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História O renascimento - Capítulo 44


Escrita por:


Notas do Autor


Espero que gotem e...

Boa leitura a todos!

Capítulo 44 - Um pouco atrasado


Fanfic / Fanfiction O renascimento - Capítulo 44 - Um pouco atrasado


Por Alex:



- Ai minha cabeça! – Falei, me levantando e pondo a mão na mesma. – Não tem como eu chegar aqui de um jeito menos doloroso não?

- Você é louco ou o que garoto??? – Matatabi parecia irritada, gritando ao me ver.

- O que eu fiz? Tinha q ser feito! A para né raposa! – Andei em direção a gaiola.

- Você não pode ficar gastando tanto seu chákara assim e sugar o meu desse jeito. – Bufou, abaixando o tom de voz.

- Eu tinha que acabar com aquele problema todo, e só pra constar, só fiz esse desejo pensando umas mil vezes, e depois vi o risco e fiz isso. E você também nem tá tanto sem chakara assim tá! – Observei que ela andava de um lado para o outro, sem nenhuma exaustão.

- É, mas se você ficar gastando seu chákara desse jeito você morre, e adivinha só, eu saio. – Se sentou, e deu uma relaxada.

- E você se preocupa com isso? – Me sentei, e a observei mais um pouco.

- Estou ligada a você agora, do mesmo jeito que você não quer machucar quem ama, eu também não quero machucar a Anko, até eu ser ligado a outra pessoa.

- E desde quando você pode conversar comigo quando estou acordado, ou melhor, me xingar.

- Desde sempre, mas eu dormia, então não dei sinais até hoje, quando você quase se matou de novo. Se não fosse por mim, estaria morto... – A interrompi.

- Quanto de chákara gastou?

- Metade, por isso vai ser acordado... – Pensou um pouco, até acenar para mim – Agora, tchauzinho.

Fui abrindo os olhos lentamente, me acostumando com a iluminação, que não era muita. A luz do quarto em que me apresentava estava apagada, apenas a luz da sala principal que estava acesa, dando um pouco de iluminação no quarto. Estava apenas com uma calça de moletom preta que eu gostava de usar para dormir.

O lugar me era conhecido, sem parede do quarto para a sala, nem da sala para a cozinha, e apenas uma porta para o banheiro e para a entrada e saída: “ É o lugar que fiz para Anko ficar, mas como vim parar aqui?”, pensei comigo, ouvindo a porta da sala ser destrancada. Me pus em posição de luta, e esperei para que fosse aberta. Quando finalmente se abriu, vi primeiramente as sacolas cheias entrando na frente, e em seguida, o corpo da morena, com mais sacolas atrás.

Ela estava de olhos fechados, e quando se abrem, larga as sacolas e vem correndo em minha direção, se jogando em meus braços. A apertei num abraço bem forte, forte até de mais, quando ouvi a voz da Matatabi me avisando de estar quase sufocando a mais velha.

- Desculpa, você está bem? – Perguntei, a olhando atento, para ver se não tinha a machucado.

- Sim, estou bem, e você? – Perguntou, voltando aos meus braços.

- Muito melhor agora. – Virei meu rosto e a beijei calmamente, até sentir falta de ar. – Por quanto tempo eu dormi desta vez?

- Apenas um dia, mas mesmo assim, senti muita falta. – Voltou a me beijar. Quando nos separamos, a ajudei com as sacolas, as colocando em cima da mesa.

- O mundo? Esta melhor, eu consegui?

- Sim, todos estão muito aliviados por ter aqueles infectados curados de uma hora para outra. Você conseguiu salvar o resto do mundo e vingou não só sua mãe, e sim metade do mundo que foi dizimado. – Falou, com meu celular em mãos, parece que aprendeu como que se usava.

- Nossa, metade do mundo, cheguei um pouco atrasado, mas está bom. – A puxei para sentar em meu colo em cima do sofá, beijando seu pescoço. Ela não apresentou nenhum tipo de rejeição, apenas se entregou aos meus toques. – Agora posso voltar minha atenção toda a você, desculpa por te deixar de lado, enquanto fazia isso tudo. – Sussurrei em seu ouvido, a mesma se arrepiou e colocou a mão em meus fios de cabelos.

