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História O renascimento - Capítulo 50


Escrita por:


Notas do Autor


Espero que gostem e...

Boa leitura a todos!

Acham msm que falarei só isso no últimos cap da fic????

Pseh queridos e queridas leitores, estamos aqui, e com mt prazer e mt tristeza, trago a vcs o último cap da fic...
Epsero mt que vcs tenham gostado, e que fiquem a vontade para lerem as minha outras fics tbm!

Agora sim!
Boa leitura a todos!!!!

Capítulo 50 - Eu renasci!


Fanfic / Fanfiction O renascimento - Capítulo 50 - Eu renasci!




O tempo foi se passando, e eu fui cuidando de Anko como nunca tinha cuidado antes, mal deixei ela sair para missões desde que descobrimos a gravidez. Sim! É um pouco exagerado, mas era minha família, já tinha perdido uma, e não perderia a que estava formando agora, de jeito nenhum.

Meu lado protetor entrou em 100000%, e ela nem podia se mexer direito na casa, que eu estava lá a vigiando.

O que mais me deu estranheza, foi seus desejos malucos, e suas quedas na personalidade. Ela era muito aleatória, e me acordava de madrugada para me pedir o que ela tanto desejava comer, e eu, óbvio que não deixaria isso quieto.

Mesmo ela dizendo as vezes que não precisava, como quando agente apenas conversava e ela soltava aquilo do nada, eu ia para a vendinha mais perto, e comprava tudo que ela queria, mesmo, as vezes, sendo uma mistura que fazia meu estômago embrulhar, mas no final sempre acabava com eu limpando o chão enquanto ela jogava o resto fora no banheiro.

Suas bipolaridades não me afetava em nada, não sabia lidar com mulher grávida, mas sabia que aquilo era um efeito, como me chamar de meu amor, e me bater falando que ta com raiva depois de 5 segundos1.

O que importa, é que ocorreu tudo bem, e hoje ela ta com um barrigão enorme, mal conseguindo andar sozinha, tanto que passamos a dormir na sala, ela no sofá e eu no chão né porquê eu não aguentaria ela dormindo em cima de mim como de costume, não agora, seria um pouco mal educado falar assim com ela mas...

- Ei bobão! – Matatabi sempre fazendo escândalo nos meus sonhos.

- Que foi? Deixa continuar! Não tá vendo que estou sonhando com tudo que aconteceu esses meses? – De repente fui sugado para cima com uma rapidez que me fez ficar sentado no chão, e aos poucos meus sentidos foram voltando.

- Meu amor! Acho que a bolsa estourou? – Anko, já de pé, me balançava desesperada.

- PUTA QUE PARIU!! O QUE EU TENHO QUE FAZER???? – Me desesperei mais ainda, vendo o líquido descer das pernas de Anko.

- NÃO APAVORA QUE OS DOIS APAVORADOS NÃO VAI PRESTAR!!

- POR QUE VOCÊ PODE E EU NÃO???

- Me leva logo pro hospital vai!

- Ta bom! – O clima mudou assim tão de repente, mas para mim já era normal, a peguei no colo e fui correndo para lá, observando Anko gemendo de dor, o que me deixou um pouco aflito.

Quando cheguei lá, dei a emergência e continuei do lado dela o tempo todo, segurando sua mão até a sala de cirurgias.

- Você podia ter desejado teleportar para cá seu idiota. – A voz dela saiu como se tivesse fazendo uma força estrema.

- E ela tá né seu idiota! – Apenas a Matatabi.

- E você me vem falar isso agora, já na sala de cirurgia? – Ela apertou mais ainda minha mão, que podia sentir que quebraria a qualquer momento, calando minha boca, e fiz o possível, prometendo que não sairia do lado dela de jeito nenhum.

Depois de mais uns gritos de desesperos, tanto meu quanto da Anko, saiu outro gritinho, só que de choro, dando silêncio aos gritos da morena, mas os meus continuavam junto com os do bebê.

