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História O Que Eles Não Sabem Sobre Nós - Capítulo 4


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Notas do Autor


Nesse capítulo os dois relembram alguns momentos da gravação da série.

Capítulo 4 - Fora do Script


Zee

Mal posso acreditar que Saint e eu estamos na mesma cama de novo. A visão constante de nós dois, entregues à paixão, me mantém aquecido na madrugada fria de Taipei. Tenho a teimosa impressão de que me deitar com ele e não conseguir dormir vai se tornar frequente.

— Caramba! Como ele consegue ser lindo até dormindo?

Dizem que meu olhar me denunciou durante os dias em que interpretamos Fighter e Tutor. Imagine se descobrissem que ao voltar para casa, Saint me acompanhava em pensamento. Não fui capaz de abrir a boca e confessar, ainda que amigos desconfiassem. As únicas confidentes, durante esse período, foram as paredes do meu quarto. Quando exatamente eu rompi a linha entre atuação e realidade? A partir de quando Saint passou de amigo divertido a homem irresistível?

— E nossos quase beijos? "Fanservice" ou sinceras demonstrações de afeto?

Distraído pelas nostálgicas recordações, não noto quando Saint desperta e permanece calado para me espionar.

— Te peguei! Insônia? Posso saber porque meu gato está acordado ainda?

— É segredo! - Eu cruzo os braços e olho para o teto, me fazendo de desentendido, quando na verdade sei que a fixação por ele é que me impede de cair no sono.

— Ah! Assim não vale! Vai me deixar curioso? – Ele faz beicinho e puxa a minha mão para chamar atenção.

Eu respondo que sim através de um aceno de cabeça.

— Zee, você sabe bem que não costumo desistir fácil. Sou capaz de até trocar beijos para desvendar esse segredo.

— Hm. Isso é chantagem! – Eu respondo num tom dengoso.

— Engano seu! É mais uma desculpa para beijar você. - Ele comenta ao encostar na cabeceira da cama e acariciar vagarosamente meu rosto com o dorso da sua mão direita.

— Perdi o sono de tanto sonhar acordado com alguém! Lembrando de tudo que aprontamos em "Why R U?". - Eu coloco minhas pernas sobre o colo de Saint.

— No início parecia que tínhamos pouco em comum. Com o passar dos dias nos tornamos colegas e depois amigos. O que você achou de mim quando me conheceu? – Saint puxa a minha camiseta, ansioso pela resposta.

— Muito implicante! – Eu dou risadas altas enquanto faço cócegas nele.

— Aham sei! Conta seu segredinho para mim, vai! Por acaso você se apaixonou à primeira vista por mim, da mesma forma que Fighter? – Saint pisca para mim, incentivando a continuidade do nosso joguinho de provocações.

— Você faz perguntas demais! Vamos dormir! - Eu desconverso com a intenção de manter a curiosidade de Saint.

Saint

Qual o motivo de Zee fugir da minha pergunta? Não penso duas vezes e prefiro colocar o assunto em stand-bye para me perder de novo em seus lábios apetitosos. É nítido o poder que ele tem sobre mim quando me beija. Não tenho para onde fugir quando cercado por esses olhos cativantes. Só me cabe experimentar todos os tipos de beijo criados unicamente para mim.

Zee

Assim que acordo, observo que Saint não está na cama. No banheiro me espreguiço e realizo todo o meu ritual matinal. Assim que saio, ele entra no quarto com uma bandeja nas mãos.

— Bom dia Zee! Olha o que trouxe para nós! - Ele põe uma bandeja, repleta de delícias para o nosso café da manhã, numa mesa de madeira clara com duas cadeiras ao redor.

— Hum delícia! Você trouxe comidinhas que eu gosto! – Eu esfrego as mãos, uma na outra, ao me sentar.

— Só quero te acostumar com todos os mimos que te façam sorrir. – Saint encosta levemente seus lábios nos meus, estimulando um gostoso arrepio que desperta o meu corpo.

