História O Príncipe Vermelho (Imagine Jeon Jungkook) - Capítulo 47


Escrita por:

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), Drácula
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bangtan Boys (BTS), Drácula, Jeon Jungkook, Jin, Kim Namjoon, Park Jimin, Terror, Vampiro
Visualizações 645
Palavras 1.390
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Harem, Hentai, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 47 - Capítulo XXXIX


Fanfic / Fanfiction O Príncipe Vermelho (Imagine Jeon Jungkook) - Capítulo 47 - Capítulo XXXIX

Ela me levou até o cômodo, e lá estavam todos, sentados na mesa. Passei os olhos por cada um, os reconhecendo. Helena em uma ponta Dracul na outra ponta, ao seu lado esquerdo estavam Sarah e duas cadeiras vazias, e a sua direita estavam Seokjin, Jungkook e Jimin.

Espere... Jimin? O que ele fazia aqui?

Senti uma mão me puxando, Carmilla me puxava para me sentar, e por mais que eu resistisse, ela me forçou até que eu estivesse ao seu lado naquela mesa.

Helena estava impassível, sem nenhum rastro de nada, como se tudo nela fosse neutro e sem sal, sentada Cam as mãos sobre a mesa, olhando para lugar nenhum como se fosse alguma coisa grande. Sarah estava acariciando seus cabelos loiros enquanto olhava para seu prato, brincando com a ausência do seu reflexo nele. Também o olhei para o prato diante de mim e o observei. Estavam completamente empoeirados, como se não fossem usados há dois anos ou mais! Seokjin parecia enjoado, e Jimin evitava me olhar o tempo todo com as bochechas coradas.

Então finalmente olhei para Jungkook. Ele estava devastado, o cabelo bagunçado, lábios secos e levemente rachados, com a cabeça inclinada como se não aguentasse o próprio peso. Pensei que ele fosse tentar ir até mim, mas vi quando ele se ajeitou na cadeira e ouvi sons metálicos. Ele não estava com as mãos sobre a mesa, então deduzi imediatamente que ele estava algemado. Os olhos inchados olharam para mim, ele havia levado um soco certeiro no olho, e pelo visto foi tão forte que nem mesmo sua condição o recupedou. Seus olhos brilhavam, mas ele não disse nada, e tinha razão em me evitar, eu deveria tê-lo deixado falar o que ele tanto queria.

Meu noivo tinha o rosto manchado de vermelho. Ele havia chorado com certeza, e a visão me deixou extremamente culpada. Nunca pensei que pudesse ver aquele homem tão forte tão afetado.

Não ousei olhar para Dracul, mas ele sempre surgia, sempre quando eu menos queria que ele surgisse:

- Minha princesa, não sabe como foi difícil para mim lhe apagar com aquele pedaço de madeira, mas ao menos lhe mantive inconsciente por muito tempo.

Passei a mão por minha nuca. Havia uma ferida aberta, sangrando um pouco e latejando bastante.

- Tudo isto por que seu noivo não sabe respeitar as regras básicas de um vampiro...

Jungkook o olhou com fúria, porém não parecia ter forças nem mesmo ânimo para lhe responder, apenas o observando com revolta e desejo de vingança.

- Já Jungkook foi mais difícil, sorte que eu tinha trinta homens trabalhando para mim, ou ele jamais estaria aqui. - Drácula disse sorrindo e ajeitando aquele chapéu estúpido que ele insistia em usar. Deu alguns passos e ficou atrás de Jungkook - Está vendo o que acontece quando se quebram regras?! 

Jungkook não se pronunciou:

- Diga a lei básica vampiresca. - exigiu do mais novo, que apenas revirou os olhos - Caso não disser logo esta lei, eu mesmo irei falar!

Jungkook continuou calado. Drácula estaria apenas fingindo ser politicamente correto ou dentro dos eixos, porém aquilo não o ajudava a ter paciência. O mais velho sorriu orgulhoso, e caminhou até o centro da sala:

- Caso queira selar compromissos com humanos, que se mate o infeliz humano que se queima com os raios de sol e o torne um ser superior como os vampiros! - falou com força na voz - Humanos são apenas insetos e alimentação aos olhos de nós, e nada se alterará até que a morte consuma seus corpos e os reviva na realidade sanguinária. Nós somos a elite que abrange irredutível e forte pelos séculos, possuímos olhos que de tudo já puderam ver, somos sábios e minuciosos, somos a perfeição, e assim também deve ser nossos acompanhantes, nem mesmo que tivermos que matá-los por conta própria.

