História O Reino Perdido - Capítulo 2


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Casal, Deus, Deusa, Fogo, Gelo, Magia, Neve, Nudez, Princesa, Principe, Rainha, Rei, Romance
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Palavras 3.108
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela
Avisos: Incesto, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - A caverna


Fanfic / Fanfiction O Reino Perdido - Capítulo 2 - A caverna

Eu me revirava na cama e não conseguia encontrar uma posição para dormir. Me lembrei do tempo em que minha mãe contava histórias sobre bruxas antes de eu dormir. Eu amava aquelas histórias, mas minha mãe não estava mais aqui para conta-las.

Me levantei da cama e olhei na janela, o céu estava estrelado. Do alto do castelo eu podia ver guardas fazendo patrulha em volts do castelo.

Dei alguns passos pelo quarto e decidi que deveria ir atrás das histórias dos mestry registradas em livros. Quando abri a porta do quarto, lá estava um guarda, aquele eu não conhecia ainda e nem queria conhecer. Era um velho com uma barba branca e tinha uma cara brava.

- Vossa Majestade. - Ele disse fazendo reverência.

Peguei uma vela na mão e segui castelo a fora. O guarda tentou me seguir, mas dentro do castelo eu me sentia segura e o dispensei. Depois de caminhar por um longo corredor, descer escadas, enfim cheguei onde eu queria: no lugar que ficavam guardados os livros.

Procurei sobre os livros que falavam sobre a bruxa, mas não encontrava, então eu escutei um barulho vindo do fundo da sala. Fui caminhando até o fundo e lá estava um guarda.

- O que está fazendo aqui? - eu indaguei.

Ele pareceu assustado, largou os livros que estava lendo e disse:

- Perdão Majestade. - O guarda gaguejava. - Eu só estava...

- Você não deveria estar aqui. - eu disse brava.

O guarda então saiu correndo. Tentei ir atrás dele, mas desisti. Eu cheguei perto dos livros que ele estava lendo e eram sobre a bruxa. "Por que ele estava lendo sobre isso?" Me Questionei.

Os livros continham relatos dos mestres daquela época, que detalhavam como tinha acontecido a maldição. Cada mestre contava de uma forma, mas todos terminavam do mesmo jeito.

Me perdi lendo os livros. Um especial me chamou a atenção. Era escritos do Mestre Ludwig e nele continha:

Segundo a profecia de Ártemis, aquele que salvará o reino de FortWest nascerá da descendência do Rei August I.

O Rei August I já tinha morrido a pelo menos uns 200 anos. Sua descendência era extensa e continuava a expandir. Eu, inclusive, sou uma descente dele. Aquilo me deixou preocupada. "Talvez o sol nunca mais seria visto em FortWest" Pensei comigo mesma.

Quando olhei para a janela percebi que já estava ficando claro. Corri para o meu quarto e me coloquei deitada fingindo que estava dormindo.

Minha dama de companhia me acordou e me ajudou a me vestir. 

- Você está linda como sempre, majestade. - Hellen dizia enquanto amarrada o meu vestido nas costas. 

O reino hoje estava em festa, era aniversário do meu pai, o Rei Robert. Viria pessoas de todo o canto do reino participar das comemorações, inclusive Pedro, o jovem a quem eu tinha sido prometida a casar. 

Durante boa parte da minha vida eu aprendi a lutar. Meu pai tinha me concedido esse pedido, mas me fez prometer que iria largar as lutas assim que me casasse. E esse dia estava próximo. Eu não queria casar, eu queria continuar a aprender a lutar com espadas. Mas meu pai estava irredutível com essa decisão. "Uma princesa não deveria brincar de espadas" era o que ele sempre me dizia.

Quando eu estava descendo as escadas avistei o guarda que estava na biblioteca na noite passada. Eu fiquei o observando. Ele tinha cabelos negros na altura do ombro e seus olhos eram escuros como a noite. Ele fez reverência quando passei por ele.

"Eu precisava saber o que ele estava fazendo lá" Não era o lugar dos guardas lá.

