História O preço da Vingança. - Bangtan Boys (BTS) - Capítulo 18


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Categorias ATEEZ, Bangtan Boys (BTS), Chungha, TWICE
Tags Bangtan Boys (BTS), Kim Namjoon, Kim Seokjin
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Palavras 2.647
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Cheguei...
E aí gente, preparadas?
Então... boa leitura. <3

Capítulo 18 - Eu prefiro estar fora de moda.


Fanfic / Fanfiction O preço da Vingança. - Bangtan Boys (BTS) - Capítulo 18 - Eu prefiro estar fora de moda.

 

 

Ponto de vista do SeokJin.

 

"As garotas não procuram mais um príncipe", nunca uma frase me deixou tão intrigado. Era como se uma única frase explicasse quase todas as minhas dúvidas nos últimos tempos, e o mais estranho era eu ter tido acesso a essa frase por causa da interpretação de um crime.

Quando o Procurador Cho me explicou sobre a possibilidade da vítima, Lee Hi, ter procurado por um relacionamento, que eu julgaria abusivo, por um tipo de fetiche ou desejo romântico obscuro, eu no começo não achei que fosse possível, mas quando eu pensei melhor vi que poderia ter um fundo de verdade.

Agora que eu olhava com mais atenção para todas as redes sociais da vítima, eu via que o fundo de verdade, agora se tornava um pouco mais provável do que antes. No meio de vários comentários com amigos sobre idols e garotos bonitos, a insinuação sexual era evidente, eu cheguei a encontrar até algumas pesquisas à procura de um "Daddy", depois de uma rápida pesquisa descobri que isso se tratava de uma relação que era muito semelhante a prostituição.

Comentários como "quero que ele me possua", "sentaria no colo a qualquer hora", "minhas pernas estão abertas para ele", entre outras insinuações que deixam claro que a vítima em si não era tão inocente quando o assunto era atração sexual.

Quando pensei sobre o filme que o Procurador Cho falou, resolvi procurar nas redes sociais dela, suas preferências de leitura e mídia, com relação a mídia, o filme que o Procurador citou estava envolvido, assim como vários doramas de todos os tipos, no geral romance, o que mostra que ela era uma garota que buscava ou até ansiava pelo romance, nada diferente de qualquer pessoa, afinal ninguém quer ficar sozinho.

Mas, quando eu analisei a preferência de leitura, no geral, leitura independente, postadas em sites de forma amadora, eu notei uma inclinação muito relevante para, o que eu poderia julgar, até obsceno. Histórias que o romance nascia de crimes como incesto, pedofilia, estupro, escravidão, agressão eram comuns e interpretado como algo compreensível.

Aquilo para mim era tão ilógico que eu resolvi ler algumas coisas, e me surpreende, histórias onde a garota era no geral maltratada e totalmente submissa pelo homem que ela gostava, e isso em momento nenhum era narrado como algo errado ou até repulsivo, e sim normal, e no geral a garota perdoava tudo e o casal ficava junto.

Depois de ler aquelas histórias, histórias essas que estavam na lista de leitura da vítima, me fez ver que talvez eu estava sendo romântico de mais ao analisar os fatos e as evidências. Na minha visão o San era sim um homem horrível que desrespeitou ela e também a agrediu, e isso antes me vazia por pura analogia pensar que ele era sim, o maior suspeito do homicídio, mas agora, talvez não.

Talvez, agora, ele fosse só o estilo de homem que ela procurava, talvez ela até tenha pedido para que algumas coisas acontecessem, eu não podia mais encarar o San como único e maior vilão daquela história, não depois de conhecer melhor os gostos da vítima. Pensar que talvez eu tenha cometido um erro por ignorância de uma cultura jovem me obrigou a olhar tudo de forma bem mais objetiva.

Enquanto eu analisava melhor todos os fatos, eu fazia um paralelo vago com a minha própria situação, por mais que eu pudesse ser um "bilhete premiado", como o Procurador Cho falou, eu não me via dessa forma, não na prática.

Teoricamente eu me achava um bom homem, eu tratava as pessoas com respeito, era simpático sempre e tentava ser gentil, com as garotas em específico eu me esforçava para ser um cavalheiro, romântico, respeitador, no geral eu queria dar a sensação de segurança, amor e carinho para a garota que estivesse comigo, mas isso claramente não estava funcionando.

