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História O Protetor - Capítulo 3


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Notas do Autor


Geeeente, perdão a demoraaaa!

Capítulo 3 - Minha Adoração


— Chegamos!

— Não sei porque te deixei me trazer pra esse lugar. – Christopher reclamou pela enésima vez, enquanto olhava os homens bêbados que entravam no local.

— Não esquenta e curte, ta legal? – rir – você pode se surpreender.

— Duvido muito, vamos logo acabar com isso.

         Christopher adentrou o local, lhe dando uma certa náusea, o local cheirava e bebida barata, cigarro e luxuria. As mulheres passavam por ele, olhando-o de cima a baixo, como um pedaço de carne. O circo de penas brancas e pretas lhe confundiam, enquanto as meninas seminuas serviam doses de whisk para engravatados e cerveja para os vários grupos de playboys que estavam aglomerando vários pontos do enorme salão.

— Olha, vou te dizer como funciona o esquema. A divisão é simples, quem está com as penas brancas, só fazem show e nos servem, não podemos fazer absolutamente nada com elas. As que estão de penas pretas, nos servem, fazem shows, e estão disponíveis para a melhor noite da sua vida.  – Christian ri.

— É menos desorganizado do que imaginei.

— Olá, sejam bem vindos.

— Olá. – Christopher e Christian responderam em uníssono.

— Já foram servidos? – Sorriu maliciosamente – Me chamo Jordana. Sou uma das garçonetes e Penas negras. – Aproximou-se de Christopher.

— Oi, Jornada, não ainda não fomos servidos, na verdade acabamos de chegar.

— Mas adoraríamos ser servidos por você. – Christian sorriu.

— Venham, sentem-se aqui. – Apontando para uma mesa que acabara de ser esvaziada. – Fiquem a vontade, o que vocês desejam? – Jordana virou-se de frente para Christian, apoiando-se na mesa, deixando sua bunda na cara do Christopher.

         Christopher virou o rosto e revirou os olhos. Jordana era sim, uma mulher bonita e sensual, mas não lhe chamara atenção em absolutamente nada. Era uma mulher comum, embora fosse a personificação do biótipo que todos ali procuravam.

— Oi, você ainda está ai? – Jordana sorriu.

— Ah, oi, desculpa não te ouvi.

— Perguntei se queria alguma bebida.

— Pode ser uma dose de wisk dupla, por favor, o mais caro.

— Tudo bem, anotado. – Jordana mordeu os lábios e saiu.

— Começou bem, cara. – Christian lhe deu dois tapinhas nas costas.

— Não enche o saco, Christian. Pedi duplo para vê se ela para de tá esfregando aquela bunda enorme na minha cara.

— Você parece que é gay.

— Não sou gay. Mas isso não significa que eu vou tá enfiando meu pau em qualquer buraco. Você que é um maníaco.

— Cara, você é solteiro. Olha quantas gostosas estão aqui disponíveis pra você. – Olhando ao redor – Não é possível que você vá sair daqui no zero a zero, depois de meses na seca.

— Não enche o saco, Christian. Quando você se agarrar com uma dessas ai, eu vazo.

— Não tem jeito. O show vai começar, assiste ao menos antes de ir. Vou conversar com a garota ali. – Apontou para uma das garotas loiras paradas no balcão, levantou-se e saiu.

Christopher viu as luzes sendo desligadas e levantou-se, porém ao mesmo momento sentou-se de olhos vidrados no palco, ao observar os holofotes iluminando no centro do palco, uma silhueta morena, totalmente curvilínea, e simétrica de uma maneira que nunca havia visto, sentada de costas para o público. Os assovios e aplausos por um momento foram abafados pelo interesse naquelas curvas e por seu pau que começara a ir de encontro com seu zíper.

Os olhos de Christopher lampejaram ao ver as curvas se moverem de forma lenta e sensual ao som de Earned It, do The Weekend, e embora seja uma música sensual, nunca imaginou ouvi-la em um puteiro, mas que se foda a música. Quem era aquela mulher?!

https://youtu.be/1UsT9xefpxo

Enquanto ela rebolava lentamente sobre aquela cadeira, mostrando a cinta liga presa segurando a calcinha minúscula como se fosse sua própria vida, Christopher a despia com o olhar de forma inescrupulosa.

Christopher levantou-se da cadeira, ficando cada vez mais próximo do palco, ainda que permanecesse com o olhar vidrado naquele corpo fascinante, seu tamanho lhe dava uma bela vantagem em sobre aqueles velhos baixos, gordos e tarados. Ele parou o mais próximo do palco e o que ele esperava mais que nunca era que pudesse ver aquelas penas brancas de frente e como o seu sutiã de renda deveria abraçar seus seios que mesmo de costas, era possível ver os quão fartos eram.

Ela soltou a cinta liga, e olhou para frente, sendo conectada instantaneamente aos olhos que lhe observava de forma faminta. Dulce sentiu seu coração bater mais forte e os pelos do seu corpo se erriçarem, permitindo-se desconectar-se do seu show.

