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História O Príncipe dos Saiyajins - Capítulo 40


Escrita por: FannyLi

Notas do Autor


“Os guerreiros da luz mantém o brilho nos olhos.
Estão no mundo, fazem parte da vida de outras pessoas. Começaram sua jornada sem alforge e sem sandálias. Muitas vezes são covardes. Nem sempre agem certo.
Os guerreiros da luz sofrem por coisas inúteis, tem atitudes mesquinhas, e às vezes se julgam incapazes de crescer.
Frequentemente acreditam-se indignos de qualquer benção ou milagre.
Os guerreiros da luz nem sempre têm certeza do que estão fazendo aqui. Muitas vezes passam noites em claro, achando que suas vidas não têm sentido.
Por isso são guerreiros da luz. Porque erram. Porque se peguntam. Porque procuram uma razão – e com certeza vão encontrá-la.”
Paulo Coelho

Capítulo 40 - Atentado - SSj


Fanfic / Fanfiction O Príncipe dos Saiyajins - Capítulo 40 - Atentado - SSj

Era dia em Vegeta – Sei e tanto os escravos quanto os Soldados já estavam em suas labutas diárias que terminariam no final do dia. O Rei e o Príncipe haviam saído cedo para uma importante reunião no palacete.

Ao sair Vegeta deixou sua bela escrava com Maron. Mas ao olhar Bulma que dormia nua em sua cama depois da incrível noite que tiveram logo após o banho que eles tomaram juntos e Vegeta ir jantar com seu pai o jovem Príncipe sentiu um aperto no peito e uma vozinha que lhe dizia no intimo que não deveria deixar Bulma sozinha, que algo aconteceria, mas ele achou que fosse coisa da sua cabeça e não se deixaria levar pelo extremo desejo de ficar ali com ela a abraçando e sentindo o corpo quente próximo ao seu, ele saiu do quarto se amaldiçoando por esta tão apegado a Bulma, por esta viciado nela e não conseguir passar o dia sequer que fosse sem tê-la em seus braços.

Ele se encontrou com seu pai do lado de fora do palácio e foram juntos para o palacete onde provavelmente voltariam depois das 11 horas da manhã.

Bulma acordou com Maron ao seu lado e contou sorridente da sua noite com o Príncipe, e da forma carinhosa com que ele a tratou, era como se ele soubesse que havia um ser crescendo dentro dela e por isso fazia o máximo de esforço para não machuca-la, contou de como se sentia completa perto dele e Maron a repreendeu por sentir isso pelo Príncipe e a alertou, mas uma vez para que ela contasse a verdade ao Príncipe e ela prometeu que contaria logo.
 

Maron saiu do quarto pra preparar algo para a cientista comer, ao fechar a porta do quarto atrás de si e sair despreocupadamente, Maron não havia percebido que havia dois soldados de armaduras pretas na espreita no corredor. Ao perceberem que a jovem escrava havia dobrado o corredor da direita os dois homens se aproximaram do quarto do Príncipe com sorrisos assassinos nos lábios.

Vegeta e seu pai já estavam saindo da fronteira do palácio quando o jovem Príncipe que estava calado esbravejou no banco de carona.

_ Droga! Esqueci o maldito cartão de segurança do Palacete.

_ Merda Vegeta! –falou olhando o filho com repreensão na voz. Aquele cartão era muito importante para terem acesso as suas salas no palacete e sem eles seria impossível entrar, pois cada cartão havia a digital do dono gravada e seria difícil abrir a porta sem eles. _ você só não esquece a cabeça porque ta pregada no pescoço. –zombou o Rei que estava sentado ao lado do filho também no banco do carona.
 

_ Grrrrrrrr, vou voltar pra buscar. Pode ir na frente se quiser. –disse já fazendo menção de sair do aero carro voando.
 

_ Não espera! Vou com você. Aproveito e faço uma coisa no palácio. –falou pensando em sua escrava que havia deixado dormindo. _Volte para o palácio. –falou pra um soldado que deu a volta no aero carro voltando para o palácio.

***

A Porta do quarto do príncipe foi se abrindo lentamente e com a mesma velocidade um corpo foi entrando pela porta aberta, depois dele outro corpo ainda maior também entrou, os dois pares de olhos um negro e outro castanho vislumbravam a pequena criatura que sentava-se ao chão remexendo em uma mala ,eles sorriram ,pois a encontraram da forma que eles queriam. Seus nomes eram Groove e Tabór eles eram dois soldados de Freeza que estavam ali pra cumprir a ordem de seu Lorde.
 

