História O que eu faço com esse amor? - Capítulo 4


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Categorias Once Upon a Time
Personagens Henry Mills, Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood
Tags Outlawqueen
Visualizações 28
Palavras 745
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Romance e Novela
Avisos: Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - No meio daquela escuridão


Quando chegamos em Storybrooke corremos para casa de minha vó, em busca de notícias, estávamos ansiosos e ao mesmo tempo temendo que não tivesse dado certo 

_Mãe chegamos. Minha mãe disse enquanto entravamos na casa 

_Conseguiram? Minha vó perguntou 

_Me diga você, ficou sabendo alguma coisa sobre Robin? Tia Zelena perguntou 

_Nada. Snow diz 

_Será que Zeus mentiu? Hook perguntou olhando para minha mãe 

_Por que ele faria isso? Minha mãe diz, deixando a pergunta no ar 

_Ele não teria motivo pra isso. Falo, Zeus não precisava mentir, se não quisesse trazer Robin de volta, teria dito 

_Talvez demore. Minha mãe diz 

_Vamos esperar, afinal Robin foi morto de uma forma bem definitiva né, não é como se ele estivesse no submundo, não é uma coisa fácil de resolver. Bella diz, e estava totalmente certa, provavelmente não seria algo fácil, e talvez demore 

_Está certa, vamos ver o que acontece, enquanto isso, nada de comentários sobre isso. Minha mãe fala e todos concordamos, eu e tia Zelena corremos para casa de minha mãe, chegando lá não a encontramos 

_Ela deve estar na prefeitura, ainda está cedo. Diz tia Zelena 

_É pode ser, espero que ela chegue logo, já está anoitecendo. Falo um tanto angustiado com a falta dela 

_Desde quando você ficou tão protetor Henry. Tia Zelena diz rindo enquanto bagunça meu cabelo. 

_Só não gosto dela sozinha a essas horas. Falo, mas ela estava certa, estava sendo protetor demais, afinal estávamos falando da minha mãe. _Mas você está certa, estou exagerando um pouco. Falo com um sorriso bobo 

_Relaxa ta, logo, logo ela chega. Ela diz sorrindo. _Bem vou ir ver como está a minha macaquinha, deixei ela com a fada azul, a coitada já deve estar cansada  

_Beleza tia, vai lá. Falo, vendo-a subir a escada, e faço o mesmo logo depois, precisava descansar isso sim, o dia tinha sido puxado 

 

Regina 

Não entendi quando Henry me mandou mensagem dizendo que talvez não fosse dormir em casa, mas não questionei, ele sabe o que faz. Fiquei o dia inteiro na prefeitura, não entendo como uma cidade tão pequena pode ter tantos problemas, quando era Rainha na floresta encantado tudo era mais fácil, mas acho que era porque arrancava os corações dos que chegavam com problemas, mas agora sou boazinha e não faço mais isso, acabo rindo com esse meu pensamento tão aleatório, como minha vida mudou, até uma tempo atrás acreditava que tinha sido pra melhor, mas depois de tudo que aconteceu, acho que tem coisas que não precisavam mudar.  

O cansaço já toma conta do meu corpo, espreguiço-me na cadeira que depois de horas, não parece tão confortável, me assusto quando as janelas são abertas com uma enorme força, o vento estava descontrolado como a muito tempo não via, e a chuva que aos poucos estavam ficando mais forte só traz beleza aquele começo de noite, afinal tem coisa melhor que uma chuva ao anoitecer.

_Pra ficar melhor só um copo de chocolate quente e um cobertor. Aquele pensamento gostoso passa por minha cabeça, só me dando mais vontade de voltar pra casa, decido que aquela é a hora. Podia simplesmente mexer as mãos e aparecer em casa, mas acabo lembrando que fiz isso no dia anterior, e que meu carro ficou aqui na prefeitura, por tanto hoje vou voltar de carro. Arrumo minhas coisas rápido e saio, chuva parecia ter diminuído um pouco, mais na metade do caminho ela simplesmente foi tomando uma força fora do comum, estava vendo pouquíssima coisa da estrada, os vidros estavam todos embaçados, junto com o forte barulho da chuva que batia nas janelas, mas esse barulho se tornou pior ao se juntar ao freio do carro, um homem apareceu do nada, como que por magica, tentei a todo custo desviar o que espero ter conseguido, o carro derrapou estava fora do controle, no desespero desaparecia em meio a um nuvem, o carro capotou uns três vezes, mas naquele momento era o que eu menos temia, olhei para estrada a procura da pessoa que achei ter atropelado, mas estava difícil achar, a chuva não dava trégua, e com a escuridão tomando conta só dificultava tudo, andei mais um pouco, até meus olhos caírem sobre um corpo no meio daquela escuridão toda, corri até ele, graças a Deus estava respirando, mas por um instante que não pode respirar fui eu, não sei como, não sei se é possível, mas aquele homem ... aquele homem, era Robin, meu Robin. 



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