— Vou ficar mal-acostumado. E sentir falta quando voltar para Bangkok. - Eu faço uma carinha de carente.

— Achei que voltaria comigo. – Saint me abraça apertado, apoiando a cabeça no meu ombro.

— Não posso! Tenho novos compromissos profissionais. E Kae? Se ele imaginar que estamos juntos, cabeças vão rolar!

— Sobre Kae deixa comigo! Vou pensar na melhor forma de mostrá-lo que ZaintSee é real.

— Então tá! Ai, é tão bom ser mimado por você.

— Prometo te mimar à distância. – Ele coloca um pedaço de fruta em minha boca.

— Promessa é dívida! E a nossa conversa séria? Quando teremos?

— Pode ser hoje à noite? É que eu não tenho a mínima ideia do horário que estarei de volta, então...

— Tudo bem. Qualquer coisa podemos ter essa conversa amanhã também, já que você não terá compromisso marcado.

— Combinado!

Profundamente agradecido, sento na cama e faço sinal para que ele sente na minha frente. Assim que ele o faz, entrelaço seu corpo com minhas pernas e braços. Seguro seu rosto e passo a acarinhar sua pele acetinada demoradamente, com suavidade. Ao topar com o brilho dos seus olhos, me limito a dizer:

— Eu quero te roubar para mim!

— Nem precisa. Eu já sou teu! - Ele me puxa para tomar meus lábios.

— Então, foge comigo? - Eu espalho pequenos beijos pela face dele, ininterruptamente.

— Ouça bem: assim que eu voltar, ficarei grudado em você!

— Quem disse que você vai sair desse quarto? - Eu aumento a força do meu abraço, demonstrando que ele está preso.

— Ah é? E quem vai me impedir? – A voz dele se altera ao me observar com um sorriso travesso.

— Tenta! Se conseguir se livrar de mim, você pode ir! - Eu o desafio, erguendo as sobrancelhas.

Na mesma hora Saint perpassa desordenadamente as pontas dos dedos sobre meu abdômen nu até que surjam estremecimentos. Não demora para que eu sinta o calor do seu toque ativar o volume abaixo do meu short. Atordoado, pendo meu corpo para trás, afrouxando as pernas. Saint se sente vitorioso ao se desvencilhar de mim e levantar da cama para ajeitar sua roupa.

— Foi mais fácil do que eu imaginei!

— Agora é que você não sai mesmo. Quem sabe depois de uma punição?!

Com pressa, corro para trancar a porta antes que ele saia. Guardo a chave no bolso e me posiciono na frente da mesma, impedindo a sua passagem.

— Punição ou recompensa? – Saint insinua.

— Vem pegar a chave! Vem! – Eu revido.

Saint anda até mim, me enfrentando com o olhar de maneira sedutora. Finge que vai pegar a chave no meu bolso, porém coloca a mão dentro do meu short enquanto me desafia com o olhar.

— Não é a chave que eu quero pegar!

— Você adora brincar com fogo, não é?

— Hu hum, A-DO-RO, especialmente se for com você. Agora me deixa sair. Por favor vai... – Ele implora, com uma entonação sensual, enquanto apalpa meu pênis por dentro do short.

— Uuunhh. – Saint me arranca um gemido, sinal de que seu toque ativou o tesão transbordante que sinto por ele.

— Vou deixar antes que eu perca a cabeça de vez. – Eu respondo ofegante.

— Por que você não toma um banho demorado e se toca pensando em mim? Imagina que estou te provocando no chuveiro.

— Saint é melhor você ir! A Yu já deve estar te esperando lá em baixo. Ei, de noite continuamos essa conversa tá?

— Claro! Tenha um ótimo dia meu coala!

— Você também meu coelhinho atrevido!

Saint

Após um beijo gostoso de até logo, estou no carro com Yu, em direção à primeira etapa profissional em Taipei: uma entrevista para um programa do canal televisivo TVZ.