- Anko! Anko, Anko, Anko, já acabou, já saiu, pode parar de apertar tão forte a minha mão. – Minha voz saiu para dentro, sugando o ar enquanto me contorcia com o aperto que não parava.

- Ah, me desculpe meu amor! – Ela estava suada, totalmente exausta com o parto, de uma forma que eu não gostava de vê-la, mas foi para dar a luz ao nosso filho, o que compensou tudo quando o vi.

- Parabéns senhor...

- Henrique! Henrique está bom! – Interrompi a enfermeira que segurava meu filho no colo, procurando saber se agente era casados, mas... não.

- Filha!

Tanto faz Matatabi, ta chatinha hoje!!

- Hum, então parabéns senhor Henrique! É uma menina! Já sabem o nome? – Quando ela me entregou eu finalmente pude ver seu rostinho. Ela tinha os cabelos brancos, e era muito fofinha, parando de chorar ao ouvir minha voz.

- Olha que fofinha, é a bebezinha do papai. – A entreguei para Anko, que ainda se mantinha acordada, se contendo ao choro (mas não conseguia, que fofa!), para ver o rostinho da nossa filha.

- Que bonitinha! Ela é muito fofa! Vai se chamar Puliana! – Quando ouviu a voz de sua mãe, a bebezinha abriu seus olhinhos castanhos claros, que eram os da mãe, o que a deixou mais perfeitinha. Os enfermeiros acharam estranho o nome, mas ela decidiu colocar esse nome por ser exatamente o nome de minha mãe, o que me deixou mais emocionado.

Meus olhos brilharam cada vez mais soltando uma gota de lágrima, ao ver aquela sena, minha amada que daria minha vida quantas vezes preciso para a mesma, e a minha nova amada, que faria o mesmo. Vi ali o que tinha que proteger a qualquer custo, ali vi minha família completa.

- Tantos meses falando com sua barriga deu resultado... – Não só ela, mas os enfermeiros ao redor deram uma risada, pegando minha filha e a levando para outra sala.

Me sentei na poltrona do quarto, e a arrastei para mais perto de Anko, que com o pingo de força que a restava, se virou para mim com um sorriso no rosto, me dando um selinho carinhoso, caindo em um sono profundo logo depois.

Minha emoção era tão profunda, que não consegui dormir até a enfermeira voltar com minha pequena e entregar ao colo de Anko, e pela primeira vez, amamentá-la.

Minhas duas princesas foi a coisa mais bonita que eu já pude ver, enquanto Anko dava leite para a mais nova, ela me dirigia um olhar carinhoso e um sorriso meigo, me dando a certeza de que aquilo, que eu sentia entornar de tão cheio que estava meu coração, era pra sempre, e que aquilo, não poderia perder nem que custe a minha vida.

- Parabéns para você também, seu jinchuuriki sem graça.

- É mesmo, você também faz parte disso né, por isso vai me ajudar a protege-las.

- Claro! – Minha conversa mental com Matatabi foi interrompida por um estrondo que veio na porta, e em questão de segundos, Kakashi, Susane, Naruto, Hinata, Sasuke, Sakura, Sai, Ino, Tsunade e Shizune estavam na sala, me falaram apenas um "parabéns" e rodearam as duas, brigando para ver quem ficaria com Puliana no colo primeiro. O sentimento que me veio já era bem conhecido por mim, apenas senti meus olhos ficarem num formato de fogo e virei a cara rapidamente para disfarçar o ciúme que podia ter sido percebido, e foi, apenas por Anko, que saiu da multidão e se sentou no meu colo, envolvendo meus braços a sua cintura, se aconchegado enquanto assistia o “show”.



3 meses depois:



Acabamos de jantar, e fiquei por conta de lavar as vasilhas, enquanto Anko ia colocar Puliana para dormir. Fiz de tudo para terminar o quanto antes, e chegar no quarto de hóspedes, que agora era o quarto de minha filhinha, e apoiar-me no batente da porta, me dando o luxo de assistir meu mundo, e um dos cidadãos colocava outro para dormir, numa cena que eu não conseguia explicar o porquê de eu abrir um sorriso tão largo quanto o que estava agora.

