História O recomeço em New York - Capítulo 3


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Heterossexualismo, Homossexualismo, New York, Romance, Saga, Viagem
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), FemmeSlash, Romance e Novela, Saga, Shonen-Ai, Shoujo-Ai, Slash, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Novo capítuloooo, boa leitura bbs S2
Leiam as notas finais rs

Capítulo 3 - O Elevador


Semanas se passaram e eu organizei minha casa do jeito que eu quis. Todos os móveis já haviam chegado e as minuciosas decorações também. Continuei saindo com Gustavo e acabamos virando melhores amigos. Conhecemos alguns pontos turísticos juntos, já que ele veio morar aqui a pouco tempo também. Ele é uma pessoa maravilhosa, um amigo de ouro.

Domingo, New York, 12:30

Despertei com o meu celular fremindo sob meu travesseiro. O deixei por um tempo para ver se iria continuar e sim, continuou. Decidi finalmente responder as mensagens que me atormentavam logo durante a manhã. Era o Gus pedindo para vir na minha casa mais tarde com a justificativa “estou morrendo de saudade de você” sendo que me viu ontem, mas acabei assentindo.

Como acebei perdendo o sono, fui para a sala em busca de ver qualquer programa que estivesse passando na TV. Após fazer minhas necessidades matinais, me observei no espelho do banheiro. Estava com um coque desajeitado, um cropped vinho, um short jeans e o colar que o Gus me presenteou semana passada. Certamente ele gostaria de me ver usando.

Voltei para a sala me assentei no sofá para maratonar alguma série até que ele chegasse. De repente ouço uma gritaria e me ergo para ver. Vou até a porta em passos largos, curiosa. Abro a porta e vejo que é a minha vizinha do apartamento do lado brigando com um garoto que pelo que eu entendi, é seu irmão. Ele é alto, seus cabelos num tom castanho estão bagunçados, seus olhos são esverdeados e estava usando apenas uma calça de moletom cinza, deixando à mostra seu peitoral esculpido.

— Me deixe voltar, essa casa é tão sua quanto minha! — ele grita, muito alterado.

— Não, maninho. — ela ironiza — Você precisa aprender a resolver seus problemas, SOZINHO!

— Vai se foder! — ele grita e vira as costas.

— Ui, tá revoltado é? — ela zomba — BABACA! — grita, e logo depois entra batendo a porta com uma força desnecessária enquanto ele vai embora arfando.

Meu celular começa a tocar, me fazendo deixar a porta e entrar para procurá-lo. Ele estava sobre o criado-mudo do meu quarto desde que acordei e não estava mais tocando quando finalmente o encontrei. Era o Gus que tinha me telefonado, como já cogitava. Ele disse que já estava chegando e eu apenas assenti. Após responder as mensagens dele, voltei a ver meu filme.

Minutos depois a campainha tocou e eu levantei para entendê-la, deixando a pipoca e meu telefone de lado. Deparei-me com a imagem de Gus, que estava vestido com uma blusa branca de manga comprida, calça jeans, um boné virado para trás que cobria seu cabelo bagunçado, um tênis e o cordão que eu comprei para ele semana passada. Ele segurava uma sacola de plástico em sua mão esquerda, enquanto a direita se abria para um abraço.

— Cheguei! — ele sacou uma caixa de bombons de dentro da sacola. — Vai ficar me encarando ou vai me dar um abraço? — diz enquanto me olha com cara de cachorro pidão.

— Entra logo. — digo ríspida.

— Nossa, que meiga. — reviro os olhos enquanto ele se aproxima para me abraçar e eu retribuo, adentrando minha casa.

— Atrapalhou meu filme. — afirmo.

— Não me importo. — ele diz, se sentando no sofá com um sorriso vitorioso no rosto, enquanto abria a caixa de bombons.

— Idiota. — me sento ao seu lado, o abraçando enquanto comemos os bombons.

