História O Professor de Química - Capítulo 36


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Aluna, Amor Proibido, Colégio, David Gandy, Escola, Paixão Proibida, Professor, Professor X Aluna, Professorxaluna, Romance, Ruiva, Teacher
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Palavras 3.124
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Literatura Feminina, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa leitura ❤❤

Capítulo 36 - No Fundo do Copo


Fanfic / Fanfiction O Professor de Química - Capítulo 36 - No Fundo do Copo

               ────═❁═────

Desço cada degrau da escada com uma demasiada ânsia em quebrar a cara do Klaus, ele insiste firmemente para que eu vá até um hospital, mas não vejo necessidade disso, mesmo que minha mão esteja doendo como o diabo.

— Você é maluco? Não se retira estilhaços da pele dessa forma, tem que ser cuidadosamente... pode inflamar essa merda. — ele empurra meu ombro quando chegamos ao último degrau.

Meramente o ignoro, direcionando-me pelo corredor, me encaminhando para a sala. Abeiro o sofá e pego meu celular, realizando uma ligação para a escola, avisando que não irei retornar hoje por problemas pessoais. Após isso, ponho o aparelho no bolso e pego a chave do carro que está sobre a mesa de centro.

— Vamos acabar logo com isso. — me refiro sobre a reunião na empresa.

— Antes, iremos passar no hospital. — ele toma a chave do carro da minha mão. — Eu dirijo!

— O quê? Não! Você não vai dirigir meu carro. — menciono pegar a chave de volta, mas ele é rápido.

— Você está estressado, não é bom dirigir nesse estado. — Klaus se direciona para a porta da casa.

— Que droga, me dê essa chave. — ando atrás dele.

Piso em algo duro, então cesso o caminhar, olhando para o chão.

É o colar que dei a ruiva, ela arrancou do pescoço e jogou aqui na sala. Engulo seco, só de olhar para a jóia. Me agacho para pegar.

— O que é isso? — Klaus pergunta segurando a maçaneta.

— O presente que dei a ela... — respondo fitando o colar, não tão brilhante quanto os olhos de Charlotte.

Percebo que o fecho da jóia está danificado, certamente pelo fato de que ela o puxou bruscamente.

Continuo a olhar para a pequena lua em minha palma, lembrando do significado que possui, meu interior retorce só por recordar. Desvio o olhar para o meu irmão e ponho o colar no bolso da calça.

— Vamos logo. — intenciono distanciar meus pensamentos.

Passo por Klaus saindo da casa, posteriormente trancando a porta.

O dilúvio amenizou, agora encontra-se apenas um chuvisco leve, que está quase findando. Constato o carro de Klaus estacionado no acostamento, prontamente atrás do meu.

Noto um amassado na lateral do veículo dele, Klaus é um verdadeiro desastre em relação ao trânsito.

— Você destruiu o carro novamente?

— Isso foi o horário de pico, estava um engarrafamento terrível, joguei o carro na direção contrária e fui atingindo por uma moto... nada demais. — ele explica como se realmente fosse algo normal.

— Devolva a chave do meu carro agora! — estendo a mão para ele me devolver.

— Não vou bater seu carro... — ele revira os olhos e abre a porta do motorista. — Vamos, entre logo, vou te levar ao hospital para fazerem um curativo nessa sua mão.

Torço os lábios e meneio a cabeça.

Depois de muito discutir com meu irmão, acabo desistindo e sento no banco do passageiro, rolando os olhos e batendo a porta com força.

Sinto algo entre minhas panturrilhas, olho para baixo e vejo a mochila que Charlotte deixou aqui no carro. Estico o braço e pego-a, pondo em meu colo.

Klaus dá a partida no veículo, olhando de soslaio para mim.

— Por que está me encarando? — questiono direcionando o rosto para ele.

— De quem é? — se refere a mochila.

— Da ruiva. Por que?

— Nada... só estou observando se você vai abrir. — ele sorrir de canto.

— Não vou fazer isso, é invasão de privacidade. — digo olhando para o material preto em meu colo.

— Sei... — ele reprime um sorriso, contraindo os lábios.

Percebo que o zíper está aberto pela metade, mostrando um pouco do que tem dentro da mochila.

As alças tem o cheiro dela.

Não vou olhar. Estico o pano grosso e puxo o zíper para fechar, mas a capa do seu caderno me chama a atenção. Só uma olhadinha não mata. Por impulso abro novamente o zíper e retiro seu caderno de dentro.

— Pensei que fosse invasão de privacidade... — Klaus rir.

— Cala a boca, só estou olhando. — rolo os olhos.

E faz bem o estilo dela, a capa Inteiramente preta, com uma guitarra vermelha no centro, bem interessante. Resolvo colocar de volta na mochila, não posso mexer nas coisas dela assim.

