História O que a vida fez e faz - Capítulo 4


Escrita por: e azuno_mary

Postado
Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, Chloé Bourgeois, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Nathalie Sancoeur, Nathanaël, Nino, Personagens Originais, Sabine Cheng, Tom Dupain
Visualizações 288
Palavras 1.519
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Harem, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


=> leiam e aproveitem <=

Capítulo 4 - Acreditar


Fanfic / Fanfiction O que a vida fez e faz - Capítulo 4 - Acreditar

Adrien

Depois de ter acordado a marinete fui embora,deixei minha bolsa guardada dentro do meu armário, Nino apareceu do meu lado. Também guardando suas coisas

- eai mano, você vai sair nesse final de semana? Ir pra casa e tau?

- acho que não, prefiro ficar aqui do que ir pra casa, meu pai não é bem lá essas coisas. E você?

- eu tenho que voltar, e o aniversário do meu velho e nesse sábado. Mais boa sorte, me disseram que toda sexta feira a noite quase de madrugada aparece um fantasma na piscina, Chama alguém pra se aventurar com você.

- Nino, sabe que eu não acredito nessas coisas.

- mais vai ser legal, pede pra alguém que também for ficar aqui pra ir com você, bem eu tenho que ir agente se vê domingo a noite, tchau. - fechei meu armário.

- tchau.

..........

Depois que anoiteceu, não dava pra ouvir nada, todos haviam ido embora, e os funcionários também mais a cozinha ficou aberta para os alunos que ficaram. Desci as escadas e fui para a cozinha que era enorme, como faria comida só pra mim, fiz uma panqueca doce. Quando ainda estava começando a fazer-la, me assustei com uma voz atras de mim.

- pensei que fosse a única aqui. Mais parece que o demônio me persegue.

- cadê sua amiga alya?

- os pais dela pediram para que ela voltasse pra reparar as irmãs porque eles tinham que resolver uns problemas no trabalho. Eu nem sei por que tô te contando.

- bem, já que você está aqui vai querer? - falei apontando para a comida que estava fazendo.

- não obrigada. - ela ficou lá me olhando até terminar a comida.

- porque ainda está aqui, disse que não iria querer.

- a escola tá muito vazia, escuto o eco em todo lugar. Que até dá medo.

Peguei a comida é a levei para uma das mesas ao ar livre com marinete logo atrás, ela se sentou ao meu lado, cortei um pedaço da panqueca e peguei com o garfo e assim que levantei o garfo com a panqueca levando até a minha boca, ela se aproximou rápido e comeu o pedaço que estava no meu garfo.

- você disse que não ia querer!

- mais eu não especifiquei, você ia fazer mais um, mais eu quero comer o seu.

- e eu vou comer o que?

- você tá ficando gordo, faz dieta.

- pelo amor de Deus, justo você tinha que ficar.

Toda vez que eu cortava um pedaço era uma briga, ela tentava pegar e as vezes conseguia, outras vezes eu conseguia me livrar dela, até que sobrou um único pedaço no prato ao lado do morango. Ela ia pegar com a mão mesmo só que eu fui mais rápido e peguei com o garfo e me levantei. Ela correu atrás de mim, me virei para ver onde ela estava mais não há vi, quando dei conta ela estava com o meu garfo e o último pedaço da panqueca.

- parece que o gatinho perdeu o seu docinho. - e ela comeu o último pedaço ;-; - obrigada pela comida.

Comecei a rir

- você é muito infantil, assim nem parece que e uma adolescente. - ela jogou o garfo na minha testa. - aii.

- não me chame de criança, sou mais adulta que você.

- não do modo que vejo, você pode até ficar por aí chorando por alguma coisa, mais você ainda continua sendo bem infantil.

- eu tô doida pra pular na tua garganta.

- e porque não vem?

- já estou indo. - ela veio andando de vagar, eu pensei que ela não teria coragem

Mais estava errado,  comecei a correr dela, fui o mais longe possível, consegui despistar quando entrei na piscina, e fiquei de baixo da água bem na beira. Me assustei quando ela me puxou pela gola da minha camisa pra fora da água.

- te peguei "adrien". - tirei meus braços da água e a puxei fazendo ela cair dentro da piscina. - filho da puta, eu não me toquei ainda agora vou ter que lavar mais um uniforme.

- você tem dois cadê o outro?

- ficou sujo. Aliás cadê o meu livro?

- eu guardei, tá no meu quarto depois eu pego pra você. Chorona.

- você tá pedindo pra morrer.

Ela se abaixou e nadou por baixo por causa da noite eu não conseguia ver ela debaixo da água. Fiquei a proucurando com olhos, mais fui puxado pra baixo. E logo subi denovo, ela estava arfando mais não muito.

