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História O protegido. - Capítulo 4


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Notas do Autor


ae cambada. espero que esteje bom e como de praxe eu n revisei, dsclp.

boa leitura!!

Capítulo 4 - Capítulo 4.


Katsuki andava pelos corredores subterrâneos do complexo indo em direção a ala de T.I, Shoto caminhava ao seu lado os olhos de duas cores fixados no iPhad em suas mãos.

O hambiente era grande, de paredes extensas e brancas, se comparado a CIA e ao FBI, o cantinho deles era bem equivalente. O que fazia o dono do setor se gabar de mais.

Neito Monoma, um beta, coordenava o centro de tecnologia, com uma sabedoria impressionante. Estava sempre os guiando por onde deveriam ir, e todos ali confiavam e suas palavras de olhos fechados. Monoma era muito bom no que fazia, quase uma inteligência artificial.

- Monoma. - Todoroki o chamou assim que adentrou a sala, os olhos azuis quase brancos do loiro se voltaram aos dois, desviando da tela central do computador.

- Ora, ora, ora. - Os lábios finos sorriram, estranhamente. - Muito cedo para uma visita não acham? 

- Não me faça perder meu tempo. - Katsuki rosnou.

Sem retirar aquele sorriso irritante do rosto, deu de ombros e seguiu para a frente das telas dos computadores, apontando e indicando o que estava pesquisando e o que havia descoberto.

- Depois daquela emboscada, os caras simplesmente sumiram. Completos fantasmas. - Ia dizendo.

- Até dois dias atrás, onde achamos um erro eu seu plano infalível. - Quem ia falando dessa vez, era Momo, consultora da mafia e uma ômega muito esperta e a única com paciência e competência suficiente para trabalhar ao lado de Neito.

E aquele foi o único momento do dia em que Todoroki conseguiu desviar os olhos da tela do iPhad, por um motivo de força maior. E Katsuki percebeu pelo canto dos olhos aquela afiada atenção.

- Quase perfeito. - Corrigiu o loiro, agora um sorriso extravagante preenchia o contorno dos lábios, o dedo indicador apontado para cima.

- A liga, como são chamados, deixaram um furo e por ele conseguimos rastrea-los. Os explosivos que usaram naquele dia não se encontra em qualquer esquina. 

- Encontraram o fornecedor deles. - Supôs vagamente o alfa heterocromático. E Katsuki ergueu uma sobrancelha, Shoto estava falando de mais.

- Sim. - Os especialistas, responderam juntos.

- E mais importante que isso, conseguimos rastrear por onde a compra foi feita e...

- Invadir o sistema deles. - O gesticular dos dedos de Monoma complementavam seu ar excêntrico. - Foi uma luta árdua, porém conseguimos.

- Por pouco tempo, mas ainda assim tempo suficiente para saber que às18h de hoje eles pretendem cometer outro ato de terrorismo ainda pior que o primeiro. No nosso território! - Terminou Momo, com um ar incrédulo no tom de voz.

- Agora me digam, onde que ta aquele Hitoshi, pra nós dar essa noticia, Tinky Winky de araque!

- Isso me parece vingança. E não fale dele dessa meneira! 

- O que esse rato de laboratório faz aqui? - Referiu-se a Denki que adentrava o recinto.

- Vingança por termos atrapalhado eles daquela vez. - Murmurou Shoto, olhando para o chefe ao seu lado, ignorando totalmente a discussão banal entre os outros dois louros.

- Rabo de cavalo, certifique-se de por essas informações na nuvem e nos manter atualizados se descobrirem mais alguma coisa.

- Sim senhor! - Ela bateu continência e rapidamente os arquivos já estavam sendo compartilhados. 

Um barulho alto de algo explodindo os fizeram parar e prestar atenção no que acontecia, logo um falatório alto preencheu seus ouvidos, e um cheiro de queimado o lugar.

Katsuki apertou a ponte do nariz, suspirando.