Penso dessa forma, até ver um relevo na capa, escrito com uma caneta azul C.C e um coração ao lado. Nossas iniciais, suponho.

Prossigo olhando aquilo por um bom tempo, trazendo à tona todo aquele sentimento novamente. Eu fiz uma desmesurada burrice, mas vou consertar isso.

Os meus olhos estão começando a marejar. Deslizo o dedo nas letras escritas por ela e sorrio bobo.

Eu não vou chorar de novo. Ponho o caderno de volta, fechando o zíper e colocando a mochila nos bancos de trás.

                              [...]

Contra a minha vontade, acabei indo para o hospital, limparam o ferimento e realizaram um curativo em minha mão. Acabei escutando alguns sermões da enfermeira, dizendo o quão sou estúpido por ter removido os fragmentos daquela forma, e mais um sermão porque descobriram que eu soquei um espelho.

Tá, não foi uma das coisas mais inteligentes que eu já fiz, admito.

Estou no elevador da empresa, ao lado do Klaus, que bate uma caneta incessantemente em sua própria mão, causando um barulho agudo e irritante demais.

Ele está nervoso, isso é perceptível.

— Fique tranquilo, irmão... — Assim que digo, as portas de aço se abrem e logo sigo pelo corredor, deixando o Klaus dentro do elevador. Ele não poderá participar da reunião, não foi convocado.

Caminho até a sala de reuniões na qual estão todos a minha espera. Chegando em frente a porta destinada, pouso a mão na maçaneta e respiro fundo, me controlando para os futuros acontecimentos dentro dessa sala.

Posteriormente abro, tendo a visão de sócios importantes - incluindo a Jannet-, acionistas e o advogado, que ocupam todas as cadeiras da extensa mesa, deixando exclusivamente uma para mim.

— Desculpem-me pelo atraso, não estava afim de comparecer. — sorrio fechando a porta e me aproximando de todos.

— Esse é o presidente que temos. — Alguém murmura, mas não identifiquei quem foi.

— Honesto. — dou de ombros.

— Irresponsável. — Jannet levanta-se me encarando como se fosse arrancar meu coração.

— Oi, esposa. Como vai? — pronuncio a palavra esposa entredentes.

— Muito bem, já você está péssimo... O que houve com a mão? — ela pergunta fitando o curativo.

— Um pequeno acidente... enfim, qual o problema dessa vez? — questiono, mas todos permanecem tácitos. — E sem esse suspense, por favor! Às vezes me sinto num filme, com tanto mistério... — sento-me na cadeira vazia.

O advogado Stinson pigarreia a garganta, pegando uma das suas pastas sobre a mesa.

— Naquele dia, eu informei que precisávamos de provas concludentes para podermos acusar o Sr. Klaus Dufour Laurent, de desvio de dinheiro. Porque não é prudente incriminar sem certezas. — Stinson abre a pasta. — Aqui encontra-se provas de que realmente houve o ato ilícito por parte do vice-presidente. — ele me entrega alguns documentos.

— O que é isso? — pergunto olhando para os papéis.

— Aí consta que os desvios foram realizados por laranjas, depois foram vinculadas à conta do seu irmão. O burrinho deixou rastro... — Jannet se pronuncia, consigo notar o tom de maldade.

Miro para ela e tenciono o maxilar.

— Isso já era previsível, como que um moleque de 23 anos pode gerenciar uma empresa dessas? — um acionista se expressa com muita hostilidade na voz. — Que experiência ele tem com isso?

Odeio que julguem o meu irmão desse jeito, mas existem provas concretas e inegáveis de que isso aconteceu de fato. É incontestável, está evidente que foi desviado para a conta dele.

— Queremos ele fora! Não vou continuar numa empresa administrada por um corrupto. — Levanto o olhar e vejo o sócio da reunião passada, cruzando os braços após emitir essas palavras.

A porta é aberta bruscamente e meu irmão aparece na sala, o rosto dele está tenso.

Logo começou os murmúrios e a agitação.

Merda, Klaus.

— Os únicos corruptos aqui é você e essa vadia. — meu irmão grita e aponta o dedo para ele e Jannet.

— O que você disse? — O homem se levanta com muita fúria.

— Parem! — levanto e anuncio com a voz firme. — Por favor, retirem-se todos da sala, agora! — as pessoas me assistem confusos. — Não escutaram? Saiam daqui! — aponto para a porta.

Rapidamente começam a se levantar. Eu seguro o braço do advogado e peço para ele permanecer aqui.

— Ladrão! — o sócio sussurra perto do meu irmão, mas é bem audível para todos.

Subitamente eu presencio um soco que Klaus dá na boca do homem, uma aglomeração em volta inicia-se, as pessoas olham assustadas, tentando apartar os dois.

Disparo até eles, o cara devolve o soco, levando Klaus a se chocar contra a parede.

