História O príncipe e o guarda Yoonseok - Capítulo 20


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Blackpink
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Lisa, Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Visualizações 16
Palavras 2.297
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Fluffy, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Ok, eu amo muito vcs e por isso eu vou soltar um pequeno bônus.

Vcs vão bugar com esse cap? Sim, vão, mas é só para aquecer o belo coraçãozinho de Yoonseok de vcs.

Amo vcs, lovely lovely ❤

Capítulo 20 - Com o tempo... - Capítulo Bônus


Fanfic / Fanfiction O príncipe e o guarda Yoonseok - Capítulo 20 - Com o tempo... - Capítulo Bônus

Era hora do jantar no palácio. Os reis, Hoseok e Yoongi, esperavam impacientes por três pessoas. Quem estava mais impaciente era Yoongi. O moreno odiava atrasos. Hoseok o encarava enquanto se segurava para não rir. Yoongi o olha de lado e faz careta, percebendo que o outro o olhava demais.

           SG – Por que parece que você vai começar a rir da minha cara a qualquer instante? – Hoseok não conseguiu se segurar e começou a gargalhar sem parar.

           JH – Desculpa... é que essa sua cara de bravo me dá vontade de rir. É tão fofa, mas tão engraçada.

           SG – Ok, entendi – Yoongi olha para a porta da sala de jantar mais uma vez e suspira – Onde estão elas hem?

           JH – Devem estar chegando, se acalme.

           SG – Não é a primeira vez que elas se atrasam. É sempre assim. Depois eu que sou desobediente e teimoso.

           JH – Mas você é desobediente e teimoso. Elas puxaram a você essa desobediência e teimosia – Hoseok olha para a porta mais uma vez e começa a ouvir pequenos barulhos de vozes – E de qualquer maneira, só estão 5 minutos atrasadas. Não é lá muita coisa.

De repente, duas garotas passam pela porta. A primeira era Eun-Kyung, a mais velha das irmãs. Ela vinha conversando com a mais nova, Hae-Won. Hoseok se levanta junto a Yoongi e ambos depositam um beijo em cada bochecha das filhas. Mas estava faltando uma. Hoseok olha um pouco preocupado para a porta e suspira.

           EK – Está tudo bem, pai?

            JH – Onde está sua irmã, Kyung?

         HW – Ela disse que estava vindo. Pediu para não esperarmos por ela. – A mais nova explica a Hoseok. Yoongi bufa com raiva.

         SG – Atrasada de novo mocinha. – Yoongi diz olhando para a adolescente que se encontrava de cabeça baixa na porta da sala de jantar. Aquela era Cho-Hee, a irmã do meio. Cho-Hee tinha os cabelos mais escuros que a noite e seus olhos não eram diferentes. Eram cabelos longos e finos. Ela levanta um pouco a cabeça para falar com o pai.

        CH – Perdão, Appas.

         SG – Tudo bem Cho-Hee, mas eu espero que pare de se repetir com frequência.

        CH – Sim senhor.

         JH – Então? Vamos comer?

         SG – Vamos, claro – Todos se sentam a mesa. As garotas estavam caladas – Então? Algo de interessante no dia de vocês?

      HW – Acho que não.

        EK – A mesma coisa de sempre. – Yoongi olha para Cho-Hee. A pequena aventureira sempre tinha algo para contar.

         SG – E você, Hee?

        CH – Ah... eu fui visitar a vovó Lalisa. Ela me contava de algo sobre “escola” e que o senhor e o appa Hoseok iriam colocar a gente lá. Besteira, não? – Cho-Hee disse rindo sozinha.

        SG – Não, a sua avó tem razão. Logo, logo vocês estarão estudando.

        CH – Oi? – Cho-Hee quase se engasgou com a comida.

         SG – Vocês só não estudam ainda porque o Hoseok é medroso demais para querer deixar vocês sozinhas em uma escola. Mesmo que já sejam adolescentes.

         JH – Ei! – Yoongi ri do marido.

      HW – A gente realmente vai para uma escola? Que incrível! – A mais nova sempre era mais animada da família.

        EK – Parece que vai ser bem divertido. Preciso de amigos.