Ao lado da sala onde estavam ficava a de mecânica e armamento, e quem dava as ordens era Hatsume Mei. Muito competente, sempre tinha mercadoria nova para lhes oferecer ou como ela gostava de dizer; seus bebês.

E Bakugou odiava ter que lidar com ela, ainda bem que Shoto estava lá para falar por ele.

Dando as costas para a briguinha que ainda ocorria entre os outros dois foi saindo dali, o bicolor antes de o seguir não conteve o último olhar para a ômega de cabelos negros que digitava freneticamente na mesa analógica. 

A fumaça no corredor se dissipava aos poucos, no entanto o cheiro de queimado permanecia. Tanto Shoto quanto Katsuki torceram o nariz. 

A porta foi aberta por um dos ajudantes de Hatsume - esta que não parecia nem um pouco abalada por ter quase o lugar explodido.

Assim que bateu os olhos amarelados nos novos visitantes ela sorriu, o rosto sujo de graxa bem como a roupa.

- Se tivessem chegado um pouquinho antes teriam visto algo incrível. - Comentou normalmente, as vezes sentiam que nada poderia realmente abalar as estruturas de Mei.

- Me sinto melhor de ter chegado depois.

- Ah, Katsuki-kun voce não entenderia. - Espalmou a mão no ar.

- Também prefiro ficar sem entender.

- Deixando isso de lado. - Interferiu Shoto. - Nossa encomenda. - Informou.

- Ah, sim, claro por aqui. - Indicou com o dedo indicador a porta por onde deveriam seguir.

Sobre a mesa de inox estavam vários tipos de arma, diferentes tamanhos e potência. A rosada ia falando pelos cotovelos, dês de como a ideia surgiu até o funcionamento do que lhe fora pedido.

Depois da breve apresentação de seus bebes aos fornecedores ela os levou a uma segunda sala nos fundos de onde estavam, para testa-las. A variedade era enorme, Katsuki mesmo que nao quisesse não poderia negar a agilidade de sua subordinada.

Shoto ponderava os prós e os contras e anotava tudo em seu iPhad, nada poderia dar errado ja que deveriam se preparar para o suposto ataque que ocorreria em algumas horas.

Com isso em mente enviou um relatório para o resto do grupo.

Quando os dois sairam da sala de Hatsume, foram direto ao escritório proncipal e la se encontrariam com o resto, que já os aguardava.

Kirishima passou o plano que elaborou com a ajuda de Mina e com os cara de Hanta, que os ajudariam no contra ataque.

Quando a noite caiu. Todos ja estavam em posição esperando pelo pior, que veio na hora marcada. Nenhum dos integrantes da gangue adversária foi visto, apenas a explosão. 


O confronto foi difícil pesado e longo. Todos estavam bem, felizmente, embora com muitas contusões e machucados ali e aqui.

Bakugou estava com as roupas queimadas e com cara de poucos amigos, mesmo que eles tivessem ido bem, em uma vantagem impressionante.

"Tem uma coisa com você e nos a queremos de volta"

As palavras do homem que vestia uma mascara com bico de pássaro nao saiam de sua cabeça.

"Um ômega do sexo masculino tem muito valor se vendido no mercado negro, sabia?" 

Aquela voz debochada carregada de segundas e terceiras intenções o inojava. 

Nem que eles quisessem iriam tocar com aqueles dedos asquerosos a pele de Deku. Nem em sonho. 

Katsuki não permitiria que nenhum mal acontecesse a Izuku, nem que para isso tivesse que morrer ou botar em risco a vida de seus subordinados.


Notas Finais


era p ter mais coisa nesse cap mas acabo ai kdpdksodksof

no próximo cap uraraka vai ter uma conversa reveladora com kacchan e momento fluffy bkdk amém

e é só eu ou eles parecem ser muit bonzinhos do q um bando de mafiosos???? kslflskf aiai af


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