História O Que Eu Não Sabia - Capítulo 2


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Categorias Monsta X
Personagens I'M, Joo Heon
Tags 2won, Jookyun, Lemon, Lgbt, Monsta, Monstax, Romance, Yaoi
Visualizações 111
Palavras 2.570
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, LGBT, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Viva a putaria.

Capítulo 2 - Bônus


Depois do primeiro beijo, outros se seguiram. O corpo de Changkyun era quente, macio, e meus dedos passeavam pelas costas despidas da blusa que havia sido perdida pelo quarto há muito tempo.

Eu não fazia mais a mínima ideia do que passava na televisão.

O último beijo que começamos ainda não acabou. Changkyun está com o corpo sob o meu, e eu quase gemo quando uma mudança súbita em sua postura estimula meu pênis que já estava dando sinais de vida desde que tudo aquilo havia começado.

Eu quero conhecer o corpo de Im e decorá-lo da mesma forma que decorei cada uma das linhas imensas de estratégias de jogo. E eu quero tanto que ele seja meu que meu corpo responde ao meu desejo automaticamente, e minhas mãos descem para a bunda durinha, apertando as duas bandas entre os dedos e puxando-o para baixo.

Nesse momento nós nos tocamos, e eu noto que Changkyun está bem mais animado que eu. O fogo cresce ao nosso redor como em um incêndio, e ele geme.

— Não me provoca assim se você não tem vontade de ir até o fim. — Ele está sussurrando enquanto me olha. As bochechas estão coradas, os cabelos bagunçados e ele está ofegante. Eu não devo estar muito diferente.

— Mas eu quero. — Sussurro, descendo os beijos para seu pescoço e puxando seu quadril contra o meu mais uma vez, impulsionando um pouco o meu para cima, tornando o atrito mais forte enquanto afundo o rosto contra a curva de seu pescoço. — Você cheira tão bem, Changkyun...

— Ah... — Ele suspira baixo demais, se esfregando mais contra mim e insinuando descer uma das mãos para perto de onde eu tremo, mas trava por um minuto. — Droga. — Eu franzo as sobrancelhas, sem entender. — Eu preciso tomar banho.

— Que? — Ele se senta sob o meu colo, ainda ofegante. — Por quê?

Ele está olhando para baixo.

— Por que eu sou um cara e não sabia que ia transar hoje. — Changkyun sai de cima de mim, e eu estou até atordoado com a mudança brusca da situação, enquanto meu pau acordadíssimo quase cria boca para reclamar. — Eu preciso fazer uma coisa. Já volto, tudo bem? Não saia daí.

Ele sai do quarto com muita pressa e eu posso ouvir o som da porta batendo, do chuveiro ligando, e só então eu entendo que eu estou prestes a transar com um cara pela primeira vez, e que esse cara é Im.

Estou subitamente nervoso.

Durante os próximos trinta minutos nos quais espero Changkyun sair daquele banho interminável, eu tento criar um guia mental do que fazer com ele: vejo alguns pornôs entre dois caras e busco informações. A essa altura da minha vida, eu já deveria ter aprendido que nada comigo é feito na base do aviso prévio, e aquela surpresa havia vindo tão do nada que eu sequer havia pesquisado à fundo sobre aquilo antes.

Mas eu estou tão excitado com a perspectiva que quando o barulho do chuveiro cessa e Im aparece na porta só de toalha, eu já estou quase cem por cento duro de novo.

— Você realmente não saiu daí... — É quase um sussurro e o clima pesa um pouco pela expectativa. Nós estamos nos olhando há algum tempo, e meus olhos descem por seu tronco junto com uma gotícula de água que se desprende de sua nuca. — Você tem certeza?

— Você está me tratando como se eu fosse uma garota virgem. — Respondo com diversão e ele ri.

— Eu não teria corrido para o banheiro se você fosse uma garota...

Eu ainda estou sorrindo em sua direção quando estendo a mão para que ele se aproxime e a pegue. Ele vem em passos curtos e segura meus dedos com seus similares, então eu o puxo para a borda da cama, entre minhas pernas.

