História O prisioneiro de Jeon Jeongguk - Jikook - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Kim Taehyung (V), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Visualizações 56
Palavras 1.403
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Lemon, LGBT, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura, comentem. ❤

Capítulo 2 - Kidnapped


— Ele está no seu quarto. — Assim que atendeu o telefone, Kim Taehyung se pronunciou fazendo Jeongguk sorrir minimamente.

— Bom garoto, foi difícil?

— Ele estava dopado, entrou no carro pois não conseguia andar, “Boa noite cinderelo.” — Riu abafado. — Olha, o “ruivinho” vai ficar muito assustado quando acordar, fique mais um pouco para não levantar suspeitas, agorinha a 'namoradinha vai perceber.

Jeongguk olhou para trás enquanto levava o coquetel aos lábios. A garota dançava despreocupada.

— Tão tola, ainda vou dar um jeito nessa menina.

— Hm, imagino. Cara mudando de assunto, eu procurei qualquer corda ou corrente para prender o ruivinho adormecido na cama, não deu. Peguei sua gravatas, antes de gritar comigo, fica tranquilo, ele tá bem preso, da boca até os olhos, se me entende. — Tae acalmou o amigo sabendo que o mesmo iria pirar.

— Vou desligar...

Pronunciou ao olhar para Rosé que percorria o caminho até o mini bar, se sentando em seguida ao lado de Jeon, pedindo ao barmen o de sempre.

— Jeongguk, onde está meu namorado?

— Foi embora. — Respondeu simples, fazendo a mesma o olhar indignada.

— Não acredito, que filha da puta! Quanto tempo faz?

— Cerca de uma hora por ai, ele passou do limite e saiu caindo. Não sei onde ele tá. — Jeongguk respondeu, se levantando ajeitando sua roupa. — Tchau baixinha, te vejo amanhã.

Saiu, sem ligar para o que a mesma pensaria, ou sem ligar para o aviso de Taehyung para ficar mais, ele sabia que a culpa não cairia sobre si, ele foi calculista, sabia todos os passos de Park. Agora era chegar em casa, e talvez, só talvez, desmaiar Park mais uma vez.

Dopar Jimin colocando uma droga em sua bebida, enquanto o mesmo lamentava com si sobre sua fodida vida, foi fácil, mas fácil ainda foi ele ter brigado com Rosé, facilitou tudo. Ele conseguiu manipular tanto o ruivo, até mesmo para ir pelas portas dos fundos da boate, com uma desculpa simples que Rosé estava procurando para se resolver, é já que Jimin se sentia tanto sentimentalmente é fisicamente mal, Jeongguk ofereceu para um amigo o leva-lo para casa.

Foi fácil na mente de Jeongguk, mas ainda assim era arriscado. Jimin agora vai ser alguém desaparecido, Isso vai virar um assunto polêmico.

Jeon saia da boate indo em direção ao seu carro, quando foi puxado brutalmente fazendo seu corpo se chocar contra a parede, logo seu pescoço foi apertado fazendo o mesmo sentir angústia.

— Cadê o meu dinheiro? — O Barmen que o servia a minutos atrás perguntou. — Pelo visto minha droga foi útil, então quero a porra da minha grana!

Jeongguk se estressou empurrando-o pelo tronco fazendo o mesmo cambalear para trás, logo desferiu um soco contra o rosto no local do maxilar do barmen que saiu com a mão sobre o rosto, cambaleando.

— Inferno! Minha roupa nova caralho, comprei com carinho pra ser amassada e suja por um drogado como você. — Sorriu desajeitado, O homem rosnou indo em direção a Jeongguk, porém o mesmo foi mais rápido tirando uma arma da cintura apontando para a cabeça do mesmo destravando o gatilho. — Calma gato, eu vou te dar o que é seu por direito, aliás, obrigado.

Jeon Jeongguk sorriu olhando para os lados, eles estavam na rua detrás da boate, não havia movimentação, a não ser moradores de ruas ou homens que procuravam por drogas naquele local, no caso dois que estavam bêbados demais para notar a discussão ali.

Não tinha necessidade disso, mas Jeongguk gostava de conseguir o ódio das pessoas que dependiam dele. Principalmente esse “drogado” que tanto comprava umas “paradas” quando o moreno estava triste demais sobre o caminho que escolheu em sua vida, sem arrependimentos, pelo menos forçava sua cabeça a pensar assim.

Jeon abaixou a arma, levando a mão no bolso traseiro da calça, tirando dali sua carteira com notas altas, pegou o suficiente erguendo em direção ao acastanhado que sorriu bobo encarando o dinheiro nas mãos do moreno, que sem paciência empurrou nos peitos do mesmo.

