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História O Quarto Vermelho - Capítulo 1


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Notas do Autor


Capa rushadakkkk fodase
Bem, obrigado Mystic pela inspiração por esse shipp, definitivamente está na lista dos meus favoritos ùwú
Eu iria adicionar mais coisas, entretanto fiquei com medo de extrapolar as regras qwp
Boa leitura!

Capítulo 1 - O Verdadeiro Diabo


Eram quase duas e meia da noite, a escuridão sombria e o clima gélido pairava sobre a cidade, tudo poderia ser facilmente considerado obscuro, sem vida e completamente macabro se não fossem os benditos postes de luz que iluminam os caminhos das ruas. A brisa era fraca, mas não era difícil de ter calafrios no corpo por conta da baixa temperatura do local, e sem falar nas lendas urbanas que deixavam tudo ainda mais tenebroso.

Entretanto, nem todos na cidade eram medrosos, um bom exemplo era a senhorita Shelly. Reconhecida por boa parte da cidade como durona, estava sempre nos becos e ruas falando com os mais próximos. Era uma mulher super popular de caráter até que interessante, pois sempre mostrava ter o lado afetivo e o lado de durona se misturarem muitas vezes. Talvez isso explique o motivo de pessoas que não tem muita intimidade com ela acharem sua personalidade tanto quanto curiosa.

Shelly estava andando por uma rua próxima a um cemitério antigo, com as paredes pintadas de branco terem a própria tinta descascando aos poucos, e também conter riscos de cor preta por todas as partes, geralmente formando palavras de um teor explícito. Aquele cenário lhe lembrou de um velho amigo próximo que não o via há um bom tempo, talvez o único com quem tivesse a maior intimidade, pois sempre estavam se pegando nos cantos da cidade como se fossem amantes ou algo parecido. Secretamente ela queria admitir que sentia falta dele, mas seu ego não lhe permitia soltar tais sentimentos para fora daquele jeito.

E nem ao menos precisou pensar muito, pois quando virou a esquina daquela rua, se encontrou justamente com o homem que estava em seus pensamentos: Mortis, em carne e osso.

—Senhorita Shelly? Que maravilha é estar te vendo depois de tanto tempo— O homem disse, com sua voz assustadora e manipuladora, mostrando suas grandes presas de vampiro ao abrir um sorriso em seu rosto. Ele trajava um tipo de roupa elegante com uma capa em suas costas, e também carregava uma pá.

A mulher, por sua vez, em uma fração de segundos queria dar um pulo no outro e dizer o quanto havia sentido sua falta. Mas as lembranças nem tão felizes ecoaram em sua mente, cancelando aquele pensamento alegre.

—Pelo menos você não se esqueceu do meu nome— Ela cruzou os braços, o encarando com um certo olhar de desprezo, que surtiu um efeito no vampiro quando ele olhou meio desconfiado.

—Quê?

—Você sabe muito bem o motivo de eu não estar contente com você, Mortis.

—Ei gatinha, sabe muito bem que eu tive que resolver meus problemas pessoais...

—Tipo aquela vaca da Piper?

Os dois riram um pouco ao mesmo tempo. Piper era uma mulher que estava querendo algo sério com Mortis, e estava sempre desaprovando as ações dele, especialmente a de andar junto a Shelly.

—Dizendo assim, é até cômico, mas já acabou.

—Tudo o que posso dizer é que é legal te ver de novo por aqui.

Shelly ia se afastar de Mortis, mas rapidamente sentiu um agarrão vindo dele, em seguida ele a empurrou lentamente até a parede, a cercando por completo.

—Espera aí... Vai me dizer que vamos ficar por isso mesmo?

—Preciso falar mais algo? Você é um babaca, Mortis— Ela disse em um tom de deboche enquanto acariciava o rosto do vampiro com uma mão, o que o fez aproximar com o dela.

—E você ainda assim gosta de mim, é simples.

—Isso é verdade— Ela abriu um pequeno sorriso no seu rosto, um sorriso perverso diga-se de passagem.

—Então, para reatar nossos laços... Aceita passar o resto da noite com o vampiro?— Mortis pôs uma mão sobre a camisa que Shelly vestia, pegando pela área de sua barriga.

—Sendo sincera... Não tenho planos agora, então aceitarei.

—Boa menina, como sempre foi... — Mortis passou a mão por debaixo da roupa dela e começou a acariciar a região por alguns segundos, antes dela segurar sua mão com um olhar de desprezo. Imaginou que ela não estivesse gostando e estava prestes a recuar quando ela movimentou sua mão até um de seus seios, cobertos pelo sutiã que vestia.