Me veio a mente o fato de eu estar levantando novamente o antigo Clã Asdderts, mas os olhares das duas sobre mim, me fazia esquecer de todos problemas a ser tratado com a outra membro do Clã, junto com o marido, que agora considerado pai para mim, o Hokage. Nos deu a certeza de que estaremos livres de qualquer ameaça, caso surja, ou alguém descubra, por isso, teremos que continuar o segredo,

- Ela é muito fofa, não é? – Saí de meus pensamentos, assim que ouvi a voz de quem mudara minha vida para sempre, fechando a porta logo atrás de si.

- Sim, puxou a mãe.

- Para! Tava pensando em que? – Envolveu seus braços ao redor de meu pescoço, impulsionando para que pudesse ficar em meu colo. A agarrei pelas suas coxas, e a beijei apaixonadamente, respondendo assim que a pus na cama, já no nosso quarto

- Em nosso casamento, Anko. - Menti na maior cara de pau, mas era no que eu ia pensar antes de ela me trazer ao mundo real novamente.

- Sério? Agente combinou de não fazer nenhum casório, já que você não acredita nessas coisas...

- Sim, mas eu quero um casamento diferente, agente pode assinar um contrato amanhã e fazer o que tenho em mente agora! – Dei um sorriso malicioso para a mesma, que quando percebeu, já estávamos sem roupas.

- Hum... então o que você quer?

- Me declarar primeiro, para fazer direito. – Me ajoelhei com um terno preto, e ela ficou de pé, já com um vestido de noiva. – Anko, desde que eu te conheci, mesmo que você não saiba, mas sempre fui apaixonado por você. Você sempre despertou um interesse em mim, que não sentia fazia tempo, você me tirou de meus traumas, e me fez entregar-lhe por completo todo meu coração. Sempre que precisava de você, você estava aqui, mesmo quando tinha vacilado, você estava ali do meu lado. Anko, eu morri, mas pude voltar a viver com você, formando até uma família. E perante tudo isso, sinto que não sou o mesmo. Eu renasci, e foi graças a você, minha vida! Então... – Tirei do meu bolso a caixinha de alianças com o símbolo de infinito, e nossos nomes gravados nelas. – Você quer se casar comigo, e se tronar minha pelo resto da eternidade, até mesmo em outras vidas, quando eu morrer e renascer novamente? Pois sinto que apenas essa vida não seria o suficiente para lhe entregar todo amor que sinto por você! – Ela se derramava em lágrimas silenciosas, estendendo a mão, me permitindo colocar umas das alianças.

- Sim, aceito! - A abracei, deixando algumas lágrimas rolarem, me jogando na cama, ainda com ela em meus braços, dando um tempo para nos recuperar das emoções.

- Então agora vai ser a cerimônia. – Dei um sorriso maldoso, e a mesma entendeu.

Em alguns minutos, ela já saia do banheiro com uma roupa sexy com fantasia de noiva, enquanto eu já esperava ela deitado na cama, fantasiado de noivo.

- Estamos reunidos para juntar essas duas pessoas em uma. – Não consegui deixar de brincar, enquanto a mesma já se colocava em cima de meu colo, colocando seu dedo indicador em frente a minha boca.

- Não gosto de enrolações, vamos direto para onde agente se junta. – Fez uma voz safada, arrancando nossas roupas, e começando toda nossa safadeza com um beijo, e uma entrada extraordinária, que nos juntava em um só.

- Aahh, faz quase um ano que não faço isso, senti saudades. – Agarrei sua nádegas e a ajudei a fazer os movimentos que a mesma fazia ao cavalgar em mim.

- Eu também gostoso... aahhhh....

Matatabi: Esse é o melhor casamento que eu já fui!!




                                              Fim!






Notas Finais


É isso minha gnt!
Espero msm que tenham gostado e mt obgd a tds que chegaram até aqui!!!
Comentem, e falem o que acharam da fic e...

Até a próxima🤗🤩✌


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