— Eu nunca transei com um menino antes. — Digo enquanto deixo meus braços acariciarem suas costas levemente úmidas, aproximando o rosto de sua barriga para sentir o cheiro bom que se desprende de sua pele. — Então vou precisar que você me ajude a entender o seu corpo... — Eu passo o nariz pela barriga lisa, sentindo a pele se arrepiar enquanto beijo a área em torno do  umbigo. — Por que eu quero que você aproveite tudo ao máximo.

Ele está me olhando de cima e acariciando meus cabelos, e eu estou ficando excitado pra caralho com aquela cara de sem vergonha que ele faz enquanto morde os lábios em minha direção.

Ele me empurra levemente para trás, vindo para cima de mim com uma perna de cada lado do meu quadril, puxando meu queixo para um beijo ridiculamente delicioso, molhado e lento. Eu me pego imaginando como ele esconde aquela parte de si tão bem — Changkyun se mostra um grandecíssimo tarado e eu não poderia estar mais empolgado com isso.

Desço as mãos por suas costas até chegar na borda da toalha, afundando as mãos na bunda mais uma vez, mesmo que a textura da toalha atrapalhe o tato; eu facilmente poderia me viciar naquela área de seu corpo. Já havia recolocado a camisa, e essa foi a primeira peça que Changkyun tirou do meu corpo. Nossos peitos colidem e eu sinto um fio elétrico descer até meu baixo ventre com a sensação de pele com pele. Ele é tão bonito que eu poderia morrer.

Nós viramos na cama e agora eu estou em cima ele, por isso pareço mais alto e ele me olha de baixo enquanto morde os lábios ainda com aquele sorriso malicioso, e eu engulo à seco todo o tesão subindo pelos meus poros enquanto ele repete comigo o que fiz com ele à alguns segundos, afundando os dedos longos contra a carne do meu traseiro, deixando um tapa estalado em um dos lados...

... enquanto continua me encarando.

Esse garoto quer me matar.

— Eu fiquei tanto tempo fantasiando isso. — Ele está muito perto da minha orelha e se inclina para morder o lóbulo, descendo pelo pescoço logo em seguida. — Mas a cara que você está fazendo agora é muito melhor do que eu imaginei. — Seus dedos estão firmes na carne da minha bunda, e embora seja uma sensação totalmente nova, meu corpo pega fogo. Sua língua desce pelo meu peito até o mamilo, e ele circula o botão amarronzado antes de mordê-lo.

Quase fico com vergonha do som que eu solto, e teria ficado se ele não tivesse descido outro tapa em mim antes de puxar o elástico do meu short para baixo.

— Tira. A cueca também.

E eu tiro, embora cambaleie um pouco quando deixo a cama para escorregar as últimas peças de roupa para fora. Meu pênis rijo volta e bate contra a minha barriga, e eu tenho que ter muito autocontrole quando Changkyun me puxa para perto segurando diretamente nele, massageando-o levemente, sempre mantendo o contato visual.

Sinto-me ansioso. Ele passa a língua rosada pelos lábios outra vez e meu cérebro projeta aquela cena quase que em câmera lenta. Todos os pequenos pedaços do meu corpo estão sensíveis e eu quase morro quando sua língua toca minha glande, como se provasse.

Eu não deveria ficar surpreso quando Changkyun sequer me deixa acostumar com aquela sensação, eu não devia estar tão assustado com sua garganta que me engole por completo de uma só vez, eu não devia ficar tão afetado com o como ele é direto quando me suga com força, mas eu fico, por que ele é uma caixa de pandora que me mostra essa nova face completamente pervertida sem nenhuma vergonha.

Ah, eu amo um homem.

Meus dedos vão instintivamente até os fios de sua cabeça, apertando-os para acreditar ter qualquer controle sob a boca que me suga sem qualquer pudor, esfregando a língua sob a glande em círculos e voltando a me engolir novamente. Eu estou gemendo, mas quase não me ouço.