—Já foi melhor nisso, docinho.

—Apenas estava enrolando— Sorriu maliciosamente, e por fim, depois de tanto trocarem olhares, os dois aproximaram seus lábios e encostaram para um beijo quente e cheio de prazer. Os dois soltavam um pouco do libido que guardavam dentro de si, esperando compartilhar exclusivamente um ao outro. Suas bocas quentes se moviam bastante, tanto que abriram espaço para dar passagem as línguas inquietas e cheias de saliva, que começaram a esfregar uma na do outro. E por fim, Mortis começou a massagear levemente o peito dela, conforme ouvia a morena dar leves gemidos. Os dois se sentiram nas nuvens depois de tanto tempo "distantes" um do outro, mas tudo valeu a pena quando puderam se expressar um pouco naqueles toques carinhosos e prazerosos.

Após alguns segundos beijando, Mortis afastou sua boca. Ofegante, mostrava a sua língua que deixava um fio de saliva junto a de Shelly.

—O seu doce sabor ainda está nessa boca maravilhosa...

—É, senti falta de ter alguém provando de mim— Ela sorriu, olhando para baixo e quebrando o contato visual.

—Bem, eu adoraria provar mais de você, gatinha, mas vamos para um lugar mais reservado, sim?

—Ah, com todo o prazer, meu caro vampiro.


Após passarem alguns bons minutos caminhando e conversando pequenos assuntos para não deixar o clima monótono, os dois chegaram na frente da casa de Mortis, ou melhor dizendo, sua mansão. Tinha uma estrutura bem medonha do lado de fora, mas também era de se impressionar facilmente ao ver o tamanho daquele lugar, talvez fosse maior do que muitos prédios da cidade.

Adentrando na mansão, o cenário era mais tenebroso ainda: Era possível ver pequenas estátuas de pedra espalhadas por todos os cantos, móveis de coloração preta aparentemente velhas, e várias e várias portas pelos diversos corredores que na maioria das vezes o vampiro mal entrava de tão extenso que era. O foco de ambos era no segundo andar, onde queriam mesmo era se divertir o máximo que pudessem, e isso poderia se resumir em uma palavra, um ato que adoravam fazer juntos antes de separarem seus caminhos: Sexo.

—Sentiu saudades de ver este local, princesa?

—Falando a verdade, senti mais saudades de você— Shelly abriu um pequeno sorriso no rosto, e Mortis fez o mesmo em seguida.

—Bem, hoje é seu dia de sorte, eu te deixarei escolher o quarto dessa noite.

Mortis se referia a duas portas no corredor do segundo andar: Um levava a um quarto comum, com uma cama e alguns móveis que qualquer quarto poderia ter. O outro era uma surpresa que Shelly já tinha conhecimento, o chamado "Quarto Vermelho" que era quase a mesma coisa, adicionando o pequeno fato de ter uma iluminação propriamente vermelha, e também era muito diferente do anterior, com mais objetos e brinquedos sexuais para uma noite mais picante.

—Sabe, eu prefiro o nosso modo tradicional, mas... — A morena empurrou o vampiro contra a parede— Eu deveria lhe perguntar rapidinho, como se comportou esses dias?

—Hã? Eu... — Demorou alguns segundos para o maior entender o que estava acontecendo naquele momento— Você sabe, não é?

—Como assim, "eu sei"?

—Estávamos longe um do outro, e basicamente fiz muitas coisas ruins sem precisar de uma vigia.

—Ah, então quer dizer que andou sendo mal comportado...

—É, e não pode fazer nada quanto a isso.

—Está duvidando de sua dona, por acaso? Uma péssima decisão vindo da sua parte... — A mulher abriu um sorriso malicioso— Talvez esteja precisando de uma punição.

—Vamos ver se consegue me dominar, gatinha.

Os dois entraram no Quarto Vermelho, e lá se podia ter uma visão melhor do que ambos poderiam encarar naquela noite: Havia uma cama enorme no centro do cômodo, com algemas e algumas correntes enroladas perto do travesseiro. Ao lado, uma mesa com diversos instrumentos de conteúdo sexual, como chicotes, alguns vibradores e até mesmo o que estava querendo usar em Mortis: Uma coleira e uma mordaça.

—Imagino que nada disso aqui mudou com o tempo que ficamos longe— Ela começou a se despir de suas roupas, até ficar somente de calcinha e sutiã.

