História O Rei Egoísta - Capítulo 21


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Categorias Yuri!!! on Ice
Personagens Victor Nikiforov, Yuri Katsuki
Tags Absolutismo, Barroco, Guerra, Otayurio, Rococó, Treta, Ua-royalty, Victor Pegador, Victor Rei, Victuuri, Yuuri Irônico, Yuuri Sexy
Visualizações 209
Palavras 2.413
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Fluffy, Lemon, LGBT, Luta, Mistério, Romance e Novela, Seinen, Shonen-Ai, Suspense, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Self Inserction, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


YOOOOOOOOOOOO
Este cap tem muitas surpresas por vir!
Segurem-se bem, porque este cap será uma viagem atribulada!
Aqui nós veremos o que aconteceu no terceiro no na visão do Yuuri e tbm pouco do que aconteceu nos outros dois, do ponto de vista do Yuuri :3
FALTA SÓ MAIS 2 CAPS! FIQUEM ATENTOS!
Agora boa leitura~
(Quero deixar uma aviso: acontece uma quantidade de mortes abundante neste cap, não quero deixar ninguém desconfortável por isso já sabem o que vos espera :V)

Capítulo 21 - A vitória agridoce do Protegido (3 ano)


O som dos seus passos do japonês ecoam pelo palácio luxuoso, a espada manchada de sangue mancha o chão pelo qual ele passa, os corpos sem vida se espalham pelos corredores por onde passou. O seu queixo está erguido e a espada é uma extensão do seu corpo, a confiança transborda do seu corpo e o seu olhar ardente queima.

Homens aparecem no seu caminho e ele os corta, esfaqueei, retira-lhes o seu último suspiro, nunca os deixando dar as suas últimas palavras ao mundo. Era tão simples, o seu corpo é uma máquina, mesmo antes de estes conseguirem pegar as suas armas a espada de Yuuri já os teria ferido fatalmente num corte limpo.

É tão simples.

— Longa vida ao Rei Jean-Jacques Leroy! — Gritou o soldado que corria cegamente para Yuuri. O conselheiro olhou para este sem perder a postura.

Com um movimento rápido da sua espada ele corta a sua mão.

O pedaço do corpo do homem cai ao lado do homem que esperneia de dor aos seus pés. O ser olha com medo, o olhar do belo homem era aterrador e a sua destreza era magnífica e a sua sede por sangue era sufocante. O homem belo era na realidade um monstro sem medo de retirar a vida de alguém.

— Morte ao Rei do Nada. — Proferiu Yuuri friamente, porém as palavras queimavam dentro do homem sem mão.

No momento a seguir este jaz sem vida. Sem olhar para trás, continua o seu caminho até ao Rei.

— Ninguém me vencerá. — Declarou o conselheiro firmemente, pois este era o último passo para o xeque. Sendo assim ele mata todos aqueles com a sua espada dada por um velho conhecido inglês com paixão por pirataria dada quando visitou-o na sua cela.

Os saltos eram algo elegante que Yuuri gosta especialmente de usar, a sua farda da marinha inglesa era sem dúvida do seu gosto e o poder que este fato exercia sobre os outros era encantador, ainda mais quando ele se encontra numa cela onde todos os presentes têm uma sentença de morte.

No entanto, ele só tem uma pessoa em mente.

— Pirata.

— Conselheiro.

Yuuri está na porta da sua cela, o homem belo olha para ele com um interesse malicioso sobre ele, como se a morte não se aproxima-se dele a cada minuto que passava naquela cela.

— Foste apanhado. — Declarou Yuuri olhando calmamente para o pirata analisando o estado deste mesmo.

— E eu sobe que agora está na Rússia. — Comentou em tom de gozo revirando os olhos. — Diz-me, os lençóis do Rei Russo são confortáveis?

— Bastante.

O pirata ri com gosto analisando o conselheiro lambendo os lábios com gosto pela visão deliciosa que Yuuri sempre seria. Ele se pendura na pota da cela enviando o rosto pelas grades aproximando o seu rosto o máximo possível do conselheiro.

— Os saltos fazem as tuas pernas belas. — Sussurrou sedutoramente. — Mais belas do que as de qualquer mulher com qual fudi.

O indicador de Yuuri ergue o rosto do pirata lentamente. — Isso é porque eu não sou qualquer um. — A boca enrola as suas palavras calmamente, quase docemente, mas sem dúvida de forma viciante.

— Oh, eu sei. — Deu-lhe um sorriso de canto. — O que é que tu queres?

O olhar de Yuuri brilhou com maliciosa e queimou como fogo, ele amava aquele olhar, era tão sedutor, tão perigoso. O perigo era a sua maior droga e Yuuri sempre seria aquele lhe a daria com mais gosto.