Eu não queria admitir, nem para mim mesmo, mas o caso com a ChungHa me deixou bastante incomodado. Ela era minha amiga desde criança, durante toda a escola nós fomos próximos, ela falava que éramos namorados, que iriamos casar, eu nem ousava me envolver com nenhuma garota naquela época porque eu sabia que a ChungHa iria matar essa garota.

Durante a faculdade, a intensidade dessa situação foi diminuindo, a ChungHa deixou de lado aquela ilusão inocente, e a gente começou a ter um relacionamento mais possível, chegamos até a namorar um tempo, mas não durou e quem terminou foi ela. Continuamos amigos, mas no fundo eu realmente não entendi, ela foi afim de mim a vida inteira, quando finalmente estávamos juntos ela não queria mais.

Depois de um tempo que a gente tinha terminado, ela veio falar comigo, na verdade ela queria desabafar com um amigo, o motivo do desabafo era um só, ela tinha levado um fora de um cara, e ela estava muito triste porque aparentemente ela estava muito apaixonada por ele. O que me surpreendeu foi que quando ela começou a contar algumas coisas para mim, eu comecei a ficar confuso.

Ela me contou que o cara nunca atendia a primeira ligação dela, que ele sempre dava preferência para sair com os amigos que com ela, que ele não queria assumir um relacionamento sério, que nem chegou a apresentar ela para os amigos, que eles não comemoravam datas do relacionamento, datas mais simples como primeiro mês de namoro, porque ele não queria, falava que isso bobagem, ele também não gostava de passeios muito românticos, entre outras coisas.

No geral eu não entendia o porquê ela estava tão triste por terminar com alguém que parecia ser tão egoísta e insensível, mas quando ela contava sobre ele, ela descrevia um homem muito charmoso, irresistível, com um olhar intenso, postura sedutora, um homem com bastante malícia e confiança.

Era muito confuso, ao mesmo tempo que ela descrevia um homem insensível e frio ela estava falava de um homem irresistível, e a tristeza dela ao saber que não eles estavam mais juntos era muito real e bastante intensa. Ouso dizer que ela estava mais triste por terminar com esse cara que ela conhecia a cerca de uns seis meses do que da vez que nós terminamos depois de mais de um ano.

Depois de muitas lagrimas e algumas horas ela finalmente me falou que talvez, eu conhecesse o homem contraditório que tinha terminado com ela, e de fato eu conhecia, afinal o cara era ninguém mais ninguém menos que o investigador Kim Namjoon.

Até aquele momento eu conhecia o Kim Namjoon de uma forma bem vaga, eu sabia que ele era um investigador sem promotor, que tinha a fama de ser bastante teimoso, no geral a fama dele não era muito boa, mas tudo era questão de opinião pessoal então eu não dava muita atenção.

Por causa de uma curiosidade bem fútil, de um orgulho ferido discreto, eu resolvi me aproximar do investigador Kim Namjoon, acabei pegando um caso de agressão física entre dois homens, no geral um processo que eu não daria muita atenção por ser bem simples, mas quando eu vi que o investigador era ele, eu resolvi dar uma atenção maior ao caso e isso me fez conhecer melhor o investigador Kim Namjoon.

O que eu descobri foi exatamente a pessoa que a ChungHa descreveu, um homem confiante, charmoso, malicioso, com um olhar intenso, com uma postura de homem mal, aquele estilo bad boy que só fica bom para algumas pessoas. Nunca achei que a profissão de investigador poderia ser tão ideal para alguém como era para ele, afinal a ideia de ir atrás de bandidos, ter porte de arma e um distintivo só completava com perfeição essa figura intimidadora e sedutora dele.

Ele é um homem simples, integro, de sorriso fácil, sociável, com bastante jogo de cintura o que fazia ele ser muito agradável, foi doloroso para o meu orgulho admitir isso, mas até eu gostei dele. Acabou que nos tornamos colegas, e ele me indicou para alguns casos que ele atuava, eu conheci o parceiro dele o detetive Hoseok, esse que era uma pessoa bastante sensata e tranquila, tudo ia bem até que o Namjoon descobriu que a ChungHa era minha ex-namorada.