Seus olhos se encontraram e faiscaram no mesmo instante. Dulce respirou fundo, voltando lentamente a dançar, mas dessa vez se concentrando no par de olhos que agora pareciam ser seus preferidos.

Christopher continuou a observa-la, tentado a toca-la, mas porra, ela era uma das penas brancas! Todo seu discurso de que nunca foi seu desejo levar uma garota da noite para cama foi por água a baixo, o que ele mais queria agora era está com aquela mulher em baixo de si, e seu pau pareceu amar a ideia, enquanto ela dançava sensualmente para ele, como um show particular. A outra cinta-liga foi retirada, e caralho! Christopher precisou apertar seu membro em forma de diminuir aquela torturante e deliciosa dor, que andavam de mãos juntas a seu tesão e ao seu amigo que protestava de forma intensa liberdade daquela calça.

Dulce aproximou-se da ponta do palco, e rebolou lentamente a sua frente, ainda olhando em seus olhos, enquanto se ajoelhava e lhe jogava a cinta-liga, quando na verdade sua vontade era de joga-lo a calcinha, mas temia que as mãos deles molhassem com a aquela peça. Christopher sentiu o cheiro da peça que se mesclava a baunilha e algo mais picante, que não conseguiu discernir ao primeiro momento o que era, porra! Que delícia!  

Seu show terminou e Dulce não pode deixar de dar-lhe mais uma olhada, antes das luzes apagarem e ela sair do palco com o coração a solavancos.

Dulce desceu as escadas para o camarim com a velocidade da Luz.

— Para onde vai, Dulce?

— May, preciso ir embora. Pode descontar do meu salário. – Pegando suas roupas.

— Dulce, você fez um dos seus melhores shows, hoje. – May sorri. – Porque quer ir embora? O que aconteceu?

— Prometo que depois explico tudo.

— Não pode ir embora! Temos que bolar um plano, amanhã será o primeiro dia das suas penas negras.

— Caralho! May, juro que te ligo, mas agora preciso ir. – Saiu.

         Dulce andou apressadamente até o ponto do ônibus, mas que porra era aquela? Nunca fez aquilo com cliente nenhum, o contrário. Eles lhe davam nojo. E aquele cara, apenas com seu olhar fixo e seu pau duro, que se dava para perceber de longe, mesmo à meia-luz, lhe fizeram ficar excitada como nunca na vida. Ela deveria ter repulsa e não tesão. Quem seria ele? Com certeza não era cliente assíduo, nunca o tinha visto.

         Christopher correu até o camarim, para tentar descobrir quem era aquela mulher que lhe tirou do eixo, mas não foi permitida sua entrada, também não conseguiu vê-la pelo salão.

— Hey, boa noite! – Tocou no ombro de uma mulher magra, que parecia trabalhar no local, mas não como dançarina ou prostituta.

— Boa noite. – Lhe deu um sorriso falso – pois não?

— Gostaria de saber sobre a garota que estava dançando agora pouco.

— O que tem? Ela não é pena negra. – Colocando as mãos na cintura – não pode toca-la.

— Eu sei. Não precisa se preocupar. Só queria saber se ela ainda está aí.

— Não, não está. Já disse você não pode toca-la.

— Tudo bem – suspirou – Não era exatamente para isso que estava perguntando. Christopher. – Estendeu a mão.

— Maite – apertou-lhe a mão.

— Maite, parece que você a protege muito. – Sorri – mas eu só queria saber o nome dela, juro que não é mais que isso.

— O que pretende fazer com o nome da minha amiga... é ... Christopher! – cruzou os braços.

— Não é nada demais, juro, só preciso do nome. Por favor, não irei faze-la mal.

— Tudo bem. – Suspirou, - você nem parece um desses velhos tarados que passam por aqui.

— Não mesmo. – Christopher riu, sendo acompanhado por Maite.

— O nome dela é Dulce, Dulce Maria. – sorriu.

— Dulce! – sorriu – Não poderia ter outro nome.

— Mas olha, ela já foi embora, como te disse.

— Droga! Não faz sentido continuar aqui. – Olhando para os lados, tentando buscar o Christian – Bem, obrigada, Maite. Você sabe me dizer se a Dulce estará aqui amanhã?

— Sim, estará. Não a faça mal, estou te avisando. Caso aconteça algo a Dulce, eu vou atrás de você, arrancar seus olhos, independente de quem você seja.

— Pode deixar. – Christopher riu da ameaça -  não será necessário, garanto. – deu-lhe um beijo na cabeça e saiu.

         Maite sorriu, o afeto afagou-lhe o coração. Já que os homens aqui só as viam como um pedaço de carne podre, que poderia jogar fora a qualquer momento. 


Notas Finais


Sejam bem vindas, meninas!

Até mais.
Espero que gostem <3


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