Permanecemos a tarde inteira juntos, vendo filmes, comendo e conversando.

— Vamos, se arrume. — ordena enquanto levanta em direção à porta.

— Por que eu me arrumaria? — digo firme.

— Por que quero te levar à um lugar... — me fitava, pensando no que falar — SURPRESA!

— Eu odeio surpresas. — afirmo ríspida.

— Dessa você vai gostar. Te espero no Parque, às 9. — me deu um beijo úmido na testa e saiu sem dar explicações. Permaneço estática no mesmo lugar, como se estivesse plantada no chão. “O que ele deve estar aprontando?”

[...]

Saio do banheiro enrolada na toalha, e visto a roupa que já havia separado encima da cama. Uma blusa preta e uma saia xadrez, meias pretas longas e um sapato de mesma cor. Assento-me no banquinho da penteadeira. Meu cabelo estava molhado por ter acabado de sair do banho, então resolvo deixa-lo solto e fazer uma maquiagem leve mesmo. Estava ansiosa para a surpresa que ele iria me fazer, mesmo odiando surpresas.

Saio do quarto e vou em direção à sala para guardar meu celular na pequena bolsa preta de alça que levaria para o Parque. Noto que estou meia hora adiantada e, conhecendo o Gustavo, sabia que ele iria chegar exatamente no horário marcado. Sento no sofá e ligo a televisão, que ainda estava na Netflix.

Minutos se passam, estava inquieta. Me levanto, apanho a bolsa ao meu lado e me dirijo até a porta, saindo do apartamento atormentada pela ansiedade. Tranco a mesma e caminho até o elevador, pressionando o botão. As portas se distanciaram e dei de cara com o irmão da minha vizinha que estava aqui mais cedo. Ele trajava uma camiseta de manga longa num tom cinza, quase preto, uma calça um pouco mais escura e um sapato marrom. Usava uma toca preta que juntamente com seus olhos verdes, contrastava seu rosto.

— Boa Noite. — digo enquanto adentro o elevador.

— Boa Noite. — ele responde me fitando e na mesma hora sinto meu sangue correr e minha bochecha corar. “Droga!”

Ele ri, o que me deixa ainda mais envergonhada e, provavelmente, parecendo um tomate.

Eu pressiono o botão para o térreo mesmo não precisando, já que o destino dele será o mesmo.

O silêncio fica constrangedor e por algum motivo, eu tomo coragem para começar um assunto qualquer.

— E aí, o que faz aqui? — pergunto com dificuldade, já que estou morrendo de vergonha.

— Estou indo para o térreo. — responde com um sorrisinho brincalhão no rosto.

Abaixo minha cabeça com vergonha por ter tomado coragem de puxar assunto e ele ter dado um fim sem mesmo durar alguns minutos. Ele percebe meu desconforto e por algum motivo, cora também.

— Está demorando para descer, né? — ele ainda está corado. Bagunça o cabelo de uma forma extremamente fofa, enquanto fita o chão, esperando minha resposta.

— É-é. — gaguejo.

O silêncio volta a tomar conta do ambiente, o que me deixa apavorada. Não estava entendendo o que estava acontecendo. “Estou nervosa por conversar com um garoto desconhecido, é sério? O que está acontecendo com você, Samantha?”

Abandono meu transe quando ele se pronuncia, mas eu não entendo.

— O que? Me desculpa, eu não ouvi... — mordo meu lábio inferior o fitando e acabo o fazendo corar novamente.

— Sem problemas, eu... — ele é interrompido por um estrondo. De repente a luz do elevador apaga, me impossibilitando de enxergá-lo.

— Merda! — gritamos em uníssono, e rimos envergonhados logo em seguida.


Notas Finais


O que vcs acham desse elevador? *carinha safada*
Pessoal, eu peço para q vcs mostrem para outras pessoas se gostarem, somente para ajudar a fanfic, mas desde já, afirmo que ela vai continuar S2


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