História O prelúdio do fim - Shadows daughter! - Capítulo 40


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Categorias Descendentes
Personagens Carlos de Vil, Evie, Jay, Mal, Príncipe Ben
Tags Descendants, Descendentes, Mal, Malen, Príncipe Ben
Visualizações 122
Palavras 1.393
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Hentai, Magia, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Não queria desapontar aqueles que queriam o nascimento da filha da Mal então fiz esse bônus. Desculpe não conseguir responder os comentários, tentarei fazer isso hoje.

Capítulo 40 - Bônus


 

SE PASSA MESES DEPOIS DO ÚLTIMO FILME.

Era agosto e mesmo sendo verão, uma poderosa tempestade desaguava tanto em Auradon como no Submundo naquela noite.

 

A Imperatriz se encontrava em seu leito, gritando a cada nova contração. Ao seu lado estava seu pai, o antigo soberano daquelas terras que de mãos dadas com a filha, a ajudava a dar à luz a neta.

 

O rei de Auradon também estava presente ao nascimento da filha. Se mantinha em uma distancia segura a pedido da esposa, que a três horas atrás tinha o xingado de nomes feios e feito uma ameaça caso ele se aproxima-se dela. Ele não se sentia ofendido, um dia antes da bebê decidir que estava pronta, seu sogro deixou bem claro que isso aconteceria.

 

- Ela vai te xingar de nomes terríveis–falava Hades ao genro– culpará você e talvez até mesmo tente o matar– Benjamim abriu mais os olhos–  mas não deixe isso te abalar, é a dor que está falando e não minha filha.

 

- Entendi. – ainda era desconfortável para Ben estar na presença do pai de sua esposa. Ele não sabia como agir e tinha medo que um movimento errado coloca-se Hades em fúria.

 

-E aconteça o que acontecer, NUNCA olhe para baixo.

 

- Sobre o que estão falando? – Mal apareceu pela porta da sala de chá do castelo. Quem a vise não acreditaria que ela estava de 9 meses, a barriga não era grande como costumava ser com outras mães grávidas. Hades se levantou rapidamente e ajudou a garota a se sentar, ele estava superprotetor com ela desde que a barreira da Ilha foi desfeita para todo o sempre na festa de noivado deles. M colocou as mãos no monte que era seu ventre e olhou para Benjamim. – Vocês não deviam estar fazendo as malas ao invés de estarem aqui tricotando como duas velhas desocupadas? O dia de voltarmos ao Submundo é amanhã.

 

O Deus do reino subterrâneo deu de ombros e piscou os olhos teatralmente – Não estamos tricotando, você sabe como eu não tenho habilidade com coisas delicadas. Agora já Ele (essa era a forma que Hades se referia ao marido da filha)...

 

- Não comece a implicar, papai!

 

- Não estou implicando querida. – O homem de cabelos azuis deu um beijo no topo da cabeça da menina e saiu da sala. Mal se virou novamente para Ben:

 

- Vocês vão se dar bem, eu tenho certeza que assim que chegarmos ao Submundo ele estará mais amigável.

 

-É–dizia o rei auradoniano– ou ele me dará de petisco para a Hydra.

 

Mal riu.

 

- Só mais um pouco rainha Mal– Dra Cadenza (mãe) era quem fazia o parto. Ela foi levada as presas por Evie, que assim como Jay, Carlos e até mesmo Uma, Gil e Harry (agora eram também seus amigos) estavam no Submundo esperando a princesa nascer.

 

- Eu não consigo– suada, M olhava para o rosto do pai. A dor era alucinante, devorava as suas forças. Hades beijou a cabeça da filha sem se importar com ela estar molhada.

 

- Você pode fazer isso, só mais uma vez e Handelia estará em nossos braços. – o pai falou carinhoso com ela. O nome da criança era uma disputa entre Evie (a única que tinha coragem suficiente para contrariar o deus) e Hades. Após o casamento, ele revelou a menina a verdadeira história por trás do abandono da ex-esposa. A bebê com chifres achada por Baba era ninguém menos que a filha do Rei Rapina, Rothbart ( o mesmo que prendeu Odete em sua forma de Cisne) junto com a décima segunda filha do rei do reino das Fadas Dragões, Malvada, que veio a ser conhecida como Narissa após se tornar esposa do viúvo rei de Andalasia (a madrasta de Edward, desaparecida após o seu confronto contra Giselle). Rothbart, Malvada, Malévola, Hades e Mal, não exististe um P nessa história e sim um H. Era o que o homem pai da amiga sempre jogava na cara de Evie.