— E aí? Conte-me tudo e não me esconda nada! Gostou da surpresa? – Yu se agita, ansiosa por uma resposta.

— Amei demais amigaaaa!!! Eu caí direitinho na peça de vocês! Ah e a noite de ontem superou as minhas expectativas! - Sinto um friozinho na barriga ao relembrar os momentos experimentados com Zee.

— Superou é? Dá para você me explicar melhor? Quero detalhes, detalhes!!! Você está muito misterioso.

— O que eu posso dizer? Estou radiante por ter fisgado um homem charmoso e encantador como ele. Ao lado dele, eu me sinto leve e ao mesmo tempo em transe. Tem coisa melhor?

— Aiiii!!! Estou "tãaaooo" feliz por vocês! Acho bom ele cuidar de você muito bem, senão "ai ai" dele...

— Você tem "culpa no cartório"!

— Não me arrependo nem um pouco. O plano que eu e Zee arquitetamos me proporcionou uma ótima compensação: esse sorriso que não sai do seu rosto.

Entre conversas, risadas e brincadeiras, eu e Yu chegamos para a gravação. Somos muito bem recepcionados por um auxiliar da produção que nos encaminha para um dos camarins. O espaço é amplo e agradável, no entanto o que capta a minha atenção é uma mesa repleta de inúmeros presentes enviados por fãs. Mesmo que eu esteja nessa carreira há alguns anos o carinho deles sempre me contagia. Posteriormente, um simpático maquiador retoca minha maquiagem enquanto um stylist me ajuda a escolher o traje ideal para a entrevista. Já pronto, ando pelos corredores com Yu e recebo uma mensagem de Zee:

Zee: Seu segurança já chegou?

Saint: Que segurança?

Zee: O que eu contratei para cuidar de você.

Saint: Não precisa Zee, Kae deixou tudo organizado aqui. Ele sempre faz isso quando não pode viajar comigo. Há pessoas responsáveis, no local, para me auxiliar no que for necessário. Além do mais, esse programa não tem plateia.

Zee: Poxa, você vai me fazer essa desfeita? :/

Sem graça, eu decido ceder ao pedido de Zee somente para agradá-lo, afinal o gesto dele é sinal de que ele se importa comigo.

Saint: Ok! Se você realmente pensa ser indispensável...

Zee: Saudades já!

Saint: Idem! Não vejo a hora de pôr meus olhos em você.

No estúdio converso amistosamente com o apresentador, que faz um resumo de tudo que será tratado antes de iniciar a gravação. Um assistente da produção se apresenta como um grande fã meu. No meio da entrevista sou surpreendido com um afetuoso depoimento de Zee. Com o coração acelerado, tenho que me segurar para não transparecer a emoção que estou sentindo. Ao fim da entrevista, para o meu constrangimento, o assistente toma atitudes inadequadas como se fossemos íntimos. O segurança, que Zee contratou, interrompe o assistente. Durante o almoço com Yu me sinto estranho como se vigiado por alguém. Yu me tranquiliza, dizendo que é mera impressão devido ao segurança que nos espreita a todo momento.

— Ele não está encarando demais não? – Eu estico os olhos em direção ao segurança.

— Esse é o trabalho dele Saint! – Yu ri de mim.

— Eu sei amiga. A questão é: estou com uma estranha sensação de que conheço esse cara. Não sei por quê...

— Sem chance, essa possibilidade não existe! Agora mudando de assunto: aquele assistente é muito descarado. Ele simplesmente esqueceu que está no trabalho e passou a "dar em cima" de você. Se Zee estivesse aqui...

— Zee teria ciúme de mim com um desconhecido? Ai, pode até ser bobo, mas bem que seria divertido vê-lo com ciúmes do "papai" aqui! – Eu e Yu rimos alto do meu comentário vaidoso.

