História O reino das rosas. - Capítulo 30


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Categorias Rule of Rose
Tags Rule Of Rose
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NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Canibalismo, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Jennifer, Brown, e o unicórnio adentram nas profundezas escuras e misteriosas da grande floresta selvagem.

Capítulo 30 - A floresta.


Fanfic / Fanfiction O reino das rosas. - Capítulo 30 - A floresta.

O orvalho brilhava após uma calma noite de chuva.

Jennifer seguia o curso do rio verde após sair do bosque dos coelhos e atravessar o rio corrente, ( Um dos dois rios formados pela divisão do rio das lagrimas!) por uma velha, porém enfeitada ponte de madeira.

Na noite anterior Jennifer havia festejado bastante na toca de Himilit, junto com Brown e os outros imps com quem a garota dividiu e provou muitas cenouras, frutas, sucos e mel.

Mas agora era hora de finalizar a missão, e após Jennifer guardar o saco cheio de pólen dourado em sua mochila, a garota azarada partiu no momento em que acordou. Mas não antes de se despedir de seus mais novos amigos que lhe desejaram muita boa sorte e confiança.

Então, depois de quase um dia de viagem, Jennifer finalmente avistou a enorme floresta selvagem.

A grande floresta selvagem era a maior floresta do mundo conhecido. Segundo boatos a travessia desta floresta demorava em torno de duas á três semanas. Isso sem contar os perigos de ataques de animais selvagens e das tribos selvagens da floresta.

Jennifer sempre ouvira historias terríveis sobre as tribos da floresta. Segundo os relatos, os selvagens eram assassinos que costumavam torturar e devorar as suas vitimas. Algumas tribos tinham a fama de serem usuários de magia negra, outras como troca-peles, e outras andavam sem roupas ou com vestes feitas de peles de animais.

Os predadores também eram uma preocupação! Ursos, lobos, e cães selvagens eram muitas das inúmeras criaturas que adorariam devorar um cãozinho, um unicórnio, e uma pequena garota como jantar.

Lembrar de todas essas historias e relatos fez Jennifer estremecer e temer seguir em frente. Mas a esperança dos imps e o amor de sua princesa, fez com que Jennifer respirasse fundo e reunisse coragem para continuar o seu caminho.

A floresta era grande e verde, e suas arvores eram tão altas e frondosas que a luz do sol mal penetrava as suas folhas. O que fazia com que o chão da floresta fosse quase sempre escuro.

 Jennifer avistou alguns cervos e javalis procurando refugio ao aproveitarem as ultimas luzes do por do sol. Enquanto isso, Brown gania e choramingava como se estivesse pressentindo algo de ruim.  Jennifer ficou um pouco preocupada, mas apenas lhe acariciou e lhe confortou com palavras de carinho. 

Com o anoitecer a paisagem ficou tão escura que o unicórnio em que Jennifer montava mais parecia um fantasma do que um belo animal mágico.

O vento sussurrava frio e assustador, mas Jennifer não se intimidou e decidiu parar embaixo de um velho carvalho para descansar e fazer uma pequena fogueira para se aquecer do clima frio da noite da floresta.

Então os gatos selvagens começaram a perambular pela floresta, e ao longe Jennifer escutou os primeiros uivos dos lobos da floresta. Mas apesar dos sons e das atividades dos animais, Jennifer sentia que aquela floresta era um lugar frio, escuro, e solitário.

 Esta floresta é assustadora... — Sussurrou Jennifer ao abraçar Brown.

Caim! — Ganiu Brown ao sentir o medo nas palavras de sua dona.

Porém, apesar da noite ser fria e escura, ela era rápida e passageira, e logo quando os primeiros e fracos raios de sol atravessaram as folhas das arvores, Jennifer se levantou e seguiu em frente.

O traseiro da garota azarada já estava vermelho e todo dolorido de tanto cavalgar, mas apesar dos seus gemidos de dor e das assaduras na sua pele, a determinação de Jennifer crescia cada vez mais enquanto ela adentrava na floresta.

Infelizmente para a sua má sorte, o excesso de confiança cegou a garota azarada para o que se aproximava dela.

Pois de dentro dos altos arbustos verdes surgiram alguns guerreiros selvagens caçadores!

Os seus corpos eram altos e esguios, suas peles eram avermelhadas por uma tinta cor de sangue, e os seus corpos eram protegidos por poucas peças de roupa, fazendo com que alguns deles andassem completamente nus.

Brown começou a latir ao avistar os caçadores e o unicórnio relinchou e empinou como nunca!

Assustados, os caçadores apontaram lanças e flechas, ordenando á Jennifer que acalmasse os animais.

Jennifer fez o seu melhor para tentar acalmar o unicórnio, mas ele empinou e Jennifer caiu de bumbum no chão, ficando totalmente dolorida e indefesa.

Brown ficou ao lado de sua dona e latiu como nunca, mas os selvagens atacaram e dispararam flechas contra o unicórnio, que furioso atacou, escoiceou e mordeu os guerreiros.

Enquanto, aquela terrível luta acontecia, Jennifer avistou uma sombra estranha pular e atacar alguns dos guerreiros.