—Bem, para quem vem muito pouco nesse quarto, parece nunca ter esquecido das coisas... Ou você vem aqui secretamente— O vampiro se sentou na cama conforme tirava suas roupas, jogando em um canto do quarto e rindo da sua própria fala.

—Se achando o engraçadinho... Vai se comportando desde já, garoto— Shelly se aproximou dele, e pôs uma mão sobre o seu membro, que mesmo por baixo da cueca, já era possível notar uma ereção.

—Hm... Provocante, mas ainda assim acho pouco.

—Oh, você já está querendo apressar as coisas? Me parece que está mais animado para isso do que eu mesma— Foi a vez dela rir um pouco, notando que aquelas palavras surtiram um leve efeito em Mortis.

—Apenas... Continue— Ele desviou um pouco do olhar, e a morena começou a abaixar um pouco da peça íntima dele, revelando seu pênis ereto.

—Olha que safadinho, já está animado para aprender a sua lição...

—Bobagem tot... Igh!— Sua fala foi interrompida pela ação da morena, com um dedo ela começou a dar toques leves na sua glande.

—Silêncio... — Shelly estava adorando cada segundo inicial daquilo, finalmente podendo ter a oportunidade de mostrar para Mortis que as coisas não são fáceis com ela.

—Vai ficar só nisso?

—Por quê? Precisa de mais?— Ela passou a arrastar o dedo pela mesma área, arrancando gemidos baixos do vampiro. Nunca antes havia imaginado que ele se rendia tão fácil para ações que lhe pareciam bem bobas.

—Ei...! — Ele tentou segurar a mão de Shelly, mas ela foi mais rápida quando o segurou com a outra mão.

—Ah garotinho, se esqueceu que você não tem autoridade alguma nesse momento?— Ela o empurrou na cama, o fazendo deitar, pegou as algemas do lado do travesseiro e prendeu as suas mãos passando o objeto por dentro da grade da estrutura daquela cama.

—Me prendendo aqui não te faz mais forte...

—É o que veremos... — Shelly ficou por cima do vampiro, se sentando em seu colo e encostando o pênis dele entre as suas nádegas— Eu consigo te ler, você fica recusando na fala, mas seu corpo está suplicando pelo meu...

—Nos seus sonhos, fracote...

—Oh céus, onde você aprendeu esse linguajar?— Ela se virou e voltou a apertar a glande peniana do vampiro, que apenas conseguia se debater aos poucos.

—S-Se acha que vai conseguir me vencer somente nisso, está muito enganada...

—Nem com isso?— A morena afastou um pouco de sua calcinha e começou a encostar no membro de Mortis.

—Quando eu me soltar daqui, nem imagina o que irei fazer...

—Apenas aprecie o momento, gracinha— Ela passou a esfregar mais em seu pênis, e ele já estava se quebrando aos poucos por aquela provocação.

—Shelly...

—Admite que quer fazer isso logo, eu lhe dou essa piedade... Tudo o que você mais queria agora era poder me foder como sempre gostou...

—Agh...

—Não é, Mortis? Não é o que você queria depois de todo esse tempo?— Shelly já estava se dando por vencedora naquele momento, passando a massagear seu pênis suavemente com as mãos.

—S-Sim...

—Uma pena que as coisas não vão ser fáceis assim— Ela desceu da cama e pegou alguns dos objetos presentes em cima da mesa. Olhando para Mortis, era possível notar no seu olhar que estava querendo mais.

—Hm...?

—Me pergunto se ainda se sentia assim quando esteve longe da sua dona... — Shelly ficou sobre ele mais uma vez, deixando os itens sobre a cama e rebolando perto de seu membro.

—É claro que sim, docinho...

—Acho difícil, se soltou para ser um cachorrinho mal criado... — Ela pegou e começou a passar o chicote pelo corpo do vampiro, apenas para provocar.

—E eu mereço alguma punição, docinho?

—Que bom que perguntou, porque a resposta é sim, se vire de costas agora.

—Você não manda em mim.

—Então vai ser do seu jeito— A morena o acertou no abdômen com uma certa força, fazendo Mortis gemer alto. E de prazer, pois seu rosto estampava um sorriso pervertido e sádico ao mesmo tempo, de como se aquilo fosse um dos seus maiores fetiches.

—P-Porra... — Ele estava ofegante, e seu membro pulsava ainda mais. Shelly apenas ria em ver o seu amante sob seu domínio, e sem nenhum tipo de resistência naquela altura do campeonato.

—Vai me obedecer agora, cachorrinho?

