História O reino das rosas. - Capítulo 49


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Categorias Rule of Rose
Tags Rule Of Rose
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NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Canibalismo, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Jennifer e as garotas desfrutam de um breve momento de descanso antes de chegar nas minas de Miriac.

Capítulo 49 - Descanso e brincadeiras.


Fanfic / Fanfiction O reino das rosas. - Capítulo 49 - Descanso e brincadeiras.

O sol brilhava forte no alto enquanto o vento espalhava grãos de areias pelas quentes e áridas terras do reino dos espinhos.

Movendo-se por uma pequena estrada de barro, uma pequena comitiva de garotas e cavaleiros se moviam em direção a uma das últimas pousadas amigáveis antes do grande deserto vermelho.

Jennifer cavalgava Mary, a cabra branca gigante de Meg, junto com sua dona, enquanto Diana e Eleanor cavalgavam Saly, a cabra gigante, negra e de olhos vermelhos da duquesa.

Acompanhando-as vinha Thomas, o príncipe maquinistas, montado junto com Sir Caliot em um cavalo branco, e mais quatros cavaleiros escolhidos a dedo pela duquesa e baronesa.

Brown e o pequeno pássaro vermelho acompanhavam o grupo enquanto brincavam de tentar pegar um ao outro. O cão agora já estava quase do tamanho adulto e corria e pulava fortemente atrás dos cavalos e do pássaro mágico.

Chegamos! Ali está a pousada da areia vermelha. A dona é uma velha conhecida do meu pai, e ela irá nos receber muito bem. — Falou Diana ao parar a sua cabra negra gigante e apontar para uma grande pousada feita de pedra e de madeiras antigas e velhas, porém bem conservadas.

Será que tem quarto suficiente para todos nós? — Perguntou Eleanor enquanto segurava firmemente a cintura de Diana.

Com certeza, minha pombinha. Caso não tenha só precisamos nos apertar um pouco na cama. — Zombou Diana com um olhar sugestivo e pervertido.

Eleanor apenas sorriu de leve e com a sua voz fria de sempre, falou — Não, obrigada. Prefiro dormir no palheiro do que dividir uma cama apertada com certas pessoas.

Diana apenas sorriu e não falou nada. E então o pequeno grupo foi em direção a pousada, e após guardar os cavalos e cabras no estábulo, foram falar com dona do local.

Minha princesa! A quanto tempo não lhe vejo? Pensei que estivesse morta ou desaparecida como vosso pai. O que fazem por aqui em tempos tão perigosos? — Perguntou a dona da pousada, uma mulher muito magra e de cabelo vermelho como Diana.

Nós estamos aqui para combater o perigo. Mas me diga....  Você tem alguns quartos livres para nós? — Perguntou a duquesa ao jogar um saco cheio de moedas para a estalajadeira.

Tenho sim, princesa. — Respondeu a mulher ao abrir o saco e checar o dinheiro. — Mas preciso perguntar, de quantos vocês necessitam?

Diana então olhou para os lados e após fazer uma conta básica, respondeu — No mínimo cinco. Um com cama de casal e os outros com camas separadas.

A estalajadeira checou a lista e após fazer uma contagem, respondeu — Tenho apenas três quartos com duas camas separadas, mas tenho dois com camas de casal.

Serve. — Respondeu Eleanor apressadamente. — Eu divido com a Jennifer.

Jennifer pareceu concordar, mas Diana soltou um risinho de sarcasmo para a sua amiga nortenha.

Pronto, está decidido. Nós vamos ficar aqui enquanto dois de vocês vão um pouco a frente e veem o que está no caminho adiante. Nós esperaremos vocês até o amanhecer, mas tentem voltar antes do anoitecer se possível. E se acontecer algo.... Tomem cuidado com os imps. — Alertou Meg ao dar um pouco do pó dourado para os dois guardas que partiriam na missão.

Sim, minha senhora. Nós faremos o possível. — Falou um dos guardas ao pegar a sacolinha com o pó e partir acompanhado do outro pela porta da pousada.

O resto da tarde passou lentamente, enquanto as garotas discutiam sobre rotas passagem, e se alimentavam de um belo pedaço de cabra assada na brasa.

Ao anoitecer os dois cavaleiros retornaram exaustos, e após beber um pouco de agua fresquinha oferecida pela dona da pensão, eles falaram que avistaram uma placa que mostrava a direção da velha mina.

