História O Que Ela Esconde? - Capítulo 15


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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Armin, Castiel, Debrah, Iris, Kentin, Lysandre, Personagens Originais, Rosalya
Tags Ação, Alexy, Amor, Amor Doce, Armin, Castiel, Colegial, Drama, Jogo, Lysandre, Mistério, Nathaniel, Paixão, Revelaçoes, Rosalya, Suspense
Visualizações 178
Palavras 1.920
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Literatura Feminina, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 15 - Tormented.


Fanfic / Fanfiction O Que Ela Esconde? - Capítulo 15 - Tormented.

 

 

   QUARTA-FEIRA, 21 DE

         MARÇO DE 2018

 

 

                DE TARDE

 

— Podem se sentar aí. — Mostro com o olhar, falando do sofá. — Só vou trocar de roupas e já vamos.

 

 Armin, Lysandre e Rosalya acabam de chegar em meu apartamento, eu permito a entrada deles. Eles sentam em meu sofá e eu vou para meu quarto trocar de roupa e pegar a minha mochila. Quando volto pego Armin, Lysandre e Rosalya lendo o bilhete de Mei. Droga eu havia esquecido aqui na sala, era para mim guarda em outro lugar.

 

— Que bonitinha! Ela escreveu uma cartinha! — Exclamou Rosalya, olhando para mim na ponta do sofá. 

 

— Vocês não deveriam ficar fuxicando a casa dos outros. — Falei, sério. Eu realmente não queria eles vissem a carta, não sei porquê.

 

 Lysandre olhou para mim com um sorriso e eu entendi daquele sorriso e olhar: Eu disse que ela não é um pessoa ruim.

 Olhei para Armin e ele não está nada feliz — deve ser por causa da carta — dá para se notar de cara.

 

— Depois de ler isso eu me sinto um pouco mal. — Disse Rosalya entristecida. — Eu só vi da minha maneira e não da maneira dela, eu não pensei como ela se sentia com isso tudo. Fui tão ruim...

 

 Lysandre olhou para Rosa sentada ao seu lado, pondo o braço no seu ombro para acalma-la. Então disse:

 

— Agora está tudo bem Rosa. Você à entende agora, só precisa se desculpar com ela.

 

 Pude ouvi-la suspirar um pouco aliviada, mesmo estando um pouco longe dela.

 

— Acho que quase todo mundo precisa se desculpar com ela. — Dizia Armin. — Eu também à irritei, fiquei no pé dela o dia inteiro. 

 

— Bem, acho que está na hora de irmos. — Digo, chamando a atenção de todos que ali estavam em meu sofá. 

 

 Ando até Rosa, pego o bilhete e guardo em meu quarto. Chego a sala. Finalmente todos se levantaram para partimos. 

 

 Caminharemos por alguns minutos antes de chegarmos a casa de Mei. Me pergunto como vai ser, se irá ocorrer tudo bem; assim espero. Estou um pouco nervoso. “Você vai pedir desculpas à todos em casa amanhã, e contar o resto para Castiel e o outro rapaz”. As palavras da mãe de Mei ainda não saíram da minha cabeça, e hoje, é o dia de ela me contar o que eu quero tanto saber; estou curioso. Ela irá contar para o Armin também, não somente para mim. Mas eu não disse nada para Armin sobre. Sem me dar conta, eu já havia chegado à casa dela. Eu parei em frente à casa.

 

— É aqui? — Armin pergunta, me fazendo voltar a realidade. 

 

 Dou um suspiro, confirmando que sim com gesto positivo feito com a cabeça.

 

— Será que pode entrar? — Rosalya pergunta ao meu lado direito. Ela parece nervosa.

 

— Acho que pode. — Respiro fundo, nervoso. De repente sinto alguém se aproximar, então olho para lado esquerdo e de longe vejo Mei vir carregadas de sacolas e ao seu lado, está o babaca do Matheo. O que ele faz aqui?

 

 Ela chega até nós e o clima fica tenso, por causa dos acontecimentos passados. Ninguém diz nada por um tempo. Até que a mãe de Mei surgi do nada, abrindo o portãozinho de sua casa com seu grande sorriso.

 

— Entrem crianças. 

 

 Nós à obedecemos e seguimos a Nora, e entramos primeiro com ela, e Mei entra acompanhado com o Matheo por último. Nora pede para que sentemos no sofá; e é o que fazemos. Ela cumprimenta cada um de nós e pergunto o nome cada um também; menos o meu, por já nos conhecemos. Mei e Matheo apenas nos olhava perto da Tv em pés enquanto tudo acontecia. Nora se posiciona ao lado de sua filha.