—Não... — Logo após sua resposta, a morena o acertou novamente, deixando uma marca vermelha sobre seu tórax, e o fazendo soltar um gemido mais alto.

—Eu sei que você está gostando disso, gracinha. Sendo dominado de verdade pela sua dona.

—Ah, e como estou... — Mortis deu uma risadinha.

—Agora, se vire de costas, isso é uma ordem.

Mortis recusou mais uma vez, e foi acertado na altura da cintura próximo ao seu pênis, aquilo foi o suficiente para fazê-lo virar de costas na cama.

—Agh...

—Aw, está irritado?— Shelly pegou a mordaça e amarrou na boca do vampiro de uma vez— Isso vai te ajudar.

—Mmph!— Ele tentava ditar alguma palavra, que era sempre abafada pela pequena bola em sua boca.

—Olha essas costas brancas... Tá na hora de você aprender suas lições— Shelly terminou de tirar a cueca do tal, permitindo ter a visão completa da parte de trás de Mortis.

A mulher voltou com os golpes, acertando com força em suas costas ao ponto de deixar uma marca vermelha.

—Entenda que nunca pode esquecer de mim e me abandonar por causa de outra pessoa.

Mais um golpe foi acertado.

—Eu é quem estou no comando a partir de agora, e você deve me obedecer.

—Nhmp... — Mortis já estava beirando a loucura daquela dor que sentia. Um verdadeiro masoquista em seu paraíso.

—E você também é um ótimo cachorrinho— O último golpe foi acertado nas suas nádegas. Sua parte de trás ficou com bastante manchas vermelhas do chicote, e ainda adicionou mais ao se aproximar dele e morder seu pescoço com força, ao ponto de deixar marcas dos seus dentes e também um pouco de sangue escorrer, mas Shelly ainda estava determinada: Tirou as algemas presas na cama, libertando a mão de Mortis por alguns segundos antes dela levá-las as suas costas e prender mais uma vez.

—Mi agharde... — O vampiro dizia, com um sorriso discreto em seu rosto. A morena tirou sua mordaça e o fez virar de frente.

—Olha só para você, já está aprendendo bem fácil de como deve se comportar... — Ela deu uma risadinha, e o coveiro começou a forçar suas mãos naquelas algemas, na tentativa de quebrar.

—Sim, eu aprendi minha lição...

—Bom menino— Ela colocou a coleira em seu pescoço e começou a provocar dando alguns toques em seu pênis com o chicote. E o vampiro, ainda determinado para se vingar, conseguiu quebrar aquelas algemas que prendiam suas mãos, e deixou Shelly espantada.

—Agora é a sua vez de aprender sua lição, gatinha— Mortis a deitou na cama e ficou sobre ela rapidamente, com seu membro pulsando sobre a sua calcinha— Tem algo a dizer em sua defesa?

—S-Sim... E-Eu tenho... — Ela fingiu estar apavorada com a ação do coveiro, mas isso na realidade apenas a deixou mais excitada ao ponto de soltar o chicote e abaixar um pouco da sua calcinha— Adoro um cachorrinho rebelde como você.

—Ora ora... — Mortis abaixou sua cabeça perto da intimidade da morena— Agora eu posso saborear do melhor de minha dona...

—Vem com tudo, gostoso.

Sem nenhum aviso prévio, Mortis começou a lamber a vagina de Shelly, passando sua língua por cima e por dentro da intimidade, ao ponto de dar alguns chupões levando a morena a loucura e ao prazer extremo do momento. Fazia um bom tempo desde a última vez que os dois tiveram sexo juntos, e aquele momento estava sendo um dos melhores momentos de todos que se teve nas aventuras prazerosas.

—Hmn... Mortis... Ahn... — Ela nem ao menos tentava conter os seus gemidos naquele momento, apenas se entregou ao calor do prazer e deixou as chamas da paixão subir seu corpo.

—Continua gostosa como sempre— O vampiro sorriu, sentindo aquele gostinho em sua língua. Em seguida, subiu um pouco e ficou sobre o corpo da morena que tirava seu sutiã, mostrando seus seios grandes e fartos, e isso também atraiu Mortis ao ponto de chupar um enquanto massageava o outro, e isso o levou a fazer com ambos os seios. Só de sentir aqueles peitos na sua boca lhe encheu de tesão e animação. Chupava onde era possível e lambia os bicos com maestria, do jeito que ela gostava.

Aos poucos, desceu o corpo da morena lentamente, distribuindo beijos e algumas mordidas a medida que descia, arrancando gemidos da mulher e a fazendo arquear suas próprias costas, apenas deixando seus impulsos lhe controlar.