Admito que quando ele descobriu isso, foi muito divertido ver uma pessoa como ele tão desconfortável perto de mim, tanto que eu não desmenti o fato de que eu poderia estar irritado com o assunto. Meu termino com a ChungHa já era algo que eu tinha superado, mas gostava de intimidar uma pessoa como o Namjoon, fazia bem para o meu ego.

Ao longo desse tempo eu passei a olhar o Namjoon com curiosidade, ele tinha uma vida amorosa bem agitada, as garotas simplesmente se apaixonavam por ele, ele conquistava as garotas com facilidade enquanto eu tinha me esforçar muito. De forma racional, eu era um partido muito melhor que ele, eu vinha de uma família rica e influente, eu tinha uma instrução acadêmica maior, um emprego melhor, um padrão de vida mais caro, e em questão de beleza não éramos distantes, mas mesmo assim ele sempre tinha garotas e eu não.

Eu cansei de tentar ver lógica nessa situação, eu atribuí ao fato de que talvez eu não conhecesse as garotas certas ou que talvez eu não fosse bonito para o novo padrão de beleza, acabei me acomodando com o fato de em algum momento minha família iria encontrar uma esposa para mim e foquei na minha carreira.

Só que a frase que o Procurador Cho falou sobre o que as garotas procuram agora, e a pesquisa que eu fui obrigado a fazer para compreender melhor a situação da Lee Hi, me fez pensar que essa era a explicação para a minha dúvida sobre a minha situação e a do Namjoon. O Namjoon estava longe de ser um príncipe encantado, mas era ele que as garotas queriam, era ele que estava na moda.

Pensar sobre tudo isso me fez entender que a menos que eu mudasse o meu estilo eu iria continuar fora de moda, mas sinceramente eu comecei a pensar que talvez, eu não queria estar na moda. Eu não queria tratar mal uma garota só para ela gostar de mim, eu achava isso errado e não iria fazer isso, eu queria sim tratar uma garota como se ela fosse uma princesa, e se isso significava que eu teria dificuldade de achar alguém paciência, eu não iria mudar.

Mas, depois de refletir sobre a minha vida e também sobre a situação do caso, eu decidi que talvez, fosse necessário mudar a acusação do San, então eu enviei um e-mail para a equipe de peritos para que eles pudessem me responder se era possível, o San ter causado o impacto forte na região da cintura da Lee Hi, que foi a causa da morte. Até ter essa resposta eu não iria assinar a ordem de prisão definitiva do San.

 

Narrativa em terceira pessoa.

- Ei S/N. - Tae bate com calma na porta do quarto da irmã. - S/N. - Percebendo que a irmã não acordava, o mesmo pegou o celular e ligou para o celular da irmã, do lado de fora da porta ele podia ouvir o celular dela tocando.

Ligação on.

S/N: Alô.

Tae: Sou eu, acorde.

S/N: Ok.

Ligação off.

Não demora muito e a porta do quarto da S/N abre de forma lenta, e o Tae pode ver a figura sonolenta da sua irmã saindo do quarto. A mesma esfregava os olhos e bocejava, ela se surpreende ao ver o seu irmão parado na frente da porta.

- Por que me ligou?

- Você pediu para eu te acordar se algo novo acontecesse, então eu te acordei.

- Tá, mas por que ligou? Quero dizer a porta estava destrancada. - S/N estica os braços para se espreguiçar.

- Hum... digamos que eu não tenho boas lembranças de entrar no seu quarto enquanto você está dormindo. - Tae faz careta.

- Sério? - S/N olha preguiçosa para o irmão.

- Sim, você atirou em mim duas vezes, definitivamente eu nunca mais vou entrar no seu quarto enquanto você estiver dormindo.

- Você mereceu, você tinha entrado no meu quarto para pegar uma das minhas facas sem pedir. - S/N dá de ombros e passa pelo irmão.

- Vindo de você eu até entendo que é uma reação normal. - Tae vai andando atrás da irmã.

- Vindo de mim? - S/N pergunta confusa.

- Sim, garotas normais jogam almofadas ou bichos de pelúcia quando o irmão invade o quarto delas, você atira.