- Não tem problema, sei como era importante pra você. – Se levantou, foi ate a cozinha e voltou com uma tigela e uma caixinha de leite, aí que fui perceber o que tinha dentro das sacolas. – Você quer, não quer?

- Meu maior vício agora é você. – Ela se sentou no meu colo novamente, e foi preparando a tigela, gemendo baixinho com alguns toques que eu a dava nas partes frágeis de seu corpo. Meu membro já estava um pouco enrijecido.

- Mas você já está a um dia sem comer, e não quero te ver mais em nenhum caso complicado de novo, agora que tudo acabou, não é? – Ficou de lado e me entregou a tigela. Eu aceitei, peguei a colher e fui colocando em minha boca, com o olhar fixado em Anko, aposto que estava em coraçãozinho novamente, que raiva, podia arrumar um jeito de desfazer o pedido de transformar meus olhos.

Sem tirar os olhos dela, terminei a tigela, e arrumei no meu colo de frente para mim, selando nossos lábios em um beijo urgente e apaixonado, livrando das roupas de Anko em um só movimento, a deixando apenas com sua roupa íntima. Ela desceu os beijos por meu pescoço, passando pela minha barriga, e puxou minha calça junto com a cueca para baixo, alisando cada centímetro da extensão de meu membro, o colocando na boca de uma só vez. Revezava entre chupadas nele todo e lambidas na ponta. Percebi que sua boca estava babando, eu tinha a deixado sem sexo esse tempo todo, e nem tinha me ligado.

Meus gemidos foram se aprofundando. Agarrei seus fios de cabelo, a puxando para mais perto, gozando dentro de sua boca.

Ela olhou para mim, e ainda acariciava meu amigo, botando a língua para fora. Seu olhar de desejo me deixou ainda mais excitado, que começava ate pulsar, de tanto tesão.

- Eu não aguento mais. – Ela montou em cima de mim, e rasguei suas duas peças íntimas brancas de renda, posicionou meu pênis a sua entrada, descendo lentamente.

Seus seios ficaram ao meu alcance, e sem pensar duas vezes, abocanhei em de seus bicos enrijecidos, e com uma de minhas mão livres, massageei seu outro. Minha outra mão a ajudava em seus movimentos, depositada em uma de suas nádegas.

Nossos gemidos saiam desesperados um pelo outro, descontrolados de prazer, nem ligando para os quais poderiam estar nos ouvindo, e até mesmo achar nossos esconderijo.

- Não para! – Implorei entre gemidos, agarrando mais sua bunda.

- Não... paro... – Ela mal conseguia falar, rebolando cada vez mais rápido.

Suas mãos agarraram meus ombros, tirando até um pouco de sangue por conta do aperto de suas unhas, sua vagina ficou mais apertada do que já estava, estrangulando meu membro, e seu gemido mais alto, com seu corpo arrepiado, indicando seu orgasmo próximo. Sua reação sempre me fazia chegar ao ápice do prazer, e assim que ela se estremeceu toda, meu gozo jorrou dentro de si, recebendo o seu, que veio ao mesmo tempo.

Seus movimentos foram parando, até se jogar em meu lado, com um sorrisinho safado, com sua respiração ofegante.

- Eu te amo. – Lembrei que tinha desmaiado antes de conseguir responder, podendo agora devolver, com um beijo em sua bochecha. Ela sorriu, e despencou em sono profundo.

Me levantei, coloquei minha calça novamente, e peguei minha amada no colo, a levando até a cama. Achei estranho ela já ter dormido, mas quando olhei para fora, entendi o porquê. A lua iluminava toda a extensão do campo, deixando claro até o rosto de quem entrava no laboratório. Era umas 1 hora da manhã.

Voltei a me sentar no sofá, e peguei meu celular, que estava ligado às notícias.

Eu era procurado pela China toda, por ter invadido o laboratório, mas fiquei ate meio tranquilizado, por não meter minha princesa no meio.

Liguei a televisão, e a mesma notícia vinha a tona, mostrando uma foto minha com a máscara. Dei uma pequena risada, e ouvi meu celular tremer na mesa de centro.



                                   Continua...




Notas Finais


https://www.spiritfanfiction.com/historia/kakashi-e-eu-18540388

História em e inspirei alguns fatos de minha história, se não tiver entendendo algo, segiro q leiam

Até o proximo capítulo.


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