 

— Então crianças, sejam bem vindos. Já devem saber o motivo de estarem aqui. — Nós confirmamos com a cabeça. — Er... a minha filha vai pedir desculpas para todos vocês pelo que houve e...

 

— Não precisa! — Exclama Rosalya, e se levanta do sofá indo até a Mei e Nora. — A culpa também foi minha... — Rosalya diz sem graça, e respira fundo para continuar. — Eu não deveria ter te tratado daquela maneira Mei, eu nem sequer pensei como você se sentia com muita gente em cima de você, te aborrecendo. — Ela pega uma mão de Mei, e à olha sem desviar a sua atenção. — Desculpa Mei, eu espero que você não continue com raiva de mim. Me desculpa mesmo...

 

 Mei a olha e da um suspiro com um pequeno sorriso.

 

— Eu não estou com raiva de você... — Ela coloco a mão sobre a de Rosalya. — Está tudo bem. Me desculpa também por ter se estressado com você.

 

— Claro! — Rosalya berrou, pulando nos braços de Mei, à abraçando sem esperar. Mei também a abraçou com seu belo sorriso nos lábios.

 

 A mãe de Mei sorriu muito alegre para as duas.

 

— Fico feliz que agora são amigas meninas. — Ela parece muito aliviada agora. — Olha tem bastante comida aí, eu deixei tudo para vocês. Eu passarei a noite na casa de uma amiga minha para que possam curtir a noite de vocês. — Ela se aproximou de sua filha, dizendo olhando para ela e Matheo. — É para contar a verdade para eles em. — Ela passou os olhos por todos nós. — Se divirtam crianças. Tchau!

 

— Tchau. — Exclamam todos, e logo a mãe de Mei passou pela porta.

 

 Armin ergueu-se, logo depois e foi até Mei.

 

— Bem... eu também te devo um pedido de desculpas Mei. — Diz Armin sem graça. — Eu fiquei no seu pé o dia inteiro, me desculpa.

 

 Não perdendo tempo, eu também me levantei e fui até ela. Deixando a mochila sobre o sofá.

 

— É, eu também. Acho que eu fui o que mais te irritei, né? — Sorri nervoso. — Olha, eu...

 

— Pare. — Disse ela para mim e Armin, interrompendo-me. — Eu também fiz uma coisa de propósito para vocês... principalmente com você Castiel. — Acho que isso tem haver com que ela quer contar para mim e Armin. 

 

 Rosalya percebeu que o assunto parecerá sério, então saiu de perto de nós e se sentou no sofá ao lado de Lysandre. Quanto Matheo se aproximou mais — o que eu achei estranho. Será que isso tem haver com ele?

 

— Mei. — Matheo chama atenção dela. — É melhor falarmos lá fora, no jardim. — Aconselhou-à.

 

— Está bem. — Ela concordou. — Armin, Castiel, vamos lá no jardim. Rosalya, Lysandre esperem que já volto. — Mei então saiu andando para nos levar ao jardim. Chegamos. Ela se encostou na cerca, colocando o braço, e Matheo ficou ao seu lado. — A gente tem que pedir desculpas para vocês não só por ter tratados vocês maus, por termos mentindo também.

 

— Mentindo!? — Me espanto. 

 

 Mentindo? Como assim? O que ela quer dizer com isso? Olho para Armin e o mesmo não está entendendo nada, mas está incomodado por estar no jardim.

 

— O Matheo não está afim de mim, ele não gosta de mim. — Ela dizia bem rápido. — Somos melhores amigos. Eu que pedi para ele fingir gostar de mim, e ele fez o que pedi entre aspas. E me desculpem por isso... 

 

— Eu também tenho que me desculpar, já que me deixei levar em alguns momentos. — Diz Matheo.

 

 Foi uma bomba bem na minha cara e na de Armin, eu não sabia o que dizer, mas isso significa que eu me senti todas as vezes mau atoa? Porra Mei! Eu estou aborrecido com isso, porém eu a irritei mais, e foi por causa disso que ela chegou a esse ponto. Então me acalmei respirando fundo.

 

 — E tem mais? — Perguntei rindo, para aliviá-la da tensão. — Não sabia que você seria capaz de fazer planinhos para nós afastar, princesa. — Ela revirou os olhos, mas deu um pequeno sorriso. 