— Chang, Chang... — Chamo, quase sem fôlego — Se você continuar assim, eu vou...

E quase gozo com a visão que tenho quando torno a abrir os olhos que nem sabia ter fechado. Sob a fenda da toalha ele se toca com velocidade, de olhos fechados e sem parar de me chupar, como se só aquela atitude já o deixasse totalmente satisfeito.

Qualquer parte minha que planejava ir com calma evapora. Eu puxo a toalha de seu corpo com força além do necessário e estico o corpo para lhe alcançar um tapa ardido na bunda, então puxo seu rosto para mim e o beijo, alcançando sua língua com a minha, acariciando-o enquanto o empurro para trás até estar sob ele de novo.

Eu me lembro de algumas cenas do vídeo que assisti mais cedo e contorno seus lábios com dois dedos antes de empurrá-los para dentro, em uma ordem muda. Ele me dá aquele sorriso de canto mais uma vez e os puxa para dentro como macarrão, lambuzando-os.

Eu tento me concentrar em seus lábios me umedecendo, mas é muito difícil quando ele junta ambos os pênis e os masturba com velocidade.

— É o suficiente. — Ele diz quando tira meus dedos da boca e me olha, parecendo tímido pela primeira vez desde que começamos. — Você sabe o que fazer? — Eu aceno levemente enquanto desço o corpo em direção ao pênis que toca a barriga branca. Ouso descer a língua por ele até as bolas e períneo, deixando um pouco de saliva escorrer até o ânus antes de circular a área com os dedos.

— Não quero te tratar como uma garota virgem, por que você não é uma, mas se eu te machucar pode me bater como elas fariam. — Ele me dá um tapa na testa e ri.

— Faz. — Ele mexe os quadris pra baixo, a voz mais rouca que de costume, e eu lambo os lábios antes de colocar o pênis na boca para distraí-lo da sensação que deve ser inicialmente incômoda na parte de trás. Ele geme de um jeito delicioso, então eu sei que fiz certo.

Estou sendo estratégico enquanto deixo a saliva escorrer pelo pênis, ajudando na lubrificação anal enquanto tento inserir o primeiro dedo devagar. Ele está mordendo os lábios e afundando a cabeça contra os travesseiros, e quando o segundo dedo está pela metade, eu viro seu corpo de bruços.

O segundo e terceiro dedo entram com um pouco de dificuldade e ele resmunga, mas eu me curvo sob o corpo bonito e espalho beijos pelas costas enquanto continuo com o vai-e-vem, até que ele comece a se mover contra eles e eu sinta minha barriga revirar-se em expectativa.

Tiro os dedos, não resistindo a passar o pau pela entrada, sem forçar, ficando ridiculamente surpreso (de novo) com a atitude de Changkyun. Os quadris bonitos subiram, forçando a entrada vermelha contra mim, engolindo parte da cabeça.

— Ah... Changkyun... — Seguro seus quadris com força, hipnotizado pela cena que se desenrola entre nossos corpos.

— Você é muito devagar, Hyung... — Ele força mais os quadris, engolindo mais uma parte de mim. — Eu quero você... logo.

Eu sorrio de canto com a fala, deixando que meus dedos subam até os cabelos claros e os puxem para cima, ao que estoco de uma única vez quando seu corpo vem para perto do meu pelo ato. Ambos gememos alto e ofegamos.

— Assim? — Pergunto, perto da orelha, abraçando sua cintura com um dos braços e cobrindo seu pescoço com uma das mãos. Posso ver Changkyun revirando os olhos de prazer mesmo que o exergue minimamente, enquanto uma de suas mãos deixam o colchão e sobem até onde a minhas lhe seguram a garganta, apertando mais meus dedos contra ela.

Ah... Isso está cada vez melhor.