Groove era alto de pele morena escura, ele era muito musculoso e havia algumas cicatrizes pelo rosto e pelos braços os olhos negros do soldado não escondiam a perversidade que ele cumpria com as ordens que lhe eram dadas, seus cabelos eram avermelhados e desgrenhados que estavam espetados. Já Tabór era mais baixo que o companheiro, mas também muito forte e tinha os olhos castanhos intimidadores e os cabelos curtos e pretos.
 

Bulma que até então estava abaixada percebeu que não estava sozinha no quarto, ela levantou os olhos azuis e sobressaltou-se ao notar a presença daqueles dois soldados estranhos que a encaravam friamente com um brilho assassino nos olhos, ela se levantou num impulso com o coração acelerado.

_ q-quem s-são vocês? –perguntou tomada pelo susto.
 

_ Você deve ser a escrava do Príncipe. –disse Groove dando um passo a frente. _Bem que me disseram que era bonita.
 

_ O que querem aqui? –falou assustada com um medo tomando conta de seu corpo. Quem eram aqueles caras? O que eles queriam ali no quarto do Príncipe? E o que eles queriam com ela?
 

_ Viemos fazer um serviçinho e pelo visto vai ser bem fácil já que tem a força de uma barata. –falou Tabor zombeteiro enquanto verificava o ki da moça pelo seu Scouter.
 

_ Vão embora daqui. –pediu Bulma com coragem. Ela não conhecia aqueles homens e não se lembrava de já tê-los visto no palácio antes.


Bulma começou a temer o que aqueles homens queriam fazer com ela e acima de tudo temeu pelo seu filho em seu ventre ainda jovem.
 

_ Quem é você pra nos da ordens escrava? –falou Groove dando uma gargalhada diabólica que deixou Bulma com ainda mais medo.
 

_ Não se aproximem de mim! –gritou Bulma com um instinto protetor começando a tomar conta se seu corpo.
 

_ Não se preocupe, isso vai acabar logo. Não sofrerá tanto, mas isso só vai depender de você. –Tabor disse se aproximando de Bulma a passos lentos.
 

_ Fiquem longe, longe! –tornou a gritar com lagrimas de pavor nos olhos dando passos pra trás, mas parou ao se encostar-se à mesinha de cabeceira. Groove e Tabór começaram a se aproximar ainda mais dela com sorrisos diabólicos e assassinos no canto dos lábios. Bulma começou a tatear a mesinha por trás com a mão, mas não encontrou nada que pudesse lhe defender naquele momento, apenas encontrou uma escova de cabelos o que ela não hesitou em pegar.


_ Fiquem longe de mim eu to avisando! –falou com mais lagrimas nos olhos enquanto segurava a escova com força na mão e tinha seu coração acelerado.
 

_ E porque faríamos isso? –falou Tabór já perto de Bulma e com o braço esticado para toca-la, Bulma então com o instinto de sobrevivência percorrendo seu corpo e juntando alguma coragem La se sabe de onde, bateu a escova com força na cabeça do Soldado e correu para a porta o mais rápido que pôde sentindo as pernas bambas, mas ela não conseguiu correr muito e foi parada por um puxão violento de Groove que a fez voltar com tudo e bater as costas com força na mesinha.

_ ahhh... –gemia Bulma caída no chão se contorcendo de dor e medo.
 

_ Aonde pensa que vai? –falou o Soldado que não havia sentido nada daquela escovada da moça que ainda jazia no chão sem forças pra levantar, a pancada havia sido muito forte e ela mal conseguia respirar ou pensar em como se salvar e salvar seu filho. Ela sentia suas costas arderem de dor e temia por sua vida e principalmente a vida de seu filho, ela não conseguia entender o porquê daquilo, o porquê daqueles dois Solados estranhos estarem fazendo aquilo com ela, mas ela sabia que precisava reagir e se salvar, não só a ela, mas também a seu filho.

