História O Professor - Capítulo 26


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Categorias 50 Tons de Cinza
Tags Aluna, Literatura Feminina, Professor, Romance, Sexo
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Palavras 1.551
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Ficção Adolescente, Literatura Feminina, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá amores, boa leitura ❤️

Capítulo 26 - Explicação


Fanfic / Fanfiction O Professor - Capítulo 26 - Explicação

(Sr. Holland)



Depois de quase ser pego por Paula fodendo como um animal selvagem com minha aluna, foi difícil concluir o dia. 

Já não me bastava a vontade de arrancar os miolos do pai de Emma, também tive que lidar com a vergonha de um quase flagra. Afinal ficou muito na cara de que havia algo entre nós dois, Paula só não perceberia se fosse muito ingênua e isso ela não é.

Um envolvimento com uma aluna me custaria muito mais do que apenas uma demissão, seria sem dúvidas o fim de minha carreira e de minha vida social.

Passado esse terrível dia, volto pra casa e tudo que quero é uma boa dose de whisky.

Estaciono o carro em frente minha casa, desço e caminho para seu interior como quem caminha para a vitória. 

Entro, tiro meu casaco e vou direto ate as garrafas, me sirvo o whisky e dou um gole revigorante.

Caminho me arrastando até meu quarto, ligo a luz.

- Oi delícia.

- Porra! - Grito levando um susto ao encontrar a garçonete/perseguidora deitada apenas de roupas íntimas na minha cama, derrubo metade do líquido que havia no copo.

Ela se levanta e com uma cara de quem vai me devorar vivo, caminha até mim, sem se importar com minha reação ela tenta me abraçar, seguro seus braços.

- Camila, você...

- É Clare. - Ela fala encarando meus olhos.

Ela se impulsiona para frente e beija minha boca, eu a afasto segurando em sua cintura.

- Me desculpa Clare, eu não...

- O que foi Jesen? Você não gosta disso? - Ela fala com voz manhosa, abre o sutiã expondo os seios e aperta meu pau.

Eu dou alguns passos para trás.

- Clare, o que a gente teve foi bom mas você precisa me esquecer, as coisas não vão acontecer assim.

Ela caminha de novo até mim e tenta mais uma vez alcançar meu pau.

- Poxa Jesen, deixa eu te dar prazer...

Fujo mais uma vez, acho as roupas dela no chão e as jogo nela.

- Veste isso, sério, como você entrou aqui? - Estou começando a ficar ainda mais irritado com essa mulher sem noção.

- Eu pulei a janela. - Ela fala com o dedo na boca.

- Clare você não pode fazer isso, não pode invadir a casa das pessoas.

- Não se essa pessoa for o seu amor. - Ela fala vindo novamente até mim.

A agarro pelos braços.

- Clare para! - Falo firmemente. - Eu não sou o seu amor e você precisa entender que não vai rolar mais NADA entre nós!

Ela começa a ficar vermelha enquanto eu a seguro.

- Aaaaah Jesen! Que merda! - Ela se solta de minhas mãos e começa a se vestir. - Por que você é tão difícil?! Você é gay não é? - Ela fala apontando para mim enquanto veste a calça. - Eu sabia!

- É Clare, é isso, eu sou gay. - Falo em ironia.

Eu estou quase a ponto de chamar a polícia para tirar essa garota da minha casa.

Saio do meu quarto antes que o pior aconteça.

Bebo o restante de meu whisky escorado a parede, esperando a maluca sair de meu quarto.

- Jesen eu vou embora, só me faz um favor antes? - Ouço sua voz.

- O que? - Largo o copo e falo suspirando impaciente e alisando a testa.

- Isso! - Ela fala e se atira em meus braços.

Clare começa a beijar minha boca como se fosse uma doida, apertando minha nuca com todas as suas forças.

Seguro sua cintura e a impulsiono para longe de mim com meu corpo.

Quando ela se afasta meu olhar cai sobre a porta e vejo Emma tão branca quando um fantasma, parada olhando para nós.

- Emma. - Grito para ela e percebo que ela acaba de presenciar esse beijo.

Ela começa a chorar, que merda, meu coração salta forte temendo por sua reação.

- Quem é essa garota? - Clare me indaga.

Corro até Emma, preciso que ela me entenda.

Ela corre para fora.

Caralho, não é possível que essa maluca vai me fazer perder Emma.

- Emma espera, me deixa explicar.

Ela não me dá ouvidos e continua a correr.

Ela corre muito rápido tentando fugir de mim mas não vou parar até alcança-la.

- Emma para, por favor! 

- Não! - Ela grita em desespero e continua a correr.

Ela para, eu penso que vou alcança-la, porém Emma se vira e entra na mata de um bairro que está aos poucos sendo construído.

- Meeerda! - Grito. - Emma volta aqui.

Ela não volta.

Penso no que fazer com o coração batendo feito louco e a respiração ofegante.

Corro de volta para casa o mais rápido que consigo.

Chego em casa e Clare ainda está do lado de fora.

