História O Raio e a Estrela - O Oposto da Luz o Reverso das Trevas - Capítulo 14


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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Dumbledore, Angelina Johnson, Barão Sangrento, Cornélio Fudge, Dino Thomas, Draco Malfoy, Duda Dursley, Fred Weasley, Gina Weasley, Harry Potter, Jorge Weasley, Katie Bell, Lilá Brown, Lino Jordan, Lord Voldemort, Minerva Mcgonagall, Molly Weasley, Neville Longbottom, Nick Quase Sem-Cabeça, Olívio Wood, Pansy Parkinson, Parvati Patil, Percy Weasley, Personagens Originais, Petunia Dursley, Pirraça, Pomona Sprout, Poppy Pomfrey (Madame Pomfrey), Ronald Weasley, Severo Snape, Simas Finnigan
Tags Harry Potter
Visualizações 52
Palavras 2.986
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Mutilação, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 14 - Recuperando o tempo perdido


A última semana passou em um borrão.

Nada que eu realmente considerasse importante aconteceu, estava tão entediante que admito que fiquei feliz e excitada quando recebi uma noticia que deveria, provavelmente, ser considerada ruim.

Ethan Winchester havia falecido misteriosamente.

Não que eu não soubesse, já que senti a ligação do voto perpétuo sendo cortada, foi bom que um fardo como ele houvesse sumido. Além disso, ele mereceu, deixei absolutamente claro que ele não deveria contar nada sobre o que aconteceu na sala comunal da Sonserina, porém ele ignorou meus avisos, preferindo correr o risco de morte(confesso  que talvez devesse ter avisado) em vez de somente encolher-se em um canto como o verme que ele é.

De qualquer forma, foi uma morte muito útil e produtiva, já que toda a magia dele foi transferida para mim em com seu óbito. Embora algo me incomodasse, ocupando o lugar em meus pensamentos, a pessoa para quem ele havia contado esse segredo.

Descartei imediatamente os Sonserinos, já que todos sabiam sobre o ocorrido, sobrando somente os alunos das outras casas.

Foi esse aluno que me levou a o local onde estou agora, a sala comunal da Lufa-Lufa.

Observei o lugar, realmente aconchegante, nada parecido com o habitual frio das masmorras ao qual estava acostumada. Subi lentamente as escadas, aproximando-me do dormitório que era o meu destino.

Me movi cautelosamente encoberta por minha capa da invisibilidade, seguindo em direção a um dos quartos, minha magia me guiava para o motivo da quebra do voto.

Abri a porta em minha frente, deparando-me com um cômodo que continha cinco camas, não querendo e nem tendo tempo para mais espera somente murmurei um feitiço de levitação, saindo em seguida do quarto com um garoto flutuante me seguindo.

Desci as escadas, saindo pela porta rapidamente, andei silenciosa para a Sala Precisa, já que ela seria necessária para o que eu estava planejando.

Quando cheguei, passei pelo corredor três vezes, para ver logo depois uma porta metálica pouco característica surgir na parede. Abri a porta, vendo um local com paredes de rocha, correntes de metal no centro penduradas no teto, envolto eu um símbolo bastante perturbador, embora não tenha me afetado nem um pouco.

Levitei o corpo para o centro da imagem, prendendo seu braços nas correntes de metal, deixando-o suspenso pelos objetos.

Suspirei, perguntando-me mentalmente porque era necessário para o ritual que a vítima estivesse acordada, dado o fato de que poderia ser realizado mais facilmente se ele estivesse inconsciente.

Resignada, levantei minha mão para o corpo murmurando um simples...

 

POVS ???

Enervate.

Eu ouvi uma voz sussurrar de uma forma indecifrável antes que meus olhos se abrissem subitamente, observei o local em minha volta, não reconhecendo, senti meus pulsos arderem roçando em uma superfície metálica.