_ Levante escrava! –Groove se abaixando e pegando no pescoço de Bulma com força a fazendo se levantar e também com que o local ficasse marcado e a moça não conseguisse respirar direito, e a deixando alguns centímetros do chão. _Você é durona. Mas vamos até quando. –disse com um soco armado com o enorme punho para o rosto de Bulma, que mais uma vez sentiu a coragem lhe invadir e chutou com toda a força que lhe restava o meio das pernas do Soldado que soltou um baita palavrão e a soltou. Bulma sem esperar muito correu novamente ate a porta e tentou abri-la, mas foi mais uma vez impedida por Tabór que já estava ficando irritado e lhe deu um tapa no rosto a fazendo novamente cair no chão com a visão turva e um filete de sangue escorrendo pelo canto da boca.


Mesmo fraca e sentindo dor Bulma ainda tentou se rastejar ate a porta enquanto os dois Soldados riam da persistência dela. Groove se aproximou de Bulma e a chutou no braço a fazendo virar pra cima, ele se ajoelhou e a agarrou pelos cabelos a fazendo olhar pra ele.

_ Será um desperdício matar você. –falou Groove fazendo seus dedos deslizarem pelos seios dela. _Mas ordens são ordens. –falou com dois dedos apontados para o rosto de Bulma onde uma energia branca começava a se acumular lentamente, Bulma só podia enxergar aquela claridade que ficava a cada segundo mais ofuscante, ela sabia que aquele era o seu fim, que não havia mais jeito, que morreria ali sem ao menos saber o por que. Ela fechou os olhos deixando mais lagrimas correrem pelo seu rosto machucado, talvez as ultimas lagrimas que sairiam dos seus olhos. Ela não pensava em nada, ou melhor, só conseguia pedir desculpas mentalmente a seu filho por não conseguir protegê-lo, por ser tão fraca, que não conseguiu salvá-lo, que não iria vê-lo nascer e crescer, que deixou aqueles dois homens a dominar e agora ela morreria ali, sem ao menos vê o rosto dele. Sem ao menos vê-lo pela ultima vez. Sim. Vegeta, Ela também pensou nele, quando começou a aceitar que aquele era o fim de tudo o rosto dele veio a sua mente, tudo o que eles viveram juntos passou como um filme na sua cabeça turbulenta, um filme que ela não queria esquecer. Depois disso, a cientista não pensou em mais nada.

_ VEGETAAA!!! - gritou reunindo toda suas forças, na esperança que ele aparecesse.

_ Isso vai ser moleza! –falou sorrindo pronto para atingir Bulma com aquela energia que a estraçalharia em menos de um segundo, fazendo a cientista desaparecer pra sempre, mas antes de conseguir alcançar seu objetivo, a imensa janela de vidro do quarto foi brutalmente estraçalhada, fazendo Bulma, Groove e Tabór se assustarem e colocarem as mãos no rosto para se protegerem dos cacos de vidro que voavam pelo quarto em pequenas lascas cortantes.

A janela foi destruída em segundos pelo KI de um guerreiro sanguinário e violento que havia acabado de entrar.


O Saiyajin estava loiro e os olhos perversos estavam verdes fumegando fúria e com uma áurea dourada em volta do corpo que estava bem maior do que o normal, seus cabelos estavam espetados e balançavam ao ritmo da áurea, seus punhos estavam cerrados e seus olhos estavam fixos na jovem que ainda permanecia no chão e não conseguia acreditar no que via em sua frente, aquele era...

_ Vegeta... –Bulma sussurrou ao reconhecer aquele homem, ele poderia esta loiro e de olhos verdes, mas ela o reconheceria em qualquer lugar do mundo.


Os dois Solados se levantaram largando Bulma no chão e passaram a encarar o jovem e furioso loiro em suas frentes.

_  Quem é você? –falou começando a ficar com medo.
 

_  Eu é que pergunto vermes. –falou com a voz grossa agora encarando os dois soldados com uma imensa fúria percorrendo seu corpo. Tabór que tentava manter a calma e descobrir quem era aquele guerreiro começou a medir o KI do jovem e se espantou ao vê os números quase voando de tão rápido que se passava na tela.

_ 1.000...... 5.000...... 10.000......20.000............ 30.000... 50.000... 60.000 –Tabór não acreditou quando o poder do loiro ultrapassou os 80.000, seu Scouter explodiu e ele ficou  pasmo. _ MAIS DE 200.000! É IMPOSSIVÉL!!!!!!