Olhei para Jungkook com os olhos arregalados, porém ele permanecia calado, enjoado e relutante. Ele seria capaz de me transformar completamente para que eu pudesse ficar ao seu lado? Será que eu queria me tornar uma vampira?

Eu não sabia muito, eu não me envolvia muitos em assuntos sobrenaturais que diziam correr pelo reino. Fiquei sabendo apenas certa vez que uma das jovens mais bonitas do reino, a plebéia filha do alfaiate, se suicidou após ser abandonada na igreja, e que imediatamente ela se jogou das escadas da capela. Sete dias depois, diziam que ela saía do túmulo e rondava a igreja, matando carneiros, ovelhas e outros animas, até que certo dia decidiu ir até a casa do noivo, que desfrutava da vida de solteiro aos braços de três prostitutas. Ela matou os quatro com feridas no pescoço, sugou a vida deles com muito ódio. E isso foi há oitenta anos atrás.

Drácula me pegou pelos cabelos com força, e eu gritei com muita dor. Carmilla o olhou com desdém:

- Drácula, não seja infantil, está amassando os cachos da pobre menina! - exclamou.

- Estou apenas levando a refeição á seu dono. - me jogou no colo de Jungkook e falou morbidamente para ele - Morda ela com força, ou eu mesmo faço isso, e também outras coisas...

O sorriso malicioso e as intenções dele apenas conseguiram finalmente arrancar algo de Jungkook:

- Se quiser continuar se deliciando de garotinhas, há outras no seu nível por bares, - falou com sarcasmo - elas sim são as que merecem sua atenção. Deixe a minha em paz pois você não merece nada que ela tem.

- Ela é só mais uma puta, a toque devidamente e ela abre as pernas para qualquer um.

Me levantei e dei um tapa no rosto daquele asqueroso. Eu podia ser chamada de tudo, menos de puta!

Ele me olhou com raiva, mas não pareceu doer muito nele. Então apenas me devolveu o tapa, mas em mim doeu, doeu muito!

- Se bater nela de novo, eu juro que te vou te quebrar! - Jimin gritou enquanto Jungkook me olhava preocupado.

- A única vadia aqui é a Helena. - Sarah falou pegando uma taça de vinho que fora fornecida para cada um minutos antes.

Helena olhou para ela com ódio, mas preferiu apenas também beber mais, como se o vinho a fizesse tolerar cada insulto dirigido a ela.

- E se for para ela se tornar uma vadia, seria do Jungkook, apenas dele. - Carmilla retrucou - Assim como Sarah era a vadia de Seokjin.

Sarah se engasgou no mesmo instante e Seokjin pareceu ter ingerido algo azedo como limão, pois retorceu os lábios e fechou os punhos imediatamente. Quando a garota iria abrir a boca para protestar aquele comentário, Carmilla retornou a comentar:

- Me lembro que quando os dois decidiam "se resolverem na cama", Sarah gritava e Seokjin xingava mil palavras de baixo calão, e quando a casa se silenciada novamente, Sarah chegava com as bochechas brilhantes e rubras como uma viva. Eram um belo casal, mas ambos tem personalidades muito fortes...

- Acho que já chega, Carmilla. - Drácula falou, provavelmente também pensando que a morena havia ido longe demais com as próprias palavras.

Então todos começaram a discutir como crianças. Senti uma mão por baixo da minha saia, que subiu até minhas coxas, e me arrepiei quando apertou minha carne com força. Era Jungkook, e ele havia conseguido se libertar. Me olhou e sussurrou bem baixinho:

- Foi difícil chegar até aqui. Ele te machucou?

- Não. - passei minha mão por seus fios de ébano e senti sua mão me apertar mais uma vez assim que eu puxei seus fios - Mas estou com fome.

- Bom, mando uma das criadas lhe dar alguma coisa se Dracul não lhe oferecer nada.

Respirei fundo. Eu sabia que tudo o que havia acontecido era uma loucura total, e eu havia errado muito em ter brigado com ele:

- Precisamos conversar... - falei me arrumando em seu colo.

Senti um som estranho sair por seus lábios, e aquele som me esquentou:

- Não me excite aqui ou teremos problemas. - resmungou - Mas não se preocupe, irei conversar com vocês em breve, assim que eles se cansarem de brigar.

O abraçei forte e ele retribuiu imediatamente.









- Eu te amo, Jungkook.

Ele beijou meu pescoço com força, me apertando mais contra seu corpo enquanto brincava com meu espartilho amarelo.










Que esse em breve chegasse logo, eu não conseguia ficar muito tempo sem ele.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...