— O Mundo está no caos. — Afirmou com gosto. — O mundo está a arder e existem dois lados: O meu e o dele. — O seu rosto se aproximou do pirata. — De que lado estás, pirata?

— Conselheiro. — Os seus olhos brilharam com loucura misturada com adrenalina. — Dá-me o meu navio e a minha tripulação e eu cairei do no fim do mundo por ti.

— Pirata louco, a terra é redonda. — O conselheiro riu ligeiramente para a face torcida do pirata. — Inglaterra está do nosso lado, eles fecharam os olhos aos piratas perante esta situação. Portugueses estarão a fazer os vossos navios, os melhores. Basta aguardar pela altura certa. — Virou costas.

— E o que eu ganharei? Eu caírem no fim do mundo por ti, conselheiro, mereço uma recompensa.

Olha por cima do ombro. — Liberdade.

Assim Yuuri vai embora roubando a espada do pirata dos guardas, enquanto o riso louco do pirata ecoa pela prisão.

Os corpos mortos foram aumentando a cada momento a que se aproximava do salão principal onde o Rei Jean-Jacques Leroy certamente estaria sentado confortavelmente como se Yuuri nunca pudesse chegar vivo a ele. Idiota, homem idiota e tolo que não sabe no que se meteu. Uma mera peça que Yuuri teria que derrubar antes de chegar ao verdadeiro Rei do tabuleiro para fazer xeque.

Na porta adornada de ouro estavam dois guardas armados com espadas, ambos se colocam em posição de batalha, olhando cegamente para o japonês, nos seus olhos Yuuri via a morte.

O primeiro guarda o atacou com o objetivo de o matar rapidamente, mas Yuuri se desviou fazendo um corte no braço que segurava a espada dando uma chute no peito do homem o fazendo cair no chão a sangrar, o segundo homem o atacou enquanto pensava Yuuri estava distraído o tentou atacar imprudentemente, isso deu a oportunidade perfeito para o conselheiro o atravessar com a sua espada que foi rapidamente retirada do peito deste para ser espetada no homem caído. A vida fugiu dos seus corpos tal como o sangue rubro.

Yuuri retirou a espada do homem e cortou o ar limpando a sua espada do sangue a mais sujando assim tudo à sua volta e guardou-a, a sua mão retira a arma de fogo presa por debaixo do seu manto e assim abre a porta.

Na sua frente está o Rei Jean-Jacques Leroy, tal como Yuuri pensava. Este olhou para ele com os seus olhos esbugalhados.

— Como é possível?! — Gritou se levantando bruscamente do seu troco. Yuuri bufa com isso, falta de classe. — Retira o teu manto cobarde! Os meus guardas podem ter visto o teu rosto, mas a esta distância é impossível! Deixa de ser cobarde!

Sem medo Yuuri deixa o seu manto cair, revelando as suas roupas deselegantes, mas o seu belo rosto fazendo Jean-Jacques Leroy olhar de outra forma para ele, porém o seu olhar queima e a arma de fogo é apontada firmemente para ele.

— Baixa a arma, rosto bonito. — Afirmou o “Rei” ironicamente. — É um objeto perigoso.

Yuuri ri fazendo um arrepio subir pelo corpo de Jean-Jacques Leroy. — Um bastardo, filho de uma prostituta e um escravo. Jean-Jacques Leroy foi um pobre ladrão nas ruas, desejando por poder, tentou estudar com o que tinha, porém era pouco. Todos diziam que ele era louco, no entanto quando ele apareceu com um plano brilhante e uma pessoa inteligente ao seu lado com jeito com as palavras, já não eras mais um louco. — O “Rei” recuou alguns passos tremendo com as palavras de Yuuri pelo seu passado escondido. — Um símbolo de liberdade. O símbolo daquilo mais desejado por todos!

— Nós seremos livres! — Gritou ele.

— Talvez um dia. — Concordou Yuuri dando um sorriso secreto. — Mas não hoje, ou neste século.

Jean-Jacques Leroy morreu caindo sobre o seu trono com uma bala no seu crânio, os seus olhos estão abertos e a cabeça jogada para trás, como se tivesse a olhar para o céu. Deu vontade de rir ao conselheiro, parecia que este orava a alguém, no entanto Yuuri já sabia há muito tempo que não existia ninguém lá.

Alguém começa a bater palmas saindo das sombras de um dos cantos do salão, os seus cabelos longos estavam presos casualmente mas sem perder a graça, o sorriso estava presente na sua face, mas era tão falso tal como tinha estado da última vez que o tinha visto quando o Imperador Chines o tinha dispensado para ele mesmo ser o seu novo conselheiro.

Olha-lo lembra-o o Imperador Chines.