         JH – E você minha princesa, o que acha? – Hoseok se dirigi a Cho-Hee. Ela olha para o pai com um olhar frio e abaixa cabeça.

        CH – Uma porcaria, se querem saber. – Yoongi arregala os olhos e olha com raiva para Cho-Hee.

         SG – Que linguajar é esse, garota?

        CH – Pai, isso é uma péssima ideia. O que o senhor quer? Que eu sofra mais bullying do que eu já sofro? Eu sou diferente, não vão me aceitar. Por que é tão difícil para o senhor entender?

         SG – A escola é importante, Jung Min Cho-Hee, eu não posso fazer nada se você não quer.

        CH – Não é que eu não queira, é que...

         SG – O que tem então, Hee?

        CH – Eu só... não gosto de pessoas. O senhor não pode me obrigar – Ela solta os seus talheres no prato e se levanta – Eu não estou mais com fome. Boa noite e com licença.

Cho-Hee se retira da mesa e sai pela porta. Yoongi abaixa a cabeça e suspira. Cho-Hee era diferente dos outros. Ela não conseguia controlar seus pensamentos ruins a cada nano segundo. O seu psicológico era bem bagunçado por conta das ofensas que ela sofreu quando era menor. A pequena adolescente que vivia de capuz havia nascido com orelhas de raposa, pontudas e negras. As pessoas acreditavam que ela era uma aberração, mas nunca falavam na cara dela. Ela era a princesa afinal, não podiam faltar respeito com ela.

Mas Cho-Hee daria tudo para não ser princesa por pelo menos um dia. Assim ela poderia saber a verdade de todos naquele maldito reino e poder, finalmente, se sentir melhor. Era assim que Cho-Hee pensava. Que se escutasse a verdade, o peito dela doeria menos.

Mas era ao contrário.

Às vezes, escutar a verdade, podia doer mais do que não escutar. Talvez fosse melhor se ela não soubesse. Yoongi se levanta e sai da sala de jantar sem dizer nada, com as mãos enfiadas dentro do bolso.

           EK – E lá vão eles de novo – Eun-Kyung revira os olhos e termina sua refeição – Acabei.

         HW – Papai, por que a Cho-cho não gosta de pessoas?

            JH – Eu sinceramente não sei, minha pequena – Hoseok se levanta junto as garotas – Nana, pode tirar a mesa?

             N – Sim, alteza.

            JH – Obrigado, Nana.

Hoseok pega nas mãos das meninas e se retira da sala de jantar.

                                               ///////   

Era tarde da noite. A família dormia, menos Yoongi e Cho-Hee. A jovem passeava pelos corredores do castelo, pensativa. Cho-Hee sempre foi igual a Yoongi. Às vezes nem dava para dizer que ela também era filha de Hoseok. A garota era parecida com o pai em tudo. Ela tinha os olhos e lábios finos como o de Yoongi. Tinha a pele alva como a de Yoongi. A personalidade forte como a de Yoongi. Se duvidasse, eles poderiam ser até almas gêmeas. Mas havia algo que diferenciava ela do pai. Cho-Hee nunca foi de sorrir muito. Mas quando a morena tirava para sorrir era o sorriso mais belo que Yoongi já havia visto na vida. O sorriso de Hoseok é maravilhoso e o de Yoongi também. E os dois sorrisos misturados formam o sorriso de Cho-Hee. Seu rosto parecia se iluminar quando sorria. Era algo raro de se ver, então quando ela fosse sorrir era bom prestar bem atenção, porque demoraria para acontecer de novo.

Cho-Hee vê seu pai, Yoongi, andando distraído pelos corredores, enquanto enxugava seu cabelo molhado com uma toalhinha. Era raro ver Yoongi, o único herdeiro do trono, informal, sem ternos chiques e gravatas douradas. O moreno usava uma bermuda moletom e uma camisa de malha fria preta, acompanhado de seus belos chinelos do anpanman que Hoseok havia dado a ele de aniversário. Ele olhava pelas janelas, alienado. O moreno percebe que estava sendo observado pela filha e dirigi seu olhar a ela.