Ótimo, ao amanhecer nós partiremos. Por hora descansem para que possam estar prontos para a longa jornada amanhã. — Falou Diana ao parabenizar e agradecer aos jovens cavaleiros.

Então, depois de um belo porco salgado para o jantar, todos foram para os seus respectivos quartos para poder descansar e fazer a digestão.

Puxa, depois de dois dias de viagem a cavalo, ou no caso “cabras”, nada melhor que uma cama fofinha e quentinha para descansar. — Falou Jennifer ao se jogar na espaçosa cama e se espreguiçar um pouco.

Fico feliz que esteja confortável. Sugiro que aproveite bem pois amanhã nós retornaremos a estrada. — Falou Eleanor enquanto se sentava em uma cadeira de madeira e começava a acariciar a cabeça de Brown que abanava o rabo de felicidade, mas ao mesmo tempo bocejava de sono.

Você não vai se deitar? — Perguntou Jennifer confusa e curiosa.

Vou, mas não agora. Estou sem sono. — Respondeu Eleanor fria como sempre.

Ah.... — Murmurou Jennifer aborrecida. — Se você quiser eu posso fazer companhia para você. — Ofereceu Jennifer com a melhor das boas intenções.

Eleanor apenas manteve seu olhar frio de sempre e ao se levantar, perguntou — Você não estava cansada e queria aproveitar bem a cama?

Jennifer concordou com a cabeça, mas ao se levantar, falou — Sim, mas a noite aqui é tão fria que eu não sei se eu vou conseguir dormir sozinha.

Eleanor sorriu com a infantilidade da criança e ao tocar de leve no rosto de Jennifer, falou — Mas se eu for para lá não vai ficar mais fria?

Talvez. — Respondeu Jennifer rapidamente. — Mas não conseguirei dormir sabendo que você não está descansando.

Então, tocada pelas doces palavras de Jennifer Eleanor finalmente aceitou a proposta da garota azarada e se deitou na cama.

Enquanto isso, no outro quarto, Diana e Meg conversavam alegremente sobre os caminhos e atalhos que elas deveriam seguir.

E este aqui é o melhor caminho para as minas de Miriac. — Falou Diana ao indicar com o dedo um dos caminhos no mapa.

Que seja. — Murmurou Meg em um resmungo. — Estou morta de cansada e quero me deitar logo.

Certo. Então vamos dormir. — Falou Diana ao guardar os mapas dentro de uma bolsa grande feita de couro.

Você vem dormir comigo, não é? — Perguntou Meg ao se despir parcialmente e se deitar na cama.

Vou sim, mas antes quero falar com Caliot e ver se está tudo bem. — Falou Diana enquanto se movia em direção a porta.

Nada disso! — Gritou Meg de repente.

Como? — Perguntou Diana confusa.

Eu falei não. E você como uma boa e obediente garota irá obedecer a sua baronesa, certo? — Provocou Meg com um olhar sádico.

Hahahaha.... — Gargalhou Diana gostosamente. — Escuta aqui, baronesa.... Você pode até comandar no reino das terras além da floresta.... Mas aqui sou eu quem comando. — Falou Diana enquanto se aproximava lentamente da cama onde Meg estava deitada.

 É mesmo? E o que você vai fazer comigo por desrespeitar essa vossa autoridade? Mandar uma carta para a rainha? — Provocou Meg mais ainda.

Hahahaha... — Gargalhou Diana novamente. — Não.... Eu prefiro punir eu mesma os infratores. Não lembra? — Provocou Diana ao subir na cama e retirar os óculos de Meg.

Ei, meus óculos! — Gritou Margaret ao falhar ao tentar pegar os óculos de volta.

Nada disso! Eles são meus agora. — Provocou Diana ao usar o objeto que realçou belamente o azul de seus olhos e a deixou mais bela e perigosa do que nunca, na visão de Meg.

Uau. Você fica linda de óculos. — Comentou a baronesa ao sorrir e admirar os belos olhos da duquesa.

Diana sorriu e ao ajeitar os óculos no nariz, perguntou — Gostou? Ele me ajuda a ver e punir melhor as garotas e baronesas malcriadas e mal-educadas.

Hahahaha... — Riu Meg desdenhosamente.  — Você não ousaria...

Não? Veremos então. — Falou Diana ao pegar um dos cobertores e fazer uma corda improvisada com o tecido.

O que você vai fazer com iss..! Humpf! — Tentou perguntar Meg antes de Diana amordaçar a sua boca.

Humpf! Hum! — Murmurava a baronesa enquanto tentava se soltar da mordaça improvisada.

