História O Rei dos Condenados - Capítulo 5


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Categorias Supernatural
Personagens Castiel, Crowley, Dean Winchester, Lúcifer, Personagens Originais, Sam Winchester
Tags Anjos, Castiel, Crowley, Dean Winchester, Demônio, Marca De Caim, Sam Winchester, Sexo, Supernatural, Suspense
Visualizações 38
Palavras 1.357
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oiii pessoas maravilhosas do meu core! Como foi o final de semana de vocês? Foi bem? Espero que sim! Mais um capítulo saindo quentinho do forno aqui ( ehhhhhh!) Vou tentar postar com mais frequência, porque eu quero terminar a fic um pouco mais cedo do que eu esperava, pois o meu curso vai começar no meio do mês que vem e eu não quero ficar sem postar, quero deixar tudo certinho sem ter que abandonar o " meu precioso" kkkkk Sério não quero deixar ninguém na mão e também não gosto de deixar projetos, como esse, inacabados. Espero que vocês gostem desse capítulo e o próximo terá muita ação! Bjus e boa leitura.

Capítulo 5 - The Case


Castiel segurava o volante com força, à tensão formou um casulo envolto do seu corpo e sua mente, dirigindo em uma velocidade relativamente razoável ao norte do Kansas, ele tentava distrair sua mente focando toda a sua atenção para a estrada. Sam tentava descobrir mais sobre o tal caso que ele havia lhe falado, ao que parecia, duas mulheres haviam sido brutalmente assassinadas em um motel de estrada. Sam fechou o notebook.

– Eu não entendo, qual é a ligação com Dean? – Sam pergunta intrigado.

Castiel tira uma de suas mãos do volante e pega, em uma dos bolsos do seu sobretudo, uma fotografia e entrega para Sam. Ele pegou a foto e o analisou, era uma multa de velocidade, mostrava a traseira do impala. Sam engoliu em seco.

– Essa imagem foi tirada de um radar a 1 km de distância do motel, trinta minutos depois encontraram os corpos. – Castiel explica para Sam.

– E você acha que o Dean fez isso? – Sam pergunta indignado. Castiel suspira e encara a estrada.

– Não sei Sam, mas o impala é definitivamente do Dean.

Sam encostou sua cabeça no vidro da janela, sua cabeça estava pesada, eram tantas coisas a serem medidas. Dean poderia estar vivo, mas ele não cometeria um crime tão bárbaro como aquele. Ou cometeria?

Ao chegarem ao motel, Cass estacionou o carro e os dois saíram, havia muitos carros da policia local e do IML, Sam arrumou o seu terno e seguiram até um grupo de policiais que barravam a passagem das pessoas. Sam e Castiel foram até o xerife local que conversava com algumas pessoas do quarto ao lado.

– Agentes Stark e Rogers. – eles levantaram os distintivos falsos do FBI na altura do rosto do Xerife. O policial franziu a testa curioso.

– Não sabia que agentes federais gastavam seu precioso tempo com casos assim? – o Xerife arrumou seu chapéu e segurou o seu cinto. Sam deu um meio sorriso falso.

– Pois é... Com as características dadas na cena do crime, pode ser que estejamos lidando com um maníaco serial muito conhecido por nós no departamento. – Sam tentou dar uma desculpa esfarrapada.

O xerife chega mais perto dos dois.

–Com que tipo de maníaco estamos lidando? – o homem pergunta intrigado.

– Nada que seja do interesse do seu departamento. – Castiel diz irritado. Sam encara Cass e o reprende com o olhar.

– O que você disse? – o homem enruga a testa e serra o maxilar enquanto se aproxima um pouco mais de Castiel.

– Nada... Desculpe-me pelo comportamento do meu parceiro. – Sam se manifesta e chama o xerife para um canto, o homem acompanha Sam um pouco desconfiado. – Ele teve um dia bem difícil... Está passando por um divórcio terrível.

– Sei bem como é... A desgraçada da minha ex-mulher fez a minha vida virar um belo de um inferno. Podem passar. – Sam agradece e empurra Castiel para dentro do quarto.

– O que foi aquilo? – Sam sussurra para Castiel.

– Nós não podemos perder tempo, a cada segundo que passa o impala pode estar cada vez mais longe de nós. – Sam passa as mãos nos cabelos e assente virando-se para a “bagunça” que o assassino havia deixado no quarto.

O cheiro metálico invadiu as narinas de Sam, perto da porta uma das garotas estava caída de bruços, suas mãos espalmadas no chão, mas o mais chocante era que sua cabeça estava virada quase totalmente para trás, seus olhos arregalados formando uma máscara  de puro terror. Sam se agachou perto do corpo e com uma luva, começou a procurar alguma pista do que poderia ter acontecido.  Era impossível um ser humano quebrar o pescoço de outra pessoa com tamanha brutalidade, a não ser que fosse um monstro ou até um demônio.

