História O Reencontro - Capítulo 4


Escrita por: e SrBorges

Postado
Categorias Orgulho e Paixão
Personagens Afrânio Cavalcante, Aurélio Cavalcante, Camilo Sampaio Bittencourt, Ema Cavalcante, Ernesto Pricelli, Jane Benedito, Julieta Sampaio Bittencourt "Rainha do Café"
Tags Aurélio Cavalcante, Aurieta, Julieta Bittencourt, Orgulho, Paixão
Visualizações 101
Palavras 3.530
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Poesias, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi camaradas😁 voltamos com mais um cap🌈

Esse cap é especial ta galeraux.


Desculpem qualquer erro que venha ater na escrita...

Capítulo 4 - Cap 4


Fanfic / Fanfiction O Reencontro - Capítulo 4 - Cap 4

Nove meses...nove meses foram o que se passaram, a vida de julieta continuava o inferno de sempre, os abusos ficaram cada vez mais intensos, Osório nesse tempos mesmo estando tão debilitada pela gravidez não deixava julieta em paz.

Parecia que o odio do homem crescia com a barriga de julieta, não foi difícil saber que eram gêmeos, a barriga de julieta estava grande de mais, saber que seria dois bebês deixou Osório ainda mais transtornado, os dias estavam mais difíceis de serem suportados, a falta de Aurélio a estava matando pouco a pouco, mas pelos filhos suportaria, por eles e por mais ninguém.

Estava perto de ter os bebês, não demoraria muito visto que o mês ja era o previsto para o Nascimento das crianças, por incrível que pareça Osório se manteve longe de julieta nesse último mês, só fisicamente pois o homem se mantia ao seu lado em todos os momentos, ameaças ao seu corpo não eram tão contantes como as que eram dirigida aos seus filhos, a pressão psicológica que era imposta a ela ficaram cada dia mais intensas, mas graves...

O homem queixava sempre que a via falando que achava aquilo um tremendo desrespeito pois não poderia toca-la, toma-la depois do nascimento das crianças por conta da pausa pós parto...o que deixou julieta calma.

Em São Paulo josephine sentia contrações fortes...e para o desespero de Aurélio eles estavam só em casa, josephine sentiu fortes dores enquanto se banhava, ao ouvir um forte grito da mulher Aurélio partiu para socorre-la e ao chegar la a mulher estava quase desfalecendo com dor.

- josephine o que aconteceu?.- josephine apenas gritou mais alto segurando barriga.

- Aurélio eu acho que chegou a hora.-- a loira falou com dificuldade, mesmo com dor tinha um sorriso no rosto.

- ai meu deus josephine.

- Aurélio.

- vai nascer?.

- sim....Aurélio.

- e agora? Estamos só.

- Aurélio ME AJUDE.

A mulher passou a ficar nervosa com o nervosismo do homem, e ao se da conta de seu estado de nervos o homem pegou josephine no colo levando-a até a cama onde a mesma dormia.

- Aurélio eu to com medo.- a mulher confessou.

- calma josephine, vamos lutar juntos, vou ligar para ambulância.- Aurélio segurou nas mãos da mulher que as apertou firme.

Um grito ecoou por todo o quarto e Aurélio se desesperou ainda mais, então Aurélio lembrou sobre algo, viver no vale teve seus lados bons afinal todas as mulheres falavam de partos.

-Não vai dá tempo Aurelio, eu estou sentido muita dor.-josephine já estava sentindo o bebê.

- vamos fazer isso juntos.- Aurélio falou dando um beijo na testa da amiga, Aurélio seguiu para o armário pegando todas as toalhas que conseguisse ver levando-as até a cama.

No vale julieta pensava em Aurélio enquanto alisava sem perceber sua barriga, julieta notara o quanto os filhos ja não estavam quietos nesses dias, as crianças estavam com muita energia, ao senti um forte chute julieta se encolhe na janela de seu quarto.

- vocês estão machucando a mamãe meus amores.- julieta disse alisando com serenidade a barriga por cima do pano fino do abitual vestido.

Se aprumando na cadeira julieta continuou com as caricias na sua barriga era como se pudesse ver seus filhos prestarem atenção em cada palavra que a mesma proferia.

- vocês não imaginam como eu queria ter vocês aqui, em meus braços, queria ver o rosto de vocês, morro de imaginar com quem vocês vão parecer, se comigo ou com o pai de vocês, Aurélio...meu amor....