Pego as chaves do carro.

- O que está acontecendo? Quem era aquela? 

Fico enlouquecido de raiva.

- Vá embora! - Grito para ela e ela se assusta. - Vai agora merda! - Grito ainda mais alto.

- Mas Jesen...

- Jesen o caralho, você quer acabar com a minha vida? Vá agora embora! - Ela começa a andar para trás. - E eu juro que chamo a polícia se você voltar aqui. 

Ela arregala ainda mais os olhos e anda na direção oposta a minha casa.

Entro no carro e saio correndo, não vou deixar Emma escapar por causa de uma doida.

Desço duas ruas até onde termina a pequena mata.

Paro o carro e caminho silenciosamente para dentro das árvores.

Ouço passos e percebo ser Emma.

Corro até ela, ela se assusta ao me ver e tenta correr na direção contrária mas eu a alcanço desta vez.

A seguro pelos braços.

- Jesen me solta!!! - Ela grita com toda a força dos pulmões.

- Não Emma, por favor me ouve.

- Nããão! - Ela grita e as lágrimas correm por seu rosto, ela soluça em choro e começa a me bater.

Apanho em silêncio.

Ela me soca os braços e o peito, desesperada enquanto chora.

- Seu desgraçado! - Ela grita e me dá tapas.

Ela para de me bater com as forças exauridas, continua a chorar em desespero com as mãos no rosto.

Eu a abraço forte tentando falhamente conter sua dor, ela agora abafa os soluços em meu peito.

- Jesen foi você que me pediu em namoro... - Ela chora indignada em meus braços.

- Eu sei Emma.

- Eu não pensei que você pudesse ser tão cafageste, você disse que ficaria ao meu lado.

- E eu vou Emma. - Ergo seu rosto. - Me deixa explicar por favor? 

Ela fecha os olhos e lágrimas molham novamente seu rosto, ela acena a cabeça em positiva. 

Emma parece estar detonada e fraca demais para continuar a resistir.

A pego no colo e caminho com ela para fora daquela mata.

Não sei como ela poderia pensar que eu a iludiria a pedindo em namoro e depois fazendo isso.

A coloco no carro e a levo até minha casa, ela chora em silêncio.

Quando chegamos e as luzes da cozinha a clareiam, vejo que um dos lados do seu rosto está vermelho e inchado.

Caminho até ela.

- Emma o que houve com seu rosto. - Falo erguendo seu queixo, preocupado.

- Depois... - Ela fala baixinho. - Você fala primeiro.

Conto a Emma tudo o que aconteceu e ela me observa atenta. Depois de minuciosamente contar tudo em detalhes a ela na esperança de que ela acredite em mim, junto forças para questiona-la.

- Você acredita em mim Emma? Por favor eu nunca faria isso, eu te pedi em namoro por que quero mesmo namorar você, só você.

Ela acena a cabeça em sinal de sim e eu a abraço aliviado. Percebo o quanto ela é importante pra mim e o quanto perde-la me destruiria.

Ela me abraça forte, mas continua muito triste. Emma parece mais acabada do que nunca.

- Agora me conta o que houve com você.

- Foi meu pai.

- Ele bateu em você? - Falo confuso, sei que ele é um Imbecil mas não sabia que poderia ser tanto a esse ponto.

- Sim e eu fugi de casa.

- Por que ele fez isso Emma? - Fico doido de raiva, juro que minha vontade é matar o cretino, como o desgraçado pode fazer isso com a filha?

- Por que é um idiota, ele nunca vai acreditar em mim Jesen.

Eu a abraço novamente, não posso deixar a raiva tomar conta de mim e esquecer que Emma precisa de apoio.

- Não importa Emma, eu juro que vou ficar do seu lado.

Ela me aperta forte e eu sinto a ternura de tê-la comigo, não acredito que quase a perdi por causa de uma doida perseguidora. 

Eu realmente não sei mais quem eu sou. O antigo Jesen sem dúvidas comeria a garota ao vê-la praticamente nua em minha cama, mas agora tudo que quero é sentir somente o afeto de Emma.

- Você fugiu de casa é?

Ela ergue o rosto e me encara.

- É...

Eu a pego no colo e a beijo, um beijo pra demonstrar o quanto eu a quero e o quanto nunca a trocaria, ela retribui me deixando maluco com sua língua.

Impressionante como sexo pode ser o melhor remédio para tudo.

Começo a andar com ela até meu quarto sem desgrudar nossos lábios que se desejam como se não houvesse amanhã.

Entro no quarto e a jogo em minha cama, subo em cima de Emma, beijo seu pescoço e encaro seus olhos.

- Por que não fica aqui comigo então?

Ela arregala os olhos pra mim.

- Morar com você?

- Sim... 

Sei que é a maior loucura da minha vida, e o convite é feito no calor do momento mas meu coração apenas anceia por seu sim.



Notas Finais


E aí meus amores, gostaram do capítulo?
Será que Emma vai aceitar o convite de Jesen?
Até o próximo capítulo amores ❤️


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