Senti um arrepio passar por todo o meu corpo quando percebi que o que roçavam em meus pulsos eram correntes, desesperadamente procurei com meu olhar algo familiar, antes que meus olhos se chocassem com duas esmeraldas profundas... Não. Não eram esmeraldas, eram da cor da maldição da morte, tão brilhantes quanto o feitiço.

Fiquei paralisado quando a percepção apoderou-se de mim, eram sobre aqueles olhos que Ethan havia me alertado, aquele olhar frio e sombrio que só poderia pertencer a uma pessoa.

Princess Basilisc.

- O que você fez comigo? - perguntei, com a voz falha pelo medo

Ela simplesmente me ignorou, começando a falar palavras estranhas, em uma língua que parecia ser grego antigo, o símbolo que eu só havia notado agora começou a brilhar, me debati, gritando de dor e agonia quando uma dor excruciante percorreu meu corpo, senti como se partes minhas estivessem sendo arrancadas fora, sendo sugadas para um vórtice desconhecido.

Depois do que pareceram horas a dor parou, meu pulsos arderam por segurarem o peso de meu corpo suspenso.

A última coisa que ouvi antes de perder a consciência foi uma palavra.

- Obliviate.

------------------------------------Quebra de Tempo-----------------------------

 

POVS Claryssa

- Ele perdeu mesmo a magia?

- Sim, completamente. Disseram que nem Madame Pomfrey pode recuperar sua mágica! Ele virou mesmo um aborto!

- O que vai acontecer com ele?

- Ouvi dizer que vai ser enviado de volta para casa, dizem que ele foi obliviado e não lembra nada do mundo mágico!

- Nossa, qual é mesmo o nome dele?

- Um aluno da Lufa-Lufa, o nome dele é Arthur Lorrew.

Conversas como essa eram freqüentes pelos corredores de Hogwarts, esse era o assunto mais discutido em toda a escola, sussurros e cochichos eram possíveis de serem ouvidos em todos os lugares, sem a exceção de nenhum ano, todos falavam sobre a mesma coisa.

Sinceramente isso já estava me irritando, com essas conversas , só pude supor que os alunos não tinham mais nada o que fazer, pareciam moscas zumbindo e repetindo mais do mesmo.

Só apaguei a memória dele porque achei que seria muita crueldade de minha parte deixá-lo saber de magia sendo agora um aborto.

Maldita consciência.

Um desconforto cresceu em meu peito quanto mais ouvia os alunos fofocarem sobre essa história, embora não por muito tempo, já que esse sentimento foi logo substituído por pura raiva, o que me deixou particularmente mal-humorada nas semanas seguintes.

No início, a sala comunal da Sonserina estava cheia de comentários zombeteiros e declarações arrogantes, passado um dia, o silêncio era palpável e a atmosfera estava impregnada de respeito.

O fato de que os Sonserinos não falariam sobre esse assunto em minha presença me deixou extremamente satisfeita, porém não serviu para apaziguar meu desgosto, que insistia firmemente em se manter de forma diária.

Nem Tom conseguiu me tirar da imersão de mal-humor, na verdade, ele parecia tão incomodado quanto eu, além disso, eu sentia frequentemente um discreto olhar de aprovação a minha irritação, o que só a aumentou ainda mais.

Eu entrei lentamente no salão para tomar o café da manhã, nem um pouco animada por uma tarde de aulas em uma plena segunda-feira. Ignorei os olhares que imediatamente se voltaram para mim assim que perceberam minha presença, andando calmamente até a mesa da Sonserina, que se calou assim que me avistaram na entrada.

Comi em silêncio, analisando a todos os presentes no lugar. Severus olhava-me de forma disfarçadamente preocupada, um olhar de indiferença em seu rosto que para mim não era nada convincente.

Voltei-me para Dumbledore, que me observava atentamente e, como Sev, com o habitual olhar de calma e sabedoria em seu rosto, perguntei-me mentalmente como as pessoas que o idolatravam poderiam ser tão burras a ponto de não perceberem o brilho maníaco sempre vsito em seus olhos, tão claro de meu ponto de vista. Sentindo-me enjoada por dentro, o lancei um olhar de admiração e agradecimento, para mostrar que eu sabia que ele havia me dado a capa e que gostei de nossa conversa... cof, cof... troca de fingimentos/manipulações.