Na capital Aurélio se limitava a incentiva josephine a fazer força, a cabeça da criança ja podia ser vista, Aurélio ficava cada vez mais nervoso, uma certeza tinha, se essa criança não nasce logo o mesmo vai ter um ataque do coração.

- mais força josephine.- a mulher fez mais algumas caretas recorrentes aos fortes gritos incentivando a força ate que um choro fino toma conta de todo o local, josephine mesmo com tanta dor consegue abrir um enorme sorriso.

- é uma menina josephine, uma linda menina.- Aurélio disse encantando com o tamanho de gente que estava em seus braços.

- deixe eu a ver, por favor.- josephine estendeu os braços para Aurélio que sentando-se ao seu lado entregou a bebê a mulher que parecia tenta entender como um ser tão doce e inocente saiu de si.

- meu deus Aurelio, olhe.- a mulher falou espantada.- ela tem olhos azuis, olhe como os meus.

Aurélio sorri encantado com a cena, lembra perfeitamente o dia de seu casamento com a mulher, a promessa que fez de criar o filho que agora sabe que é filha de Josephine como se fosse sua, e na verdade ela era, pos pai e quem cria nao quem faz.

Flashback on

- não sabe o quanto qye essa atitude significa para mim Aurélio.- josephine falou.

A mulher estava linda, seu cabelo preso em um penteado alto, seu vestido branco sereia deixava suas curvas, que por conta da gravides estavam ainda mais marcantes, em pura evidência, sua maquiagem clara porem marcante deixava seu olhar ainda mais belo.

- não é nenhum sacrifício casar com alguém tão especial como voce.- a mulher abraçou Aurélio.

- os pombinhos podem espera ate a noite, certo? Temos o dia de festa hoje.- a mãe de Josephine falou entrando no escritório pegando o mais novo casal da sociedade abraçados.

Flashback off

- ela é tão bela quanto você.- Aurélio alisa os cabelos bagunçado de Josephine.

- minha nossa senhora...- maria a empregada da casa fica espantada com os panos melados de sangue, olhando tudo em volta a senhora percebe o pequeno ser nos braços de Josephine.

- olhe Maria, a nossa menina.- josephine não sabia se ria ou se chorava tamanha sua emoção.

- ela é linda senhora, acho melhor limpamos-na.- a mulher disse tocando com delicadeza o rosto da pequena.

- sim, faça isso, eu cuidarei de Josephine.-Aurélio disse.-, mas traga-na de volta assim que estiver limpa.

Assim foi feito, a menina ainda sem nome foi limpada com os devidos cuidados e levada novemente aos braços da mãe que já sentia saudades do corpo morno da pequena, quando chegou lá, a cama ja não tinha sangue, josephine estava deitada com outra roupa, sua testa ja não tinha mais suor.

- aqui está.- maria entregou a pequena nos braços de Josephine que deu um beijo cálido no topo da cabeça da mesma.- precisa amamenta-la dona josephine.

- como?.- ta, ninguem havia falado sobre aquilo pra ela.

- irei ajuda-la....

Na fazenda as duas semanas seguintes foram seguidas de fortes contrações de julieta, a bolsa ainda não havia rompido...ou seja.... eles não poderiam fazer muita coisa para aliviar o sofrimento da mesma.

Era noite quando mais uma vez julieta caminhava eufórica movida pela dor por todo seu quarto, o doutor jonas lhe indicou movimentar-se quando as dores começassem assim sua bolsa estouraria mais rápido. Assim que as dores passaram julieta se pois novamente na cama, se entregando ao sono.

De manhã algo molhado incomodava julieta, logo suas dores voltaram, mais dessa vez era mil vezes mais fortes e precisas, gritos e mais gritos precisaram ser soltado ate que alguma alma viva aparecesse para presta cuidados a senhora Bitencourt.

Julieta deu um pouco de atenção ao líquido na cama e ali ela notou, finalmente o dia chegou, o dia de seu parto, o dia de conhecer seus filhos, Osório foi chamado e como mais uma de seus prazeres em meio a dor que julieta sentiu deixou por longas horas a mulher aos gritos...

Vendo que a mesma não aguentaria mais Osório viu que a unica opção era chamar o doutor jonas e foi oque fez, mandou que o trouxessem o mais rapido possivel.

Quando jonas finalmente entrou no quarto onde a mulher mergulhada em uma dor sem fim gritava, viu que era mais grave do que lhe informará.

