História O Professor - Capítulo 22


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Categorias 50 Tons de Cinza
Tags Aluna, Literatura Feminina, Professor, Romance
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Palavras 2.136
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Ficção Adolescente, Literatura Feminina, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oii amores, me desculpem pela demora a postar, a última semana foi uma loucura e eu não tive tempo de escrever.
Me perdoem e uma ótima leitura ❤️

Capítulo 22 - O shorts perfeito


Fanfic / Fanfiction O Professor - Capítulo 22 - O shorts perfeito

(Sr. Holland)



Passar a noite com Emma entrou para a lista de melhores coisas que já fiz em minha vida. 

É maluco pensar no quanto foi bom apenas dirigir enquanto eu a via dormir, tão linda e inocente, tão ela mesma.

Não consigo acreditar como alguém pode fazer-lhe mal, pode ser só coisa de apaixonado, mas não consigo imaginar o que passa na cabeça de seu pai para tratar-lhe como a trata. E em quão monstruoso alguém tem que ser para tentar abusa-la.

Confesso que não gostei nem um pouco da idéia de Emma sobre sairmos da cidade, eu sei que isso pode atrapalhar ainda mais para que o garoto Imbecil seja julgado, mas também sei o quanto ela estava machucada e precisava de um tempo.

- E agora? Pra onde vamos? - Ela pergunta me observando dirigir.

Penso um pouco.

- Bom... Nós estamos perto do litoral, a quanto tempo não vai a praia?

- Pf... - Ela bufa olhando para a janela. - A pelo menos 6 anos, eu ainda era criança, foi um bom tempo antes de meu pai querer entrar na política. - Ela fala com uma expressão nostalgica.

- Então isso muda hoje. - Falo sorrindo para ela e ela sorri de volta, odeio vê-la chateada.

Continuo a dirigir em direção a praia.

- Por que você disse aquilo sobre nada de pais na adolescência? Eu pensei que seus pais haviam falecido. - Ela me aborda sem avisos prévios.

- Meu pai faleceu de fato, quando eu tinha 12 anos.

- Eu sinto muito. - Ela fala entristecida.

- Obrigado, eu não costumo pensar muito nisso.

- Ele era legal? - Ela fala interessada.

- Era incrível, ele sempre me insentivou a ser professor e odiava que minha mãe se envolvesse com política. - Droga, agora me sinto mal, Emma precisa sempre desvendar algum sentimento em mim.

- Adoraria ter o conhecido. - Ela fala e põe a mão em minha perna.

- Ele ia gostar de você, mas minha mãe também é ótima. - Preciso mudar de assunto. - Só que se envolveu de mais com o trabalho, assim que eu pude me virar em casa ela aproveitou para trabalhar duro e quase nunca estava comigo, por isso disse "nada de pais".

- Você devia ser terrível. - Ela fala e ri. - Devia dar várias festas.

- Eu dava. - Tenho que rir também. - Mas seria bom ter ela por perto também.

Ela me olha novamente com um olhar animal, Emma parece aflorar um lado selvagem em momentos inesperados, e me deixa maluco.

Ela se inclina no banco e beija meu rosto, morde minha orelha e meu pau começa a subir enquanto tento prestar atenção ao trânsito, ela beija meu pescoço e minha pele arrepia, passa as mãos em meu braço, desce por minha barriga e acaricia meu pau.

- Emma eu preci... - Ela me aperta sobre a calça e eu fico ainda mais excitado. - Preciso dirigir.

- Pois então dirija. - Ela sussurra em meu ouvido como uma safada, a minha ruivinha safada, a mão continua a me massagear.

Ela abre meu zíper e puxa meu pau da cueca, eu suspiro fundo, preciso estar atento a direção mas é quase impossível.

- Gostosa. - Rusno sem pensar direito para Emma enquanto ela começa a me masturbar.

Ela me olha e sorri, uma lambida no pescoço confirma que ela gostou.

Vejo meu pau na sua delicada mão e isso me deixa loucamente excitado, penso em parar o carro só para poder observar a sua mão fazer o trabalho em mim, mas descido seguir.

Começo a rosnir e suspirar e Emma geme junto em suspiros baixos no meu ouvido.

Sua mão sobe e desce me percorrendo e meu pau lateja de tanto tesão.

Uso a minha mão direita para sentir seu corpo e com a outra seguro o volante.

Toco seu ombro e desço até encontrar seu seio, por baixo da camisa consigo sentir sua pele quente e seu mamilo duro, como é gostosa essa garota.

Ela geme mais forte com a minha carícia, meu pau fica ainda mais maluco.

