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História O que ela é? - Reencontros - Capítulo 13


Escrita por:


Capítulo 13 - Especial


 

Estrelando:

 

Amanda como Amanda

Bill Cipher como Bill

Willian Cipher como Will

Derek como Derek

Samuel como Samuel

Lara como Lara

 

Estrelando também:

 

Mabel Pines como Mabel

Mason Pines como Dipper

Stanley Pines como Stan

Stanford Pines como Ford

Soos Ramirez como Soos

Wendy Corduroy como Wendy

 

Participação especial:

 

Autora como Amye

Kill Cipher como Kill

Gnomos como gnomos

 

Diretamente do estúdio: Eu mesma que fiz essa merda.

 

Apresentando:

ESPECIAL I

Alô mãe, tô na TV.

 

 

— Ai minha Deusa! — Amanda disse assustada, se sentando na cama.

 

Ela havia acordado.

 

— Ué, cadê o Bill? — Ela olhou para o lado, sentindo falta do loiro. — Maldito, me usa e depois joga fora.

 

Ao falar isso ela ouve risadas gravadas.

 

— Mas que desgraça é isso? — Amanda olha para os lados, tentando encontrar de onde vinham aqueles risos. — Será que eu tô esquizofrênica?

 

De novo ouve os risos.

 

— Mas que piiii... — Amanda parou assustada. — É o que? Que piiii foi essa? — A garota parecia brava agora. — Como assim eu não posso falar palavrão? Eu estou sendo censurada! 

 

Ela levantou da cama brava, caminhando até a porta.

 

— Bom dia meu amor, como você está? — Ela leva um susto quando Bill abre a porta e fala animado.

 

— Oh desgraça. — Amanda chuta o loiro, ouvindo novamente as risadas do além. — Para com essa piiii! — Ela grita, chutando a porta.

 

— O que aconteceu? — Bill se levantou do chão.

 

— Tu não tá ouvindo essas risadas ridículas? — Ela o encarou séria.

 

— Você já está bêbada a essa hora da manhã? — O loiro riu. Logo dando lugar as risadas de novo.

 

— Aconteceu de novo! — Amanda segurou os ombros dele. — Vai me dizer que você não ouviu?

 

— Não.

 

— Então vai tomar no piii! Seu filho da piii do piii. — Ela gritou brava, despejando uma enxurrada de palavrões censurados. — E vai censurar a piii da sua mãe.

 

Amanda saiu batendo a porta, deixando Bill encarando o nada, totalmente perdido.

 

— Que desgraça de lugar infernal é esse? Eu não posso me expressar livremente sem ser censurada! — Ela caminhava pisando duro. — Por um acaso eu vim parar em alguma ditadura? — Ouve as risadas. — Cala a boca todo mundo!

 

— Olá Amanda, como você est- — Ford apareceu, mas foi interrompido pelo grito da Amanda.

 

— CALA A BOCA! NÃO FALA COMIGO QUE EU TÔ LOUCA! EU SOU SURTADA! — Ela gritou, passando por Ford que a encarava confuso. — NÃO DIRIJA A PALAVRA PARA A MINHA PESSOA, SEU HOMEM COM O ORIFÍCIO ANAL ALARGADO!

 

Ela continuou andando, chegando até a Cabana do mistério, dando de cara com Soos.

 

— Eae cara! — O homem disse animado.

 

— Eae Soos! — Amanda disse amigável, nem parecia com a pessoa de dez segundos atrás.

 

Ela foi até o balcão, onde Wendy estava sentada lendo um revista.

 

— Eae... — A ruiva disse sem tirar os olhos do que estava lendo.

 

Amanda não falou nada, apenas se apoiou com a parte de cima do corpo no balcão, ficando de frente para Wendy, segurando o rosto dela com as duas mãos, a encarando.

 

— Cara, você é muito linda. — A morena disse encarando a outra seriamente, com a testa colada com a dela.

 

— Obrigada? — Wendy pareceu confusa. — Tá tudo bem?

 

— Não, eu tô doida. — Amanda disse, ouvindo as risadas de novo. — E esquizofrênica também.

 

— Ah, legal. — A ruiva riu. 

 

Amanda apenas soltou ela, saindo pela porta, sem dizer mais nada.

 

Ao olhar para fora, ela encontrou Stan e os gêmeos lutando contra alguns gnomos. Stan estava de salto e com um vestido de festa colado. Aquilo era uma visão do inferno.

 

— Nada fora do normal por aqui. — Amanda deu de ombros, ouvindo as risadas.

 

Aquilo já estava a deixando realmente brava, tão brava que ela estava calma, mas se mais alguma coisa desse errado, ela surtaria.

 

— Amanda! — Ela conhecia essa voz. 

 

— O que você quer? — A morena encarou Samuel que se aproximava.

 

— Eu só queria saber o que aconteceu.

 

— O que aconteceu?

 

— É que eu encontrei o Bill chorando atrás da porta. — Ele disse, seguido das risadas.

 

— E o que eu tenho a ver com isso?

 

— É que ele disse que você foi grossa com ele.

 

— Grosso é o meu piii! — Ela disse brava. — E desde quando você se preocupa com aquele otário?

 

— E-eu não estou preocupado. — Samuel desviou o olhar. — Só fiquei curioso.