—Que coisa boa... — Shelly deu uma risadinha enquanto assistia seu amante lhe deliciar por cada canto possível.

—Eu é que o diga, você ainda é deliciosa como sempre foi.

—Se ainda acha, então me fode logo, gostosão.

—Oh, agora é você que está sendo apressadinha... Não sei se eu realmente deveria fazer isso.

Shelly puxou a corda acompanhada na coleira que havia colocado no pescoço dele, o aproximando ainda mais.

—Eu estou mandando, agora.

—Como quiser— Mortis riu e posicionou seu membro na intimidade da mulher, e começou a enfiar para dentro.

—Hmn... Isso... — Ela sentiu um imenso prazer dominar seu corpo ao sentir o pênis do seu amante entrar e sair com mais força em poucos segundos. Era o que estava faltando para lhe satisfazer o máximo possível, mas ainda assim não ficaria só por isso.

—Continua apertadinha... — O vampiro sussurrou no seu ouvido.

—J-Já está fazendo a-algo por mim... — Seus gemidos causavam uma interrupção na sua fala, e não queria admitir que o seu membro era tão grande ao ponto de lhe deixar louca.

—De nada, gatinha— Mortis começou a morder seu pescoço aos poucos, com seus dentes afiados e fortes. Um gemido bem alto vindo dela e um pouco de sangue saindo do seu pescoço foram o resultado, e que ótimo resultado para ambos.

—Gah... S-Sedento pelo meu sangue?

—Com toda a certeza.

Nas marcas de dente que havia deixado nela, passou a lamber as gotas de sangue que saíam de seu pescoço, e Shelly ainda assim não queria se dar por vencida. Ela o agarrou pela suas costas e o deitou na cama com sua força.

—Ainda assim... Você é fraco demais.

—Eu sou o fraco?— O vampiro sorriu, a medida que sentia a morena sentar em seu pênis.

—Sim— Em um movimento rápido, ela agarrou o chicote mais uma vez, passando sobre as pernas do vampiro— Ainda está sob o meu domínio.

—Se está dize... — A sua fala foi interrompida com o golpe de chicote que ela lhe deu, arrancando mais um gemido alto.

—Chega de papo, me satisfaça agora.

—Como quiser... — O coveiro segurou em suas nádegas e voltou a estocar com mais força, fazendo a morena gemer mais.

—Ahn... Mortis... Me foda com mais força!— Ela começou a rebolar com mais intensidade em seu membro, ao ponto de ambos ficarem ainda mais loucos pelo momento. Era tudo o que faziam antigamente, e um poucos mais: Seus corpos juntos um ao outro, seus nomes vindo de gemidos de puro prazer, a cama balançando via intensidade do amor pelo sexo que demonstravam um para o outro. O cenário perfeito para um casal quase insano quando a lucidez ia embora.

Com mais alguns acertos no seu corpo, Mortis segurou com força em suas nádegas e acabou gozando dentro de sua vagina, conforme a mulher soltava um gemido alto de orgasmo que teve naquele momento. Os dois se encontravam bastante satisfeitos depois de liberarem o prazer contido dentro deles.

—V-Você é maluca... — O vampiro falou baixo, ainda com o seu clássico sorriso perverso no rosto.

—E ainda fui piedosa com você, gracinha... — A morena soltou o chicote e se deitou por cima de Mortis— Apenas fiquei com dó de ver meu cachorrinho assim.

—Não precisa ter piedade comigo, gatinha.

—Ah, não?— Shelly se pôs a morder o seu pescoço novamente numa forma de provocar.

—Claro que não, quanto mais dor, melhor.

—Entendido— Esticando um braço, a morena começou a passar seu dedo na glande ainda sensível do membro do vampiro, o fazendo contorcer e gemer levemente.

—Agh... V-Você também é o verdadeiro diabo...

—Ainda não viu nada... — Ela deu um beijo em sua bochecha, e lambeu seus dedos, saboreando o sêmen do vampiro que ainda escorria— Talvez eu fique a próxima noite por aqui.

—Talvez não, sei que vai.

—Exatamente.

Os dois riram ao mesmo tempo, e Mortis passou a acariciar o rosto de sua amante. Estavam felizes por terem reatado seus laços, e ainda mais por ter sido de um jeito tão abrupto e sensual.

Tudo entre as quatro paredes daquele Quarto Vermelho.


Notas Finais


Obrigado por ler! <3


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