História O Príncipe Vermelho (Imagine Jeon Jungkook) - Capítulo 65


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Drácula
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bangtan Boys (BTS), Drácula, Jeon Jungkook, Jin, Kim Namjoon, Park Jimin, Terror, Vampiro
Visualizações 403
Palavras 866
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Harem, Hentai, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 65 - Capítulo LII


Fanfic / Fanfiction O Príncipe Vermelho (Imagine Jeon Jungkook) - Capítulo 65 - Capítulo LII

Fechei aquele livro e corri até Jungkook, o abraçando fortemente. No lugar dele, eu também cairia com pura inocência num truque como aquele. O apertei fortemente em meus braços enquanto sentia sua preocupação rondando nós dois.

- Pode completar o resto dessa história por favor, Carmilla? - meu marido pediu.

Carmilla se sentou e afastou os fios longos do rosto. Seu cabelo era tão liso te talvez nem mesmo as presilhas mais apertadas conseguiriam permanecer em seu cabelo. Ela nos olhou seria e se pronunciou:

- Princesa, desde então Jungkook teve de tomar muito zelo com o coração, ser minucioso, frio e calculista. Porém, o amor sempre bate nas portas de alguém em algum momento, e então Jungkook se apaixonou por você.

Sorri para meu marido, e seu rosto por um tempo ficou menos sombrio.

- Mas, por mais que ele sinta intensamente o amor por você, ele não pode dizer. Quem ele dizer que ama será a única pessoa que irá sobreviver, pois a outra morre imediatamente.

- E quem seria esta outra pessoa?

Carmilla chegou a abrir a boca, porém Jungkook foi mais rápido:

- Minha mãe. 

O olhei surpresa. Pelos relatos que eu havia ouvido anteriormente, tudo dava a entender que a mãe de meu marido foi morta por Dracul. O moreno olhou para mim e obviamente leu minha mente:

- Consegui resgatar minha mãe de Dracul quando ele estava no processo de transição vampiresca devido a falta de sangue e a vida ainda presente devido ao sangue do maldito. Por fim, ela optou por não se transformar numa vampira completa. - suspirou levemente passando as mãos pelos cabelos - Porém ele precisava de cuidados, estava frágil e na mira de Dracul. Minha transformação vampiresca não me permitia cuidar dela devidamente.

- Por isto, nós ciganos, - um homem se aproximou, com detalhes faciais absurdamente simétricos - Assumimos a responsabilidade de cuidar da rainha, um meio de pedir desculpas por termos deixado o jogo prosseguir sabendo que o baralho foi brutalmente amaldiçoado.

- Olá Taehyung. - Jungkook o cumprimentou.

- Olá, Jeon. - respondeu com a voz rouca - Há muito tempo não lhe vejo com um olhar tão... Cheio de vivacidade! - olhou para mim - E agora casado com esta bela mulher, que por acaso não possui nome algum e é muito excêntrica!

O olhei chocada. Só mesmo um cigano saberia daquilo tão rapidamente e sem pistas algumas apenas por olhar para mim. Porém, eu jamais havia visto a vidência de perto, e estava chocada. Na verdade, tudo me era absurdamente novo e fantástico assim que finalmente saí do castelo, as coisas estúpidas e triviais me pareciam tão exclusivas quanto ver uma explosão de um vulcão e sair intacta.

O homem prontamente se aproximou de nós e se sentou sobre uma das cadeiras acolchoadas, nos observando com um olhar sério:

- Foi um dos maiores erros que cometemos, um marco no legado cigano - continuou -  Um acordo infeliz envolvendo Dracul era um risco enorme, que manchou a confiança dos vampiros em nosso tarô, além de ter trago este prejuízo físico e psicológico inestimável para seu marido.

- Entendo. - porém na verdade havia algo que eu não conseguia compreender ao certo.

Ciganos são nômades, não permanecem sempre em um mesmo lugar, sempre estão viajando por aí e enriquecendo em diversos lugares. Como cuidariam de uma pessoa que vive sempre num local exato?

- Qualquer cigano que passe por esta estrada vai até onde minha mãe está escondida, e logo cuidam um pouco dela. - o moreno explicou.

- Esta estrada é padrão. - Carmilla falou - Passa pela Romênia, pela Hungria, pela Sérvia e vai até a Itália, além dos países baixos. Os ciganos sempre cruzam este caminho para ir até seus destinos temporários.

- Por isto os vampiros se escondem aqui pela noite. - Taehyung se pronunciou novamente - É escuro, porém com certeza passa alguém distraído que vira uma poça de sangue na grama. Nós ciganos sempre temos duas opções: morrer, ou fazer o jogo para eles. Como não somos tolos, realizamos os jogos da melhor forma possível. Porém, como dito anteriormente, a eventualidade com Dracul foi impactante, e fomos muito atacados nas estradas e feiras. Os vampiros pararam de nós atacar assim que viram nosso arrependimento ao cuidarmos da rainha sempre. 

Suspirei. Era muita informação para armazenar e digerir, mas por fim entendi que a mãe de Jungkook, no caso minha sogra, estava viva e sendo cuidada por ciganos.

- Então onde a Rainha da Romênia de encontra? - perguntei.

Jungkook e Taehyung trocaram olhares breves, então o mais velho jogou a chave e meu noivo a pegou. Pegando em meu braço, ele me levou até a floresta.

- Estamos chegando? - perguntei.

- Não, ainda há muito chão para se pisar. Mas não se preocupe, pode se sentar em meu colo quando formos descansar.

Me virei para o mais velho e lhe roubei um beijo lento e profundo, no qual ele apenas correspondeu no  mesmo ritmo. Quando tivemos que parar,  olhamos para onde estávamos.

Uma cabana simples se erguia no meio do mato. Madeira apodrecida, totalmente abandonada.













- Acho que minha mãe vai gostar de você! - ele disse sorrindo.






- Assim espero.



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