Ele pareceu tão absolutamente satisfeito ao receber meu olhar que senti naquele momento que poderia vomitar o que estava comendo, meu estômago revirou, empurrei meu prato de comida para longe enquanto saía do cômodo apressadamente, não agüentando mais ficar em um lugar tão tóxico quanto o ar que a cabra velha respirava.

 

POVS Dumbledore

As portas duplas fizeram um alto estrondo enquanto eu observava minha mais nova aquisição como peça de meu jogo sair do salão.

Sorri satisfeito, tudo estava indo como deveria ser, fiquei realmente aliviado que tudo estivesse dando certo mesmo com a mudança e desvio de meus planos cuidadosamente traçados. No início planejei dar a capa da invisibilidade para Harry Potter, para ganhar sua confiança, mas percebi que precisava mais do respeito e admiração de Claryssa Potter, eu já possuía o menino em minhas mãos, além disso, ele estava na Grifinória, a casa mais suscetível a meu comando, enquanto a Sonserina era distante e repleta de filhos de Comensais da Morte.

 Eu precisava que a garota crescesse pura e ingênua, ou ao menos não ficasse inclinada para o lado das trevas, agora, vejo que transferir este presente foi a escolha certa, agora só teria que cuidar e orientar sutilmente Claryssa para que não fosse influenciada e viesse para o lado da luz.

Os dois alunos foram realmente difíceis de abafar, porém, não me importei realmente em saber que havia feito os casos, afinal, não pareciam ser interligados de alguma forma, já que Sonserinos e Lufanos eram completamente incompatíveis.

Tudo conforme o planejado...

 

POVS Severus

Observei com preocupação Princess deixar o salão repentinamente, eu havia conversado com Minerva sobre seu núcleo mágico, isso me preocupou, naturalmente, a magia sempre escolheu um lado, ou as trevas ou a luz, então era impensável e inédito que isto não houvesse de fato ocorrido, embora eu sempre soubesse que Clary era uma exceção a regra, da mais complexa á mais simples, ela era especial.

Também não tive a oportunidade de conversar com ela sobre isso, eu sentia que a cada dia, Claryssa se tornava mais fria e distante, pelo que observei seus ataques de fúria eram inesperados e extremamente destrutivos, mais de doze alunos já haviam sido mandados para a ala hospitalar por conta de suas explosões de magia.

Eu a estava perdendo, e por mais que eu nunca admitisse, isso me assustou mais do que qualquer coisa, o simples pensamento de que ela nunca mais sorrisse em minha direção me desesperou, tentei controlar meus sentimentos com os mais fortes escudos de oclumência que minha mente pudesse produzir mas de nada adiantou.

Meus sentimentos por ela eram fortes demais.

Fortes demais para serem controlados.

Fortes demais para serem contidos.

E suficientemente fortes para me destruir.

 

POVS Claryssa

Minha cabeça doía, um sentimento de enjôo se apossou de mim, eu sentia cólica, e minha maldita tontura ameaçava me derrubar, eu só conseguia pensar em uma coisa

Dumbledore seu filho da...

Pode parecer vulgar, mas eu garanto que você faria o mesmo se estivesse em meu lugar, aquele velho psicótico era a causa de todo meu sofrimento, eu sabia disso pelo fato de que minha cólica e enjôo começaram assim que eu vi aqueles olhos azuis brilhantes olhando para mim, acrescentando isso ao fato de que eu havia gastado muita magia com minhas explosões ultimamente e bem... Esse era o resultado.

No momento eu estava em uma aula de transfiguração, Minnie estava dando uma palestra sobre os perigos da transfiguração enquanto eu distraidamente rabiscava em meu caderno, não conseguindo me concentrar na aula devido a minha dor de cabeça, e tentando igualmente retirar meu foco da mesma com desenhos ininterruptos nas folhas pautadas.