Meus irmãos já estavam ao lado do nosso pai na cabine para acompanhar o desfile em homenagem a ele. 

Quando eu me aproximo junto a minhas damas, novamente vejo o guarda. Eu fico o observando de longe, acompanhando seus passos. Até ele ir em direção ao castelo novamente, "eu tenho que ir atrás dele."

Despisto minhas damas de companhia e vou atrás dele. Começo a seguir ele. Mas logo perco de vista, olho em volta e não o vejo. Quando eu desisti de procurar, eu me viro e dou de cara com ele.

- Está atrás de mim, Princesa Kindra? - o guarda me perguntou.

Puxei ele até um canto que ninguém pudesse ouvir nossa conversa.

- O que você estava fazendo lá? - eu perguntei. - Lá não é o lugar de um guarda.

- Eu posso explicar. - ele dizia tentando se justificar. - Eu só queria saber sobre a bruxa...

- Por que? - Eu tentava entender.

- Eu estava lendo sobre a bruxa... Desculpa, eu sou apenas um guarda.

Muitos acreditavam que a história da bruxa era uma lenda inventada pelos antigos, mas eu acreditava que tudo que minha mãe falava era verdade. Eu fico olhando para ele, ele é tão enigmático.

- Qual seu nome guarda? - eu pergunto tentando achar algo.

- Brandon, Princesa Kindra. - ele responde.

Mas naquele momento Anne me encontrou. Anne era uma dama de companhia minha. E me tirou de perto do guarda.

- Princesa, o que estava fazendo junto do guarda? - Anne perguntou. - O filho do Duque Albert, já chegou. Ele está ansioso para vê-la.

"Mas eu não estou." Pensei comigo mesma. 

Pedro tinha a minha idade, 15 anos. Meu pai o julgava o melhor marido que eu podia ter. Ele tinha posses, estudos e um exímio cavalheiro. Seu cabelo era da cor do fogo, seus olhos eram verdes.

- Princesa Kindra. - Pedro beijou minha mão. 

- Pedro. - respondi com um sorriso.

"Conquistador barato" foi o meu pensamento na hora. Eu não queria casar e eu não iria casar. Eu queria ser uma jovem que ia para as guerras lutar pelo reino.

- Bela festa para o Rei. - Pedro falava. - E bela princesa que eu vejo na minha frente.

Eu me segurava para nao revirar meus olhos. Eu precisava me livrar dele antes do casamento. Mas como?

Juntos vimos os desfiles ao meu pai. Era um lindo evento, apesar da neve no chão e do frio, o povo estava entusiasmado. Meu pai era um bom rei.

Após os desfiles teve um banquete para todos da realeza. Durante o banquete meu pai anunciou meu noivado com o Pedro. Todos ficaram felizes, menos eu. Eu não queria aquilo.

 Pedro não saia do meu lado, ele contava sobre suas façanhas e conquistas. Após o banquete, finalmente pude me livrar do Pedro. Ele foi embora e eu pude ir ao meu quarto. Eu queria um pouco de paz, eu estava me sentindo sufocada com ele.

Minhas damas de companhia me seguiram, mas eu pedi que elas saíssem, eu queria ficar sozinha. Eu sinto lágrimas rolarem no meu rosto. O casamento seria em algumas semanas. Apesar de ser uma Princesa não era esse destino que eu queria para mim.

" E se eu fugisse?" Eu pensava. Eu não precisaria casar. Mas meu pai mobilizaria todo o reino atrás de mim... Não era uma solução viável. 

Todas os planos que eu pensava não dava certo, o jeito era aceitar meu destino. E coloquei minha cabeça sobre o travesseiro e dormi.

No final da tarde seguinte decidi fazer uma caminhada ao redor do castelo. Nada mudava, o chão branco de neve, o céu sempre nublado e o frio que batia gelado no nosso rosto.

Além de Anne, Yami me acompanhava no passeio. Enquanto conversamos fomos surpreendidas por quatro homens. Eram ladrões que vieram tentar saquear o castelo.

