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História O recomeço - Capítulo 4


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Capítulo 4 - Um dia no pelourinho


Carol on

Acordo com a desgraça do despertador tocando no meu ouvido e estourando meus tímpanos. Acordei às 9:00, e para ser sincera foi o mais tarde que eu já acordei na vida. Olha para trás e vejo Diego já arrumado. Estava encostado na parede mexendo no celular com uma camisa, calça e boné preto e um tênis branco.



- Já acordou moreninha?

- não, estou dormindo de olhos abertos, então como eu sou sonâmbula estou falando com você também.

- Hmm que interessante, deveriam te estudar kkkkk - disse ele com tom sarcástico e o meio sorriso.

- É claro que eu tô acordada idiota. - Falei jogando uma almofada nele

- Acordou de mal humor né?!

- Talvez

- Bom, já já isso passa. Vai logo se arrumar

- Pra quê?

- Você prometeu que ia se distrair hoje.

- Ata, vou tomar banho então.

Quando saio do banho boto uma roupa confortável.


- Ta pronta?

- Tô
Decimos até a recepção do hotel

- Carro ou moto? - Diego me pergunta.

- Taxi por favor.

- Ok

Enquanto Diego chama o táxi, eu cruzei a rua é fiquei olhando a vista da orla



- É lindo né? - Fala Diego vindo até mim

- É... Pra onde vamos?

- Surpresa kkkk.

- Meu Deus, só acho que me ferrei - Falo

- Pq? Não confia em mim

- É claro que não.

- Fiquei tixte agola🥺 - falou fazendo biquinho

- O táxi chegou.

Diego abre a porta do carro e eu entro, ele entra no carro e passa um papel ao motorista.

- Vamos a esse endereço aqui.

(...)

Um gelo no carro, silêncio constrangedor.

- Sua mãe é baiana né? - Pergunta diego

- Sim, como você sabe?

- Tenho um site pessoal de informações chamado Instagram. - ele ri

- certo - falo, e ele chega para perto de mim.

Do nada o carro pula, e acabamos chegando perto demais, quase dando um beijo, mas o motorista interrompe pedindo desculpa.

- Tá tudo bem - Responde Diego saindo de cima de mim, me olhando fixamente até que ele desvia o olhar para janela.

- Chegamos! - diz ele, contente.

- Mas esse não é o tal Pelourinho?

- Você já veio aqui antes?

- Não, a minha mãe sempre me falou sobre ele. Eu tinha muita curiosidades sobre tudo, então ela me ensinou a sambar dizendo que um dia a gente viria aqui e era para eu dançar com ela.

- Então agora você vai poder mostrar os seus dotes culturais kkk.

- É kkk.

Diego on

Entramos no Elevador Lacerda, paguei os ingressos e Subimos, e íamos subindo, subindo, subindo e Carol já estava tão animada ao ponto de estar nervosa. Quando o elevador abriu eu vi o brilho nos olhos dela. Começou a olhar toda sua volta me mostrando coisas que obviamente eu já tinha visto antes, se admirava com tudo que via. Naquele dia eu me senti feliz por ver ela feliz. Passamos por muitos lugares, até que chegamos numa feirinha de artesanato.

- Diego, eu vou ali tá?

- Ok, só não some! - falo e vou até uma barraquinha de pulseiras e colares.

Havia muitos colares e pulseiras lindos só tinha que achar um que fosse a cara da Carol. Encontrei um de girassol, e esse eu comprei.



Quando olho para trás procurando a moreninha, vejo que ela tava junto de uma banda, sambando. Ela apareceu uma deusa, e estava se divertindo então eu caminho até lá, admirando ela. Ela se virou e sorriu para mim, me puxou para dançar botando as minhas mãos na cintura dela e começou a sambar.





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