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História O que você Plantei - Capítulo 9


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Notas do Autor


espero que gostem, meus anjos. boa leitura.

Capítulo 9 - Capítulo 8


Levi

Vivo, era assim que eu estava me sentindo, vivo, feliz, sentindo e curtindo a minha liberdade. Eu dançava cada música que tocava crudado no corpo de Hugo, que se arriscou comigo, claro que só depois de beber muito ele veio, e estávamos nos divertido bastante com isso.

- Eu falei com, sabia? - Hugo sussura em meu ouvido, enquanto eu repousava minha cabeça em seu ombro, sorrio.

- O Júlio? -

- Sim... - ele me aperta mais contra si, me fazendo relaxar.

- Isso é bom, mas o que você acha disso? É isso o que você quer? - viro meu rosto deixando de encarar a multidão para ficar frente a frente com seu pescoço, fecho os olhos o deixando nos conduzir outra vez.

- Eu acho que foi um grande passo, já faz quase dois anos sem que eu nem ao menos beije alguém, não que ele seja algum tipo de consolo não é isso, só é isso é meio difícil, infelizmente. - ele diz e dessa vez sou eu quem o abraço,tentando deixar aquilo menos ruim para si. - Eu vive um relacionamento abusivo, Levi. Lucas não foi nada aquilo, ele nunca fez nada parecer tudo aquilo, mas ele teve, e não, eu não fui fraco por achar que era amor, eu fui enganado pelo meu primeiro amor que aquilo era o idedal, mas já se passaram dois anos, e eu nunca fui tão feliz quanto nesses dois anos sem ele. As pessoas tendem a achar que só porque ele é gay, que ele não é abusivo, mas não é assim e eu sei disso, eu vivi isso. - ele diz enquanto continuamos a balançar conforme a lenta batida da música. - Não quero que isso aconteca outra vez, por não ser bom, por não ser certo, por destruir as pessoas. Mas não posso viver a minha vida com medo disso, aconteceu, já passou, faz dois anos, eu quero isso, mais até do que queria o Lucas, e isso me faz me sentir vivo, eu quero arriscar, não posso passar minha vida imaginando que todos ele serão, como o Lucas, não é assim que isso funciona. -

- Nem todos são como ele, Hugo. Eu fico feliz que tenha me contado isso e mais orgulhoso ainda por você querer se arriscar, se não for a hora saiba que eu vou estar aqui com você pra tudo ok? - eu o olho e ele sorri largo. - Pare de crescer isso me deixa chateado, sabia? - eu brinco nos tirando daquele clima dando um pequeno beijo em sua bocheca, saindo de seus braços. - Vem, vamos beber mais! - eu digo e ele assente feliz.

Valtamos pra onde nosso grande e novo grupo estava, eles estavam sorrindo e conversando animadamente uns com os outros e isso me fazia bem, era gratificante saber que aquela união não foi de todo ruim, não é?

- Olha só quem decidiu dar as caras por aqui, não é mesmo? - Francisca provaca nos fazendo sorrir.

- Claro, vocês são todos uns bunda mole e não quiseram se juntar a nos, então não é a nossa culpa, ouviu?! - eu digo lhe dando pequeno beijinho na bochecha. - Oi, vocês tocaram muito bem hoje, parabéns. - eu elogio a banda cumprimentando as meninas e o Thiago, olhando apenas para Dimitri e meio inerte, o cumprimentei apenas com um sorriso indo até Alessandra, Bárbara e Maria Clara, fugindo daquilo.

- Oi, como você foi? - Maria perguntou abraçada a Bárbara, acho que perdi alguma coisa aqui, não é?

- Bom, foi bom, Hugo dança bem e conversamos sobre o carinha que ele tá gostando e vocês? - me sento entre elas, sem fazer com que Maria e Bárbara se soltassem.