No fim da tarde, ao término da entrevista, o assistente "sem-noção" cruza nosso caminho na saída, com a desculpa de me parabenizar pelo meu trabalho uma última vez. O segurança particular, repentinamente se posiciona entre mim e o tal assistente, obstruindo a aproximação dele. Tal movimento súbito me possibilita sentir a fragrância do segurança, coincidentemente a mesma de Zee. Sem dizer nada, ele conduz o impertinente à entrada da emissora.

— Yu, ainda tem alguma coisa que me incomoda nesse segurança. – Eu franzo a testa.

— Ih amigo, acho que você está paranoico.

— Você reparou que ele ficou calado o dia todo?

— Ué, seguranças não costumam "ficar de papo" com seus contratantes.

— Engraçadinha! Na verdade, a presença dele me inquieta. E para "fechar com chave de ouro" eu percebi que ele usa o mesmo perfume de Zee.

— Pronto! Vai me dizer que o segurança é Zee disfarçado?! – Ela se dirige ao carro, balançando a cabeça negativamente.

— Amiga, me espera aqui! Eu vou atrás dele!

— Ok, eu espero!

Eu ando apressado e olho de um lado para o outro à procura do segurança suspeito. De repente, sou puxado para um recanto escuro. O segurança me encosta na parede, pressionando minha cintura e pela primeira vez ouço claramente a sua voz.

— O que você está procurando? – A voz profunda ecoa em meus ouvidos.

— Zee?! É você! Não adianta mais esconder... – Eu tiro seus óculos escuros e me encontro com o brilho único dos seus olhos.

Zee responde com um beijo gostoso ao qual eu correspondo sem hesitação.

— O que você disse para o assistente?

— O que você acha? Ele não tirava os olhos de você! – Zee fecha a cara.

— Ele pode olhar à vontade, desde que não passe disso.

— Então você gostou?

— Não é isso. O que eu quis dizer é que o único que pode fazer muito mais que olhar...é...você!

— Ele tem sorte que eu não tive uma "conversinha" com o chefe dele e só sugeri que faça um curso de ética urgente!

— Ai, você com ciúmes é demais para o meu coração.

Eu o beijo com mais urgência, sugando seu lábio superior e virando a cabeça de um lado para o outro.

— É muito arriscado continuar aqui, temos que ir embora. – Zee fala com a respiração levemente ofegante.

— Olha quem fala! Você se arriscou o dia inteiro e agora... Diz a verdade: você não quer parar de me beijar.

Zee me cala com um novo beijo, no qual sua língua caça freneticamente a minha. Nossa devoção em beijar faz o desejo ganhar vida. Por alguns instantes, nos esquecemos até mesmo onde estamos.

Zee

— Olha o que você faz comigo Saint! Pareço um adolescente apaixonado que namora escondido dos pais.

— Não me incomodo de ser um adolescente inconsequente por você, mas prefiro ser o seu homem. – As palavras de Saint imediatamente me queimam por dentro.

— Repete isso?

— Prefiro ser o seu homem! Repito quantas vezes você quiser!

— Saint, vai primeiro. Não podemos sair juntos.

— Está bem. – Ele me dá um último beijo ardente no pescoço.

— Senti saudades de você o dia todo! Até me arrisquei para ficar perto. Como você vai me compensar por correr esse risco? – Deixo a pergunta no ar, antes dele sair.

Seguimos no carro, conversando sobre a perfeição do meu disfarce de segurança particular. Eu explico que contratei o melhor maquiador de Taipei para torná-lo realista e convincente. Recomendei várias vezes a importância de que eu ficasse irreconhecível. Yu zoa Saint pela demora em me reconhecer, mas ela também não conseguiu. Yu prefere permanecer no hotel em que se hospedou para nos conceder mais espaço. No momento em que eu e Saint entramos na casa, ele me abraça por trás. Deixo que aproveite nosso contato por alguns instantes e me viro para ele. Eu o observo e levo minha boca rente ao seu ouvido para pedir:

— Repete de novo! – Eu puxo a cintura dele para que nossos corpos se toquem.

