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História O preço da fama - Capítulo 45



Notas do Autor


Oiiiiiiiiieeee.
Amorecos de minha vidinha. Cês tão bem?
BEIJOCAS❤
PREPAREM O CORE...🌼🌻🍷

Capítulo 45 - A farça e a coragem.


Fanfic / Fanfiction O preço da fama - Capítulo 45 - A farça e a coragem.

                 SN   P. O.V.S. 

Sua mão esquerda tentava adentrar o meu short jeans, Yoongi não conhece os limites? Seus olhos negros eram intensos. Mas, por algum motivo sentir o meu coração em profundo desespero. Eles acham que não os amo? Se eles ao menos soubessem que mesmo não sendo merecedores, ainda têm o meu silêncio. Silêncio estabilizado para os proteger.

— Não, Yoongi. — ditei com a voz falha, quase como um aviso. — Por favor, não toque-me. — completei.

Yoongi não respondeu, ou soltou-me, apenas ergueu o meu queixo. Selando nossos lábios, seus lábios macios, transmitiam-me nostalgia. A nostalgia de quando gostava de estar em seus braços, uma felicidade de que era momentânea. Mas ela não existe mais. Meus lábios eram atacados de uma maneira nada delicada, e apenas segurava-me para não chorar em meio aos seus lábios. As mãos do pálido adentraram meus shorts.

— Você estar molhadinha. —ditou ofegante, rente ao meu ouvido.

O empurrei para longe, fazendo o seu corpo cambalear para trás. Yoongi encarou-me com o olhar repleto de confusão, estava segurando-me para não chorar. E isto parecia-me uma tortura.

— Olha para as suas mãos. — ditei com a voz trêmula. — Estou com problemas femininos, não quero ser tocada. — minha voz ecooava de uma maneira desesperadora. — Não quero ser tocada por você. — sussurei.

O pálido estava incrédulo, dia sombrancelha erguida, e sua testa errugada. Lhe dei as costas, não aguentava olhar para ele e não sentir a raiva dominar-me. Mas, sinto meu pulso ser agarrado com firmeza, fazendo-me encara-lô.

— Não quer ser tocada por mim? — questionou, com os olhos marejando. — Realmente não quer ser tocada por mim? — inadigou. — Será que você esqueceu que todo seu reconhecimento internacional, é por minha causa? — segurou fortemente em meu queixo obrigado-me a olha-lô. — Que sem me, você não seria nada. — ditou rente ao meu ouvido. — Que sem mim você não passa de uma simples vadia! —exclamou.

Lágrimas presas e não repreendiam-me mais, apenas quero odia-lô por essas palavras, apenas quero fugir para longe e nunca mais voltar. Em suas órbes negras não me perdia mais, porque não o amo. Não dar para amar ele depois de todas as coisas horríveis que ele disse-me, que fez-me. Ninguém nunca tratou-me desta maneira, quem sou eu? Quem é ele? Ele é realmente o Yoongi que as armys amam? O Yoongi que amei e que era como uma inspiração? Claramente não. O desconheço. Minha mão esquerda colediu contra a sua face, lhe dando um tapa, fazendo seu rosto virar para o lado esquerdo.

— Eu te odeio. — ditei com os olhos brilhando em lágrimas. — E a resposta é sim, eu cansei. — completei.

Yoongi não me impediu de sair do quarto, assim como não caminhou atrás de mim. E os corredores da mansão eram extensos e não havia iluminação. Estava afogando-me em um mar que jamais colediria com o fim, estava doendo. Ouvi passos subindo as escadas e apenas enxuguei minhas lágrimas, as enxugando para que ninguém as observasse. Porque ninguém importaria-se comigo, o que eles fazem não é genuíno, e eles sabem que está forma de tratar-me, não é humana? Mordiscava os meus lábios, enquanto enxugava o meu rosto, guardando as lágrimas para atormentar-me apenas a noite. Seokjin, apenas caminhou por mim, sem ao menos olhar-me, era como se fosse invisível.

Atordoada e sem saber o que fazer apenas meus olhos foram fechados, ali encostada na porta de madeira, sentada sobre o chão, abraçando minhas próprias pernas. Quando você é sua própria companhia em momentos como este, você sente-se sozinha, como se o mundo estivesse desabando sobre minha cabeça. E não teria forças para segurar nem o meu próprio peso, imagina o mundo? Deitei-me sobre o chão.