— Sai daqui! — empurro o sócio e ele limpa o sangue que sai da própria boca. Seu semblante é completamente irado.

Meu irmão tenta partir para cima do cara novamente, mas eu o seguro pelo antebraço.

— Isso não vai ficar assim. — Klaus aponta para ele, o homem apenas sorrir com os dentes sujos de sangue.

— Não vai mesmo. — diz antes de sair da sala com todo o conselho em volta dele.

Aperto firme o braço do meu irmão, não permitindo que ele faça outra burrada. Inalo fundo e solto o ar, esperando todos saírem.

Que merda foi essa?

— Que caralho. Você não sabe se controlar? Todas as vezes eu tenho que tirar você de briga, porra.

Jannet permanece na sala, olhando para nós dois como se fosse um show que ela está adorando assistir.

— Você também vai me pagar. — meu irmão se desvencilha e se aproxima de Jannet.

A mesma engole seco e dá um passo para trás. Mas, como sempre tem um ar de superioridade imbatível, levanta o rosto e sorrir de canto.

— Boa sorte. — ergue uma sobrancelha.

— Se retirem daqui. Klaus faça o favor de não brigar lá fora. — informo aos dois que logo ausentam-se da sala, deixando-me somente com o advogado Stinson.

Ando até a porta para fechá-la e posteriormente retorno para a mesa.

— Que confusão... — ele rir passando a mão no rosto.

— Me perdoe por isso, Klaus é um pouco esquentado... — bufo, meneando a cabeça.

— Sem problemas. O que deseja falar comigo? — ele é direto.

Pigarreio a garganta e procuro em minha mente um forma de perguntar.

— Então... você já está aqui há mais de 20 anos, meu avô e meus pais sempre tiveram total confiança no seu trabalho... quero dizer que também confio em você.

— Obrigado Sr. Laurent, quero continuar sempre ajudando como eu puder. — ele põe a mão em meu ombro.

— Que bom... é por causa disso que eu preciso perguntar uma coisa. Espero que seja sincero comigo. — olho para o homem que assente.

— Pode dizer.

— É sobre toda essa história de desvio de dinheiro. — deslizo os dedos no cabelo. — Klaus não faria isso, de modo algum! Posso até estar enganado, portanto, eu preciso de mais provas sobre esse assunto. — cruzo os braços. — Você acha que ele realmente engenhou tudo isso?

Stinson suspira e me encara um tempo, em seguida pega a pasta sobre a mesa.

— Francamente, não sei dizer. Não foi eu que consegui todas essas provas. Foi a Jannet e o sócio Becker. Eu apenas montei o caso. — ele pega aqueles mesmo papéis. — Eu vou dar uma estudada novamente nisso e irei evitar qualquer contato com outros, vou deixar o senhor a par de tudo que eu conseguir.

— Nossa, isso seria realmente perfeito. Muito obrigado. — estendo a mão para ele, o mesmo aperta. — Por favor, mantenha sigilo sobre isto. Eu tenho minhas dúvidas sobre a honestidade de alguma das pessoas do conselho.

— Claro, pode ficar tranquilo. Vou trabalhar com discrição. — ele garante.

— Agradeço novamente pela compreensão.

— Estou realizando apenas meu dever, eu trabalho com a verdade, Sr. Laurent. — seus olhos transmitem genuinidade.

— Minha sincera admiração. — sorrio e dou um aceno de cabeça, me redirecionando para a porta.

Tenho uma grande convicção de que foi a Jannet que armou tudo isso, até que se prove o contrário, eu confio de olhos fechados no meu irmão.

Tenho que sair desse prédio o quanto antes, não aguento mais um segundo aqui dentro. Sinto-me sufocado, os problemas começam a proliferar em minha cabeça de uma forma bruta.

E lembranças de todos os impasses que eu já tive aqui dentro me invadem, passei anos a fio dentro dessa empresa, atormentado até o talo. Todas as vezes em que retorno para cá, encontro-me do mesmo jeito de um tempo atrás.

Totalmente exasperado. Como um ataque de pânico.

Avisto a Jannet parada defronte a um dos elevadores do saguão, caminho até ela e paro ao seu lado, esperando que as portas se abram.

— Você deveria ajudar seu irmãozinho a se controlar mais... — ela comenta analisando suas unhas pintadas de vermelho.

— E você deveria controlar a ambição e a língua. — seguro o braço dela, levando-a para dentro do elevador quando desata as portas.

— Ai, seu bruto! — diz quando a encosto na parede de aço.

— O que você disse para a ruiva? — pergunto bem próximo ao rosto dela, a raiva em minha voz é perceptível.

— A ruiva? Que ruiva? — Jannet franze o cenho. Mas logo depois sorrir maldosa. — Ah, a sua aluna...

— Diga, o que você contou a ela? — observo ao fundo em seus olhos.