- Senhorita Potter?

Uma voz me tirou de meus rabiscos sem sentido, fazendo-me amaldiçoar mentalmente pela dor de cabeça ter voltado com força total junto com minha atenção.

Minerva olhou-me irritada, não que eu realmente me importasse, estava mais preocupada tentando me acalmar para não ter nenhum ataque em plena sala de aula, já que a raiva parecia querer me consumir sem nenhum motivo aparente.

- Se a senhorita não está prestando atenção na aula poderia por favor parar de rabiscar em seus cadernos e tentar aprender algo? – Minnie disse severamente, minha cabeça latejou com seu tom de voz, era tão... estridente!

Assenti roboticamente por instinto, não conseguindo me parar antes de colocar minha mão em minha cabeça, que latejava dolorosamente. O semblante de Minnie logo mudou quando viu minha ação, eu amaldiçoei novamente minha falta de controle.

Ela se dirigiu rapidamente para mim, seu rosto torcido em uma expressão de preocupação

- Você se sente bem Princess? – minha mente mal processou o uso do apelido, a dor aumentando a cada palavra proferida

- Não, professora. – consegui responder, desistindo de qualquer resistência anterior em relação a isso

- Vá para a ala hospitalar.

- Não é necessário... – fui interrompida

- Eu não me lembro de ter pedido sua opinião nesta ordem Claryssa. – disse severamente – Vá, agora.

Assenti, levantando-me lentamente e andando pelos corredores, eu não queria ir para a ala hospitalar, eu odiava hospitais, o cheiro de remédios era enjoativo e as paredes brancas anormalmente limpas.

Pensando em outro lugar em que eu poderia ir senão a enfermaria uma ideia me ocorreu, Severus, pelo que eu me lembrava esta tarde ele tinha um tempo livre.

Andei mais rapidamente até as masmorras, ou pelo menos quão rápido minha tontura me permitia, depois de algum tempo, cheguei a sala de meu padrinho, batendo apressadamente na porta.

 

POVS Severus

Ouvi uma batida em minha porta, que me interrompeu em meu processo altamente importante de uma poção valiosa, um sorriso de escárnio surgiu em meus lábios ao concluir que só poderia ser um pirralho irritante, uma vez que todos os professores possuíam aulas para dar esta tarde, com exceção de mim, é claro.

Dirigi-me até a porta, preparando um castigo para quem quer que estivesse do outro lado, girei a maçaneta, uma carranca profunda em meu rosto, que desapareceu no momento que meu olhar encontrou duas orbes esmeraldas distantes e doloridas, senti um aperto em meu coração, a única pessoa que tinha esses olhos tão familiares era...

Princess.

Ela estava parada ao lado da porta, sua mão agarrada firmemente a parede em busca de apoio, sua expressão estava contorcida em uma careta de dor, enquanto seu rosto parecia mais pálido a cada segundo.

Meu corpo agiu automaticamente, um instante depois eu já tinha Clary em meus braços, coloquei-a em uma das raras cadeiras apeluciáveis, sentei-me em sua frente, logo começando o que parecia ser um interrogatório.

Claryssa me respondeu lentamente, vagando seus olhos pelo cômodo até pousarem na poção agora esquecida em minha mesa, que não era mais tão importante assim, afinal eu me importava bem mais com ela do que com uma poção insignificante.

Quando terminei, levantei-me e vasculhei as prateleiras, pegando poções de acordo com o que ela havia descrito, me sentei novamente, começando a falar quando depois de uma careta de desgosto Clary começou a beber os frascos.

- Por que não foi na ala hospitalar? Você não poderia ter certeza que eu estaria aqui. – perguntei, atirando um olhar acusador ligeiramente irritado

Parando um pouco de beber o líquido, minha afilhada somente deu de ombros, indiferença impressa em seu rosto

- Palpite de sorte, além disso, eu odeio hospitais. – aqui ela estremeceu, dando ênfase na palavra “odeio” – Eu sinceramente preferiria desmaiar no corredor do que pedir ajuda a Poppy e ficar um dia enfurnada naquela sala! – exclamou com uma mão no peito, uma voz exageradamente dramática.

