

Malas prontas, só me restava passar no hospital para me despedir do idiota do meu namorado...

Eu decidi fazer isso só para ser cordial, não é porque eu quero vê-lo... Não sei quem é que eu estou querendo enganar?

Eu estou preocupada com ele, muito preocupada, mas do que ele merece.


                         (......)


-Ele está bem? -Perguntei ao Tyler assim que o avistei no corredor.

-Está difícil de lidar. -Lamentou e vi a exaustão no seu rosto.

-Noite difícil. -Deduzi.

-Bota difícil nisso. -Abocejou. -O Dylan quando quer consegue ser horrível.

-Eu sei bem. -Me lembrei da nossa briga de ontem.

-Não pensei que te viria aqui tão cedo depois de ontem. -Disse.

-Apesar de tudo eu me preocupo com ele. -Disse.

-O que o amor não faz. -Riu.

-É, mas eu vim só me despedir mesmo. -Falei.

-Já vai para Londres? -Perguntou.

-Sim, não estou fazendo grande coisa aqui. -Lamentei.

-Não fala assim. -Pediu. -As vezes ele é difícil mesmo, casmurro e rabugento, mas é doído por você Amandla.

-Não defende ele Tyler. -Reclamei. -Vai para casa, você está horrível.

-Faz boa viagem. -Me abraçou. -Quando chegar liga.

-Ta bom pai. -Concordei.

-Vou te dando notícias do cabeça dura. -Disse.

-Obrigada fiel. -Agradeci.

-Sempre as ordens. -Finalizou.


Caminhei pelo vasto corredor e toquei na porta gelada, estava entre-aberta, mas não hesitei em bater por mera educação. 

Dylan estava acordado e acompanhado... Brittany, sua ex namorada, nada contra ela, mas também não tenho nada a favor, não tenho propriamente que gostar da ex namorada do meu namorado, não tenho sangue de barata.

-Bom dia. -Falei rispidamente e eles soltaram rapidamente as mãos que antes estavam entrelaçadas.

-Amandla. -Dylan disse um tanto quanto surpredido.

-Está melhor? -Perguntei.

-Estou sim. -Respondeu enquanto eu mantinha o meu olhar sobre a sua "amiga". -A Britt veio me ver.

-Eu não perguntei o que a "Britt". -Fiz aspas. -Veio fazer. -Fui grossa.

-Amandla... -Me repreendeu.

-Bem eu acho melhor eu ir embora e...

-Não. -A interrompi. -Eu já estou de saída, eu só vim me despedir de você Dylan.

-Já vai viajar? -Me interrogou.

-Vou, vou trabalhar. -Sorri fraco.

-Você tem mesmo que ir hoje? -Me olhou com dó. -Você sabe que agente precisa conversar.

-Tenho, tenho mesmo que ir hoje e além disso eu já estou atrasada. -Menti olhando para o meu relógio de pulso.

-Agente pode conversar pelo menos? -Pediu.

-Eu vou lá para fora e vocês conversão á vontade. -A loira se pronunciou.

-Não, você não vai a lugar nenhum. -Ordenei. -Eu já vou embora.

-Amandla... -Me chamou manhoso.

-Já que eu não vou poder, ou mesmo não consegui cuidar de você, eu só quero que você me prometa que vai se cuidar, Dylan por favor  se cuida.

-Amor desculpa. -Pediu.

-Você pode trabalhar, pode viajar, pode fazer o quê você quiser, só lembra que ainda tem pessoas que gostam de você, se preocupam com você e precisam de você, se você não quer se cuidar por você, então pelo menos faça por estas pessoas, por favor se cuida. 












Notas Finais




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