1. Spirit Fanfics >
  2. O que o amor faz com a gente >
  3. Capítulo 8

História O que o amor faz com a gente - Capítulo 8


Escrita por:


Notas do Autor


Eiiii
Se quiserem me dar ideias para o próximo cap...

Capítulo 8 - Capítulo 8


Eu e Felipe já tínhamos saído de casa. Estávamos no carro, as duas mochilas no banco de trás, e o rádio ligado em um tom mais baixo. Chegamos rapidamente, logo procurando uma mesa e nos acomodando. Tiro minha blusa e meu short, sentindo os olhares de Castanhari sobre mim. Ele faz o mesmo, e não pude evitar morder o lábio inferior. Lembrei de um detalhe: não havia passado protetor solar ainda, deixando para passar quando chegássemos aqui. O retiro de minha mochila e o passo nas partes que conseguia, deixando as costas. Fico em pé de frente para o maior, que tinha acabado de se sentar. Entrego para ele o protetor, com um sorriso sugestivo, e o vejo dar um sorrisinho de canto. Viro e sinto suas mãos fazendo o mesmo caminho que dá última vez, mas agora adentrando a mão um pouco por baixo do tecido. Suspiro, e quando viro para Felipe de novo dou um piscadinha para ele e me sento ao seu lado. Pedimos comida e conversamos. 

Passado um tempo, entramos na piscina. Felipe pulou e eu fui devagar, me acostumando lentamente com a temperatura gelada. Quando finalmente consigo mergulhar o corpo todo me encosto na borda, vendo ele nadar em minha direção. Sinto suas mãos subirem por minhas pernas até chegarem em minha cintura, logo vendo o maior vir a superfície, mexendo a cabeça para retirar o excesso de água, consequentemente respingando em mim, que viro o rosto dando risada. Ele me abraça e eu enlaço meus braços em seu pescoço.

Ficamos assim por um tempo, até ouvir uma voz e eu revirar os olhos. Parece até que eles seguem a gente, penso olhando em direção a Cocielo que acenou para nós com um sorriso malicioso. Reviro os olhos mais uma vez e vejo ele me mostrar a língua. Castanhari me solta e acena também.

- Vamos ir até lá? - ele pergunta para mim. 

- Se você for eu vou, não quero ficar sozinha - digo baixo, já me apoiando na borda para me retirar. Ele dá um sorriso e saí, me ajudando a levantar. Vou tremendo até nossa mesa, retirando nossas toalhas rapidamente da mochila e entregando uma para ele, que agradeceu. Fomos para a mesa praticamente ao lado da nossa, tendo apenas uma família no meio do caminho. Cumprimentamos todos e logo solto um comentário:

- Parece até que vocês nos seguem - digo irônica olhando para Chris, que apenas ri. 

- Também te amo - devolve fazendo um coração com as mãos. Devolvo o gesto e me sento no colo de Felipe, que estava ao lado do Lucas. Era a única cadeira disponível mesmo. 

- Você gosta dessa cadeira, 'né? 'Tá sempre sentada nela - diz Cocielo para mim. Lhe aponto o dedo meio e mostrando a língua. Ele devolve o gesto e começamos a conversar, principalmente sobre a profissão que tínhamos em comum. Chris estava gravando e logo todos nós fomos para a piscina, eu fico apenas na borda aproveitando o Sol quentinho. Felipe fica jogando água em Julio, que devolve, e eles ficam assim por um tempo, até Mendes vir até mim e ficar no meio das minhas pernas, mas de costas para mim. Ele coloca minhas pernas em seus ombros e ficamos daquele jeito. Faço carinho em seu cabelo molhado e vejo Lucas tirar foto da gente. Chris quase deixa a câmera cair dentro da água e rio dele.

