História O presente - Capítulo 54


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Categorias Alycia Debnam-Carey, Eliza Taylor-Cotter, Girls in the House, The 100
Personagens Anya, Clarke Griffin, Dra. Abigail "Abby" Griffin, Indra, Lexa, Marcus Kane, Octavia Blake, Personagens Originais, Raven Reyes
Tags Alycia, Alycia Debnam-carey, Amor, Clexa, Eliza, Eliza Taylor-cotter, Ódio, The 100, Tudo, Yuri
Visualizações 66
Palavras 880
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção Adolescente, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Orange, Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu n sei oq falar rsrsrs

BEIJO NA BUNDA E BORA.

Capítulo 54 - Viagem part 2



Estamos a três dias nesta fazenda e desde a primeira noite eu não olho para fora da janela, não me julguem eu sou medrosa.

Desde que chegamos nós dividimos as tarefas, eu fiquei responsável junto com minha mãe e minhas avós de cuidar da comida, Kane, Lincon e Lex ficaram na parte do animais, O, Anya e Rav ficaram de arrumar os cômodos de cima e Lady e Mona de arrumar a parte de baixo e mesmo sendo pouca coisa elas ainda fazem tudo reclamando. 

Eu estava pegando ovos para o café da manhã, minha mãe se ofereceu para me ajudar, mas como elas inventaram de fazer uma comida francesa lá com nome difícil e a receita mais ainda, propus vir sozinha. Péssima idéia, o galinheiro era o lugar mais longe que se tinha da casa e ficava perto da plantação, sabe aqueles filmes de terror onde o povo entra tipo num milharal, ai eles se perdem, se separam e vão sendo mortos um de cada vez? Eu estou no cenário, só faltam as pessoas que vão morrer, normalmente a primeira a morrer é sempre a loira... merda, seu eu pintar o cabelo conta?

-AHHHHHHHHH- Algo me cutuca e eu sou tirada dos meus desvaneios, me viro rapidamente e começo a tacar os ovos que eu catei no ser atrás de mim.

-CLARKEEE PARE- Paro de jogar os ovos e abro os olhos um de cada vez dando de cara com uma Octavia cheia de ovo por tudo quanté parte- Ta louca?

-Eu que pergunto, o que deu em você para chegar de fininho DO LADO DE UM MILHARAL e me cutucar?

-Ta com medo por ser loira? Não se preocupa a Anya também é- Disse rindo 

-Quié? Ouvi meu nome.

-Cristo, que susto, de onde você brotou?-Pergunto com a mão no peito.

-Ué eu vim caminhando.

-Enfim, o que você queria O?

- Nada, na verdade eu estava esperando te convencer a fazer uma fogueira hoje e cantar, igual fazíamos com o tio Jake.

-Ficar aqui fora a noite? Sério?

-Ah vamos, não é como se fosse aparecer um batalhão e te levar a força. 

-Ta tudo bem, sorte sua que eu trouxe meu violão- Falei seguindo em direção a casa com os poucos ovos que me restaram.

[...]

Já passavam das 5 e o céu ja apresentava uma cor alaranjada por conta do por do sol que se aproximava, fiquei meia hora observando O tentando acender a fogueira, meu rosto estava sério mas por dentro eu estava quase chorando de rir. Fiquei surpresa quando Lexa chegou do nada e faz em 5 minutos o que O não conseguiu em 30. 

-EU SEI, EU TENHO UMA NAMORADA INCRÍVEL- Gritei em direção as duas, Octavia revirou os olhos e me deu lingua e Lexa deu um sorriso triunfante.

Aos poucos nos juntamos ao redor da fogueira e começamos a assar marchmellows(N/T:não sei escrever sorry). Logo começamos a falar sobre histórias da nossa infância e uma coisa que eu percebia era que quando o assunto chegava em Lexa ela sorria, desconversava e fazia alguma pergunta para alguém do grupo. Me desconcentrei quando o foco passou a focar em mim.

-Qual é, todo mundo ja fez isso até a leãozinho aqui- O inconveniente veio falar.

-O que tem eu?

-Só estou falando que todo mundo teve uma paixão platônica quando é criança não que "alguém" fugiu da escola aos 5 anos de idade.

-Ahhh eu lembro desse dia- Rav se pronunciou e eu lancei um olhar ameaçador que não fez efeito nenhum pois ela só riu para mim e começou a comer.

-No dia eu fiquei possessa, mas confesso que hoje essa história me tira boas risadas- Minha mãe disse rindo.

-Mãe por fav- sou cortada pela voz de minha namorada.

-Eu quero saber dessa história ai.

-Quando as Clarke tinha 5 anos ela fazia ballet em uma escola que ficava alguns metros da nossa casa- tentei interromper mas ela me ignorou e continuou a contar- Toda vez que eu e o pai dela íamos buscá-la ela nunca estava perto do portão, eu ficava brava e falava que a próxima vez que eu chegasse e ela não estivesse lá eu iria, deixá-la. Algum dias depois eu chego para buscá-la e como sempre ela não estava no portão, eu e Jake fomos para o parquinho que tinha na parte de trás da escola, pois ela sempre ia para lá, mas quando chegamos, procuramos em todos os lugares, nas salas, em outras aulas, perguntamos à todos, mas não tinhamos nenhum sinal dela. Jake ficou tão preocupado que procurou até dentro dos vasos sanitários. Eu estava louca quase ligando para a polícia quando me chamam para frente da escola e la estava ela, de cabeça baixa e os olhos inchandos de chorar. Aparentemente ela fugiu da escola pois ela tinha visto alguém muito parecido com seu pai e eu, então ela decidiu correr atrás do "nosso" carro, sorte que um motorista a encontrou, viu o nome da escola e a trouxe de volta, o coitado do porteiro se demitiu por se sentir mal.

Todos estavam com os olhos vidrados em mim.

-Em minha defesa as pessoas era muito parecidas mesmo.

Ouço uma risada e olho incrédula para Lexa que quase chorava de rir.

-Qual é você deve ter uma história constrangedora da sua infância- Provoquei.

-Que tal cantarmos uma música- Ela falou pegando o violão perto de mim e começou a dedilhar.


Notas Finais


Oq acharam? Amo vcs.


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