-Haaaaaa....tá doendo!- Julieta, gritava vermelha, o doutor se aproximou tocando em sua testa percebendo que a mulher estava quente, normal pelo momento de dor...o corpo frágil da mulher estava suando, uma das empregadas vazia uma compressa em julieta tentando aplacar a quentura da pele da mulher.

- calma dona julieta, estas com pouca dilatação, mas pense que em breve tera seus bebês em seus braços .- Jonas falava acalmando Julieta.

- Doutor Jonas se for preciso escolher entre e ou meus bebês, priorize-os! Quero que os salve!- Julieta falava e chorava, nao sabe se pela emoção ou pela dor.

-Fique calma Julieta, nada irá lhe acontece, eu garanto! sua dilatação está normal, suas contrações estão no tempo certo vou ajeitar tudo e podemos em fim traze-los ao mundo.- Jonas sair deixando julieta a sós com Mercedes em seu quarto...

Jonas vai ate a sala encontrando alguns empregados ansiando por notícias da patroa que mesmo não mantendo um contato direto com os homens e admirada pela força, jonas ver uma das empregas principais e pede a mulher uma bacia com água e algumas toalhas.

Em São paulo Josephine e Aurélio estavam cada vez mais encantados com a mais nova pequena mebro da familia Cavalcante, Aurélio ainda tentava entender o nome ja que não via nenhum significado nele.

- mas porque jane, josephine.- o homem falou observando josephine amamentar a menina.

- 1-porque é bonito, 2- porque eu quero, e 3- e tão lindo quanto minha filha.- josephine disse como se fosse óbvio.

- e porque não poderia ser carmem?.- Aurélio pegou o primeiro nome que veio a sua cabeça e jogou com a pergunta.

Olhando a expressão de desgosto na face de Josephine Aurélio teve que segura o riso, carmem foi uma pessima escolha.

- você definitivamente não tem bom gosto para nomes, meu deus Aurelio, carmem?.- a mulher soltou um rizinho.

- é um belo nome.- Aurélio continuo rindo.

- horroroso Aurélio.-josephine disse logo após uma longa gargalhada.

Na fazenda de julieta suas contrações estava mais fortes, julieta ja não aguentava tantas dores, jonas estava demorando mais do que o previsto.

- Mercedes, venha aqui.-julieta chamou a mulher que passou a confia mais que em si mesma, era a unica que se atrevia a alimenta-la quando Osório dizia para deixa-la em jejum, a unica que a ajudou com az roupas para os seus bebês, se fosse por Osório as crianças ficariam nus...

- precisa de algo?.- Mercedes estava claramente preocupada, uma preocupação verdadeira, para Mercedes julieta era difetente de Osório, era educada, boa e gentil com os empregados, já o homem era agressivo.

-Mercedes quero que preste atenção! sei que você sabe que estás crianças não são de Osório, sei porque eu mesma lhe contei- percebi que ela ficou meio sem jeito, Mercedes nunca gostou de julieta se abrir tanto com ela, tinha medo de Osório a obrigar a falar tudo oque lhe foi confidenciado.

- sim senhora.

-Mercedes por favor eu preciso de você! se caso aconteça algo comigo, meus filhos não pode ficar com Osório, preciso que você tente leva-los para o pai verdadeiro, Aurélio nunca os faria mal, nem os regeitaria, Aurélio cavalcente e o seu nome, por Deus eu peço que ajude-os, meus bebês não podem ficar nas garras de Osório caso eu não esteja aqui para protege-los.- Julieta chorava desesperada com a ideia de seus filhos a sós com Osório.- me prometa Mercedes.

- Calma dona Julieta, a senhora ficar bem e se caso algo lhe acontece eu não deixarei Osório, chegar perto de seus bebês!- a empregada assegura a julieta.

Em São paulo Aurélio admirava a filha que dormia serenamente ao lado da mãe, o parto de josephine nao doi dificil mais foi cansativo, a mulher era forte, e a cada dia ganhava ainda mais a admiração de Aurélio.

Estava difícil viver sem seu amor, julieta, mas sua pequena jane lhe dava forças para continuar a luta interna de todos os dias, a esperança de um dia reencontra-la permanência em seu peito, seu coração gritava, queria vê-la, abraça-la, beija-la, acariar o rosto, braços e corpo de julieta, sentia falta do seu perfume doce, do seu cabelo bagunçado logo após um mergulho em seu lugar favorito em todo o vale, a cachoeira.

- no que tanto pensa?.- josephine perguntou já sabendo a resposta, sem duvida era aque mais torcia pelo reencontro do amigo com seu grande amor.