Nada disso, princesa. Já está mais do que na hora de você se sentir submissa uma vez na vida. — Falava Diana enquanto amarrava os braços da baronesa nas costas com o outro lençol que sobrou.

Então, depois de algum tempo tentando imobilizar corretamente a baronesa, Diana colocou Meg de barriga para baixo em seu colo, e após retirar as suas roupas intimas da parte de baixo, sussurrou — Agora está na hora de você se arrepender de suas ousadas palavras.

Foi então que Meg sentiu a primeira palmada no bumbum seguida logo por uma leve e gentil caricia no local onde a mão marcara.

Hum! — Murmurou Meg ao sentir a segunda palmada.

Falou algo? Perdão, acho que eu não ouvi. — Provocou Diana enquanto acariciava a região avermelhada.

Meg que antes estava assustada agora estava furiosa e pensava em mil palavras para dizer a Diana, quando aquilo terminasse.

Nenhuma? Bom, então posso continuar. (Tapa no bumbum!) Vamos ver se você aguenta quatro seguidas. — Sussurrou a duquesa antes de preparar a mão esquerda e desferir o golpe.

Meg gemeu, murmurou, se contorceu, mas não se soltou. Diana que estava achando aquilo tudo muito engraçado, beijou o cabelo loirinho da baronesa e perguntou — Quer acabar agora? Se quiser a gente finaliza com dez palmadas consecutivas. Senão, se você quiser continuar, podemos ir mais devagar e passar apenas para oito.

Meg murmurou alto e Diana percebendo que ela queria falar alguma coisa, explicou — Um murmúrio e eu entendo como sim. Dois e é um não. Entendido?

Logo Margarete parou de gemer, e com apenas um murmúrio rouco respondeu com apenas um som.

Margarete: — Hum!

Diana: — Sim? Você quer continuar?

Hum, hum! — Murmurou Meg em discordância.

Então você quer parar? — Perguntou Diana se divertindo com os murmúrios de Meg nua em seu colo.

Hum! — Respondeu Meg rapidamente.

Então seja feito como você desejar, princesa. — Falou Diana antes de iniciar a sequência de dez fortes palmadas.

Ao amanhecer Meg estava toda vermelha na região do bumbum e extremamente furiosa com Diana.

Eu juro Diana, eu vou te matar!!! — Gritava a baronesa raivosa.

Calma, amor. Eu só queria brincar um pouco, não gostou? — Replicou Diana com uma voz de falso arrependimento.

Gostar? Gostar!? Você inventa de brincar de bater no dia em que eu terei que cavalgar por horas até chegarmos nas minas? Já vi que você não pensa em nada mesmo. — Esbravejou Meg em fúria.

Ora, você não pareceu reclamar tanto quando eu te libertei e te beijei antes da gente dormir ontem. — Argumentou Diana ao acariciar o rosto de Meg e tentar roubar um beijinho da menor.

Não né? Talvez será porque você mal me deu tempo para respirar antes de me beijar e me possuir loucamente? — Respondeu Meg com sarcasmo ao se esquivar do beijo e do toque da maior.

Ah, Meg. Vai mesmo ficar de briguinha? — Perguntou Diana já perdendo a paciência.

Não, mas vou ver se acho algo para amaciar a minha sela na hora da cavalgada. — Respondeu a baronesa ao abrir a porta do quarto e sair apressadamente sem nem mesmo falar com Eleanor que estava saindo do seu quarto para o corredor do outro lado da porta.

Bom dia, tudo bem? — Perguntou Eleanor calma e tranquila como sempre.

Não! — Respondeu Meg em um grito ao descer as escadas apressada.

Eleanor ficou parada sem entender o que acontecera e ao se virar e olhar para Diana, perguntou — O que houve com ela?

Hêhehehe... — Riu Diana baixinho. — Acho que exagerei um pouco na brincadeira essa noite.

Eleanor apenas suspirou e com a voz mais calma e tranquila do mundo, comentou — Como sempre a culpa é sua.

 Diana apenas sorriu e ao se aproximar da garota pálida, falou — Não fala assim Eli.... Você bem sabe como eu sou uma boa menina. — E então beijou a boca de Eleanor antes de dar uma tapinha no seu bumbum e ir calmamente atrás da Meg.

Hunf! Ruivas... — Comentou Eleanor antes de se virar, entrar no quarto em que dormira, e acordar Jennifer para ir comer e se preparar para partir.

 

 


Notas Finais


Continua...


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