             SG – Ei, Hee, ainda está acordada?

            CH – Sabe como é né? Insônia. – Cho-Hee havia nascido com a doença insônia. O que dificultou bastante para Yoongi e Hoseok nos primeiros dias de vida da menina.

             SG – Tinha me esquecido – Ele coça a nuca, envergonhado – Você não vai...

            CH – Pai?

             SG – Sim pequena?

            CH – Eu posso pentear o seu cabelo?

             SG – Bem... se você quiser.

            CH – É que... eu quero falar com o senhor.

             SG – Tudo bem, vamos.

Eles andam até o quarto do casal. Cho-Hee estranha não ver seu pai, Hoseok, dormindo àquela hora da noite. Aliás ele nem estava no quarto. Cho-Hee olha torto para o pai.

           CH – Onde está o appa Hoseok?

            SG – Ah, esqueci de te dizer. Seu pai vai ficar até mais tarde no escritório. Chegaram mais inscrições de jovens querendo entrar para o treinamento da guarda real e você sabe que seu pai é responsável por isso. Ele está lotado de trabalho – Yoongi deu um sorriso triste enquanto Cho-Hee passava a escova pelos seus cabelos úmidos – E o festival das flores anual já está em cima. Ele anda ocupado demais.

           CH – E o senhor sente falta dele...?

            SG – Um pouco, às vezes. Mas daqui a pouco tudo passa e as coisas voltam a normal.

           CH – Ei, pai.

            SG – O que?

           CH – O que é essa cicatriz na nuca do senhor? – Yoongi riu fraco.

            SG – Lembra a lenda do Menos Grande?

           CH – É minha lenda preferida. Appa Hoseok me contava a lenda para eu conseguir dormir bem a noite.

            SG – Eu e seu pai já lutamos contra um. – Yoongi disse fazendo Cho-Hee arregalar seus olhos.

           CH – Sério? – Yoongi riu da curiosidade da mais nova.

            SG – Sim, nós já lutamos. Você quer ouvir? – Cho-Hee balançou a cabeça em concordância muitas e muitas vezes. Era raro ver seu pai falando muito. Yoongi era um homem de poucas palavras.

           CH – Sou toda ouvidos. – A garota disse, entusiasmada.

           SG – Bem... faz bastantes anos. Aconteceu quando eu e seu pai ainda éramos apenas amigos que compartilhavam segredos juntos, em uma varanda fria – A morena dá uma gargalhada fraca, se divertindo ao máximo – O Menos Grande apareceu de repente em Seul. Eu fiquei assustado, até, quando do nada uma rachadura se abriu no céu.

          CH – O que é Seul?

           SG – Você não conhece Seul? – Yoongi perguntou abismado – Seul é um lugar da Terra. Eu vivi metade da minha vida lá, Hee.

          CH – O senhor é metade terráqueo? Essa é a primeira vez que meu coração bate tão forte. – A morena disse rindo.

           SG – Por que? – Yoongi queria rir também. Ele estava impressionado com o entusiasmo da filha.

          CH – Eu amo muito a Terra.

           SG – Mesmo? 

          CH – Mesmo, mesmo. – Yoongi se vira para o espelho e vê um fenômeno raro acontecer. Sua filha abre um sorriso de orelha a orelha. Aquilo deixava Yoongi extremamente feliz.

           SG – Eu nem terminei de contar ainda. Guarde sua emoção para o final da história.

          CH – Desculpe, papai. – Ela volta seu olhar a escova de cabelos e continua com um sorriso nos lábios.

          SG – Nós começamos a lutar e tal, mas aí já não aguentávamos mais. Seu pai teve uma ideia não muito inteligente, digamos assim, e nos fez subir em cima do monstro com a “super-velocidade” dele. Confesso que foi uma péssima ideia. Eu cai lá de cima e bati com a nuca no solo, tentando proteger o seu pai. – Cho-Hee fez uma careta de dor.

          CH – Deve ter doido pra caramba.

          SG – E doeu mesmo. Sangrou pra caramba. Eu fiquei em coma crítico por cinco dias depois disso.