O seu mandarim estava enferrujado, porém ainda era o suficiente para conseguir manter conversas confortavelmente, os caminhos pelo palácio do Imperador eram os mesmos, as faces eram igualmente iguais, todos pareciam o reconhecer e isso era sem dúvida gratificante para o seu ego.

Ao entrar na sala do Imperador este esperava ansiosamente por ele, sempre mantendo aquela postura imponente. O Imperador Chines era tudo aquilo que ele tentava transmitir ao seu pequeno Yura, beleza e inteligência. Era encantador.

— Imperador.

— Conselheiro.

Ambos se cumprimentaram enquanto Yuuri fazia uma vénia ao Imperador que parecia divertido com a ação. Os seus olhos se encontraram e o olhar era sério, pois os assuntos que iriam tratar certamente não eram conversas para relembrar o belo passado.

— Venho pedir ajuda. — A voz de Yuuri era firme e isso manteve o Imperador interessado. — A Europa está a colapsar, não iremos aguentar por muito mais, precisamos de armas, de comida, precisamos de homens. — Yuuri abriu os dois braços dramaticamente. — O mundo caio no caos e desculpe-me dizer isto Imperador, mas a Europa é a primeira a cair, no entanto o Oriente será o segundo. — Ele apontou para o Imperador. — E se não nos ajudar, estará sem aliados, pois os que teria estarão destruídos.

O Imperador olhou com atenção para Yuuri, afinal este sabia como a mente do conselheiro funciona, não tanto quanto ele desejaria, mas tem uma breve visão de como esta funciona.

— Poderemos dar armas e alimento, mas não irei sacrificar o meu povo por uma terra que não é a nossa.

Isso fez um sorriso de canto crescer no rosto de Yuuri e ai o Imperador percebeu que tinha caído na armadilha, porém ele não consegue ficar irritado com a situação e sim brevemente fascinado.

— Temos acordo, Imperador Guang Hong Ji.

— Yuuri Katsuki.

— Leo de la Iglesia.

Ambos olharam no rosto um do outro, o olhar de ambos queima. Até que Yuuri sorri, um sorriso perigoso que faz Leo entrar em alerta.

— Xeque.

— Para de falar assim. — Leo pediu suspirando dramaticamente. — A Madame pode ter gostado do mistério sobre ti, pode ter-te ensinado a manter e tudo mais, mas eu não sou um simples jogo para brincares assim comigo.

— Claro que não, Leo. — Concordou Yuuri sorrindo para ele.

— Como estão todos?

— Minami tornou-se um informante do submundo, ele tem estado a ser o meu mensageiro. — Leo mordeu o lábio com aquela informação, sabendo que por conta daquelas mensagens que Minami passaria seria o motivo de diversas operações erradas e de os Russos terem conseguido encontrar um centro de presos e os ter libertado a todos. — Seung-gil Lee é o conselheiro do Rei da Tailândia Phichit Chulanont. — O lábio se apertou mais desta vez e o Yuuri viu a inveja crescer no eu olhar. — Sara começou a ajudar o seu irmão Michele Crispino com o comércio, porém essencialmente no submundo. — Oh, Yuuri estava a saborear o quanto a inveja consumia o seu amigo. — Emil viajou muito por toda a Europa, porém ele fixou na Rússia comigo, com um pedido especial da Madame. Agora ele é chefe do exército Russo.

— Cala-te!

— Mas tu é que perguntas-te por eles. — Afirmou Yuuri rindo dele. — E agora estás a fazer uma birra como uma criança. O Imperado Chines simplesmente escolheu outro conselheiro quando viu que o seu atual poderia fraquejar a qualquer momento.

— Mas o que nós tínhamos…

— Vocês fudiam. — Respondeu Yuuri amargamente. — Uma das primeiras lições da Madame foi não misturar sentimentos com o sexo, não misturar sentimentos com os objetivos. O Imperador Chines fez exatamente isso, já tu amas-te. — Ele riu amargamente. — Isso te destrui-o.

— Não! — Ele gritou levantando uma arma de fogo que tinha escondida entre as suas veste, mas ao contraio dele Yuuri largou a sua e levantou as suas mãos enquanto sorria.

Eles ficaram assim por momentos, a tensão se formava na sala e Yuuri seria mentiroso se dissesse que não existia um formigueiro dentro dele que dizia que ele poderia facilmente vencer isto, porém existe diversas formas de vencer uma guerra.

— Tu foste fraco.

— Não! — As mãos de Leo tremeram de raiva apertando a arma nas suas mãos com força.

— Tão fraco. — O seu olhar era feito de malicia naquele momento. — Eu enrolei o meu Rei no meu dedo mindinho, ele ama cada parte do meu corpo e cada parte da minha mente. — Um sorriso de canto cresce no seu rosto. — E sabes o melhor? Eu poderia retribuir. Eu sou a rainha no tabuleiro de xadrez dele.