_ SEJA LA QUEM VOCÊ FOR NÃO VAI ATRAPALHAR MEUS PLANOS!!!!!!! –gritou Groove partindo pra cima com tudo do jovem que não se movia, ele não teve tempo de atacar o loiro, pois este o parou com a mão fazendo com que uma forte energia saísse da mesma e em menos de um segundo o corpo que ate um segundo de Groove estava vivo foi se desintegrando nas mãos de Vegeta.


_ GROOVE! –gritou Tabor incrédulo com o que acabou de vê,  o corpo do amigo se esfarelar entre os dedos do loiro que agora dava um sorriso de canto de satisfação, foi tudo muito rápido que não houve tempo de Tabór salvar o amigo ou avaliar o que iria acontecer.
 

_ Me diga verme maldito, quem é você? - gritou Vegeta ao Soldado que estava de olhos arregalados.

_ NUNCA, NUNCA  IREI DIZER! - 

 _ Então morra! –dizendo isso Vegeta levantou a mão fazendo dela sair à mesma energia que atingiu Groove aos poucos. _ Vou perguntar mais uma vez e quem sabe eu poupo sua vida. –mentiu com um sorriso sardônico nos lábios. _Quem mandou vocês aqui? –falou encarando o Soldado que não se movia de espanto. Ele não havia reconhecido que aquele era o Príncipe de Vegeta-Sei e como ele matou seu amigo tão rápido? _Não vai dizer? –perguntou Vegeta calmamente fazendo a energia em sua mão aumentar.
 

_ Não! –falou. _Quem é você e por que esta assim? De onde você veio? –completou amedrontado. Nunca em sua vida ele havia sentido medo de um inimigo antes. Nem Freeza causava tanto medo nele.
 

_ Eu faço as perguntas por aqui mas parece que não quer cooperar não é?
 

_Pode me matar se quiser mas eu não digo nada você imbecil.
 

_ Ótimo, era isso mesmo que eu ia fazer. –dizendo isso Vegeta fez com que a energia acumulada em sua mão atingisse Tabór o fazendo virar farinha em segundos empoeirando o chão do quarto.


Após matar os dois Soldados sem saber o porquê de eles estarem ali Vegeta voltou seu olhar para Bulma que agora estava sentada perto da porta com os olhos arregalados sem acreditar direito no que tinha visto. Vegeta se aproximou dela a vendo o olhar meio confusa e com o corpo machucado da mesma forma que ele há encontrou alguns meses atrás, ele se agachou e tocou no rosto dela limpando com o polegar a sangue que escorria do canto da boca dela, seus olhos se encontraram de forma mágica, como se eles esperassem por aquilo, os olhos azuis fitando o verde e vice-versa.

_ V-Vegeta é você? –falou sem ainda acreditar que era ele que estava ali em sua frente.
 

_ Claro que sou eu. Quem achou que fosse? Papai Noel? –falou serio sentindo mais raiva por vê-la machucada.
 

_ Você... Você... Esta loiro! - disse ela perplexa.

_ Deu pra notar? - ele deu seu habitual sorriso de canto, correndo seus dedos pelo rosto da cientista.

Eles ficaram um tempo sem dizer nada, apenas seus olhares diziam tudo, a alegria que ela sentia por vê-lo e a alegria que ele sentia por vê-la. Vegeta limpou por completo o sangue da boca dela, mas continuou a tocando enquanto não desgrudava seus olhos dos dela. Como aquela garota mexia com ele, ele jamais se perdoaria se algo acontecesse com ela. Após alguns segundos que pareciam ser horas Vegeta pegou Bulma no colo e ela gemeu um pouco quando ele tocou em suas costas, ele ainda não sabia lidar direito com toda aquela força que havia ganhado e teve receio de machuca-la ainda mais. Ele a ajeitou em seus braços e disse olhando pra ela.

_ Eu vou tirar você daqui! –falou e saiu voando com Bulma pela janela a toda velocidade.

***

Nesse momento Rei Vegeta entrou no quarto ao ouvir estrondos e sentir um KI muito poderoso, ao entrar ele viu tudo revirado, cacos de vidro espalhados por todo quarto e dois montinhos de cinza que antes eram dois Soldados. O quarto estava vazio e nada do Príncipe e da Escrava.

_ Que diabos aconteceu aqui? –se perguntou com um enorme ponto de interrogação na testa, ainda sentindo o KI extremamente forte agora em movimento com outro KI muito, muito mais fraco.
 

 



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