       CH – O appa Hobi ficou muito mal? – O sorriso de Cho-Hee se desfez em uma carinha preocupada. É, realmente era filha de Min Yoongi.

        SG – Põe mal nisso. Ele passou todos os cinco dias do meu coma sem comer e ainda ficou com febre. Mas... depois desse dia... eu e seu pai passamos a ser mais que amigos. Mesmo que aquele dia tenha sido um pouco ruim, eu o amei.

       CH – Por que?

        SG – Eu pude ouvir seu pai dizer "eu te amo” para mim, pela primeira vez. Deve ter sido o melhor dia da minha vida.

       CH – Deve ter sido mesmo – Ela termina de escovar os cabelos do pai e guarda a escova na gaveta do criado mudo – Como vocês conseguem? Qual o segredo de vocês?

        SG – Defina “Segredo de vocês”.

       CH – Vocês estão juntos e se amam a tanto tempo. Como se consegue amar apenas um alguém por tantos anos?

       SG – Sabe que eu não sei Cho-Hee? Seu tio Namjoon me ensinou que nós temos que nos amar primeiro, para depois conseguirmos amar alguém.

       CH – Então eu vou demorar muito para conseguir amar alguém. – Cho-Hee riu, mas Yoongi se manteve calado, com um olhar preocupado. Ele sabia que tinha uma filha com sérios problemas de aceitação. Na verdade, Cho-Hee tinha sérios problemas em tudo, tecnicamente.

        SG – Escuta bem o que eu vou te dizer minha filha – Yoongi abaixa um pouco o seu corpo par falar com a filha e põe suas mãos no ombro da morena – Ninguém, ninguém mesmo, neste mundo ou em outro mundo, pode dizer quem você é ou o que você é, ok? Você pode ser uma princesa, ou uma heroína, ou o que você quiser. Só você pode dizer isso.

A garota concorda com a cabeça e entrelaça seus braços ao redor do pescoço do pai, formando assim um abraço caloroso. Cho-Hee não gostava de abraços, mas para os pais ela fazia uma exceção. Eles escutam alguém dar dois toques na porta. Ambos se viram e sorriem ao ver Hoseok de braços cruzados com o corpo recostado na quina da porta.

            JH – Pensei que eu seria o último a dormir nesse castelo. – Hoseok fala divertido, andando até o marido e a filha.

           SG – Cho-Hee resolveu de uma hora para outra que queria pentear meus cabelos.

           JH – Acho que posso dizer que o plano de escovar o cabelo era mais para chamar a sua atenção, querido. Estou certo, Jung Cho-Hee?

          CH – Como sempre, appa. – Ela sorri e beija na bochecha do pai. Hoseok e Yoongi retribuem o beijo e ela sai do quarto do casal, seguindo para o seu.

          SG – Ela parece comigo quando pequeno. – Yoongi riu.

           JH – O que vocês conversaram para ela estar tão sorridente?

          SG – Nada demais. Ela parece ter pensado melhor sobre o lance da escola e outras coisas.

           JH – Só espero que ela não estranhe.

          SG – Convenhamos, Hoseok, Cho-Hee já não tem mais cinco anos. Ela se acostuma mais rápido.

           JH – Ok, eu vou parar de pensar demais. Preciso descansar a mente.

          SG – Vamos descansar então. Estou com saudade de dormir abraçado com você. – Hoseok riu.

          JH – Vamos dormir abraçados então. – Eles dão um selinho demorado e vão se deitar e descansar porque, o amanhã seria um novo dia.

E, de fato, seria vitoriano.

Continua na próxima temporada...


Notas Finais


Esse é um dos meu capítulos favoritos kkk

Bem, agora acabou de verdade. A segunda temporada eu já estou pensando, e provavelmente vai sair como uma história separada, que vai rolar mais a interação da Cho-Hee com um novo personagem fofineo que eu vou adicionar. Claro que não vou tirar a interação dos Yoonseok e ainda vou adicionar um pouco da interação dos Namjin e dos Jikook, então fiquem atentos ao meu perfil, para quando a história sair, ok?

Amo vcs, do fundo do meu Kokoro ;)


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