- não sou acostumada a nadar, tentei te bater de baixo da água mais fôlego acabou.

- ainda bem. - sai da piscina e dei minha mão para ajudá-la mais ela não quis. - voce não vai sair? Se ficar aí vai ter um resfriado.

- eu consigo sozinha. 

ela realmente consegui sozinha, mais deslizou e caiu em cima de mim, abri meus olhos e meu rosto estava no meio dos seus peitos, ela se levantou muito rápido, e me chutou bem lá nos ovos dourados, e doeu pra cacete.

- por que fez isso? Esta doendo muito.

- vamos logo eu quero o meu livro de volta, hum Maricá.

Depois de um tempo pra me recuperar fomos até o meu quarto, no caminho haviamos nos secado um pouco, entrei no quarto e deixei a porta aberta para que ela entrasse, só que ela não o fez. Voltei e vi que ela estava parada na frente da porta olhando pro chão.

- você não vai entrar?

- e-eu não sei, acho melhor ficar aqui fora esperando.- puxei ela pra dentro e fechei a porta, me virei e ela estava tremendo.

- tá com frio? Vou pegar uma toalha pra você - abri o guarda roupa e peguei uma das minhas toalhas limpas, e coloquei na sua cabeça.

- não é frio seu quarto e bem quentinho.

- você está com medo de mim? Eu já falei não vou fazer nada.

- "nunca confie em alguém além de si mesma" foi o que eu aprendi, não importa se você me der a sua palavra ainda não vou conseguir confiar em você mesmo que eu queira. 

- e porque não?

- não posso te contar..... Deixa pra lá, só me dá logo o meu livro pra poder eu ir embora.

- não sei onde ele tá.

- oque? Mais você disse que estava aqui.

- e está só que em algum lugar.

- então é melhor você começar a proucurar. - ela falou com um olhar super ameaçador que eu senti até um frio na barriga.

Ela se sentou na minha cama, enquanto eu procurava pelo livro dela, revirei o quarto mais não havia encontrado ainda, depois de horas procurando eu achei, estava numa gaveta da cômoda do Nino, fui até onde a Marinete estava e vi que ela havia dormido. A embrulhei com o meu lençol, e fui dormir na cama do Nino mais antes desliguei a luz.

acordei por está ouvindo ela falando alguma coisa, fui até a minha cama ela estava falando em quanto dormia e não era qualquer coisa é ela estava chorando denovo.

- por favor, por favor não. Não faz isso.- ela falou.

Me deitei ao lado dela, e a abracei sua cabeça estava em baixo do meu queixo estávamos de frente um para o outro. Depois que me deitei ao lado dela e a abracei ela parou de falar e chorar, mais agarrou minha blusa, quando tentei levantar para voltar. Ela ainda estava um pouco molhada então tirei a sua saia sem acordar ela é a sua blusa, mesmo ela estando sem sutiã, seus peitos eram grandes rosinha e lindos. Ajeitei o lençol para cobrir  ela, ela me deixava excitado, mais eu sabia me controlar.

Acordei com o barulho dela caindo no chão, olhei pra direção em que ela caiu, e vi ela se levantando sem o lençol cobrindo o seu corpo.

- p-porque você esta na minha cama ? - ela olhou pra si e percebeu que estava bem nua, e colocou suas mãos na frente dos seus peitos - o-oque você fez?

- ei calma eu não fiz nada.

ela estava chorando de novo, tão sensível mais ao mesmo tempo tão agressiva, tentei chegar perto mais ela não deixou ficou andando pra trás, não tinha nada que eu pudesse fazer para acalma-la, quando ela bateu de costas para a parede eu conseguir me aproximar.

- Adrien, por favor não. - ela me olhou tão profundamente, que até eu senti uma pontada de culpa.

- Marinete calma, eu não vou fazer nada - ela ainda estava muito agitada então pensei em uma coisa que talvez desse certo. - porque eu te amo.

E a beijei, foi apenas um selinho de alguns segundos porque depois eu separei o beijo. Enquanto ela ainda estava parada, sem se mecher peguei uma blusa minha e coloquei nela.

- sua roupa ainda não está seca, por enquanto fique com a minha blusa.

Me virei mais fui empedido de andar com uma pequena mão segurando a minha, olhei para trás e ela estava vermelha, e olhando pro lado.

- e sério? - ela me olhou, agora nos meus olhos, ela estava tão fofa, a abracei.

- e claro que é, não acredita em mim?

- eu nunca tinha ouvido alguém dizer que me ama além dos meus pais, isso é novo pra mim então não sei se eu.... acredito.






Notas Finais


Até o próximo cap....💕


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