— Assim mesmo. — Eu estou movendo o quadril em movimentos lentos e longos, mas o puxo com força para trás quando o fodo com vontade pela primeira vez. Queria ser capaz de conter meus gemidos quando começo à estocar com pressão para dentro dele, mas não posso, por que ele está gemendo tão gostoso que me sinto incapaz de parar.

~

Está quente, muito quente.

Chang não parecia querer me dar qualquer trégua, subindo e descendo, mexendo os quadris enquanto gemia e fazia aquela maldita cara linda, e eu sentia que iria me resumir à nada quando aquilo acabasse.

O mais novo tomava cada pedacinho de mim, e eu não me arrependia em deixar que ele tivesse, afinal, tudo era sempre sobre Im. Ele era a pessoa mais incrível que eu conhecia, e nas últimas horas eu custei a crer que era realmente meu.

Segurei a cintura e virei-o na cama, fazendo os cabelos claros se espalharem pela superfície dos travesseiros enquanto ofegava, levantando as pernas bonitas para perto do peito antes de estocá-lo com força, muito lentamente.

Im sugou o ar por entre os lábios e revirou os olhos, afundando os dedos longos contra meu couro cabeludo e eu gemi, quase sem forças perante todas as sensações para as quais ele me empurrava. Ah, como estava fascinado por aquele descontrole, pela falta de paciência nos toques, pelo desejo explícito.

Tudo nele parecia ser ridiculamente perfeito, e às vezes eu sentia medo. Tudo parecia brilhante demais quando Im estava por perto, todos os meus pequenos sonhos pareciam reais, e aquilo me amedrontava tanto quanto me fazia estupidamente feliz.

Estoquei com mais rapidez quando Changkyun gemeu e inclinou o quadril para cima. Ele estava quente, o rosto bonito se mostrava suado e vermelho, os lábios inchados e úmidos, tão brilhantes que não resisti quando desci o tronco para tomá-los. O beijo foi desajeitado, dada a movimentação, a boca de Im tinha gosto de sêmen, e aquilo tudo era tão erótico e delicioso que eu me sentia próximo à borda.

Desci os dedos à intimidade antes negligenciada dele, que me presenteou com um gemido alto e grave, enquanto observei os olhos se fecharem com força pelo prazer aumentado. Nunca me cansaria daquilo. Beberia Im até a última gota com a mesma devoção, sempre.

Uni minha testa à dele enquanto sentia o orgasmo chegar à passos largos, e nossos olhos ficaram grudados enquanto os corpos deslizavam, quentes.

Nas últimas transas daquela noite, eu havia descoberto que ele gostava, então subi meus dedos até a garganta (que àquela altura já possuía alguns vergões levemente arrocheados), e a apertei levemente enquanto sentia nossos corpos convulsionarem rumo a mais um orgasmo.

Quando ele chegou, os gritos pareceram uníssonos e o silêncio após o orgasmo só foi maculado pelas nossas respirações altas. Eu abri os olhos que nem sabia ter fechado e pude observá-lo: os lábios entreabertos, os olhos fechados preguiçosamente, o peito que subia e descia em busca de ar, os cabelos úmidos na testa... até que ele os olhos devagar, flagrando-me em minha boba contemplação, sorrindo sem graça e subindo os braços para minha nuca.

— O que foi?

Eu sorri, estupidamente apaixonado e ciente de que o amor me vazava pelos poros.

— É que você é tão, tão bonito, Changkyun. — Passei os dedos pelo rosto macio, depois pela testa, retirando os fios úmidos e depositando um beijo ali, depois voltei a grudar meus olhos nos dele. — Eu sou tão apaixonado por você.

Changkyun sorriu, e eu entendi que todo meu sentimento era plenamente recíproco sem qualquer palavra. Ele me deixou um beijo nos lábios, respondendo à questão com expressões, como eu havia descoberto ser de seu feitio. 

Naqueles momentos eu me sentia flutuar como se um anjo me levasse nas costas, e aquela era mais uma coisa que eu havia descoberto: o anjo tinha nome, sobrenome e um sorriso ridiculamente bonito.



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