- Eu não tenho almofadas e nunca tive bichos de pelúcia para poder jogar em você.

- Entendo, você joga o que você tem no quarto, por isso você atira.

- Se você fica tão desconfortável com tiros, eu poderia jogar outra coisa que eu tenha no quarto, como facas, granadas, enfim... - S/N fala tranquilamente.

- Sinceramente eu não ligo, eu ficaria bem mais desconfortável se você jogasse um bicho de pelúcia em mim. - Tae fala pensativo.

- Verdade, isso seria muito improvável e estranho. Enfim, por que me acordou?

- O promotor Jin mandou um e-mail um pouco.... Interessante para o laboratório de peritos. - Tae conta indo até o computador.

- Interessante?

- Ele pediu para que os peritos avaliarem se o San poderia ter causado o impacto na cintura da Lee Hi, que foi a causa da morte, apenas com uma agressão física.

- Hum, o que causou a morte dela foi ela ter sido atropelada pelo Yunho, logo o San não causou o impacto, e também não é possível um ser humano causar o impacto que um carro causa, logo uma agressão física não é compatível com tal lesão, então a pergunta do promotor é bem lógica, por que seria interessante?

- Porque ninguém mencionou o Yunho ainda ou o fato de que ele atropelou a vítima.

- Como assim? - S/N pergunta confusa.

- O promotor Jin teve essa dúvida antes de saber o que de fato aconteceu.

- Hum... isso significa que alguém contou para ele o que, de fato, aconteceu, ou que ele é muito inteligente. - S/N fala pensativa.

- Eu não acredito na inteligência dele. - Tae fala tranquilo.

- Nem eu.

- Alguma coisa aconteceu no Fórum, alguém falou com o Promotor Jin, alguém que sabe o que aconteceu, e eu quero saber quem é.

- Imaginei por isso arrumei isso. - Tae mostra na mesa alguns aparelhos. - O básico, câmeras, escutas... aconselho você a colocar em prioridade o gabinete do Procurador Cho e do Promotor Jin.

- Acha que eu consigo fazer isso em plena luz do dia? - S/N pergunta tranquila.

- Vá vestida de forma formal, como advogada ou alguém eu estaria lá por qualquer motivo normal e rotineiro, tenho certeza que vai conseguir entrar em qualquer lugar, sua engenharia social é muito boa, você engana qualquer um.

- Obrigada pelo elogio, muito gentil.

- Imagina.

S/N vai até o quarto e começa a separar uma roupa adequada para a situação, ela escolheu um conjunto de calça social e camisa, um scarpin preto de salto alto  uma bolsa de tamanho considerável de couro preto e detalhes dourados, bastante elegante e nela iria caber tudo que era necessário, o de sempre, arma, munição, carteira, câmera, escuta e celular. Ela arrumou o cabelo em um rabo de cavalo, brincos discretos e um relógio elegante de pulso, uma maquiagem discreta e perfume Chanel para terminar.

- O que acha? - S/N saí do quarto e mostra o visual para o irmão.

- Ótimo, está parecendo uma advogada ou algo assim, muito bonita.

- Obrigada. - S/N colocava ponto de comunicação no ouvido, ela pega a chave do carro e respira fundo. - Lá vamos nós.

- Boa sorte. - Tae sorri tranquilo.

- Valeu. - S/N sai de casa, entra no carro e dirigi em direção ao Fórum.


Notas Finais


Parece que o Promotor Jin descobriu algumas coisas novas sobre a vítima, coisas essas que podem mudar sua posição em relação ao caso.
O Jin se mostrou ser um homem clássico, o tipo príncipe que trataria sua garota como uma princesa, diferente do Namjoon, do San, entre outros... ele entendeu que não está na moda e nem quer fazer parte dela.
E aí, será que o San vai ser como inocente no meio de tudo isso?
Longe do ambiente Fórum, nossos irmãos sempre mostram que não levam uma vida normal.
Agora S/N está indo em direção ao Fórum, para investigar melhor o que acontece dentro do prédio da justiça.

Então gente, amanhã eu vou postar em Nana, fiquem preparadas rsrsrs
Deixem comentários.
Amo vocês. <3


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