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História O recomeço - Capítulo 2


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Capítulo 2 - Trabalhe e esqueça do mundo


Fanfic / Fanfiction O recomeço - Capítulo 2 - Trabalhe e esqueça do mundo

Minha família é um caos

Carol on

"Há uma esperança te esperando na escuridão,você deveria saber que é linda do jeito que é, e que você não tem que mudar nada, o mundo poderia mudar de ideia.Não há cicatrizes na sua beleza. Nós somos estrelas e somos lindas"



É bom ter uma fonte de felicidade para as mulheres nesse mundo machista. Algo que faça as mulheres se sentirem existentes e valorizadas.
Alguns dizem que eu sou feminista, outros que eu sou afrontosa. A verdade é que todos estão certos. Tirei isso da minha mãe, que para ser sincera, não tem uma relação muito boa com meu pai, mesmo ela sendo casada com ele, mas ela sempre me encheu de atenção e carinho, às vezes ela só tem a mania de tomar decisões por mim achando que vai me fazer bem, porém acaba piorando.

Eu venho de uma família, que podemos dizer assim, tem muito dinheiro, mas todo esse dinheiro foi conquistado através do trabalho e então desde pequena me ensinam que o trabalho e a base para a felicidade, e dinheiro, e que qualquer relação pessoal só atrapalharia. Talvez seja por isso que eu seja tão fechada.

Meu pai sempre disse que estudar é ponto principal pra obter dinheiro, e que foi assim como ele e a irmã conseguiram a riqueza. Eu sempre obedeci, e foquei nos estudos, mas a minha prima é outra história, Luísa tá mais pra uma menina carente, que se faz de mimada pra ter atenção dos pais, eu amo estar com ela, somos como irmãs, e nos damos muito bem, sempre cuidando uma da outra. Ela meio que me completa, já que somos filhas únicas.

Sinto muita falta dela, espero que nesse são João eu possa visitar a família e ela na festa que meu vô sempre faz.

Minha prima é coreana, já eu sou canadense. Segundo minha mãe, eu nasci em uma viagem de negócios da família em Canadá, quando o casamento dos meus pais ainda era o mais importante. Meu pai sempre foi meio ausente, por causa do trabalho e a minha mãe me criou sozinha. Ela achou que fosse melhor eu passar meus primeiros sete anos em Canadá para eu me familiarizar com o país, e ela descansar um pouco. Meu pai então foi resolver problemas na Coreia onde meu avô vivia, também onde a megera da minha tia se apaixonou por um japonês que morava ali, e era o dono de uma editora. Nasceu então minha prima que desde cedo foi tratada por eles como responsabilidade. Que para ser sincera, não sei de onde saiu todo esse egoísmo, até porque o meu avô Carlos é a pessoa mais doce que eu conheço.

Meu pai se chama Henrique Andrini de Souza e é dono de uma empresa de roupas e cosméticos,




vive sempre fazendo contratos e sócios em todo lugar, por isso viaja tanto. Minha mãe, Carolina Ramos de Alcântara, daí meu nome Carol, era modelo usando, estreando e representando as roupas que meu pai produzia.



Ele que transformou minha mãe em modelo em virtude do amor que sentiam, eu sei que esse amor ainda está guardado em algum lugar, só precisa sair e dar as caras e essa é a minha meta, fazer meus pais se unirem e demonstrar os sentimentos outra vez.

Eu, Carol Andrini de Alcântara estou fazendo faculdade de medicina, eu acho ela linda, apesar do meu pai não concordar. Ele tem alguma esperança de que eu me torne dona de uma empresa farmacêutica, mas não é isso que eu quero.



Minha prima, minha melhor amiga

Minha prima é uma das únicas pessoas que eu cheguei a ser muito próxima a ponto de contar segredos.



A primeira vez que eu a vi foi em 2005 quando eu tinha 10 anos e ela 4, eu cuidava sempre dela, me sentia responsável por cada coisa que acontecesse com ela, e ainda me sinto.

Quando brincávamos de casinha eu e ela éramos irmãs, e Cíntia a empregada da casa dela era nossa mãe. Luisa ( minha prima) gostava de que Cíntia fosse, porque ela sempre a considerou uma mãe era a única naquela casa que dava atenção, amor e carinho ela.

Nosso primeiro São João aconteceu na Coreia, na fazenda do meu avô em uma festa que ele fez. Meu avô gosta de fazer festas em feriados com o objetivo de que a família se una pelo menos naquele dia. E pelo mais impossível que pareça, nas festas dele até as pessoas mais odiaveis da família Andriani como a minha tia, compartilham amor, carinho e compreensão.


Lembro que naquele São João eu tinha 13 anos Luísa 7, tinha acabado os cookies então eu e Luísa fomos até o mercado comprar mais. Em Coreia não festejam São João então nossas fantasias eram estranhas para eles.



Depois de comprar os cookies sentamos na praça e começamos a conversar. Meus pais e meu avô ao perceber que sumimos ficaram preocupados nos procurando em todos os lugares da Fazenda, mas não estávamos lá, então eles começaram a procurar pela cidade gritando nosso nome. Quando ouvimos que eles nos chamavam corremos até eles e ganhamos um sermão. Ficamos de castigo por uma semana. Aquele São João foi incrível.



                                             
   















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