Sentir seus seios fartos e arrepiados na minha mão me faz ficar completamente bagunçado. Na verdade Emma inteira me bagunça, eu estou tão maluco, ela me faz muito bem e passar todo esse tempo ao seu lado só reforça o quanto eu estou envolvido com ela, se com outras garotas em uma noite me canso delas com Emma acho que sou capaz de passar uma vida sem me cansar.

Ela geme em meu ouvido e minha vontade é puxa-la para meu colo e fode-la mais uma vez, sua mão me masturba rápidamente e eu sinto que vou gozar.

- Isso Emma. - Suspiro pra ela e ela geme forte.

Gozo melecando toda sua mão, ainda sentindo o prazer percorrer meu corpo e os suspiros de Emma invadirem o carro.

Ela ri.

- Como vamos limpar essa bagunça?

- Deve ter alguma roupa ali atrás.

Ela se inclina entre os bancos e eu aproveito para apreciar sua bunda ainda só de calcinha pelo retrovisor.

Ela volta a sua posição e trás consigo uma calça moletom.

- Por que tem tanta roupa aqui? - Ela pergunta enquanto nos limpa.

- Vai ficando, eu não costumo limpar muito o carro.

- Hum. - Ela fala e sorri.

Continuo a dirigir, não demora muito e já avisto o mar, os olhos de Emma brilham ao vê-lo.

Paro em uma loja próxima a orla.

- Você precisa de uma roupa.

- Verdade. - Ela fala e ri.

Desço do carro e entro na loja, é quando penso " puta que pariu ".

Olho para um lado e posso jurar que existem 437 modelos de shorts e saias, será que ela quer um short ou uma saia?

Desses curtos ou os mais longos? Jeans branco, preto ou azul? Ou de tecido? Com rasgos ou sem? E a saia? Porra!

- Oi, precisa de ajuda? - Uma moça se aproxima de mim.

- Oi, acho que sim. - Meio óbvio que sim.

- Pra quem seria? 

- É pra... - É pra quem porra? Emma é o que minha? - Pra minha namorada. - Falo e é como se um peso saísse de minhas costas.

- Certo. - Ela diz e ri. - Como é o estilo dela?

Estilo? Que porra de estilo?

- Eu não sei. - Ela ri. - Ela é jovem, alegre, bonita. - Falo tentando achar palavras no ar.

- Tá, eu acho que ela vai gostar desse aqui então. - Ela fala e ergue um short minúsculo com uns rasgos na frente.

Me deixa com ciúmes imagina-la com a sua bunda gostosa atolada nesse troço para mais alguém além de mim apreciar.

- É isso, acho que ela vai gostar. - Faz todo sentido ela gostar do que me deixa doido.

- Qual o tamanho? - A tortura não acaba nunca?

A vendedora ri.

- Não sabe o tamanho não é? - Ela fala em risos.

- Não faço idéia, mas acho que esse está bom.

- Okay, esse é 38, qualquer coisa você pode trocar se não estiver certo.

- Perfeito.

Percebo que Emma também precisa de um biquíni e uma blusa, a vendedora me ajuda e sem demora saio da loja. 

Entro no carro.

- Oi... - Falo entrando no carro.

- Oi... - Ela fala sorridente como sempre.

- Espero que você goste. - Falo entregando a ela a sacola com as roupas.

Ela abre e puxa o short.

- É lindo, adorei. - Ela fala contente.

Ufa!

Ela começa a vestir.

- Ficou bom? - Pergunto apreensivo.

- Perfeito.

Mais um ufa.

Ela veste o biquíni e a camisa e eu coloco o calção que comprei para mim.

- Vamos?

- Aham. - Ela fala já saindo do carro.

Saio do carro e nós seguimos lado a lado em direção ao mar.

Me sinto desconfortável caminhando ao seu lado, como se algo faltasse e me deixasse sem jeito.

Sinto o toque de Emma em minha mão, olho para baixo e seu dedo indicador se encaixa entre meus dedos, abro a mão e ela encaixa o restante dos dedos. Agora estamos de mãos dadas.

Olho para ela e ela sorri, inevitável não sorrir de volta, era isso que faltava.

Embora seja muito novo e esquisito para mim caminhar de mãos dadas com alguém, eu estava gostando muito da sensação.

Emma fica apenas de biquíni e eu de calção, seguimos em direção a água.

A areia está lotada de pessoas, fico a espera de olhares desaprovadores em relação a mim e Emma, mas não consigo captar nada, pelo jeito nossa aparência não declara tanto assim a diferença de idade.

Uma onda trás a água até nossos pés, a água parece ter sido tirada direto de um freezer. Emma da um pequeno grito e se afasta.

- O que foi? - Pergunto rindo.

- Tá muito fria. 

- Poxa Emma, vem cá! - Tento convencê-la.

- Ãh, ãh! - Ela fala balançando a cabeça em negativa.

- Não vai entrar? 