As lagrimas começam a formas no canto dos olhos de Leo, o seu corpo treme, ele chora, mas a arma nunca desce e Yuuri nunca se move para pegar a arma caída aos pés dos seus pés. Ele olha para Yuuri com raiva nos olhos, porém as lagrimas nunca pararam.

— Isso é tão injusto! Eu amei Guang com todo o meu coração! — Gritou chorando. — Porque tu podes ter aquilo que eu desejo tanto, mas eu não posso?!

— Porque és um idiota.

Leo atira em Yuuri no seu peito fazendo este cair no chão, infelizmente para Leo não foi uma morte imediata o que deu tempo para Yuuri olhar para Leo com os seus olhos cheios de dor física, mas com vitória.

— Xeque-mate. — Respondeu fracamente rindo ofegante. — A primeira regra da Madame foi quebrada.

Leo deixa a arma cair no chão caindo de joelhos.

A primeira regra: Nunca mates um “irmão”.

A mão dele se dirige a sua boca olhando sem acreditar para Yuuri pare olhava para ele com aquele sorriso de merda, mesmo que fosse morrer por ele, morrer pela vitória, morrer porque o viu como um adversário a altura, viu-o como um irmão que quis o derrotar a todo o custo.

No meio do pânico do seu pensamento ele ouve Yuuri suspirar. — Gostava de ter conseguido ter voltado para o meu Rei. — A voz dele começa a falhar. — O meu querido vai crescer belamente e o meu protegido vai ser o guerreiro mais forte. — Uma lágrima escorre pelo canto do seu olho. — Queria os ver.

— Cala-te, por favor… — Implora Leo a Yuuri.

E como uma maldição Yuuri ri dando as suas últimas palavras a Leo. — Como os nossos irmãos te olharam, idiota?

A guerra terminou no final do ano, o Novo Mundo foi dizimado sem o seu Rei para a esperança e o conselheiro para os guiar. Yuuri nunca voltou para a Rússia. Leo foi olhado com desprezo pelos seus irmãos e a Madame nunca mais estaria na sua presença após este matar o seu preferido.

Sem esperança Victor anuncia a morte do seu conselheiro.

O Rei nunca mais voltou a ser o mesmo.


Notas Finais


SURPRESOS?!
O Yuuri morreu :3
Vou ser sincera, eu já tinha planeado o matar desde o principio, iria ser de outra forma, mas como cortei dois arcos planeados ficou assim :V
Espero que tenham gostado ehehehehe
Só falta dois caps: O passado do Yuuri e o Epilogo :3
Quero ver a opinião de vocês aqui nos comentários!
Agora que tivemos a resposta de quem era o inimigo de Yuuri (o Leo) agora sobra a grande pergunta:
QUEM É A MADAME?
Quero teorias!
Mandem elas nos comentários ;)
ATÉ AO PRÓXIMO CAP!
BJS~

PARA QUEM FICOU CONFUSO COM O LEO!
O Leo era o conselheiro do Imperador Chines Guang, eles faziam sexo, porém Leo se apaixonou pelo Guang e Guang viu isso como uma fraqueza, então ele substitui-o pelo Yuuri. Tendo o coração partido o Leo culpou o Yuuri por Guang o ter dispensado e isso o fez jurar vingança. Leo faz um plano complexo para provar que Yuuri não é assim tão bom e o plano foi a criação do Novo Mundo. No final, Yuuri venceu, tal como é mostrado no cap.

História:
Pirataria: Vocês já devem ter visto filmes e tal, mas os piratas na Inglaterra eram colocados em celas e o futuro deles era só um: A forca. Por isso o Yuuri conseguir o libertar algo que mostra muito poder vindo dele u.u
Saltos: Os saltos foram criados em França, inicialmente só os homens usavam, mas com o tempo as mulheres tbm começaram a usar.
Armas: Já expliquei isto mas existiam armas de fogo, porém os soldados continuavam a preferir espadas. Afina, isso era uma luta de honra.
Plano: Só quero explicar que o Yuuri entrou num palácio enorme, onde é complicado chegar mensagens de um lado ao outro e como o Yuuri tinha um plano que foi esperar até que estivesse o mimo possível de soldados no palácio (está subentendido no texto) por isso é que ele consegue chegar ao rei, pois não deixa ninguém vivo escapar para contar rei que ele é perigoso e que é necessário mais que simples soldados para o deter.
Xadrez: Quando o rei está em ameaça o adversário diz Xeque e quando vence este diz Xeque-mate
Falta explicar alguma coisa?
Têm alguma duvida?
Se sim, perguntem! :3


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