- Bom vejamos, Thiago e Iago, se atracaram e não se soltaram mais, sério eles são dois coelhos. - ela diz e nos rimos, pois a verdade está ai pra provar isso meu pai. - Isabela, Nicole e Alessandra, já tem planos pra hoje a noite, por isso nós duas também temos, ah, Thiago e Iago, também tem, você vai dormir só com o Dimitri hoje, e eu e a Buh estamos vendo onde isso vai dar. - Maria Clara fala tudo com calma como se estivesse pra lá de bêbeda, mas só vejo um copo de cerveja que está na mão de Alessandra, então ela não pode estar tão bêbeda assim.

- Como é que é? Eu e o Dimitri sozinhos? Hoje?! Ai meu deus... - solto meio surpreso por isso. Tudo bem, não pode ser tão ruim assim, não é? O que demais pode acontecer, não é? Eu tô muito ferrado, que droga!

- Pois é, mas tudo bem, vocês são amigos, não vão se matar não é? - Alessandra me olha sorrindo, eu vou matar ela, ele só vai ser de brinde isso sim!

- É claro, que não. - digo sendo sarcástico, você pode evita-lo Levi, sei que pode. Suspiro, quem eu quero enganar? Meu deus...

- 'Tá tudo bem mesmo? Vocês não eram amigos? - Bárbara me olha passando a mão em meu braço para depois entrelaçar nossos dedos.

- Essa frase tem um ar tão lindo não é? - eu digo sorrindo fraco. - Eu e ele tivemos o melhor dos dias, o que nós levou a fazer um bom e maravilhoso sexo, mas tudo muda  não é? E faz um mês que ele vem evitando a minha pessoa, patético! - sussuro a última parte as fazendo sorrir.

- Tentou perguntar o que aconteceu? - Alessandra pergunta como se fosse óbvio tal hipótese, e ela é, só que como se pergunta algo para alguém que nem olha pra você?

- Olha, acho que ele só deve estar confuso. Pois ele ficou bastante abalado quando eu dissi que você e a Ale não namoravam, ele saiu da mese super feliz. - Maria diz me olhando nos olhos, ele só pode ser idilta, com certeza deve ser isso meu pai.

- Ela não tá brincando e você sabe disso, lembra o quão chocados ficamos quando você disse que não namorava com a Alessandra? Ele pode ter imaginado isso como nós e se sentindo culpado, eu não ia ficar bem se transase com alguém comprometido. - Buh diz suspirando, com os olhos em mim ela me ver assentir com a cabeça, ela estava certa pra mim parecia uma grande piada aquilo, ele pode sim ter se confundido.

- Ok ok, vocês tem razão, ele pode ter ficado confuso. - eu digo respirando fundo, só foi uma pequena confusão, repito pra mim mesma.

Thiago, Iago autora (ou seja, eu vou narrar agora por uma extrema necessidade)

- Aaah... - ele gemeu baixinho no pé do ouvido do outro, que acada gemido sentia uma enorme necessidade de fazer o quase-sim-namorado gemer mais e mais. Eles estavam em uma parte escura do bar, onde as pessoas iam para se agarrar ou fazer o que eles estavam fazendo agora, sexo.

Fazia um mês, quase dois, que eles estavam nisso, lindas trocas de amor e carinho um com o outro, agindo como se fossem mesmo namorados, o que era de fato um desejo de Thiago, "mas quem começa a namorar em um mês não é?" "Ainda mais quando se conheciam a pouquíssimas semanas?" Era isso o que ele ouvia de Iago, que por dentro rezava, clamava, e desejava como se sua vida dependesse que Thiago o tomasse como seu, que ele o pedisse logo, mas o medo é o verdadeiro vilão de todos ali, e em parte eles sabiam disso.

- Amooor... - Iago gemeu manhoso enquanto Thiago e toda a sua força trabalhavam para não os fazer gozar ali mesmo e daquele jeito. Go tinha suas pernas em volta da cintura do quase-sim-namorado, enquanto o outro ia e voltava rapido dentro de si, acertando seu ponto repetidamente aquilo estava os deixando loucos. - Va-mos... aaah... ter-minar... ooh isso, isso... no banheiro... sim? - Thiago o olhava nos olhos socando mais forte dessa vez fazendo o seu quase-sim-namorado, morder seu lábio inferior com força se forçando pra frente enterrando sua cabeça no pescoço já meio molhado do outro.