Nossa feição era de medo. Estávamos assustadas, quando olhei para trás percebi o quanto estava distante do castelo. Estávamos tão entretidas com a conversa que não vimos o quanto nos afastamos.

- Que belas garotas. - Um deles disse.

- Nos deixe em paz. - Anne pediu.

Os quatros riram. 

- Garotas? Isso me lembra peitos. - Outro dizia colocando a mão sobre os peitos de Yami.

Meu coração acelerou vendo aquela cena. Senti minhas veias saltarem.

- Me solte, seu imundo. - Yami disse tirando a mão dele de seu corpo.

"Ah se eu tivesse com minha espada aqui. " Eu pensei. Nenhum deles tinham espadas na cintura. Eles eram quatro homens eu não conseguiria lutar contra todos eles.

Um homem segurou a Yami e outro segurou a Anne. Vi eles arrastem elas para dentro da floresta. Os outros dois me seguraram a força, também me arrastaram para dentro da floresta. Eu tentava gritar, em vão, ninguém parecia me ouvir. No caminho perdi as meninas de vista. Eu estava sozinha com dois homens que tentavam me agarrar.

Me levaram para trás de uma árvore. Um deles tinha cabelo pretos e usava um tapa olho. O outro tinha cabelos brancos e seus olhos eram verdes. Suas roupas eram velhas. Eu não conseguia me soltar. Anos aprendendo a lutar para não conseguir me soltar de dois velhos.

O que usava um tapa olho tapou minha boca com um pano velho e também prendendo minhas mãos, enquanto o outro me deitava e rasgava meu vestido deixando meus peitos amostra.

Senti um deles lambendo meus seios, eu tentava me soltar, mas nada adiantava. Aquilo era nojento. Apesar do frio, naquele momento eu não sentia o frio.

- Sao grandes. - Um deles disse.

Percebi que a parte de baixo do meu vestido estava levantada. Senti uma mão encostando no meio das minhas pernas. Eu fiquei arrepiada, nenhum homem tinha tocado em mim antes. Eu estava com medo.

"É tão linda e é lisa como uma flor. " Um deles falava. O outro continuava a lamber meus peitos. Senti um dedo sendo colocado dentro de mim, eu tentava gritar mais não conseguia, comecei a chorar em silêncio. Naquele momento eu desejei que o Pedro surgisse e me salvasse como um príncipe. Logo depois senti algo mais grosso entrando dentro de mim. Logo depois foi o outro velho que veio colocar dentro de mim. Os movimentos eram cada vez mais rápidos, eu desisti de lutar. Aceitei aquilo e fechei meus olhos.

Quando eu abro meus olhos, vejo Brandon surgindo atrás do homem de cabeça branca e o atinge com um golpe de espada no peito. O homem cai sobre mim. Meu medo aumenta. Brandon então está pronto para atacar o outro, mas ele se levanta rapidamente e sai correndo e foge. Brandon tenta correr atrás dele, mas desisti e resolve me ajudar. Ele tira o homem de cima de mim que está morto. Vejo ele dando outro golpe de espada para ter certeza que morreu.

Brandon então tira os panos que tapam minha boca e prendem minha mão. Eu choro muito e o abraço. Meu corpo ainda está desnudo. Além dos meus seios a mostra, a parte de baixo do meu vestido está rasgada, vejo sangue entre minha pernas.

Brandon tira uma manta que o cobre e coloca sobre mim, tapando meus seios. Vejo ele fechando a parte de baixo do meu vestido. Eu estou imóvel e não consigo falar.

- Venha. - Brandon segura na minha mão me levantando. - Irei te levar ao castelo.

Eu balanço a cabeça negativamente.

- Não. - eu peço. - Olha como eu estou. Meu pai vai me culpar por isso. Não.

- Seu pai é o rei. - Brandon tentava me acalmar. - Ele irá mandar matar o outro que fugiu. Não tenha medo.

Eu não queria voltar para casa, todos iriam me ver chegando daquele jeito. Eu estava com medo e indefesa. Eu não fui capaz de me livrar deles, eu estava me sentindo a pior pessoa do mundo.