Formamos uma "rodinha", com os meninos dentro da água e eu sentada na borda, mas agora Felipe está sentado do meu lado. Vejo uma mulher - com um corpo invejável - vir até nós e pedir um autógrafo do Mendes. Ele atende seu pedido, e logo ela começa a dar em cima dele, e eu admito, fiquei com ciúmes. Ainda mais por saber que não temos nada. Apenas viro o rosto para o lado enquanto ela não vai embora, e vejo Lucas rir de mim. Mostro a língua para ele. Assim que ela vai embora, ele volta a conversar normalmente com os meninos e eu bufo, cruzando os braços.

Voltamos para nossas mesas, e eu não dirigi o olhar para o Felipe desde que a mulher foi embora. Pego meu livro e me preparo para sentar quando sinto o maior segurar meu braço com delicadeza. Olho zangada para ele - mesmo sabendo que ele não tinha culpa - e o moreno apenas ri, o que me deixou com mais raiva ainda. Solto meu braço de sua mão, mas ele me puxa para um abraço. 

- Você ficou com ciúmes, é? - Felipe pergunta roçando seus lábios na minha orelha, e eu apenas apoio minhas mãos em seu peito, tentando o afastar delicadamente, mas não obtendo sucesso. Ouço ele rir mais - Quem cala consente - diz segurando meu rosto com minha mão e beijando meus lábios. E é claro que eu derreti. Ele pede passagem com a língua e eu cedo. Não percebo quando uma de suas mãos segurava minha nuca, mas o contato era bom. Minha raiva já havia evaporado. Sua boca era macia e eu senti aquele frio na barriga quando ele puxa de leve meus cabelos. Sinto o meu lábio inferior ser puxado e o maior me deu um selinho.

Fico desnorteada por um tempo, mas logo recupero minha consciência e o bato de leve no ombro, o fazendo rir. Não acabo resistindo e rio um pouco também. Percebo quando temos platéia quando desvio o olhar do seu, envergonhada, e vejo Cocielo gravando de longe. Fico incrédula e lhe mostro o dedo do meio, que apenas ri. Felipe senta rindo também, e eu sento em seu colo, mas totalmente de costas para ele.

- Eu sei que sou folgada, mas qualquer coisa reclama, tá? - digo colocando o livro em cima da mesa e me encostando em seu peitoral. 

- Tudo bem - ele responde em um murmúrio. Seus braços circulam meu corpo, e deito minha cabeça em seu ombro, sentindo ele dar um selar em meu pescoço e me arrepio - Quer sair hoje à noite? Pensei em fazermos alguma coisa, tipo um cinema. Mas se você estiver cansada podemos deixar para outro dia.  

- Vamos! - digo animada, ouvindo ele rir. Aparentemente o dia ia ser longo... Estava quase dormindo, quando ouço Felipe me chamar para irmos embora, pois tínhamos ficado quase quatro horas ali. Apenas resmungo e concordo, me levantando e pegando minha mochila para fazer aquele processo chato de: ducha, trocar de roupa, pentear cabelo, passar creme, guardar tudo, pagar conta... Mas enfim nos despedimos dos meninos. O trajeto de volta foi rápido, e logo nos encontrávamos largados no sofá. Dessa vez Felipe estava por baixo e eu escutava seus batimentos cardíacos.

Depois de ficarmos nessa posição por um bom tempo, conversando, nos levantamos para irmos tomar banho. O maior me pega pelo colo e me leva para o banheiro. Ele liga a torneira para encher a banheira, e logo retiramos nossas roupas. Entramos na banheira, eu estava no seu colo com cada perna minha de um lado seu, minhas mãos em seu peito. Já as suas mãos se encontravam em minha cintura. Beijo seus lábios e ele logo invade minha boca com sua língua. Sinto seu aperto na minha cintura ficar mais forte, e dou uma rebolada no seu membro para provocá-lo. Ele desce suas mãos para minhas nádegas e as aperta, me fazendo dar um gemidinho contra seus lábios. Abaixo meu corpo com mais força, pressionando sua ereção em minha intimidade e inclinando parte de meu corpo para frente, roçando meus seios em seu peitoral. Minhas mãos agora estavam em seus ombros, e vejo ele suspirar alto, mordendo seu lábio.


É, pelo visto a noite ia ser longa... 




Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...