 

 Matheo me olhou de cara feia; assim como Armin. Ele não gosta dela mesmo? Ou é preocupação de melhor amigo?

 

— Eu vou ir falar com o Lysandre, preciso me desculpar com ele. — Diz Mei, e ela foi em direção a porta atrás de Lysandre. Ela deixou eu, Armin e Matheo a sós. 

 

 Eu queria ter pedido desculpas para ela direito, depois eu falo com ela melhor, a sós.

 Matheo se virou para mim e Armin.

 

— Olha, foi mal por causa de antes e tal. — Ele falo do dia em que brigamos, e continuou. — Mas a Mei é minha melhor amiga, então não me importo de quebrar a cara de vocês se mexerem com ela.

 

— Eu também não me importo de quebrar a cara de quem se mete onde não é chamado. — Debochei com meu sorriso de canto. Esse cara me tira do sério.

 

— Eu gosto da Mei, não à machucaria. Só pra deixar claro. — Diz Armin ao meu lado. O pior que são dois problemas na minha vida para eu chegar até a Mei, corrigindo, dois não, três, contando com a própria Mei que é difícil.

 

 Matheo deu longo suspiro, cruzando os braços.

 

— Eu não tenho raiva de vocês e nem nada. — Afirmou, ele não parece mentir em suas palavras. — Só sou melhor amigo dela, então é meu dever protegê-la até a parecer um cara na vida dela.

 

 Eu completei com as palavras dele, orgulhoso.

 

— E esse cara sou eu. 

 

— Até parece. — Disse Armin. — Sou eu.

 

— Será que é um de vocês? — Ele perguntou com um som de deboche em sua voz, mas não cedeu espaço para que perguntássemos ou o respondêssemos. — A Mei ultimamente tem ouvido umas músicas no quarto dela... 

 

— E o que tem as músicas? — Armin perguntou, antes que eu pudesse perguntar.

 

— São músicas românticas, coisa que ela não escutava há tempos. Já pararam para pensar se ela está apaixonada por outro cara? Este deve ser o verdadeiro motivo por ela não ter deixado nenhum de vocês dois entrarem na vida dela.

 

 Droga, eu não parei para pensar sobre isso, mas faz tanto sentido. Droga...

 

— Mais um? — Perguntou Armin.

 

 Franzi o cenho.

 

— Você só está falando isso para nós provocar! — Afirmei.

 

— Acontece que eu sou melhor amigo dela, e eu sei das coisas sobre ela, do que ela gosta, do ela não gosta, ou seja, sobre a vida dela. — Ele disse todo orgulhoso de si mesmo, idiota. De repente ele fez uma cara de decepcionado. — Mas eu estou torcendo por vocês.

 

Esse cara parece que uma hora está nós diminuindo e outra hora parece que está nós incentivando. Mas eu estou torcendo por vocês. Me pergunto o que deve ter passado na cabeça dele nessa hora para torcer por nós. Será que algo da vida de Mei antes? Uma lembrança ruim? O que eu sei é que ele sabe da vida dela mais do que nós. Com certeza ele deve saber o motivo dela ser assim, é isso que eu sei.

 

— Vou entrar. — Diz Matheo. 

 

 Ele se virou para caminhar até a porta de entrada, mas eu o chamei:

 

— Matheo.

 

 Ele se virou, perguntando:

 

— O que é?

 

— Se está torcendo por nós, por que não conta sobre Mei para nós?

 

— É óbvio. Porque a Mei não deixa. — Ele se virou, e voltou a caminhar até a porta. 

 

— Eu também vou entrar, Castiel. Você vai ficar aí? — Armin perguntou, e pela cara dele não foi só eu a ficar atormentado com essa conversa.

 

— Não. — Respondi, e tirei o cigarro e o isqueiro do meu bolso. — Eu vou ficar fumando. — Ele assentiu, e saiu.

 

Coloquei o cigarro em minha boca e o acendi, pensando naquelas palavras.

 

“Já pararam para pensar se ela está apaixonada por outro cara? Este deve ser o verdadeiro motivo por ela não ter deixado nenhum de vocês dois entrarem na vida dela.”

 

 Droga... pelo jeito passarei o dia inteiro — ou dias — pensando sobre isso.

 


Notas Finais


Será que agora Mei e Rosa se tornarão grandes amigas? E Mei será que está apaixonado por alguem mesmo? Castiel e Mei será que irão conseguir conversar a sós?

Os próximos capítulos irão demorar para sair galera. Espero que tenham gostado! 😘


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