– Foi um demônio. – Castiel diz sem surpresa nenhuma. Sam se levanta e encara o resto do quarto, seus olhos caíram sobre a cama onde outra garota estava. Morena como a outra, bonita, mas sua garganta estava esmagada, como se tivesse explodido, o vermelho do sangue pintava todo o lençol. Sam se aproximou mais um pouco e percebeu que a garganta não foi cortada, mas que tinha recebido um golpe muito forte.

– A pessoa que fez essa bagunça queria ser... – Sam parou e passou seus olhos sobre o local até pararem sobre Castiel.

– Notado. – Castiel completou o pensamento de Sam.

Os dois vasculharam o local e não encontraram nada que pudesse ligar diretamente a Dean. Ambos foram até o bar que ficava atrás do motel, entraram naquela espelunca e se dirigiram diretamente para o balcão onde um homem estava limpando algumas garrafas de bebidas.

– Agentes Stark e Rogers – Sam e Castiel mostraram novamente seus distintivos do FBI. O homem parou colocando a garrafa para o lado suspirou frustrado.

– Olha... Eu já disse tudo que eu sei. – o homem que devia estar na casa de seus vinte e sete anos, parecia muito incomodado com a presença deles.

– Eu não sei se você percebeu, mas não somos da policia local e sim agentes federais e você... – Castiel se aproximou um pouco mais do homem intimidando-o. – Vai me dizer exatamente o que você sabe se não irei pensar que você tem algum envolvimento no que aconteceu lá naquele quarto. – Castiel diz em um tom ameaçador. O homem arregalou os olhos assustado.

– Tudo bem... Tudo bem, eu falo. Vocês não precisam fazer isso... Ok! – ele diz nervoso.

– Já estava bem tarde, não me lembro exatamente que horas eram, mas as duas gostosas chegaram aqui, pareciam que só queriam tomar alguma coisa e sair desse fim de mundo, eram bem bonitas e chamavam a atenção. Logo depois um cara chegou, parecia ter uns trinta e quatro ou trinta e cinco, não sei ao certo, era branco devia ter 1,80, porte atlético, loiro e um ar debochado... – Castiel olhou de esguelha para Sam que serrou o maxilar. Ele estava com medo, pois as características estavam batendo com Dean. – Não é sempre que aparece esse tipo de gente por aqui, normalmente são velhos e bêbados ou velhos bêbados. Assim que ele chegou ás garotas se interessaram por ele. Ele pagou algumas bebidas para as moças e depois perguntou se tinha algum lugar que os três pudessem relaxar. Falei do motel aqui atrás e os três saíram juntos, isso é tudo que eu sei. – Sam pegou no seu bolso esquerdo uma foto recente de Dean.

– Esse é o homem que esteve aqui? – Sam entregou a foto na esperança de não ser Dean. O homem pegou a foto e o analisou.

– Sim, definitivamente é ele. – ele diz convicto.

– Ok, obrigada pela colaboração. – eles saíram do bar e caminharam em direção ao carro.

Castiel foi em direção à porta do motorista, mas Sam parou no meio do caminho. Todas as características batiam, Dean esteve ali, mas por que ele faria algo extremamente cruel assim? Não podia ser o Dean.

–... Só se possuíram o corpo dele. – Sam pensou alto enquanto encara o nada. Castiel vira-se para trás e olha para Sam.

– O que você disse? – ele perguntou.

– Não faz sentindo o Dean fazer aquilo com aquelas mulheres, a não ser que um maldito demônio possuiu o corpo dele. – Castiel franziu a testa confuso.

– Mas você não cremou o corpo dele? – ele pergunta.

Sam passou as mãos nos cabelos suspirando olhando para os lados até seu olhar para sobre Castiel e balança a cabeça para os lados.

– E por que não?! – Castiel pergunta exaltado.

– Eu não sei... Eu acho que estava atordoado demais, simplesmente não consegui e apenas o enterrei. O corpo não estava lá, me desculpa... Com tudo isso acontecendo eu me esqueci de mencionar essa parte. – Sam suspira.

Castiel apoiou seus braços sobre o teto do impala.

– Bom... Você só esqueceu-se de dizer o essencial.

– Por quê?

– Porque se um demônio possuiu o corpo do Dean existe alguém que deve saber muito bem sobre isso. – Cass diz. Sam ficou pensativo por um momento e depois de alguns segundos sentiu a ficha cair.

– Crowley! – ele diz com raiva.

Sam e Castiel entram apressadamente no carro e saem do acostamento cantando os pneus, eles precisavam chegar o mais rápido possível no bunker, precisavam invocar Crowley na esperança do desgraçado, dessa vez, responder ao chamado deles.  


Notas Finais


E então? Gostaram? Comentem! Criticas construtivas são bem vindas aqui hein... Então, espero que tenham gostado e o próximo capítulo vamos para VEGAS BABY!!!
Bjus


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