Me levantei e segui pelo caminho que o homem que fugiu tinha seguido, eu queria alcança-lo e mata-lo com minhas próprias mãos. Eu chorava, Brandon estava atrás de mim tentando me impedir. Foi então que eu lembrei de Anne e Yami. 

- Minhas damas também foram levadas. - eu disse ao Brandon. - Preciso encontrá-las.

E continue seguindo floresta adentro. 

- Brandon começou a chamar por eles. Mas ninguém respondia.

Eu estava com medo, o que tinha acontecido com elas?

E quando percebemos a noite tinha caído. Brandon olhava de um lado para o outro. Ele não lembrava mais o caminho de volta. E eu também não, eu nunca tinha ido tão longe dentro da floresta.

Sentei em cima de um tronco velho cheio de neve, eu estava me sentindo suja. Eu estava cansada, mas eu queria encontrar minhas damas.

- A gente está perdido. - Brandon disse. - Agora está ficando difícil de enxergar. 

Brandon então encontrou uma pequena caverna e pediu para que eu entrasse lá. Ele pegou alguns galhos e conseguiu fazer uma fogueira.

- Vamos ter que passar a noite aqui e esperar os guardas virem atrás de nós. - Brandon dizia. - Você precisa descansar, eu ficarei de vigília.

- Obrigada, Brandon. - eu disse com voz baixa. - Devo minha vida a ti.

- É dever de um guarda proteger uma princesa. - Brandon respondeu me olhando nos olhos.

Eu queria tanto tomar um banho, mas não podia. Peguei o cantil de Brandon e coloquei neve dentro e coloquei na fogueira para derreter. Brandon virou de costas para mim. E assim pude limpar o sangue das minhas pernas. Após isso fiz laços no vestido para que não se abrisse na parte de baixo.

Em cima, o vestido tinha rasgado e não pude fazer laços, meus seios eram cobertos pela manta do Brandon, era uma manta grande e quente. Quando olhei meus seios, eles estavam com diversos hematomas e doloridos. Cobri com a manta e deitei no chão e dormi.

No meio da noite eu me acordei e vi Brandon com frio, ele estava acordado e olhando para a fogueira. Ele usava uma armadura e estava encolhido tentando se esquentar. A neve estava mais forte e ventos congelavam a caverna.

- Venha, deite ao meu lado, sua manta irá esquentar nos dois. - eu disse tirando a manta sobre mim e mostrando a ele.

Brandon então viu meus dois seios descobertos. Eu não me importei, só queria que ele se esquentasse.

- Não, Princesa. Você precisa ficar protegida. - Brandon disse olhando fixo para os meus seios.

Me levantei e sentei ao lado dele e nos cobri com a manta. 

- Juntos nos esquetaremos mais rápidos. - eu disse.

- Será mais confortável, se ficarmos deitados. Deitei - Brandon falava enquanto se ajeitava.

Então eu deitei e dessa vez ele que nos cobriu.

E assim foi, em pouco tempo estávamos bem aquecidos. A fogueira nos ajudava a suportar o frio que vinha. 

E olhando para o fogo eu lembrava da Anne e Yami, do homem que morreu e do homem que fugiu. Eu só queria poder mata-lo. Jurei diante do fogo que iria me vingar dele. Eu iria até no fim do mundo para mata-lo.

- Voce é novato na guarda real? - Perguntei a ele.

- Sim. Antes eu estava fazendo um treinamento. Faz algumas semanas que sou um guarda real.

- Contarei ao meu pai, o quão corajoso você foi. - eu disse.

Brandon agradeceu, quando amanhaceu vindo que a neve estava forte. Não tinha como voltarmos ao castelo, pois estávamos perdidos e não sabiamos a direção.

- O que faremos? - perguntei assustada.

- Eu não sei. - Brandon também estava assustado. - Vou ir até lá fora e ver como está a situação.

Tirei a manta que me cobria e dei a ele.

- Você vai precisar. - Eu disse.