- Em meu pai, a tempos não o vejo.- mentiu Aurélio dando-se conta que realmente seu pai a muitos não ia até ele.

- ele ficou de passar aqui amanhã lembra? Para conhecer jane.-josephine disse.

- sim, mas tenho saudades do meu velho, ele está me abandonando.- Aurélio falou a frase sendo acompanhada por um sorriso contido para nao acorda jane que dormia pesadamente.

- posso pedi algo?.- josehine perguntou insegura, após ver Aurélio concorda ela continuou.-pode me abraçar?....

Jonas voltou ao quarto de julieta encontrando a mulher fazendo força, Mercedes entre sua perna já se encontrava nervosa.

- a cabeça do bebê, tô vendo, MEU DEUS DO CÉU.- julieta gritava, e a empregara estava quase tendo um troço, ( eu mereço ) pensou jonas olhando para mercedes.

- calma senhora.- jonas se referiu a mercedes que parecia mais nevorsa que julieta.- licença.

O homem pediu em silêncio para que Mercedes seder o lugar que estava para facilitar seu trabalho.

- calma dona julieta.- o homem abriu um pouco mais as pernas de julieta vendo com mais clareza que realmente a cabeça de um dos bebês estava de fora.

No andar de baixo Osório acaba de sair do escritorio, o homem estava tranquilo o que não supreendeu a ninguem que esperava com ansiedade notícias da senhora Bitencourt.

- Haaaa..- um grito de dor de julieta estronda por toda a casa e em seguida o choro alto de um bebê, o seu bebê.

- é um lindo menino dona julieta.- jonas fala levando a criança até os braços da mãe e voltando a sua posição anterior.

- meu bebê.- julieta fica besta com os traços da criança, o menino abre os olhos rapido e julieta pode notar algo, os olhos, oceanos como o do seu amado, boba julieta beija a testa de seu primogênito sem se importa com o sangue que o envolvia.

- vamos lá dona Julieta, o outro bebê também quer conhecer a mãe bela que tem.- mercedes toma em seus braços a criança que ja não chorava, apenas balbuciava suspiros, talves pela falta do corpo quente da mãe em contato com a sua pele.

Em São Paulo, um aperto no coração de Aurélio o deixara aflito, algo o dizia que julieta precisava de si, que precisava da sua mão segurando a dela, que precisava da sua força para ser forte.

- há meu amor, há minha julieta.- o homem fala sem perceber.

- há Aurélio, como preciso de você.- julieta dizia ao mesmo tempo, como se tivessem ligados mesmo estando longes um do outro, o amor que ambos sentia era a conexão deles.

Outro choro ecoa pelo quarto, dessa vez de uma linda menina, dos olhos castanhos como os de julieta, labios rosados não só pelo sangue mas por natureza.

-É uma menina dona Julieta.- Jonas coloca o bebê nos braços cansados de julieta, que com a mão mesmo limpa algumas gotas de sangue que insistia em ganhar o rosto de anjo da sua filha

- Mercedes preciso que limpe as crianças, elas não podem ficar com esse sangue todo por tanto tempo.- a empregara pega um de cada vez....

Mercedes os leva para um banho enquanto, Jonas faz todo o processo do pós parto com Julieta, para que enfim a mulher possa descansar e aproveitar da companhia dos filhos, frutos do seu amor com Aurélio...

Mercedes ajuda a Julieta, com um banho e coloca os bebês em seu colo, Ema chorar sem para já Camilo está sereno, calmo, sem duvida personalidades diferentes.

-Dona julieta, eles devem esta com fome- Mercedes fala, dando todo o auxílio que julieta precisa, ja que nesses assuntos e novata.

-bom a senhora teve um bom parto, seu filhos nasceram saudável e muito bonitos meus parabéns, eu recomendo que a senhora tenha um resguardo calmo aqui está uma lista de alimentos que lhe dará leite afinal são dois bebês, agora já vou indo qualquer coisa é só chama- Jonas se despede de Julieta, após ela o agradecer de todos os modos possiveis, estava feliz por ter seus filhos saudáveis, mas mais que isso estava feliz por esta viva e pode cuida-los como por toda sua gravidez imaginou.

Em São paulo a agonia de Aurélio não passou despercebido por Josephine, que ja estava melhor do parto, estava se recuperando rápido, já caminhava com segurança e sozinha, se movimentava sem senti fortes dores.

- aconteceu algo Aurélio?.- josephine se aproximou tocando os braços do amigo.