— Nada, só disse que eu sou a sua esposa. Por acaso eu menti? — ela eleva uma sobrancelha.

— Você é mesmo uma cobra. — meneio a cabeça.

— Você sabe que isso é muito errado, não é? Quantos anos a garotinha tem? 16?

— Não é da sua conta. — digo ríspido.

— Amor... acho que o colégio não irá gostar desse tipo de relacionamento. — Jannet pronuncia serenamente.

— Fique na sua, isso não te envolve. — tento me afastar, porém ela me puxa pela cintura.

— Envolve sim, você é meu esposo... estou me sentindo traída. — finge-se abalada, posteriormente solta uma risada irritante.

— Nem se atreva a fazer alguma coisa para prejudicá-la.

— Amenize seu tom de voz, amorzinho... Não seja tão rude comigo. — Jannet sorrir e passa a língua nos meus lábios.

Me distancio e limpo minha boca com a manga do paletó.

— Víbora. — o elevador abre e ela sai rindo.

Que cínica.

              ────═❁═────

Estou olhando no fundo do copo de whisky, estou admirando a imagem de Charlotte dentro dele, de tão linda me arranca um sorriso. Meu peito até acelerou com essa visão.

Sim, estou bêbado o suficiente para estar delirando desse jeito. Projetando a sua imagem aqui.

Almejo profundamente ir atrás dela, mas não posso. Não posso, então me afogo no whisky, virando de uma vez na garganta, ingerindo o líquido ardente.

Bato o copo no balcão de madeira do bar, em seguida peço mais uma dose, Klaus faz o mesmo me acompanhando em mais uma rodada.

— Só faz horas que ela me deixou, parece que tem anos. Eu não sei por quanto tempo vou aguentar. — revelo olhando para ele, que põe a mão em minhas costas.

— É foda mesmo, cara.

Queria tanto me acalmar, mas a porra da culpa fode minha cabeça toda. Puxo o colar do bolso, olhando o pingente de lua, isso fica lindo no colo dela. Irradia uma beleza singular.

Ao fundo começa a tocar uma música que se agrega junto a minha tristeza. Parece que o universo faz trilha sonora.

Well, you only need the light when it's burning low

Bem, você só precisa da luz quando está escurecendo

Only miss the sun when it starts to snow

Só sente falta do sol, quando começa a nevar

Only know you love her when you let her go

Só sabe que a ama quando a deixar ir

Meu Deus, eu a amo?

Sim, esse sentimento que expandiu no meu coração, eu não sabia do que se tratava. Do porquê que aumentava tanto.

Se tornou amor.

É isso, essa dor é o amor gritando dentro do peito, querendo se libertar, querendo que ela saiba disso. Eu a amo, como nunca amei uma mulher.

Only know you've been high when you're feeling low

Só sabe que a ama quando a deixar ir

And you let her go

E você a deixou ir

Staring at the bottom of your glass

Olhando para o fundo do seu copo

Hoping one day you'll make a dream last

Esperando que um dia faça um sonho durar

The dreams come slow and they go so fast

Mas sonhos chegam devagar e passam muito rápido

You see her when you close your eyes

Você a vê quando fecha os olhos

Maybe one day you will understand why

Talvez um dia você entenda porquê

Everything you touch surely dies

Tudo o que você toca certamente morre

As lágrimas quentes que estavam cobrindo meus olhos, caem involuntariamente sobre minha face, o nó na garganta retorna. Pego a dose de whisky e despejo em minha boca, fazendo descer juntamente com a dor.

Same all empty feeling in your heart

O mesmo velho sentimento de vazio em seu coração

Love comes slow and it goes so fast

O amor chega devagar e passa muito rápido

Well, you see her when you fall asleep

Bem, você a vê quando cai no sono

But never to touch and never to keep

Mas para nunca tocar e nunca manter

'Cause you loved her too much

Porque você a amava muito

Eu mergulhei fundo em segredos, os quais eu sabia que acabaria vindo à tona, mesmo assim continuei escondendo, até o último segundo.

Eu perdi a mulher da minha vida. Eu amo aquela ruiva, amo tanto que meu coração aperta.

Only know you love her when you let her go

Só sabe que a ama quando a deixar ir

And you let her go

E você a deixou ir

Eu vou atrás dela, preciso dizer o quanto ela é importante na minha vida. Passo a mão nos meus olhos, enxugando as lágrimas rapidamente.

Tiro o dinheiro da carteira e jogo sobre o balcão. Pego a joia e ponho no bolso novamente, levantando da cadeira em seguida.

— Para onde está indo? — Klaus me segue.

— Atrás da minha garota. — sorrio olhando-o por cima dos ombros e andando velozmente para a saída do bar.

— Tem certeza, cara?

— Absoluta! — abro a porta do estabelecimento.






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