 

— É claro... — Ela debochou. — Então por que você não foi consolar ele? 

 

— Como assim?

 

— Sei lá, dá um abraço nele, um beijinho... Dá o piii pra ele também. Certeza que ele vai ficar feliz. — Ela riu.

 

— Nem sei porque eu venho falar com você. — Samuel disse bravo, indo de volta para a Cabana.

 

— Não esqueça de usar camisinha! — Ela gritou.

 

Amanda riu, continuando a caminhar.

 

— Para onde eu estou indo? — A garota olhou para os lados, confusa.

 

— Tá perdida, princesa? 

 

Amanda se virou rapidamente, para ver quem era o estúpido que havia dito aquilo, dando de cara com Kill.

 

— O que você está fazendo aqui, seu idiota?

 

— Estava esperando você aparecer.

 

— Qual o seu problema? Eu tô te devendo alguma coisa?

 

— Não.

 

— Então me deixa. — Amanda começou a caminhar, com Kill atrás dela. — VAI EMBORA SEU PIII!

 

— Não quero.

 

— Então vai pra piii que te pariu.

 

Ela continuou andando, tentando ignorar o de cabelo vermelho que a seguia.

 

— Para onde você está indo? — Ele disse curioso.

 

— Para a casa do piii. — Amanda falou brava. — Agora cala a boca, Tomatinho.

 

Mais uma vez foi ouvido as risadas.

 

— Aquela não é a garota estranha que anda com você? — Kill falou calmamente, apontando para frente.

 

— Quem? — Amanda olhou na direção onde ele apontava, vendo Lara. — Olha a minha namorada.

 

— Sua namorada?

 

— É. Só que ela não sabe disso ainda.

 

As risadas ecoaram.

 

— Ah, claro.

 

Os dois se aproximaram da garota.

 

— Olá dona desse monumental par de pernas. Como você está? — Amanda a encarou.

 

— Oi Amanda! Quem é esse? — Lara disse olhando para Kill.

 

— É um tomate que eu achei por aí, ele fica me seguindo as vezes. 

 

— Meu nome é Kill! — O tomate disse com raiva.

 

— Calado! — Amanda brigou.

 

— Oi tomate! — A garota disse com um sorriso.

 

— Esquece ele. Mas me fala uma coisa, você quer sair comigo hoje, tipo, tomar um sorvete e se pegar até ficar com a boca dormente? — A morena disse um pouco sem jeito.

 

— Não. — Lara riu, fazendo Amanda a encarar surpresa. — Eu quero sair com ele. — Ela apontou para Kill.

 

— Ora. — Ele riu, encarando Amanda com um sorriso debochado. — Que coisa, não?

 

Lara foi até o ruivo, o agarrando pelo braço. Amanda encarou boquiaberta os dois saírem felizes.

 

— MAS QUE PIII, PIII! PIII! PIII! — Ela começou a gritar. — Desgraçado! Piii! Piiii! Piii! — Amanda estava com raiva.

 

O que estava acontecendo ali?

 

Os risos começaram, aquela cena parecia cômica, mas não para a garota.

 

Aquelas risadas ecoavam por todo lugar, sua cabeça já doía.

 

— Eu quero sair desse inferno! — A garota gritou de novo, com as mãos na cabeça.

 

— Opa! Me chamou? — Uma voz falou, fazendo os risos pararem. Amanda conhecia aquela voz grossa.

 

— Então foi você! Sua piii! — Ela gritou, indo para cima da garota de óculos. — Eu só não te xingo porque eu estou censurada. — Amanda encarou a outra. — Amye sua desgraçada, me tira daqui agora.

 

— Calma lá. Eu não tenho nada a ver com isso. — A de óculos se defendeu. — Não fui eu quem te colocou nessa série de comédia pastelão.

 

— Então quem foi? — Amanda perguntou brava.

 

— Sei lá porra! — Amye a encarou. — Você acha que eu sou a merda de uma Deusa onisciente pra saber de tudo?

 

— Como você consegue falar palavrão e eu não? — Ela perguntou indignada.

 

— Porque sim.

 

— Porque sim não é resposta.

 

— É sim e se você não concordar eu não vou te tirar daqui. — Amye a encarou.

 

— Ai linda, certíssima você, muito maravilhosa, nunca errou. — Amanda falava falsamente. — Agora me tira daqui pelo amor da Deusa.

 

— Guria chata. — Amye cruzou os braços.

 

[Amanda]

 

Acordei em um susto.

 

Olhei para o lado, vendo Bill dormindo abraçado na minha cintura.

 

Aquilo foi um sonho? 

 

Que sonho bizarro e assustador.

 

— Puta. — Disse lentamente.

 

Eu posso falar palavrão de novo!

 

— Ae caralho, buceta, puta que pariu! — Eu gritei.

 

— O que aconteceu? — Bill acordou assustado, olhando para os lados.

 

As risadas também havia parado.

 

— Eu posso xingar de novo caralho! — Eu segurei o rosto sonolento de Bill, lhe dando um beijo rápido. — Vai todo mundo tomar no cú!

 

— Que? — Ele me encarou confuso.

 

— Vai se foder! — Eu levantei da cama, saltitando. — foi tudo um pesadelo, graças a Deusa!

 

— Você tá bem? 

 

— Tô ótima! 

 

Abri a porta e saí.



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