- não sei, estou com um aperto tão grande em meu peito.- o homem disse tocando na mão da amiga.

- fique calmo, não deve ser nada.

-, e se for?.

- saberemos...

No Vale na fazenda onde julieta agora amamentava camilo já que ema finalmente havia dormido, estava Osório no andar de baixo, ele tombou com jonas que deu os parabéns pelos lindos filhos e pela esposa forte que tinha.

Osório ficou supreso quando soube que era um casal, nem para da-lhe, mesmo que bastardos, dois herdeiro julieta servia.

Osório estava um "pouco" bêbado, sua curiosidade lhe traiu e quando viu estava no quarto de julieta, os bebês dormia na cama com a mulher, tinha travesseiros por todos os lados impedindo qualquer possibilidade dos mesmo cairem, julieta dormia serenamente ao lado das crianças. Quando Osório ia saindo do quarto ouviu um longo suspiro seguido por um riso doce, sua atenção voltou para as mãozinhas que brincavam com as pequenas pernas na cama.

- Você é a coisa mas linda que eu já vi na vida bebê.- Osório disse baixo depois de pegar com cuidado a criança que sorriu para o homem, o mesmo estava supreso por ter pego a criança visto que odiava qualquer contato com as mesma.

Ele a olhava doce, os detalhes eram semelhantes aos de julieta, pele clara, os poucos cabelos que tinha eram escuros, os olhos mesmo com a escuridão da noite eram negros, labios rosas, (perfeita). Osório pensou.

Julieta estava dormindo serenamente quando um calafrio passa por todo seu corpo a fazendo se remexer na cama, sentindo-se incomodada ela se senta sente seu corpo se contorce pelo medo dele fazer algum mal a sua menina.

Osório tinha o rosto muito proximo ao da sua bebê falava algo em sussurro, a menina estava quieta em seu colo.

sem fazer barulho julieta levanta da cama com dificuldade seu parto era recente oque a deixou com dores, estava sem acreditar que ele deve a audácia de encosta em sua filha, oque ele queria com sua menina?.

- Osório.- Julieta diz se fazendo notar acordada.

-Julieta, está bem?.- sua pergunta foi forçada dava para perceber pelo seu tom de voz.

-Estou sim! o que você está fazendo?- ela estava aterrorizada, dês do o nascimento dos gêmeos não tinha visto Osório e dava graças a Deus, por isto, e do nada ele aparece segurando em seus braços asqueroso sua filha?.

-eu vim olha os bebês, então você estava dormindo e essa coisinha linda estava acordada com uma carinha de choro, mas agora ela já está bem né minha princesa- Osório, deu um beijo no rostinho de Ema, deixando julieta nervosa, aquela não era a reação que ela esperava ter dele.

-Tudo bem Osório, me der ela aqui- julieta estica os braços para pegar a menina, mas Osório não entrega a pequena.

-Não!- Osório realmente tinha criado afeto por aquela criança, na hora que viu aqueles grandes olhos castanhos com tons em verde me deu uma vontade lhe cuida dela, ama-la era oque mais desejava no momento.

- Osório, me devolva minha filha agora- julieta já estava dando nos nervos com aquela situação, era aterrorizante o fato dele pode fazer algo com seu bebê a qualquer momento. Ema começa a chorar....

-Calma bebê, eu acho que ela tá com fome ne?! toma ela da de mamar! não pode deixa ela chorar não julieta, não faz bem pra ela.- julieta se julga louca, ele estava se preocupando? Ela só pode esta louca.

- Eu sei muito bem como cuida da minha filha Osório, se você poder se retirar tenho que alimenta meus filhos.- eu só queria aquele homem longe dos meus filhos, longe de mim.

- tudo bem eu vi que as fraudas estão acabando! vou a cidade e compro mais e também vou comprar pomadas e loções para nossa bebê.

-Não precisa eu mesma mando Mercedes, agora por favor vai eles precisam se alimentar- Julieta abriu a porta.

- eu vou mas volto! tchau princesa papai, volta logo- sair dando um beijo na cabeça da pequena fazendo julieta estremesser.


Notas Finais


Amados? Juju e josephine tendo neném, devo falar que eu simplismente amo elas?.

Cara so pra dizer que estamos quase shipando Aurélio e josephine kkkk e muito love, nos próximos caps cs vão entender, mas foca em aurieta que é sucesso!.

COMENTEM OQUE ESTÃO ACHANDO🤗


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