História O psicopata - Capítulo 30


Escrita por: e Mary_Bluee

Postado
Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Histórias Originais
Visualizações 14
Palavras 1.026
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oie,voltamos com um capítulo novinho para vocês.
Esperamos que gostem 🌈

Capítulo 30 - Capítulo 30


Não iria deixar isso acontecer, então peguei uma pedra até que grande que estava próximo de mim e joguei na direção oposta a nossa.

- Deve ser um coelho Finley. – Diz uma boa próxima a nós.

“Central para William e Mackey” – O rádio ecoou.

- William e Mackey a escuta.

“testemunhas viram dois meninos e um cara negro próximo a vocês, podem ser eles.”

- Vamos acabar de chegar aqui e já vamos. – Vi ele guarda o rádio e aponta a luz para a árvore que estava escondido.

Voltei para trás da árvore rapidamente e então ouvi passos em minha direção. Respirei fundo e comecei a ir devagar entre as plantas até a árvore aonde Guilherme estava. Vi uma pedra bater em uma árvore próximo a do meu menino de olhos verdes.

- Deve ser só um coelho, vamos logo. – Diz o primeiro cara que havia visto.

- Ok. – entro pelo tronco e tombo com Gui. – Finley para a central, tamos indo para o local do possível avistamento das vítimas.

Respiramos aliviados.

- E agora? – Ele perguntou baixinho.

- Vamos esperar um tempinho. – Olhei para fora e ainda consegui ver as luzes das lanternas.

Guilherme on

Depois de um tempo, acho que meia hora depois os policiais foram embora, pois não ouvimos mais nenhum ruído, comunicação e as luzes das lanternas. Matteo diz. - Vamos, é só entrar no meio que iremos parar do outro lado da pista – diz ele me puxando para dentro do matagal próximo a pista que vai até o outro lado.

- Aqui não tem animais não né? – digo com certo medo. - Creio que não, vamos, se esgueira pelo chão qualquer coisa. Um conhecido meu vai nos encontrar daqui a pouco.

O percurso foi relativamente "rápido”, lo já estávamos do outro lado a espera do tal amigo do Matteo.

- meu anjo, não fique com medo de meu amigo, digamos q ele é meio estranho... ele gosta de coisas estranhas.

- Ok, não irei. – digo e respiro fundo.

Um único carro vem vindo a nossa direção na pista deserta. Se não estivesse com Matteo e ele não tivesse me contado sobre seu amigo e que ele iria nos buscar de carro juraria que séria um assalto junto com um assassinato. O carro veio tão rápido a nossa direção que pensei que ia passar por cima de nós, mas ele parou antes de nós acertar. Um homem desce do carro, cabelos ruivos, pele pálida, lábios rosados e uma tatuagem de um risco preto passando por seu olho. Diria medonho, diria não, digo, é medonho.

-matteo Ferreira, quanto tempo meu velho amigo – da um toque de mão com Matteo.

- fala aí Jeffrey Dean, sequestrado muitos garotinhos ainda? - meu ponto fraco caro amigo – diz rindo.

- mas e aí, quem é esse? – ele olha para mim assustadoramente.

- esse é meu namorado Jeff e tira o olho caso não queira perder os dois – diz Matteo.

- calma, calma,hahahaha vejo que não mudou muita coisa caro Matteo.

- ao contrário, fiquei pior ainda – diz e sorriu, aquele sorriso que me mata.Não iria deixar isso acontecer, então peguei uma pedra até que grande que estava próximo de mim e joguei na direção oposta a nossa.

- Deve ser um coelho Finley. – Diz uma boa próxima a nós.

“Central para William e Mackey” – O rádio ecoou.

- William e Mackey a escuta.

“testemunhas viram dois meninos e um cara negro próximo a vocês, podem ser eles.”

- Vamos acabar de chegar aqui e já vamos. – Vi ele guarda o rádio e aponta a luz para a árvore que estava escondido.

Voltei para trás da árvore rapidamente e então ouvi passos em minha direção. Respirei fundo e comecei a ir devagar entre as plantas até a árvore aonde Guilherme estava. Vi uma pedra bater em uma árvore próximo a do meu menino de olhos verdes.

- Deve ser só um coelho, vamos logo. – Diz o primeiro cara que havia visto.

- Ok. – entro pelo tronco e tombo com Gui. – Finley para a central, tamos indo para o local do possível avistamento das vítimas.

Respiramos aliviados.

- E agora? – Ele perguntou baixinho.

- Vamos esperar um tempinho. – Olhei para fora e ainda consegui ver as luzes das lanternas.

Guilherme on

Depois de um tempo, acho que meia hora depois os policiais foram embora, pois não ouvimos mais nenhum ruído, comunicação e as luzes das lanternas. Matteo diz. - Vamos, é só entrar no meio que iremos parar do outro lado da pista – diz ele me puxando para dentro do matagal próximo a pista que vai até o outro lado.

- Aqui não tem animais não né? – digo com certo medo. - Creio que não, vamos, se esgueira pelo chão qualquer coisa. Um conhecido meu vai nos encontrar daqui a pouco.

O percurso foi relativamente "rápido”, lo já estávamos do outro lado a espera do tal amigo do Matteo.

- meu anjo, não fique com medo de meu amigo, digamos q ele é meio estranho... ele gosta de coisas estranhas.

- Ok, não irei. – digo e respiro fundo.

Um único carro vem vindo a nossa direção na pista deserta. Se não estivesse com Matteo e ele não tivesse me contado sobre seu amigo e que ele iria nos buscar de carro juraria que séria um assalto junto com um assassinato. O carro veio tão rápido a nossa direção que pensei que ia passar por cima de nós, mas ele parou antes de nós acertar. Um homem desce do carro, cabelos ruivos, pele pálida, lábios rosados e uma tatuagem de um risco preto passando por seu olho. Diria medonho, diria não, digo, é medonho.

-matteo Ferreira, quanto tempo meu velho amigo – da um toque de mão com Matteo.

- fala aí Jeffrey Dean, sequestrado muitos garotinhos ainda? - meu ponto fraco caro amigo – diz rindo.

- mas e aí, quem é esse? – ele olha para mim assustadoramente.

- esse é meu namorado Jeff e tira o olho caso não queira perder os dois – diz Matteo.

- calma, calma,hahahaha vejo que não mudou muita coisa caro Matteo.

- ao contrário, fiquei pior ainda – diz e sorriu, aquele sorriso que me mata.


Notas Finais


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