— Não. Só quando você tiver esquecido. A surpresa mexe muito mais com o coração, como você fez comigo hoje. – Saint passa a ponta do nariz na curva da minha orelha repetidamente, arrepiando minha pele.

Facilmente, me abandono na textura de seus lábios macios através da convocação impiedosa de sua língua.

— Preciso de um banho! Quero me livrar desse disfarce logo!

— Não deve ter sido fácil. Vai lá, depois de você eu tomo. Enquanto isso vou pedir o nosso jantar.

Ensaio subir as escadas, mas dou meia volta para contar algo chato à Saint. Ele me olha sem entender a mudança repentina em minha expressão, que se torna desanimada.

— Hm, pela sua cara vem bomba aí!

— Infelizmente tenho que voltar para Bangkok amanhã. – Eu disparo sem rodeios.

— Por isso foi meu segurança por um dia?

— Quero aproveitar ao máximo o tempo com você antes de ir...

— Sem problemas! É claro que eu gostaria que você ficasse. Por outro lado, a distância pode nos ensinar a enfrentar desafios em nosso relacionamento.

— Agora vou mesmo para o banho!

— É, chega de enrolação. Assim poderemos ficar juntinhos finalmente. – Saint pisca para mim, eu pisco em retribuição e enfim subo as escadas.

Após banho e jantar realizados. Saint e eu, estamos enroscados em baixo de uma manta macia, onde estou sendo recompensando com múltiplos carinhos em agradecimento à minha loucura de hoje. O que mais eu poderia desejar?

— Zee seus olhos estão "caídos". Seria pedir muito qual o segredinho da madrugada de ontem? É que ainda estou curioso. – Saint me olha desconfiado.

— Segredo? Nunca escondi nada de você, eu só não falei, mas você percebeu.

— Se é assim, vamos passar a noite acordados e abraçados até você admitir o que não quer dizer.

— Não preciso responder por que não pretendo escapar desses braços. – Eu começo a beijar seus braços ininterruptamente provocando risinhos nele.

— Está bem, eu reconheço que existe um segredo meu com relação ao você e o passado.

— Hmmm, está ficando interessante.

— Eu, eu... - Eu gaguejo.

— Você, você... – Saint encosta a testa na minha, para me encarar bem de perto.

Eu abaixo o olhar por um momento, mas logo volto para seus olhos.

— Eu estava pensando em nossos momentos em "Why R U?", especialmente no instante exato em que os sentimentos de Fighter e Zee se misturaram.

— Você vai me contar agora?

— Vou. Na cena em que Fighter diz: "Há muito tempo eu conheço meus sentimentos por você". Essa fala mexeu comigo de verdade. Eu me senti como se estivesse confessando minhas emoções reais.

— Agora consigo entender a transpiração visível em seus poros, as mãos suadas, os olhos tão envolventes...

— Você vai me fazer perder o sono de novo, se continuar assim... – Zee pressiona os lábios nos meus ligeiramente.

— Não, hoje você deve descansar. Depois de você se arriscar tanto, não posso ser o responsável por suas olheiras. Deixa eu te fazer dormir! – Eu faço cafuné, deslizando meus dedos suavemente em seus fios de cabelo até ele adormecer.

Saint

Eu permaneço acordado por um tempo, admirando os desenhos atraentes que seus cílios suaves e sobrancelhas grossas traçam em seu rosto doce.

— Você já deve saber, mas devo revelar que Tutor foi meu principal aliado para me aproximar de você? Quando Tutor seduziu Fighter, também era Saint querendo seduzir Zee. Eu me entreguei de corpo e alma no intuito de te envolver meticulosamente para que você não quisesse me soltar. – Eu converso sozinho pois Zee já está dormindo. 


Notas Finais


Esses dois já se gostavam...


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