- Tudo bem, então. Acho que vai ser melhor mesmo, você está quase lá não é? - provoca o outro massageando o membro do outro fazendo o pré-gozo escorrer por toda a sua extensão. - Vamos sim, meu amorzinho manhoso. - diz os levando até lá, que por sorte estava vazio e perto da aonde estava.

***

- Você fica molhe demais sempre que fazemos isso, eu tenho que me preocupar com isso, pegar mais leve amor? - se passaram alguns longos minutos onde eles apenas dançavam, sem dizer muito e em parte não era ruim, era bom.

- Tudo bem, não é nada de muito sério. Já fui na enfermaria, eu gasto mais energia do que como coisas para me da energia, mas tô melhorando em relação a isso, agora eu tomo café da manhã, almoço e comecei a comer o jantar também. - ele avista Hugo e Levi não muito longe mais muito inertes na conversa que estavam tento.

- Meu deus, amor! Vou ter que ficar de olho nisso, não quero ver você tão fraco assim. - diz dando um pequeno beijo na cabeça do outro que relaxou um pouco. - Desculpa meu celular tá vibrando, pera ai. - ele diz pegando seu celular do bolso, vendo as notificação de algumas mensagens.

Moça da enfermaria: "diga a Levi que venha aqui amanhã cedo, precisamos conversar com ele." - ele leu e chegou a ficar preocupado, mas achou que era apenas uma pequena infecção alimentar, então apenas a encaminhou pra o amigo.

Mãe: "sei que ainda está longe, mas você vem para as festa de fim de ano, não vem?" - ele lê revirando os olhos sorrindo um pouco, digitou apenas um simples sim aguardando seu celular logo em seguida.

Festa de fim de ano, para si era boas, mas ele só dessa vez gostaria de passa-las com, Iago. Não faria mal conhecer a família dele, não é?

Dimitri.

Ele entrou tirando sua bota dos pés as deixando em qualquer lugar no meio do caminho até sua cama, onde se jogou abrindo o primeiro botão de sua calça indo abrir logo em seguida o zíper da mesma. Eu ainda estava na porta a fechando e pensando no que havia descobrido hoje mais cedo, então ele pode ser meu?

"Você não precisa de todo tempo do mundo, apenas de 20 segundos de coragem, tendo isso vá em frente." Eu estava de frente pra si quando me lembrei disso, meu avô adorava me falar isso e agora eu entendo o porquê. 

Ando em sua direção tentando parecer calma, mas ele não me olhava, ele estava entretido demias em seu celular para notar que eu me aproximava. Me sento ao seu lado subindo minhas mão por sua cintura o virando para mim, que me olhava meio confuso, mas não me impediu quando o beijei, um beijo calma mas necessitado, eu o queria e eu o teria, ali e agora. O puxo para mim, o trazendo para mim, que se sentou em meu colo, passando sua pernas por volta de minha cintura.

- Eu senti tão a sua falta, sabia disso? - digo entre nosso beijo o fazendo sorrir em meus lábios. - Me desculpar por ter surtado, mas eu realmente achei que você namorava ela, eu deveria ter perguntado sei disso, mas mesmo assim me desculpe. - eu pesso massageando seu pescoço levemente enquanto nossas testa estavam juntas.

- Você não precisa se desculpar, não foi sua culpa, tá tudo bem agora. - ele diz baixinho voltando a me beijar ferozmente.

Depois daquilo eu certamente não iria mais o deixar, sempre disse que amor a primeira vista não existia, mas não, eu estava meio enganado, eu o amei quando o vi, o amei quando ensinou aquela lição para o guarda e o amei mais ainda quando dançavamos naquele penhasco. Sempre foi amor mesmo que tenha começado sedo, mesmo que isso não passe daqui ainda vai haver amor. 

Amar não é sobre o tempo que construímos juntos é soube saber que, independentemente do tempo nós não poderiamos viver sem.



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