Eu estava aquecida com a fogueira então fiquei desnuda novamente. Brandon olhava para meus seios. Talvez ele achasse bonito. Eu já não me importava com ele olhando.

- Eu já volto. - Brandon respondeu.

Após alguns minutos Brandon voltou.

 - Está difícil enxergar... Temos que esperar essa tempestade passar.

Brandon sentou ao meu lado e me cobriu com a manta. Apesar de ser um guarda, Brandon era um jovem e também tinha medos e receios. Pelo menos nossa fogueira ainda continuava acesa e nos aquecendo. 

- Maldita Bruxa! - Brandon exclamou.

Verdade, essa neve era culpa dela. E quando tempestade de neve chegavam demorava dias a ir embora.

- Eu também tenho raiva dela. - eu disse olhando a neve cair. - Eu queria tanto ver o sol.

E conforme o tempo passava a tempestade não parava. Nos estávamos bebendo apenas água e Brandon pegava galhos para a fogueira. Eu estava com fome e a tempestade parecia cada vez mais fria e forte.

Mas Brandon a todo instante era um cavalheiro e me protegia dos meus medos. E aos poucos fomos nos conhecendo. Descobri que os pais dele morreu e ele ficou sozinho e por isso  decidiu entrar para a guarda real. Ele tem 17 anos e é sabe fabricar espadas pois seu pai era ferreiro. 

Também conversamos sobre a bruxa e o o quanto queríamos que aquela neve parasse para a gente finalmente vesse FortWest como a séculos não era vista.

- Será que a bruxa ainda está viva? - eu perguntei.

- Acredito que sim. - Brandon respondeu. - Eu deveria encontra-la e obriga-la a devolver o verão para nós.

Nos dois rimos. 

- Onde será que ela mora? - eu perguntei.

- Teríamos que descobrir. - Brandon falou pensando. - A única coisa que eu sei é que diversos guardas foram atrás dela ao longo do tempo para os lados de JuniHill. Eles nunca voltaram de la. Talvez ela viva la.

JuniHill era um lugar misterioso. Ficava além das montanhas e contínua segredos jamais revelados.

- Vamos para lá? - eu fiz a oferta.

- Ir mata-la? - Brandon questionou.

- Sim. Eu sou boa com espadas. - eu me gabei.

Brandon ficou pensativo, mas concluiu com um sorriso.

- Seria bom demais trazer o verão de volta. Mas preciso te entregar em segurança.

- Voltaremos em segurança. - Eu prometi.

Brandon então concordou. E juntos fizemos planos para ir até JuniHill. Brandon era um cara engraçado, aliás seu apelido era Bran.

Fazia já 2 dias que a tempestade não passava. Eu estava fraca. Brandon se mantinha forte. O frio estava intenso naquela noite. A fogueira não dava conta.

Eu me tremia de frio. E quando me ajeitava vi meu corpo estava cheio de arrepios, inclusive o bico do meu seio.  Brandon também viu, a gente estava tão próximo um ao outro. E ele olhava fixamente ao meu seio. Então se aproximou e lentamente chupou o bico, no mesmo instante me senti molhada. Diferente do que aconteceu com os dois homens, eu queria que o Brandon continuasse. E ele continuou. E do frio eu comecei a sentir calor. Cada chupada lenta eu me sentia mais molhada. Eu nunca tinha sentido aquela sensação eu só queria que ele não parasse.

- Posso? - Brandon perguntou. - Prometo não te machucar.

Eu só consegui concordar com a cabeça. Então seus lábios tocaram os meus. E depois daquilo senti algo grosso e duro entrar dentro de mim. Movimentos lentos que eu queria que fossem rápidos. Eu ouvia a respiração ofegante dele no meu ouvido. E Brandon começou a fazer movimentos rápidos até o momento que eu gritei. Mas não era um grito de dor e sim de algo que eu queria de novo. Se antes a gente estava com frio, agora estávamos suando.

Brandon então me deu um beijo na boca e me abraçou. E dormimos tão bem. 



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