A misteriosa figura era um espantalho de madeira com uma cabeça de balde, e braços de laminas afiadas como espadas de prata.

Jennifer olhou abismada ao ver o espantalho cortar as cabeças de dois guerreiros selvagens com apenas um golpe rápido.

Depois, com outro golpe, o espantalho partiu outro selvagem ao meio, fazendo sangue jorrar por toda parte.

Assustado, um dos caçadores retirou uma trompa feita de osso de presa de javali e decorado por conchas coloridas, e á soprou com tanta força que o som do aviso ecoou por boa parte da floresta fazendo as orelhas de Brown doer como nunca devido ao som alto.

Depois do alto chamado, outras trompas começaram a soar, e após alguns segundos Jennifer escutou gritos de guerras dos selvagens que se aproximavam e pulavam de dentro dos arbustos e de cima dos galhos das arvores que cobriam a floresta.

Naquele momento o unicórnio recebeu uma flechada no pescoço e caiu pesadamente enquanto relinchava e agonizava no chão.

Jennifer se desesperou ao ver a morte do animal, e enquanto o espantalho de madeira e cabeça de balde lutava contra os selvagens, Jennifer tentou se levantar e caiu ao sentir uma enorme dor e perceber que a sua perna havia sido atingida por uma pedra de boleadeira.

Jennifer gritou e se desesperou mais ainda ao ver que o selvagem que havia acertado a sua perna se aproximava com um sorriso sádico e assustador.

Brown latiu e tentou defender a sua dona, rosnando e avançando na direção do guerreiro selvagem para tentar morder a sua perna.

Infelizmente os esforços do filhote não foram suficientes para parar o homem alto que chutou o pequeno animal, fazendo o cãozinho ganir e chorar ao bater em uma pedra.

Desesperada, Jennifer tentou se arrastar até o corpo do unicórnio para tentar alcançar a bainha e retirar a espada que Wendy havia lhe dado.

Infelizmente, no momento em que Jennifer conseguiu tocar na bainha da espada, o selvagem segurou a sua perna e á arrastou de maneira brusca para longe do unicórnio.

Jennifer tentou se segurar nas plantas do chão, mas foi arrastada e revirada rapidamente pelo selvagem. O grito de desespero da garota ecoou alto ao ver o selvagem retirar uma adaga de pedra da cinta e apontar na direção da garota azarada, mas antes que o cavaleiro balde pudesse se aproximar e cortar a cabeça do guerreiro, uma espada de lamina negra perfurou o peito do guerreiro selvagem, fazendo-o murmurar e derrubar a sua adaga de pedra.

Jennifer estava paralisada de medo, mas ao ver o corpo do selvagem cair no chão, Jennifer avistou um homem gordo, vestido com uma armadura negra e com um bigode bem grande no rosto.

Do outro lado da batalha, dois garotos, um gordo e outro magro, pularam detrás de uma moita empunhado espadas pequenas, porém afiadas.

Não tema pequena criança! Você está á salva agora. — Falou o homem gordo ao abandonar Jennifer e avançar na direção dos últimos selvagens que fugiam correndo e desesperados do massacre causado pelo cavaleiro balde.

Jennifer então avistou os garotos lutando contra alguns selvagens, e em um ato de coragem se arrastou novamente até o corpo do unicórnio.

Ao chegar perto, a garota azarada avistou um selvagem que retirou a espada das rosas da bainha e apontou para a direção de um dos garotos que lutava perto do corpo do animal.

Jennifer não pensou duas vezes e procurou pela adaga dourada com cabo em forma de peixe, e quando á encontrou, a garota azarada apunhalou a perna do selvagem que urrou de dor e caiu ajoelhado no chão.

Jennifer então avistou o garoto gordinho sorrir e se aproximar do selvagem ferido com a espada pequena na mão.

Ora, pelo visto o grande guerreiro selvagem não deu a atenção devida para a pequena menina. Hêhehehe... Erro fatal! — Falou o garoto ao perfurar a garganta do guerreiro selvagem com um só golpe.

Então, ao perceber que todos os selvagens sobreviventes haviam fugidos ou estavam morrendo agonizando em sangue; o cavaleiro balde fez uma reverencia para a princesa e para os cavaleiros e desapareceu em um salto tão alto que ultrapassou os altos galhos dos topos das arvores.

Jennifer estava cansada, dolorida e ofegante, e ao avistar o corpo sem vida do unicórnio a garota azarada começou a chorar em desespero, sendo consolada apenas por Brown, que havia se recuperado e acordado do chute que havia levado.

    Levanta! Por favor! Você não pode morrer! O que é que eu vou dizer para a Wendy quando voltar? — Murmurava Jennifer desesperada.

Não chore garotinha! Infelizmente ele morreu. Mas não se preocupe! Nós protegeremos você! — Falou o homem gordo e de bigode preto.

E quem são vocês? — Perguntou Jennifer ao enxugar as lagrimas e olhar na direção do rosto de seu salvador.

Eu me chamo Anthony Dolittle! E esses pequenos jovens são Nicholas e Xavier. Juntos nós somos os cavaleiros da grande floresta. — Respondeu o homem gordo e bigodudo ao embainhar a espada de lamina negra.

 


Notas Finais


Continua...


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