- Não. - Ela fala e ri.

- A você vai sim. - Falo e vou atrás dela, ela sai correndo e rindo.

Emma corre rápido mas não demora muito e eu a alcanço.

Ela grita quando a toco.

- Não Jesen. - Ela implora dando risadas.

Eu a pego no colo.

- Nãão... - Ela faz manha jogando a cabeça para trás enquanto coloco suas pernas em minha cintura e a levo a água.

- Sim... - Faço manha de volta. - Você não vai vir até aqui e não entrar.

Ela começa a gargalhar.

Amo o sorriso dessa garota.

Coloco minhas pernas na água e o frio me congela, tento fingir que não está me atingindo.

Uma onda mais forte vêm e molha a bunda de Emma.

Ela grita e ri, eu dou gargalhadas junto.

Continuo a andar.

- Aí que frio! - Ela faz manha novamente quando a água atinge sua cintura.

Eu a beijo, ela me deixa tão maluco que se pudesse viveria em seus lábios.

Ela continua o beijo, se inspira com ele e agarra minha nuca.

Eu a aperto ainda mais forte enquanto minha língua dança em sua boca.

As ondas continuam a inundar nossos corpos e durante aquele beijo Emma esquece do frio que antes a atormentava.

Uma pausa.

- Namora comigo Emma?

Ela arregala os olhos e eu me arrependo.

- Desculpa, foi pelo calor do momento. - Tento voltar atrás.

Ela fica confusa.

- Não quer me namorar? - Ela pergunta apertando forte minha cintura com as pernas.

- Quero... Quer dizer... Eu... Só não sei se você quer. - Tenho certeza que estou ficando vermelho, que porra de situação constrangedora.

Ela sorri e morde o lábio.

- Tipo escondido?

- Por hora sim, mas depois talvez a gente de um jeito, sei lá. - Não sei como encontrar as palavras.

- Quer mesmo namorar comigo?

Penso no que dizer.

- Sei que eu não quero me envolver com mais ninguém que não seja você, e nossa relação precisa de um nome. - Falo alisando suas costas.

Ela me beija, afobada e com pressa, mas seu beijo apressado tem a característica de me deixar excitado.

Ela aperta minha nuca e descola nossos lábios.

- Eu quero namorar você Jesen.

Abro um sorriso tão grande quanto consigo, mais uma pra lista de melhores coisas que eu já fiz. Que puta sensação ouvir Emma dizer que quer namorar comigo.

A beijo novamente e uma onda forte nos atinge nos molhando a cabeça e quebrando totalmente o clima.

- Porra que frio! - Emma grita.

Eu começo a rir, ela fica muito engraçada falando palavrões.

A tiro da água.Depois dessa experiência tenho a certeza que já zerei a vida.

Nos sentamos na areia, Emma escora-se em mim e eu a abraço.

- Era verdade quando eu disse que te amo, só fiquei com vergonha. - Ela fala olhando o mar.

Não sei o que dizer, será que ela espera que eu diga que também a amo? Eu não sei se sou capaz ainda.

Beijo sua testa.

- Ainda bem, eu ficaria muito mal se fosse mentira. - Que merda em Jesen? Não tinha frase melhor não?

Ela ergue a cabeça e sorri. 

Pelo menos não parece ter ficado chateada.

- Acho que nós devíamos ir não é? - Ela fala encarando meus olhos.

- Acho que sim, vamos comprar alguma coisa pra comer e aí vamos.

- Tá bom. - Ela fala e me beija.

Nos vestimos e seguimos até uma lanchonete na orla, Emma pede um cachorro quente e eu a acompanho.

Caminhamos em direção ao carro enquanto comemos.

Terminamos de comer no carro e seguimos para casa, após um dos mais simples e melhores dias da minha vida, daqueles que ganha de qualquer final de semana maluco de bebedeiras e festas, que ganha de tudo.

Depois de uma longa viagem de volta regada a muitos beijos e mãos bobas de Emma e de mim(adoro a forma como ela pode ser intensamente safada), chegamos em frente a sua casa.

- Obrigado Jesen, foi um dos melhores dias da minha vida. - Ela fala olhando em meus olhos.

Percebo o quando eu gosto da reciprocidade.

- Da minha também. - Falo dando um beijo demorado em Emma.

- Tchau namorado. - Ela fala e pisca pra mim.

Sorrio para ela, como pode ser gostoso ser chamado de namorado.

- Tchau namorada. - Falo e pisco para ela.

Mais um selinho e ela sai do carro.

A observo andar até sua casa e parto, ainda sentindo os resquícios dos sentimentos que rolaram nesse dia intenso.





Notas Finais


Parece que as coisas estão ficando sérias não é? 🔥🖤
Deixem seus comentários!
Até o próximo capítulo amores ❤️


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