 

- Ela está exausta! – exclamou Benjamim do canto do quarto. Se levantou da cadeira que estava e ignorando sua restrição, se aproximou da esposa pegando a outra mão dela. – Amor, eu sei que está doendo, sei que não aguenta mais e que todos nós, principalmente eu, estamos lhe dando nos nervos, mas precisamos trazer nossa filha ao mundo. Você entende? – M acenou a cabeça. Benjamim olhou para a obstetra e novamente para Mal– Vamos só mais uma vez, pela bebê. – a jovem rainha, com o auxilio do pai e do marido, empurrou mais uma vez. O grito foi longo, mas logo acabou. Mal novamente tombou para trás, vendo Cadenza erguer algo em suas mãos que não chorava, mas respirava fundo.

 

- Aqui está você! – a medica disse ao bebezinho.

 

Hades se esqueceu do mundo por um momento, soltou a mão de Mal e deu passos lentos em direção a Cadenza. Viu a neta tão pequena e indefesa nas mãos da mulher. Era como na tarde que Mal nasceu, mas diferente de antes ele não abandonaria aquela criança.

 

- Me dê ela! – a garota exigiu. A mulher com rugas entregou a M o pacotinho rosa que tinha acabado de ser coberta. Em pressa, Mal começou a livrar a filha do cobertor que a envolvia, fazendo a neném chorar.

 

- O que está fazendo? Ela está chorando!– Benjamim questionou a esposa.

 

- Cale a boca– ela disse a ele e continuou a desfazer o pano. Com o bebê nu, a analisava com cuidado– Dedinhos, pés, mãos... –ela parou quando se lembrou das asas, virou a bebê chorante de costas. Lá estavam, dois pares de asas azuis miúdas coladas ao corpinho. Mal respirou de alivio, o tempo que a filha passou presa no Outro Lado não a afetou como ela temia. Teria que esperar a princesinha crescer para ter certeza sobre isso. Envolveu a menininha novamente no pano, trazendo-a para perto de si a fazendo parar de chorar. Ignorou o rosto de espanto do pai e do marido. – Você é perfeita, filha!

 

- Ela tem asas– Hades falou surpreso e atônito.

 

- Você sabia sobre isso? – Ben perguntou a ela e Mal respondeu calmamente.

 

- Sim, a todo momento.

 

- Porque não vimos isso na ultima ultrassom? – o rei questionou a médica que também parecia confusa.

 

- As asas se formam na última semana antes do nascimento– Cadenza disse para si própria.

 

- Qual é o problema ela ter asas? – Mal falava– Isso só significa que ela poderá voar e ir mais longe do que qualquer um em Auradon– a mãe encostou o nariz no da filha que dormia.

 

- A blueberry (forma como Hades se referia a Evie) apenas terá que modificar as roupinhas. – ele deu um tapa forte nas costas do genro o tirando o ar dos pulmões– Parabéns rapaz! Você verá como é ter um dragão como filha. – Mal revirou os olhos para o pai.

 

- Obrigado, senhor. – Benjamim recuperava o fôlego.

 

- Vou dar as boas novas aos seus amigos. – novamente Hades beijou Mal e passou os dedos de leve no rosto da bebê.

 

- Eu também darei um tempo para que vocês a conheçam melhor. – Cadenza fez uma reverencia e saiu atrás de Hades, fechando a porta.

 

Por longos segundos havia apenas silêncio no quarto.

 

- Como você se sente? – Benjamim que estava agora sentado ao lado da esposa admirando a filha, perguntou.

 

- Esgotada, mas valeu a pena. Olhe como ela é linda.

 

- Se parece com você. – ele encostou a cabeça na dela.

 

- Você acha?

 

- Sim. Vocês duas tem esse mesmo aspecto.

 

- Aspecto? Como assim?

 

Benjamim sorriu – De garota bonita e malvada.

 

M nada disse, nem se quer revirou os olhos, o cansaço era demais para poder o responder como merecia. Ao invés disso apenas fez um pedido. – Pode segurar ela?

 

- É claro. – Mal passou a neném para os braços dele. Ben se levantou com o bebê. Ia dizer como as bochechas da filha se pareciam com as dele, mas ao se virar para a esposa viu que ela já havia dormido. Voltou a encarar ternamente a garotinha nos braços. – Eu amo vocês mais do que podem imaginar– e aproveitando que sua esposa estava dormindo, revelou a bebê e a ninguém mais sua preferência de um nome que o lembrava do amor de sua vida– Minha preciosa, Maligna.

 

**********************

 


Notas Finais


Eu quero muito escrever a segunda parte mas estou sem ideias e principalmente sem tempo. Se tiverem alguma sugestão me mandem no PV.


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