História O que você sente? Segunda Temporada - Capítulo 4


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Categorias Felipe Neto
Personagens Felipe Neto, Personagens Originais
Tags Amanda, Amor, Feliluccas, Felipe, Felipe Neto, Luccas, Luccas Neto, Lulipe, Mateus, Pedro, Rafael, Sara, Yaoi, Yuri
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Palavras 1.009
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, LGBT, Literatura Feminina, Orange, Romance e Novela, Saga, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Não saiu ontem, mas a vida é difícil mesmo.

Capítulo 4 - Quatro


Vou até a cantina e sento no canto, pegando meu celular e notando que esqueci de responder o Pedro.

“Tudo bem, a Amanda vai comigo.”

Vejo algumas notificações, antes de levantar o olhar e notar que a moça da cantina está abrindo a cabine para comprar lanche.

- Oi, tia! – Grito animado e ela sorri. – Quero um pastel, por favor. – Falo e pego o dinheiro no bolso. – Obrigado. – Finalizo a conversa, recebendo meu lanche.

Percebo que os alunos começam a descer e, por acaso, observo Mateus de longe, brincando com a câmera e amigos. Ele parece uma criança que cresceu muito e, sinceramente, chega a ser bem fofo.

- Rafa, a baba está escorrendo. – Amanda sussurra e dou risada, saindo do transe.

[...]

O dia foi realmente rápido e, agora, estou terminando de me arrumar para um evento com os meus pais e a Amanda.

Coloco uma roupa toda branca que a produção mandou e uma bandeira LGBT como “capa”. Arrumo meu cabelo mais uma vez e desço, encontrando Felipe apertando a bunda do Luccas.

- Eu vou te fuder tão gostoso quando a gente voltar... – Felipe diz e coro por estar ouvindo isso.

- Para! O nosso filho pode chegar a qualquer hora. – Luccas reclama e o empurra.

- Concordo. – Falo estragando o clima e Luccas esconde o rosto no ombro de Felipe. – Desculpa, não pude resistir. – Sorrio levemente malvado.

- Isso é culpa sua! – Luccas grita e Felipe ri, beijando seu pescoço.

- Se você não fosse sexy assim, eu conseguiria me controlar. – Felipe provoca um pouco mais baixo, porém eu ouço do mesmo jeito.

- Amor, para! Continua assim e você vai descobrir o que é ficar sem sexo. – Luccas finaliza a conversa e dou risada.

- Vamos? – Chamo já animado e os dois afirmam, entrando no carro.

Passamos na casa de Amanda e vamos direto para o evento. O clima está frio, mas nada tão desesperador assim. Acompanho a estrada com os olhos, mas meus pensamentos estão distantes.

Noto que perdi o controle quando vejo Mateus nos esperando na porta do lugar. Esfrego meus olhos e pisco várias vezes, até ter certeza que não estou enlouquecendo.

- A-aquele é o Mateus?? – Pergunto gaguejando e Amanda ri.

- Fico feliz que o Pedro não tenha conseguido vir... – Ela brinca e rio de nervoso.

- Mendes? – Felipe chama assim que sai do carro.

- Sim, senhor. – Mateus responde de imediato, com um sorriso.

- Fico feliz que tenha aceitado minha proposta. Podemos entrar? – Meu pai questiona e ele assente, o acompanhando.

- Seu crachá e o do seu marido. – Mateus entrega para eles e então nossos olhos se encontram. – R-rafael... – Ele gagueja e sorrio, corando.

- Mendes, pode passar meu crachá, por favor? – Ironizo e Amanda dá risada, parada ao meu lado.

- Não sabia que você trabalhava para os pais do Rafa. – Ela diz e alguns funcionários chegam antes dele conseguir responder, nos puxando para dentro.

- Bem vindos a nossa primeira edição da Palestra Carioca da Diversidade! Para começar, vamos falar com dois ídolos das crianças e adolescentes e seu filho: Felipe, Luccas e Rafael Neto! – Uma mulher nos apresenta e entramos no palco.

O lugar estava relativamente cheio e todos gritavam, transmitindo uma energia extremamente boa. Sento em uma cadeira enquanto meus pais falam sobre o quanto estão felizes por terem sido chamados para algo tão importante.

Encaro Mateus e ele sorri, o que faz meu coração disparar. Desvio o olhar, focando em Amanda. Ela está prestando atenção no que estão falando, então resolvo ouvir também.

- Vocês dois acham que suas sexualidades influenciaram seu filho? – Um jornalista pergunta e engulo em seco. Odeio esse tipo de pessoa!

- Óbvio que não. – Felipe começa e concordo. – Todos os gays do mundo já viram casais héteros e nem por isso alteraram sua própria sexualidade. Até porque é impossível controlar isso... – Ele concluiu e levanto a mão.

- Eu sou adotado, não faria sentido dizer que foi por influência porque eles nem estavam lá quando eu era pequeno. – Digo e todos aplaudem, deixando o jornalista desconfortável.

- Luccas, nós ficamos sabendo que vocês contrataram um fotógrafo para o evento. Vocês podem falar mais sobre isso? – Outra jornalista questiona e sorrio. Então o Mateus é o novo fotógrafo que eles estavam comentando...

- Sim, Mendes é um garoto que representa o nosso apoio com a ideia de jovem-aprendiz. Afinal, todos merecem estimular seus próprios talentos! – Luccas fala animado e encaro Mateus, que está claramente orgulhoso de si mesmo.

- Mendes é gay? – O primeiro jornalista insiste e respiro fundo.

- Sim. – Respondo e ele cora. Foda-se, esse jornalista não vai conseguir acabar com um evento tão incrível.

- Rafael, você acha que foge dos padrões impostos pela sociedade? – Mudam de assunto, me livrando de uma possível briga.

- Com certeza. E não é como se eu me orgulhasse, é que esse tipo de coisa é incontrolável mesmo. – Respondo e a plateia aplaude. Dou risada com um pouco de timidez, confesso.

- Só mais uma pergunta: como vocês querem que a gente acredite que o fotógrafo de vocês é gay? – Aquele lixo de jornalista pergunta e nem me dá tempo de falar algo. – Por que você não dá um beijo nele? – Ele termina e Mateus se levanta, irritado.

- Você vai duvidar até da minha sexualidade? – Ele grita e fico na sua frente, evitando que ele mate o jornalista.

- Calma, Mateus. – Peço e Mateus me encara, com certa raiva.

- Desculpa... – Ouço seu sussurro e, em questões de segundos, Mateus puxa minha cintura e me beija com vontade. Retribuo praticamente no automático, puxando seus cabelos e apertando sua nuca. Sua língua invade minha boca e aceito, totalmente submisso.

Meu coração acelera ainda mais quando ele me aperta e morde meu lábio inferior, finalizando o beijo. Puxo o ar com dificuldade e abro os olhos em seguida, admirando seu sorriso malicioso.

Mateus me dá um selinho e me solta, voltando para o seu lugar. Faço o mesmo, com meu corpo ainda em alerta. O que foi tudo isso?


Notas Finais


O que acharam desse beijo??


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