— Obrigado pela droga Choi. Foi útil para dopar o garoto, aliás, que tipo de droga era? O garoto perdeu sua condição motora, do equilíbrio do corpo, Jimin estava terrível.

  — Não te interessa psicopata do caralho. Vaza da minha área, só volte pra pegar suas drogas. — Jeongguk sorriu levantando as mãos pro alto, rendido, ainda com a arma nas mãos, andando em direção contrário ao garoto até seu carro afastado, logo guardando o revólver na cintura, cobrindo com sua blusa.

A verdade e que estava fodidamente feliz. Hoje ele não estava no clima de sair de casa para matar alguém perdido em devaneios por ai. Hoje ele estava disposto ao lidar com o seu Ruivinho, talvez...

(OITO HORAS ATRÁS)

[...]

— Vai amor, vamos para essa boate, vai ser divertido! — Rosé puxou o namorado do pulso o balançado um pouco. — Meu chefe esta tentando ser gentil!

— Desde quando o seu chefe e gentil ou divertido? Qual é Rosé, foi você mesmo que tanto o odeia, o xinga, agora ele é um bom moço por convidar a secretaria para uma boate de luxo? 

— M-Mas... E só algo para se distrair, Cheia de bebidas, afinal nós nunca vamos a esses lugares. Jeon Jeongguk esta sendo legal. Vai...

Jimin sabia o motivo pelo qual a namorada tanto queria ir, isso o deixava chateado. Lembra muito bem no dia em que seus pais falaram que ele iria conhecer uma jovem de boa família, Rosé, uma garota que o odiava pelo tal motivo, o namoro. Ela não queria, pois segundo a ela, Jimin não tinha dinheiro, era um ninguém! Além de que estava totalmente fora dos padrões coreanos. Ela queria alguém o oposto do ruivo, alguém bonito, rico e inteligente. Mas essa existência de que não iria namorar o bom garoto Jimin logo morreu, pois ela soube para o que Park estudava, medicina, algo que daria muito dinheiro futuramente. Então a garota aceitou, e então, começou a olhar para os pontos positivos desse relacionamento.

Jimin sabia, sua namorada era interesseira, afinal, ele estava ao seu lado a um ano. 

A família de Jimin já teve muito dinheiro, quer dizer, eles viviam em alta sociedade, mas se perguntar quando foi isso, provavelmente daria um branco em Jimin, isso foi a muito tempo. Saber que eles só foram a falência por seu pai, o deixa cabisbaixo, não que ele gostasse, melhor, venerasse tanto o “luxo” da vida, mas quem não gosta, não é mesmo?

— Olha,  seu chefe liga agora, se passando por bom moço, convida a secretaria e o namorado para uma boate, quem não iria desconfiar?

— Amor, o diretor vai tá lá, são negócios... Afinal, hoje e domingo. Domingo ninguém fica parado. — Balançou, movimentado seu corpo com as mãos erguidas ao alto, simulando uma dança.

Jimin suspirou derrotado, puxou seus cabelos ruivos levemente, olhando para a garota.

— Vou me arrepender, sei que vou! Mas okey, vamos.

— Obrigada amor! — Começou a destribuir beijos na bochecha do Ruivinho. — Ele deixou eu convidar uma amiga... — Susurrou já sentada sobre o sofá digitando algo no celular. — Ah, ela não vai poder ir.

De fato era estranho, de fato muito, Jimin fez uma careta por sentir um aperto no coração, apertando o local sobre o moletom.

Ele deveria desconfiar, mas sua mente bombardeava coisas aleatórias demais, como, “Quanto vou precisar levar de dinheiro?”, ou, “Que roupa eu deveria ir?”

Foi assim que após chegar no local, avistaram o tal diretor amigo der Jeongguk. É o próprio moreno bebericando sua bebida, vestido de uma forma selvagemente rebelde, com seu cabelo acastanhado com uma quantidade considerável de suas mandeixas ao lado da cabeça pintadas de roxo, o mesmo vestia uma blusa branca sem manga, é uma calça apertada preta.

Além de que, Jimin discutiu com Rosé naquela noite, pois estava com ciúmes de Rosé com o diretor, os dois se olhavam demais, e até isolaram Jimin conversando sobre algo, Jeon que sentava sobre o balcão afastado do resto, sorriu para Jimin o chamando com a mão. Jimin deixou ambos suspirando, se sentando no balcão, com Jeongguk.

Começaram uma conversa sobre algo, Jimin choramingava toda hora apertando os braços de Jeongguk, se levantou e foi dançar, foi uma ótima oportunidade de Jeongguk que cuidadosamente assim que as luzes ficaram fracas, aproveitou.

 De fato, o moreno era uma boa pessoa, uma ótima companhia — Pensava assim Jimin.





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