Atordoada e perdida, como se o mundo não fosse para mim. Apenas o chão era meu ombro amigo, embaixo da cama, havia algo brilhando. Ao abaixar-me e forçar meu corpo para pega-lô, era apenas o meu celular. Deveria? Deveria liga-lô? Não, não, não. Envolvê-lo apenas traria riscos, preciso de um plano para fugir desta casa. Mas e minha carreira? E os meninos? Irei deixar tudo para trás. 

                    MIN  YOONGI. 

Os rapazes estavam sentados em minha frente. Não precisei conta-lôs nada sobre as palavras que Sn disse-me durante a tarde, eles tinham ouvido tudo, por trás das câmeras que estavam por toda parte. Todos estávamos em silêncio, como se qualquer palavra fôssemos comenter um erro. Taehyung estava distraído, apenas encarando um ponto fixo, vulgo o carpete da sala de estar. Jungkook passeava a língua na parte externa de sua bochecha. Jimin soltava suspiros profundos e duradouros, Nanjoom apenas encarava as escadas, enquanto andava de um lado para o outro. Fazendo seus sapatos coledirem com o chão de madeira. Hoseok não proferiu nenhuma palavra, apenas esfregava suas mãos uma na outra. Seokjin, estava preso em seu quarto desde o momento que ouviu as palavras serem proferidas dos lábios de Sn, "Sim, eu cansei." Foram as palavras mais angustiantes de minha vida.

— E se a levarmos em uma boate? — questionou Jimin. — Ela sentirá menos presa aqui dentro, faz, meses que não a levamos a nenhum lugar. —completou, apertando a almofada entre seus braços.

— Você por acaso ficou louco?! — inadigou Jungkook. — Causaria multidão, afinal não só ela como nós somos figuras públicas. — ditou mordiscando os lábios. — E se fôssemos vistos com ela, causaria especulações. — ditou em meio a um sorriso.

— Mas podemos a levar em um restaurante importante, aquele que há várias figuras públicas. Os paparazzi não estariam enlouquecidos de publicar algo.— raciocinou Nanjoom, sua voz ecooava em um tom convicto. — Precisamos falar com o Seokjin, para vermos, se ele concorda! — exclamou.

Os rapazes debatiam entre si procurando um lugar para leva-lâ, todos falavam eufórico. Minha mão ecoou sobre a mesa de madeira, atraindo a atenção de todos nós.

— Ela cansou de todos nós. — ditei. — Então para quê essa euforia? — inadigei. — Ela nos odeia.

Os rapazes voltaram a ficar em silêncio, ainda mais eufóricos. Apenas subir as escadas, escorregando na porta de madeira branca, sentando-me ao chão. Com pensamentos a milhões, e lágrimas desciam. Memórias de momentos que vinveciamos dominaram a minha mente, e em nenhum momento encontrei algo que a fez sorrir verdadeiramente. Mas, não posso entregar a minha vida nas mãos de uma mulher. Ainda mais nas mãos de uma que irá embora. Sn odeia-me de verdade? Ou, apenas foi dito pela a raiva? Mas, queria acreditar que ela ama-me, porém suas atitudes dizia o contrário. Sinto meu celular vibrar dentro de meu bolso, ao pega-lô, abrir as mensagens. Encontrando uma da Lalisa.

" —Roi, Yoon, podemos nos encontrar em um barzinho? As meninas estarão comigo, então, traga com você os outros. "

A ideia de reencontrar Lalisa era pertulante e martelava em minha cabeça. Seria certo encontra-lâ? Mordisquei os meus lábios, apenas observando sua mensagem, simplesmente não poderia ficar apenas em um quarto.

" — Lalisa, encontre-me em minha casa. Traga suas amigas, será gratificante recebê-las."

                        {...}

Os meninos estavam acompanhados enquanto bebiam e sorriam, a companhia das meninas estavam as lhe fazer bem. Lalisa trajava um sorriso no rosto, o que a deixava simplesmente atraente, em suas mãos estavam uma taça de vinho. Jisoo e Seokjin estavam sentados no sofá de canto branco, distante de todos, apenas eles, ambos têm personalidades similares, e era esperado que identificam-se. Roseanne e Jimin estavam apenas assistindo a um filme, e cabeça da loira repousava em seu ombro. Jennie e Taehyung estavam jogando um jogo nos celulares, Hoseok e Sunmi estavam dançando próximo as escadas, Nanjoom conversava com Hwasa, as mãos do mais velho encontrava-se na coxa da morena que sorria e bebiciava sua bebida.