Um sorriso broou em meus lábio enquanto eu balançava a cabeça negativamente diante desta resposta, sim, isto era definitivamente algo que só Claryssa diria, e o pior, eu sabia que tudo era a mais pura verdade.

Suspirei, ficando sério logo em seguida, eu não poderia ter ela fazendo essas escolhas em situações como esta, eu não estaria lá para ela o tempo todo, embora tentasse ao máximo, e ainda assim não era o suficiente.

- Você sabe que se colocou neste estado não é? – vi ela assentir – Quero que me prometa que se eu não estiver por perto ou não souber onde me encontrar vai para a ala hospitalar, pode fazer isto?

Claryssa olhou para mim com suas esmeraldas brilhantes com enfurecimento e rancor, antes de finalmente suspirar, dando-me um olhar traído.

- Suponho que eu possa prometer isso.

Alívio inundou meu interior, ofereci um sorriso gentil para a criança em minha frente, um que só Princess poderia ter, puxando-a delicadamente pela mão até a saída

- Ótimo, agora você tem que voltar para a aula antes que Minerva fique me incomodando por retê-la demais.

Ela olhou para mim, conhecedora, sendo vítima da irritação de Minerva muitas vezes, repentinamente ela puxou-me pelas vestes para um abraço, indicando para que me abaixasse, ação que fiz, Princess me deu um beijo rápido na bochecha antes de sair pela porta, saltitando pelo corredor, pela primeira vez me oferecendo a oportunidade de vê-la agindo como a criança do primeiro ano que ela era.

- Até mais, Sev! – ouvi ela cantarolar alegremente antes que desaparecesse na curva.

Eram nesses momentos em que eu me lembrava porque a amava tanto, eram eles que faziam tudo valer a pena, dando um único sentido a todo meu sacrifício como agente duplo e Comensal da Morte.

O amor que eu sentia era inquebrável.

 

----------------------------------Quebra de Tempo-------------------------------

POVS Claryssa

Já era manhã de terça-feira, andei calmamente pelo castelo, entrando no salão, assim que surgi, as conversas na mesa da Sonserina morreram gradualmente como em um dia normal.

Observei o local analiticamente, parando meu olhar na mesa dos professores, mais especificamente em Severus, eu admitia que com Tom e Winchester eu havia me afastado demais, precisava desesperadamente recuperar o tempo perdido, assim, andei até a mesa central, consciente de todos os olhos fixos em mim enquanto caminhava. Contornei a mesa, subi os degraus laterais e parei ao lado de Sev, que aparentava estar anormalmente surpreso, sem hesitação sentei em seu colo, sorrindo lindamente para ele e dizendo um “Bom dia”, que tirou todos de seu torpor momentâneo.

Um prato a mais surgiu automaticamente na mesa, com o qual comecei a me servir

- O que faz aqui Princess? – questionou a voz de Severus, um pouco chocada

- Eu vou comer meu café da manhã aqui a partir de agora, todas as terças. – respondi, bebendo um gole de um saboroso suco de abóbora

Quando ele não me respondeu nem perguntou mais nada sobre isso concluí que tivesse compreendido meu raciocínio. O café passou comigo conversando com Minnie e Sev, as vezes trocando argumentos com outros professores e até mantendo uma conversa(gostaria que tivesse sido só uma troca de palavras) com Dumbledore, fora isso, a primeira pergunta de Severus foi a única realizada, ninguém mais comentou nada sobre o assunto.

 

-----------------------------------Quebra de Tempo------------------------------

Encarei a porta a minha frente, a varinha em meu coldre, minha capa da invisibilidade em minha bolsa, enquanto Salazar estava enrolado em meu pescoço, me certifiquei de que tudo estava pronto antes de murmurar um simples “alohomora”.

A porta proibida no terceiro andar se abriu com um clique metálico...

 

 

 

 

 

 



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