História O que aconteceria? - Capítulo 1


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Nino
Tags Drama, Romance
Visualizações 109
Palavras 977
Terminada Sim
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi!

Esta é uma oneshot que escrevi faz algum tempo, mas queria partilhá-la com vocês.

Espero que gostem!
Boa leitura!

Capítulo 1 - Capítulo único


Fanfic / Fanfiction O que aconteceria? - Capítulo 1 - Capítulo único

Tudo foi rápido

Rápido de mais

Num dia zangada

No outro apaixonada

 

Porém,

Por mais perto que quisesse dele estar

Acontecia um imprevisto

E eu tinha de o deixar

 

Após várias tentativas

Todas elas em vão

Decidi desistir

E fechar o meu coração

 

Enquanto salvava Paris

O gatinho com a cabeça bateu

E tudo pelo que passámos

Ele esqueceu

 

Após este acontecimento

Adrien desapareceu

Hawk Moth foi de seguida

E levou tudo o que era seu

 

Entretanto fui crescendo

E cheguei à maturidade

E por mais que quisesse

Não podia deixar esta cidade

 

Os meus pais precisavam de ajuda

Para a padaria sustentar

E esse foi o motivo

Que me fez ficar

 

Uma nova ameaça

Veio Paris atacar

E eu, Marinette

Vou ter de me transformar

 

 

Pov. Adrien

Tudo começou quando eu acordei na cama de um hospital. Eu estava a ver tudo desfocado, mas consegui perceber que alguém tinha a mão dada comigo. Era o meu pai, e parecia estar... a chorar. Em todos estes anos, nunca me tinha lembrado de o ver assim. Nem quando a mãe se foi.

Tentei lembrar-me do que tinha acontecido, mas nada surgiu na minha mente.

Eu lembrei-me de uma sombra com maria chiquinhas, mas essa sombra desapareceu tão rápido como tinha aparecido.

Quando contei ao meu pai o que me tinha conseguido lembrar, ele empalideceu. Depois abraçou-me e pediu desculpa. Mas o que se tinha passado? O meu pai nunca tinha pedido desculpas a ninguém, e eu não faço a mínima ideia do porquê dele me estar a pedir.

Uns dias depois de estar naquele hospital branco e apenas branco, eu dei graças a darem-me alta. O meu pai levou-me para casa, mas não me deixava sair. Dizia que era demasiado perigoso.

Às vezes ele deixava-me observar a cidade pela varanda, mas isso era mesmo muito raro e não demorava mais de cinco minutos.

Havia sempre uma coisa que me deixava curioso e intrigado ao mesmo tempo. Daquelas poucas vezes em que eu podia ir à varanda, estava sempre lá o mesmo velhinho. Ele era baixinho, tinha os cabelos e a barba grande grisalhos e uma bengala castanha muito interessante. Ele usava roupas que pareciam havaianas, mas não eram. Para quem não sabe, eu fui ao Havaí em tempos passados. Disso em lembro-me. Quando eu olhava para esse velhinho, ele sorria-me sempre. Eu ficava feliz por alguém me sorrir verdadeiramente, mas aquele sorriso não era normal. Aquele sorriso era misterioso e fazia-me querer saber mais sobre aquela figura estranha que me tinha aparecido.

Um dia, eu estava sozinho no meu quarto e a Nathalie bateu à porta.

-Pode entrar!

-Menino Adrien tem uma visita. – Quando ela disse isto, pensei que era mais um dos médicos que o meu pai tinha contratado para me fazer recordar das coisas.

-Eu não quero visitas agora.

-É assim que recebe o seu melhor amigo? – Perguntou a Nathalie com um sorriso sem dentes no rosto.

-Nino?

Ele entrou pelo quarto a dentro e deu-me um abraço. Há muito tempo que eu não recebia um abraço de um amigo.

Quando a Nathalie nos decidiu dar privacidade, o Nino abriu a boca para dizer alguma coisa e eu preparei-me para ouvir, porque o Nino é daqueles que nunca se cansa de falar.

-Ah, Adrien! Nem sabes o quanto nós estávamos preocupados contigo. Até a Chloe pareceu estar mesmo preocupada contigo e não com o que aconteceria à tua herança se morresses. Eu, a Alya e a Mari queríamos vir visitar-te os três, mas hoje só eu é que podia. Elas disseram que tentariam vir amanhã.

-Quem é a Mari?

-Não te lembras da Marinette? Ela é a tua melhor amiga. -Na verdade, o nome não me era estranho, mas eu não faço a mínima ideia de onde.

-Não me lembro dela. Como é que ela é?

-Ah, ela é baixa, tem cabelos azulados e os olhos dela são azuis. Ela tem a pele muito pálida e costuma andar de maria chiquinhas. Já estás a lembrar-te de quem ela é?

-Não. – Na verdade, eu lembrei-me daquela sombra. Será que esta tal de Mari é a figura por detrás da sombra?

-É pena, mas pelo menos tu estás bem. Felizmente vais poder conhecê-la. Pelo menos é o que eu acho.

-Como assim "é o que tu achas"? – Perguntei eu com a minha inutilidade comum.

-Ela disse-me que quando o ano acabasse ia seguir artes. Falta menos de uma semana para acabarem as aulas.

-O quê? Mas eu lembro-me de ainda só estarmos em fevereiro! Bem me parecia que estava calor demais para isso!

-Tens razão, nós não estamos em fevereiro, estamos em junho. Tu ficaste em coma durante alguns meses. Foi uma tortura para mim ficar sem o meu melhor amigo durante tanto tempo. Continuando, a Marinette já deve estar a preparar as malas para ir para a outra escola.

-Ela vai para outra escola?

-Sim. Provavelmente vai morar com o tio o secundário inteiro. A Alya ficou assombrada com a ideia, por isso decidiu que vai com ela. Também não existe curso de jornalismo na nossa escola. Eu vou vê-las todos os fins-de-semana. Se tu quiseres, também podes vir.

-Se o meu pai deixar... Mas podes contar-me mais sobre a Marinette? Eu gostava imenso de a conhecer, quero dizer, de me lembrar dela.

-Ok.

Ele começou a relatar-me tudo o que sabia sobre essa tal Mari. No final, já era quase noite.

-Eu tenho de ir andando. Eu volto amanhã.

-Amanhã vens sozinho ou...

-Trago companhia. Pelo menos da Alya. A Mari foi a única que ainda não confirmou nada.

-Então até amanhã! Obrigada por me teres visitado.

-Não tens de quê! – E saiu pela porta, deixando-me sozinho outra vez.

Mas apesar de o meu corpo estar sozinho, a minha mente não estava. Pois tinha uma rapariga para recordar e uma sombra que nunca me deixava sozinho.


Notas Finais


Espero que tenham gostado!

Por favor digam-me o que acharam. Se gostaram eu posso fazer mais.


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