— Yoon. — Lisa, chamou-me rente ao meu ouvido. — O que acha de irmos nos divertir um pouco? — a ruiva mordiscou o lóbulo de minha orelha, fazendo-me arfar. — Relembrar os velhos tempos. — completou rente ao meu ouvido.

Hesitante estava, mas, apenas segurei em sua nuca. Encarando seus olhos intensos, preocupado com os rapazes encarei em volta da sala de estar.Sorrindo, apenas a beijei. Nossas línguas entrelaçadas.

                     SN  P.O.V.S

Os meninos não vinheram procurar-me, estava com fome, com sede. Mas o meu orgulho não deixava-me descer, então dominada pela a fome desci em direção a cozinha. Mas, meus olhos enxeram-se de lágrimas. Eles estavam ocupados demais para procurar-me, e estava angustiada por não conseguir parar de sentir-me inútil. A horas atrás tinha medo de simplesmente ir embora e deixa-lôs, mas, não há motivos para prosseguir com essa farça, com essa mentira. Decidida caminhei em direção ao meu quarto, ao abrir a porta, apenas joguei-me sobre a cama. O medo, a angústia, a raiva. Dominava-me, cadê aquela mulher que saiu do hospital determinada a pôr um fim nesta, porra? Caminhei em direção ao espelho, e apenas peguei um taco de baisobol que encontrava-se no canto do quarto. Quebrando o espelho por completo, não deixando ficar nenhum pedaço de vidro intacto. O barulho não era maior que a minha consciência gritando, as paredes eram a prova de som. Então poderia gritar e ninguém ouviria. No criado mudo, havia um pequeno porta retrato, meu e dos meninos. Mas, o quebrei, rasgando as fotos por completo. Eles são uns desgraçados, e, machucaram-me.

— Hora de pôr o plano em prática. —sussurei para me mesma.

Pietro, o homem de capuz. Iria ajudar-me a escapar, afinal, não o entreguei a polícia. Com o telefone em mãos o liguei. Pularia a janela, ele estaria ali embaixo, passando-se por um segurança. E após isto, escaparia deste inferno.

                         KIM   SEOKJIN.

Acordei com as frestas de luz penetrando a cortina, Jisoo não estava mais na casa, assim como nenhuma das meninas. Os rapazes estavam adormecidos. Ontem fiquei decpecionado com a Sn, "Sim, eu cansei. " até mesmo de me? De todos eles fui o único que não a fez mal algum. Mas, a amo. E preocupo-me com ela. Não a vejo desde ontem, apenas tomei um banho, e vestir o meu roupão. Descendo para preparar o café da manhã, os meninos acordaram, eram exatamente 10:00 horas. E nada da Sn.

— Irei chamar a Sn, vocês vem? — questionei, mordendo uma torrada.

Jungkook desceu as escadas eufórico, seus olhos passearam cada centímetro da cozinha.

— Jungkook, está bem? — questionou Taehyung, bebiciando seu chocolate quente.

— O quarto da Sn estar destruído. —ditou o moreno. — E ela não está lá. — completou. — Ela fugiu. — se exaltou. 

Preocupado e desacreditado caminhei em direção ao quarto dela, as paredes haviam sido riscadas: "Adeus, babacas." Estava escrito de batom vermelho, cacos de vidro, estavam dominando o chão do quarto. Os lençóis haviam sido rasgados, e o quadro dela que havia na parede, havia inúmeros poist-it nele. Mas algo chamou minha atenção, embaixo do tapete estava um envelope vermelho. Antes que os meninos subisse, o abrir. E o conteúdo da primeira linha da carta era chocante. Yoongi subiu e tomou o papel de minhas mãos de uma forma bruta, sendo retirado pelo o Nanjoom, os dois encaravam-se perplexo. Exceto eu e o restante não havia lido, o que era? 

— Precisamos acha-lâ, essa desgraçada não pode nos abandonar. — ditou Yoongi. — Ela é nossa, irei caça por ela até o inferno. — ditou friamente. 




Notas Finais


Para onde Sn foi?
Será que eles irão encontra-lâ?
Então meus amores, BEIJOCAS!!!! ❤❤❤❤❤❤❤❤
A PROPÓSITO NÃO ACEITEM ESSE TIPO DE RELAÇÃO, NADA AQUI É ROMATIZADO...
ATÉ MAIS.


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